Anotações oficiais do Banco Central revelam que o banqueiro Augusto Lima participou de diversas reuniões com integrantes da autoridade monetária ao longo do último ano apresentando-se, na maior parte das vezes, como CEO do Banco Master — mesmo após sua defesa afirmar que ele teria deixado definitivamente qualquer função executiva na instituição em maio de 2024. Segundo os registros, Lima esteve ao menos oito vezes com membros do board do BC. Apenas em um dos encontros ele apareceu como diretor-presidente do Banco Pleno — instituição posteriormente liquidada —, enquanto nos demais foi identificado como executivo do Master. A informação contraria diretamente a nota divulgada pelos advogados após sua prisão na Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Na ocasião, a defesa sustentou que as apurações tratavam de fatos posteriores à saída do banqueiro da instituição. A liquidação extrajudicial do Banco Pleno foi decretada pelo Banco Central após a transferência do controle societário do antigo Banco Voiter para Lima, operação que havia sido aprovada pela própria autarquia meses antes. Dois encontros com autoridades ocorreram às vésperas dessa mudança societária, reunindo Lima e o então presidente do Master, Daniel Vorcaro, com diretores do BC. Mesmo depois de concluída a transação, o banqueiro voltou a aparecer como CEO do Master em reunião por videoconferência realizada um dia antes de o Banco Central rejeitar a compra da instituição pelo Banco de Brasília. A relação de Lima com o Master remonta a 2019, quando ocorreu a incorporação da Credcesta. Os registros indicam que ele continuou participando de encontros com a autoridade monetária ao longo de 2025, inclusive com a presença do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. O livro “Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF” está em pré-venda com frete grátis para todo o país. Segundo a descrição da obra, a narrativa acompanha o caminho do dinheiro, das decisões judiciais e das relações políticas, expondo um mecanismo que, segundo os autores, vai além de fraude financeira.
Mendonça derruba restrições de Toffoli, atinge diretor da PF indicado por Lula e determina retomada de perícias
O ministro do STF André Mendonça derrubou restrições impostas anteriormente pelo então relator Dias Toffoli e determinou a retomada de perícias e depoimentos no processo. Além disso, estabeleceu que “apenas e tão somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos” tenham acesso às informações compartilhadas no inquérito. Na prática, a decisão atinge em cheio o diretor-geral da Polícia Federal nomeado por Lula, Andrei Rodrigues. A mudança reforça a tese central apresentada no recém-lançado livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. O lançamento é descrito como uma bomba política em um país acostumado a escândalos que começam com manchetes explosivas e terminam em silêncio institucional. O livro sustenta que o sigilo não teria sido mera consequência técnica, mas parte de uma engrenagem maior. A blindagem não seria episódica — seria sistêmica. Com a retomada de perícias e depoimentos determinada por Mendonça, a pergunta ganha força: o que será revelado quando as investigações avançarem sem as restrições anteriores? O livro está disponível com frete grátis para todo o país, em valor promocional até o dia 01/03, e pode ser adquirido pelo link: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda
Ex-vereadora é encontrada morta estrangulada em apartamento no RS; ex-marido é o principal suspeito
Na madrugada deste sábado (21), por volta das 3h30min, a ex-vereadora Roseli Vanda Pires Albuquerque, de 47 anos, foi encontrada sem vida em seu apartamento no município de Nova Prata, no Rio Grande do Sul. Conforme informações preliminares das autoridades, o principal suspeito do crime é o ex-marido da vítima, que também foi encontrado morto no mesmo imóvel. A delegada Liliane Pasternak Krann declarou que Roseli foi estrangulada dentro da residência onde vivia. O homem, com quem ela manteve união por 28 anos, estava separado havia aproximadamente seis meses. Segundo apuração, a vítima não possuía medida protetiva contra o ex-companheiro. Natural de Paraí, Roseli construiu trajetória tanto na política municipal quanto no cenário estadual. Exerceu mandato como vereadora e, na mais recente eleição municipal, disputou o cargo de vice-prefeita pelo PSD, integrando a chapa liderada por Volnei Minozzo. Ao longo de sua vida pública, desempenhou também a função de assessora parlamentar do ex-deputado estadual Danrlei, atuando no Legislativo gaúcho. Mais recentemente, ocupava a diretoria na Secretaria de Esporte e Lazer do Estado do Rio Grande do Sul. Roseli deixa um filho de 26 anos. O caso segue sob investigação das autoridades competentes.
Defensoria Pública do Tocantins propõe folgas, bônus e benefícios extras para defensores que já ganham R$ 30 mil
A Defensoria Pública do Tocantins encaminhou à Assembleia Legislativa do estado uma proposta para instituir um sistema de licença compensatória que permitiria aos defensores um dia de folga a cada três dias de acúmulo de processos ou funções administrativas. O benefício ficaria limitado a dez dias por mês e poderia ser convertido em pagamento em dinheiro. O mecanismo já existe em outros órgãos do sistema de Justiça e costuma aparecer nos contracheques com o nome de licença-compensatória. Segundo o texto apresentado pelo defensor público-geral Pedro Alexandre Conceição Aires Gonçalves, a medida seria uma forma de equiparação administrativa ao regime aplicado no Judiciário e no Ministério Público. Dados da própria instituição indicam que, em dezembro, a remuneração média dos defensores no estado ficou em torno de R$ 30 mil. O projeto também prevê a criação de quatro cargos de Defensor Público de 1ª Classe e 16 funções comissionadas de assessor técnico. Caso aprovado, o quadro poderá passar dos atuais 103 para 107 defensores públicos. A proposta estabelece ainda pagamento adicional quando um defensor substituir outro afastado, equivalente a um terço do salário do cargo substituído, além de remuneração extra por plantões fora do horário normal, calculada proporcionalmente ao subsídio mensal. Outro ponto incluído é a mudança no auxílio-alimentação, que passaria a ser pago em dinheiro com caráter indenizatório, não sendo incorporado ao salário nem sujeito a impostos. Segundo o chefe da Defensoria, a licença se aplicaria apenas a situações consideradas excepcionais, como atividades administrativas, participação em conselhos, mutirões e serviços itinerantes. A tramitação depende agora da análise dos deputados estaduais, e parte das medidas pode entrar em vigor imediatamente se houver aprovação.
STF arquiva investigação sobre gravação clandestina de reunião secreta em nome da ‘paz institucional’
Alguém gravou clandestinamente uma reunião dos ministros do Supremo Tribunal Federal e vazou o conteúdo para a imprensa. A resposta do STF — institucionalmente, sem um autor da decisão concreto identificado — foi deixar o caso de lado, invocando a chamada “paz institucional”. A corte, portanto, optou pela paz em detrimento da elucidação do que configuraria um crime. Segundo o texto do articulista, as instituições no Brasil se mostram fortes justamente por preferirem esse caminho. Na avaliação do colunista Marcelo Guterman, a paz institucional deveria ser o zênite da democracia brasileira — todos unidos como um único time, sem brigas intestinas, irmanados na defesa dos seus, a exemplo do que ele ironicamente chama de “STF Futebol Clube”. O argumento sustentado no texto é de que, nesse modelo, os Três Poderes podem brigar entre si à vontade, autoridades podem se locupletar e usar da autoridade para intimidar cidadãos — tudo isso caberia na democracia. O que não caberia, segundo essa lógica, seria o fim da paz institucional. Por isso, conclui o articulista, os ministros decidiram pelo melhor: não expor um dos seus. E a paz institucional, escreve ele, “cada vez mais se parece com a paz dos cemitérios, onde jaz a democracia brasileira”. Marcelo Guterman é engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper. A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fake News foram expostos. A censura está de olho nessa obra. Acesse o link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber
Globo Finalmente Chama de Ditadura: Emissora Condena Intimação do Presidente do Unafisco e Faz Duras Críticas a Moraes — Veja o vídeo!
Jornalistas profissionais da Rede Globo estão finalmente percebendo a gravidade do que está acontecendo no país. A emissora, que por muito tempo manteve posição favorável ao atual estado de coisas, agora se vê diante de arbitrariedades que ameaçam alcançá-la diretamente. Sobre a intimação do presidente do Unafisco, a emissora marcou posição de forma contundente: “Intimidação pura. É arbítrio. Intimidação aberta. E não é intimidação do presidente da Unafisco. É intimidação contra os auditores fiscais.” A conclusão da emissora foi direta e sem meias palavras: “Isso é coisa de ditadura.” Veja o vídeo: Conforme informações divulgadas, a Globo estaria tentando esconder um dossiê lançado recentemente. A obra expõe a alta cúpula da emissora como nunca antes. O livro “Dossiê Globo: Os Segredos da Emissora” expõe crimes que teriam ocorrido nos bastidores, escândalos, casos de assédio, acordos e escusas relações políticas. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destr… O lançamento, segundo relatos, deve tirar o sono de muita gente.
Dallagnol protocola notícia-crime contra Moraes na PGR por abuso de autoridade no caso Unafisco
O ex-procurador Deltan Dallagnol protocolou, nesta sexta-feira (20), uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento pede a investigação de indícios de abuso de autoridade relacionados à condução de medidas no caso envolvendo a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco). Dallagnol afirma que a intimação do presidente da Unafisco, Kléber Cabral, para prestar depoimento no inquérito das Fake News ocorreu sem indícios de sua participação nos fatos investigados. O inquérito apura supostas irregularidades no acesso e no vazamento de dados fiscais de ministros do STF e de seus familiares. Segundo o ex-deputado, a convocação de Kléber Cabral teria caráter de intimidação. O documento solicita a instauração de procedimento investigatório criminal, cópia do inquérito que motivou a intimação e análise do intervalo de tempo entre as críticas públicas de Cabral e sua convocação. Dallagnol sugere ainda que, caso haja indícios de crime de responsabilidade, a PGR encaminhe o caso ao Senado. O ex-procurador cita também o episódio de 2019, quando auditores foram afastados e, posteriormente, reintegrados no âmbito do mesmo inquérito.
Derrotada em São Paulo, Tabata Amaral se casa com o prefeito de Recife e vira 1ª dama da capital pernambucana
A deputada federal Tabata Amaral, que terminou na quarta colocação na disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2024, assume neste sábado (21) o posto de primeira-dama de Recife. Ela se casa com João Campos, prefeito da cidade e um dos nomes mais expressivos da política nordestina. A cerimônia acontece na Capela de São Benedito, na Praia dos Carneiros, em Tamandaré, no litoral de Pernambuco. O casal anunciou o noivado em novembro de 2025. Na ocasião, publicaram em suas redes sociais uma fotografia com as alianças de compromisso. A postagem trazia a mensagem: “Sim, com todo o meu coração! Que Deus abençoe a família que hoje começamos a construir. Te amo demais da conta e para sempre!”. Campos e Tabata têm 32 anos e mantêm relacionamento desde 2019. O vínculo teve início na Câmara dos Deputados, onde a convivência profissional evoluiu para amizade, conforme relatou a própria deputada em 2024. O prefeito pernambucano declarou seus sentimentos durante um jantar. Tabata descreveu o momento com a frase: “Eu não estava preparada”. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) está entre os convidados confirmados. Alckmin assume temporariamente a presidência da República enquanto Lula (PT) cumpre agenda oficial na Índia. João Campos cumpre seu segundo mandato à frente do Recife. Conquistou a reeleição em primeiro turno com 78,11% dos votos válidos. Seu nome circula como possível candidato ao governo estadual de Pernambuco em 2026. Tabata Amaral foi eleita deputada federal em 2018 e reeleita em 2022. Em 2024, disputou a Prefeitura de São Paulo e terminou a corrida eleitoral na quarta colocação, com 9,91% dos votos válidos.
Mendonça versus Alcolumbre: relator do caso Master manda Alcolumbre devolver material à PF
Quando o ministro André Mendonça foi indicado para o Supremo Tribunal Federal pelo então presidente Jair Bolsonaro, o senador Davi Alcolumbre arrastou por longos quatro meses a sabatina, na esperança de emplacar o então procurador-geral da República, Augusto Aras, para a vaga. Mendonça, homem reconhecidamente sério e um dos poucos no STF que realmente conhece o mundo do direito, aguardou com extrema paciência. Fez com competência o seu trabalho junto aos senadores e venceu no voto e com mérito. Na condição de ministro, sempre manteve comportamento exemplar, sem preocupação em aparecer e tampouco em perseguir seus detratores — inclusive Alcolumbre. Como o mundo gira, Mendonça agora é o relator do caso Master. Alcolumbre tem ligações com suspeitos e havia sido colocado pelo ministro Dias Toffoli como “guardião” do material sobre o caso, apreendido pela Polícia Federal. Em seu primeiro ato como relator, Mendonça determinou que Alcolumbre devolvesse todo o material à PF. Agora o ministro se debruça sobre o caso. Segundo o autor do texto, Mendonça não vai perseguir ninguém, mas será justo e duro com os criminosos. Caso Alcolumbre tenha alguma participação nas irregularidades apuradas, terá de acertar suas contas — pois, segundo a avaliação registrada, Mendonça será implacável. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Propaganda eleitoral na Marquês de Sapucaí: desfile homenageou Lula com verba federal, símbolos de campanha e ataques a adversários
O desfile que homenageou o presidente Lula na Marquês de Sapucaí não deveria ter acontecido, segundo a articulista Silvia Gabas. A razão é direta: trata-se de ano eleitoral em que o homenageado é o presidente em exercício, com intenção declarada de concorrer à reeleição em outubro do presente ano. Entre as verbas públicas recebidas pela escola de samba, houve a concessão de um milhão de reais por meio da Embratur, órgão federal — concedido, portanto, pelo próprio presidente. Lula sabia o que seria exibido no desfile, autorizou e concordou com o conteúdo, segundo relatos. Sabia também dos riscos que corria em razão do ano eleitoral, tendo sido avisado pelo TSE e por aliados que o aconselharam a não participar, diante do perigo de sanção à sua candidatura à presidência da República. Ainda assim, o desfile aconteceu. O que se viu na Avenida foi uma sucessão de arbitrariedades: temas políticos, ataques pessoais, ofensas religiosas e propaganda eleitoral desavergonhada. Passistas, cantores e figurantes da escola fizeram o “L”, cantaram o “olé, olê, olê, olá, Lulá, Lulá” — símbolos explícitos da campanha eleitoral do petista — e o número 13 foi entoado ao longo da avenida, inserido no samba-enredo da escola de samba de Niterói. Lula permaneceu em seu palanque político gratuito por mais de 80 minutos, parecendo pouco se importar com as consequências do que a articulista classifica como um verdadeiro crime eleitoral. O ministro Alexandre de Moraes também teve papel de destaque no desfile: um personagem caracterizado como palhaço “Bozo” foi colocado dentro das grades de uma cadeia. O mesmo personagem apareceu em tamanho colossal, sentado atrás das grades e com tornozeleira fixada no tornozelo. Em outra cena, “Bozo” reapareceu na companhia de representações de Dilma, Temer e Lula — com este último retirando a faixa presidencial de “Bozo”, que é preso, enquanto Lula é condecorado e sobe a rampa do Palácio do Planalto. Bolsonaro — contra quem nunca se provou um único caso de corrupção, segundo a colunista — ocupou boa parte do desfile e, segundo ela, quase suplantou o próprio homenageado. A ele foi destinada uma ala em que conservadores são retratados em latas de conserva, trazendo no lado externo a figura da família tradicional, com pai, mãe e filhos. “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”, entoava boa parte do público pagante na Avenida, segundo relatos da própria articulista. O texto é de autoria de Silvia Gabas (@silgabas). Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil — A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Acesse o link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao