O custo de permanecer no poder durante três mandatos utilizando a corrupção como método de governança começa a cobrar seu preço ao presidente Lula.
A ascensão do crime organizado — especialmente o narcotráfico — como força política crescente e a internet, que expõe implacavelmente o que foi escondido por décadas, incluindo a parceria entre Lula, Kirchner e as FARC, colocaram o presidente e seus aliados contra a parede.
Estão sendo obrigados, sob o risco de perder o poder, a assumirem mundialmente suas posições. Isso os transforma, para o mundo civilizado, numa espécie de figuras rejeitadas que ninguém quer por perto.
Texto publicado pelo perfil Conservador Britânico descreve a situação:
“A imagem é devastadora: Lula caminhando solitário pelos corredores da Hannover Messe, enquanto o chanceler alemão Friedrich Merz cancela o discurso conjunto e opta por agenda separada.”
“Funcionários e polícia alemães, chocados, declararam ao Die Welt: ‘Nunca vimos nada parecido’.”
“Não foi gafe. Foi repúdio deliberado.”
“O Brasil de Lula, outrora recebido com pompa, agora é tratado como incômodo, parece radioativo.”
“A era das fotos forçadas com líderes globais acabou. Enquanto as cúpulas de esquerda — CELAC, fóruns petistas globais, até certos encontros da ONU — viram salões vazios e plateias desinteressadas, a direita europeia começa a dizer ‘basta’.”
“Você acha que isso ainda é ‘prestígio’ ou o começo do fim da fantasia internacional do PT?”
