A situação demonstra que o país não é para iniciantes. No domingo (2), o Grupo Fictor protocolou na Justiça de São Paulo um pedido de recuperação judicial das empresas Fictor Holding e Fictor Invest. No fim do ano passado, o Grupo Fictor apresentou proposta de compra do Banco Master, operação que envolveria investidores árabes. O negócio não se concretizou porque o banco controlado por Daniel Vorcaro foi liquidado pelo Banco Central, na esteira do escândalo bilionário envolvendo a venda do Master ao Banco Regional de Brasília. O grupo afirma, em comunicado, que o pedido de recuperação judicial é consequência da “crise de liquidez momentânea” originada a partir de 18 de novembro do ano passado, quando o Banco Central decretou a liquidação do Banco Master. “Um consórcio liderado pelo sócio do Grupo Fictor fez uma oferta para a aquisição e transferência de controle do Master, mas com a decretação da liquidação da instituição pelo Banco Central, um dia após o anúncio da aquisição, a reputação do grupo foi atingida por especulações de mercado, que geraram um grande volume de notícias negativas, atingindo duramente a liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding”. De acordo com o comunicado ao mercado, o objetivo da medida é “equilibrar a operação e assegurar o pagamento dos compromissos financeiros, com foco nos sócios participantes – que representam a grande maioria dos credores”. “A medida busca criar um ambiente de negociação estruturada e com tratamento isonômico, que possa garantir a continuidade das atividades de forma sustentável”. Os compromissos financeiros totalizam, aproximadamente, quatro bilhões de reais, e o Grupo Fictor pretende quitá‑los sem nenhum deságio. No pedido de recuperação judicial foi solicitada tutela de urgência para suspender execuções e bloqueios por um período inicial de 180 dias, reduzindo o risco de corridas individuais que pressionem ainda mais a liquidez e prejudiquem uma solução coletiva e equânime. “Nesse período, pela lei, a companhia garante o direito de negociar um plano de recuperação, prevendo novas condições e prazos de pagamento de seus compromissos, sem interromper as operações e, consequentemente, preservando mais de 10.000 empregos diretos e indiretos”.
Justiça falha ao negar proteção e agricultora é morta a tiros pelo ex‑marido, diante do pai
Marlei de Fátima Froelick, 53 anos, foi assassinada a tiros pelo ex‑companheiro — Waldir Abling, 57 — na manhã de quinta‑feira (29) em Novo Barreiro, no norte do Rio Grande do Sul, município de apenas 4,2 mil habitantes. Marlei é lembrada por amigos e parentes como agricultora trabalhadora que adorava os animais. Para o amigo Wilmar Zwirtes, Marlei enviou, momentos antes de ser assassinada, um áudio pedindo que cuidasse de seus animais, relatando que havia problemas em casa. “Eu te explico bem quando puder te ligar. Tratem bem tratado uma vez por dia os porcos e os cachorros”, disse ao amigo a agricultora, preocupada. Ela foi morta ao buscar seus pertences no local que dividia com o ex‑companheiro; a vítima planejava ficar na casa do filho. O crime foi presenciado pelo pai, Abílio Frolick, e pela tia da vítima. A vítima já havia pedido medida protetiva no dia 12 de janeiro, alegando que o ex‑companheiro possuía arma e a havia ameaçado de morte. Mesmo assim, a medida foi indeferida. Na justificativa do indeferimento, o juiz afirmou tratar‑se de “mero descontentamento” da mulher e de disputa patrimonial, alegando não ser competência do juizado de violência doméstica. Um dia antes do feminicídio, a medida protetiva que exigia a saída de Waldir Abling da propriedade foi aprovada pela Justiça. “Já faz dias que ele (Waldir) me disse: ‘Ela não escapa, eu mato ela igual, se eu quero matar, eu mato igual’ — lembrou o pai da vítima.
Governador deve reagir para não virar bode expiatório na “pizza” do Master
Todas as investigações do Master apontam para um amplo esquema, indicando que apenas Ibaneis poderia ser usado como bode expiatório. Se eu fosse governador, já trabalharia sua defesa e reuniria os elementos necessários para não ficar sozinho na responsabilidade. Há indícios de que Vorcaro aceitou um acordo. Considerando que BTG e Nubank comercializaram títulos do Master, não há motivos para duvidar de que exista outro acordo destinado a afastar essas instituições de possíveis complicações. Agora que se confirma a participação de mais parentes de pessoas envolvidas em sinistros, seria adequado que Ibaneis tornasse públicas as informações da reunião com Vorcaro, sobretudo diante da expectativa de novos vazamentos.
Desabamento no Maracanã: menina de 7 anos salva, mãe da criança morre
Na madrugada, um edifício composto por duas casas geminadas de quatro pavimentos desabou no bairro do Maracanã, Zona Norte do Rio de Janeiro. O Corpo de Bombeiros realizou a operação de resgate, conseguindo retirar a menina Ágata Valentina, de 7 anos, dos escombros. Durante a busca, a mãe da criança, Michele Martins, de 40 anos, foi encontrada morta. Ágata manteve contato com os socorristas enquanto permanecia presa e foi encaminhada ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro da cidade. Enquanto aguardava o resgate, a pequena chamava incessantemente pela mãe. Ao todo, oito pessoas foram retiradas dos destroços. Entre elas, uma adolescente de 14 anos foi levada ao Hospital Municipal Salgado Filho para receber atendimento especializado. As autoridades ainda não divulgaram informações sobre o estado de saúde dos sobreviventes. O porta‑voz do Corpo de Bombeiros informou que a estrutura desabada correspondia a duas casas geminadas de quatro pavimentos. A causa do colapso será investigada pelas autoridades competentes. A operação contou com a participação de mais de 50 bombeiros militares, apoiados por sete unidades operacionais. Também estiveram envolvidos especialistas do Grupo de Operações Especiais (GOESP) e alunos do Curso de Operações de Salvamento em Desastres (COSD), com suporte de 12 viaturas.
CPI volta a atuar e foca em Lulinha e na mesada do Careca do INSS
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista que investiga fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) retomará suas atividades na próxima quarta‑feira (5). Parlamentares da oposição articulam a extensão dos trabalhos por mais 60 dias além do prazo regimental de 120 dias, que termina no final de março. O principal interesse é aprofundar as investigações sobre o possível envolvimento de Fábio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula, no esquema investigado. O interesse em investigar o filho de Lula aumentou depois que a Polícia Federal (PF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que apura uma possível atuação de Lulinha como “sócio oculto” do Careca do INSS, apontado como figura central no esquema de fraudes previdenciárias. Em dezembro passado, a comissão rejeitou um requerimento para convocar Lulinha, apresentado pelo deputado Marcel Van Hattem (Novo‑RS). Outros três pedidos submetidos às vésperas do recesso parlamentar ainda aguardam apreciação, incluindo um do relator da CPMI, Alfredo Gaspar (União Brasil‑AL). Na avaliação da oposição, estender a vigência da comissão poderia desgastar politicamente o presidente Lula próximo às eleições presidenciais de outubro. “O que preocupa o governo é o INSS, que pode implodir a reeleição do Lula”, afirmou uma fonte familiarizada com as discussões internas. Entretanto, o próprio calendário eleitoral representa um obstáculo à prorrogação. O ritmo intenso dos trabalhos da CPMI exige que deputados e senadores permaneçam em Brasília justamente quando costumam retornar às suas bases eleitorais para articular campanhas de reeleição. O ceticismo quanto à possibilidade de Alcolumbre estender o prazo da CPMI também se relaciona ao seu alinhamento com o governo federal. O senador é atualmente o principal aliado de Lula no União Brasil e exerce influência em indicações para a Esplanada dos Ministérios e diversas agências reguladoras. A resistência de Alcolumbre à prorrogação da CPMI também está relacionada à proteção de pessoas próximas que entraram na mira das investigações, incluindo seu ex‑chefe de gabinete Paulo Boudens. Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou que Boudens recebeu R$ 3 milhões de uma empresa supostamente vinculada ao Careca do INSS. Alcolumbre articulou junto à base governista para impedir a quebra de sigilo bancário e fiscal de seu ex‑assessor. Em contrapartida ao apoio recebido para proteger Boudens, o parlamentar do União Brasil mobilizou votos para derrubar requerimentos que pediam a convocação de José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão de Lula e vice‑presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos. A manobra política, que incluiu a convocação de suplentes e mudanças de posicionamento de senadores próximos a Alcolumbre, provocou críticas da oposição. Parlamentares contrários ao governo acusaram tanto o Palácio do Planalto quanto o presidente do Senado de agirem para “blindar” seus aliados das investigações em curso. O senador Weverton Rocha (PDT‑MA), outro político próximo a Alcolumbre, também está no centro das investigações da PF. Em dezembro, Rocha foi alvo de operação de busca e apreensão e é descrito pelos investigadores como “sustentáculo político” do esquema de descontos ilegais nas aposentadorias de beneficiários do INSS. A PF chegou a solicitar a prisão do parlamentar maranhense, mas a Procuradoria‑Geral da República manifestou‑se contrariamente ao pedido. O ministro André Mendonça, relator do caso no STF, acatou o posicionamento do Ministério Público Federal e negou a prisão. A suspeita sobre Lulinha surgiu a partir de diálogos obtidos entre Antônio Carlos Camilo Antunes e a empresária Roberta Luchsinger, amiga próxima dele e de sua esposa Renata Abreu Moreira, a quem Roberta se refere como “irmã de alma”. As mensagens analisadas pela PF foram destacadas na decisão do ministro André Mendonça que autorizou a operação contra Weverton Rocha em dezembro. Em uma das conversas, Roberta demonstra preocupação com a apreensão de um envelope contendo o nome de um “amigo” comum durante a operação da PF que desmantelou o esquema de descontos fraudulentos em aposentadorias em abril de 2025. Segundo a Polícia Federal, aproximadamente uma semana após essa conversa, em 5 de maio, a empresária enviou um áudio para o Careca do INSS aparentemente tentando acalmá‑lo. Na mensagem, ela afirma: “Na época do Fábio falaram de Friboi, de um monte de coisa o (sic) maior… igual agora com você”, conforme trecho reproduzido pela PF em seu relatório. Em documentos enviados ao STF, a PF destaca a existência de um possível “vínculo indireto” entre o Careca do INSS e Lulinha. “A fim de dar transparência à investigação para todos os atores da persecução penal, a partir da relação estabelecida entre Antônio Camilo e Roberta Luchsinger, vislumbra‑se a possibilidade de vínculo indireto entre Antônio Camilo e terceiro que, em tese, poderia atuar como sócio oculto, por intermédio da mencionada Roberta, que funcionaria como elo entre ambos. Tal pessoa pode ser Fábio Lula da Silva”, afirma a PF no documento. Investigadores da Polícia Federal também identificaram outro diálogo suspeito em dezembro passado. A conversa, ocorrida antes da deflagração da operação de abril de 2025, o Careca do INSS orienta Milton Salvador de Almeida Jr., sócio também investigado no inquérito, a realizar um pagamento de R$ 300 mil. Quando questionado sobre quem seria o destinatário do valor, Antônio Camilo responde: “o filho do rapaz”. Na sequência, Milton enviou a Antônio Camilo o comprovante de transferência para a RL Consultoria e Intermediações, empresa pertencente a Roberta Luchsinger. Esse diálogo ocorreu antes da megaoperação da PF que desmantelou o esquema de descontos fraudulentos em aposentadorias do INSS em abril do ano passado. Em meio às investigações, surgiram outras notícias relacionadas a Lulinha.
Fim do recesso devolve ao Congresso o centro da disputa política e coloca Vorcaro na CPMI do INSS
O fim do recesso parlamentar recoloca o Congresso Nacional no epicentro da disputa política que já mira diretamente as eleições de 2026. Deputados e senadores retornam a Brasília não apenas para retomar votações acumuladas, mas para enfrentar uma agenda que ganhou peso estratégico durante as semanas de paralisação formal dos trabalhos. O clima não é de rotina; é de pressão represada. Nos bastidores, líderes partidários já reconhecem que as primeiras semanas após o retorno serão marcadas por disputas duras, votações sensíveis e movimentações que terão impacto direto na narrativa política do país. As pautas que voltam com força total Entre os temas que devem dominar a agenda logo no início dos trabalhos estão: Instalação e andamento de CPIs e CPMIs, especialmente aquelas relacionadas a denúncias que envolvem órgãos federais e gestão de recursos públicos; Projetos econômicos que estavam travados aguardando o retorno do plenário, incluindo matérias fiscais e orçamentárias com impacto direto na condução do governo; Discussões sobre o INSS e benefícios sociais, que ganharam peso político após as recentes denúncias e que serão exploradas tanto pelo governo quanto pela oposição; Reformas administrativas pontuais e projetos que envolvem a estrutura do Estado, vistos como temas estratégicos para marcar posição perante o eleitorado; Movimentações ligadas ao Judiciário e ao STF, que retornam ao debate político no Parlamento após decisões recentes que causaram desconforto em parte dos congressistas. A CPMI do INSS como foco de tensão A CPMI do INSS desponta como um dos pontos mais sensíveis da retomada. Parlamentares já admitem que os desdobramentos dessa comissão podem gerar desgaste institucional e alimentar o debate público em torno da gestão federal. O assunto saiu do campo técnico e entrou definitivamente no campo político. O que está em jogo não é apenas votação Mais do que aprovar ou rejeitar projetos, o retorno do Congresso marca o início de uma fase em que cada posicionamento passa a ter valor eleitoral. Discursos em plenário, requerimentos, convocações, pedidos de informação e articulações nos bastidores passam a compor a narrativa que será usada nos palanques em 2026. Deputados e senadores sabem disso. Por isso, a volta do recesso não significa apenas retomar a agenda — significa entrar oficialmente no modo pré-eleitoral. Governo e oposição entram em campo O governo busca retomar o controle da pauta e evitar que o Parlamento se transforme em palco permanente de desgaste. A oposição, por sua vez, vê no retorno do Congresso a oportunidade de ampliar a pressão, dar visibilidade a denúncias e construir uma narrativa de enfrentamento que dialogue diretamente com o eleitorado. O resultado dessa disputa começa agora. Brasília volta ao ritmo acelerado A capital federal sai do período de aparente calmaria para um cenário de tensão política crescente. A retomada dos trabalhos no Congresso inaugura uma fase em que cada votação, cada comissão e cada fala passa a ter repercussão muito além dos muros do Parlamento. O recesso acabou. O jogo político, que muitos achavam adormecido, volta a ser disputado em alta intensidade — já com os olhos voltados para 2026. Veja o vídeo:
BUKELE É O PRIMEIRO A FELICITAR A PRESIDENTE DE DIREITA ELEITA NA AMÉRICA
O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, cumprimentou Laura Fernández, candidata do Partido Soberano do Povo, logo após sua vitória nas eleições presidenciais realizadas neste domingo na Costa Rica. Em publicação na rede social X, Bukele informou que conversou por telefone com a presidente eleita e desejou êxito em sua gestão. “Acabei de parabenizar a presidente eleita da Costa Rica, Laura Fernández, por telefone. Desejo muito sucesso em seu governo e tudo de bom para a querida nação irmã da Costa Rica”, escreveu.
Direita conquista vitória no 1º turno nas eleições da Costa Rica; o mundo continua a endireitar
A candidata Laura Fernández, do Partido Soberano do Povo (direita), apoiada pelo presidente Rodrigo Chaves, venceu as eleições presidenciais da Costa Rica ainda no primeiro turno, segundo a apuração de mais de 80% das urnas pelo Tribunal Supremo Eleitoral (TSE). Ela somou 48,94% dos votos, à frente de Álvaro Ramos, do PLN (centro‑direita), com 33,02%, e de Claudia Robles, da Agenda Cidadã (esquerda), que obteve 4,72%. A abstenção foi de 30,67%. Fernández governará o país entre 2026 e 2030, sucedendo Chaves, impedido de disputar a reeleição pela Constituição. A participação eleitoral foi de 66,96%, com cerca de 3,7 milhões de eleitores aptos. Ao ultrapassar o mínimo de 40% dos votos válidos, a candidata evitou a necessidade de um segundo turno. Na eleição legislativa, projeções apontam 30 cadeiras para o PPSO e 18 para o PLN na Assembleia Legislativa, que possui 57 assentos. A campanha teve como foco a segurança pública, com propostas de endurecimento das leis, reformas institucionais e medidas econômicas.
PITBULL ATACA E MATA BEBÊ DE APENAS 10 MESES
Em Socorro, no interior de São Paulo, um bebê de 10 meses foi atacado por um cachorro da raça Pitbull, na tarde deste domingo (1º/2). O ataque aconteceu no quintal de uma residência. A mãe da criança saiu desesperada pedindo ajuda, mas o cachorro arrastou a criança. Nesse momento, a mãe gritou: “matou meu filho”. A Polícia Civil investiga suposto homicídio e omissão de cautela na guarda e condução de animais. A criança foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, encaminhada ao Hospital da Cidade, mas não resistiu aos ferimentos.
Governo petista: a grande tragédia nacional do déficit de 55 bilhões e das estatais
Não há como argumentar contra fatos, certo? Sei que petistas e seus aliados costumam contestar os números, mas trata‑se de uma anomalia de formação intelectual que não deixa muito espaço para discussão. Então, veja o fato mais recente: Contas públicas de 2025, sob o governo Lula: déficit (saldo negativo) de 55 bilhões de reais. O déficit das estatais também atingiu níveis alarmantes. Os Correios encontravam‑se em situação crítica, mesmo após receberem um empréstimo bancário de 12 bilhões de reais, garantido pelo Tesouro Nacional. É importante lembrar que o Tesouro utiliza recursos dos contribuintes. Caso os Correios não consigam honrar o pagamento, quem arcará com a dívida será a população, inclusive você, leitor, independentemente de sua posição política. Esse conjunto de circunstâncias resume, para muitos, a maior tragédia do Brasil sob o governo do PT. Para contextualizar, vale observar um fato mais antigo. Ainda se recuperando da pandemia de Covid‑19, o Brasil, sob a gestão de Paulo Guedes no governo Bolsonaro, registrou, ao final de 2022, um superávit nas contas públicas de 54 bilhões de reais. Na mesma época, as estatais apresentavam resultados positivos. No governo Lula, a carga tributária aumentou consideravelmente, a ponto de sufocar a população e afastar empresários, que têm transferido suas empresas e empregos para países como Paraguai e Argentina, buscando escapar do ambiente econômico criado pelo atual poder. Além do aumento dos impostos, houve uma expansão significativa do emprego público, favorecendo aliados da esquerda. Também se observou um fortalecimento do populismo, com políticas voltadas a manter apoio eleitoral entre os setores mais vulneráveis do Norte e Nordeste. No Nordeste, por exemplo, mais da metade da população em idade ativa depende de auxílios governamentais, o que pode traduzir-se em votos para o PT nas próximas eleições e gerar maior pressão fiscal nas regiões que historicamente produzem riqueza, como Sul, Sudeste e Centro‑Oeste. Para muitos analistas, o governo do PT representa uma tragédia nacional. Assista ao segundo vídeo: