A cada dia surge uma nova emoção. A revista de esquerda Liberta afirma que a Polícia Federal encontrou, em um celular associado a Vorcaro, gravações de atos sexuais na mansão de um banqueiro em Trancoso. Segundo a mesma publicação, a estrela pornográfica de um dos vídeos seria um magistrado de alto escalão, conhecido pelo apelido de “pica das galáxias”. Não há confirmação ou negação oficial, mas se sabe que Vorcaro, que se apresenta como o “Epstein tupiniquim”, instalou câmeras em todos os cômodos da residência que alugava. No chamado “paraíso Vorcariano”, figuras e personalidades do cenário nacional se reuniam para discutir os rumos da economia e da política brasileira. Caso existam, os arquivos de Vorcaro constituiriam uma arma de grande calibre, potencialmente direcionada contra membros do alto escalão do governo atual. A prática de chantagear poderosos com imagens comprometedoras não é nova; foi utilizada, inclusive, pelos comunistas da KGB para manter o controle. Até o momento, a maior parte da imprensa tradicional permanece em silêncio. Nas redes sociais, porém, o caso já recebeu o apelido de “Cine Trancoso”. A polêmica pode se tornar tendência nacional nos próximos dias, e a questão que paira no ar é: quem é o “pica das galáxias”? *Caso a existência dos vídeos seja confirmada, o indivíduo em questão dificilmente seria alvo de retaliações imediatas, sob pena de a imprensa permanecer calada para proteger seus interesses. A realidade política brasileira supera, de longe, qualquer ficção. Nem mesmo um roteirista sob efeito de álcool seria capaz de imaginar, em delírio, um desdobramento tão surreal quanto o que já se desenha neste caso.
PF, com apoio do FBI, prende jovem de 18 anos que preparava atentado terrorista
A Polícia Federal informou que prendeu um jovem de 18 anos suspeito de integrar uma organização terrorista internacional. O suspeito também está sendo investigado por planejar um atentado em território nacional. Segundo a PF, o jovem estava montando um colete explosivo para ser utilizado em um ataque suicida no Brasil. As autoridades localizaram o rapaz após uma operação conjunta entre a Polícia Federal brasileira e o FBI, a agência federal dos Estados Unidos. A ação contou com autorização da 3ª Vara Federal de Bauru, em São Paulo, onde foram cumpridos mandados de prisão temporária, de busca pessoal e domiciliar, além de medidas de acesso imediato a dados eletrônicos, como celulares e computadores. Em nota, a PF destacou que “as investigações prosseguem com o objetivo de aprofundar a apuração dos fatos, bem como prevenir a ocorrência de atos que atentem contra a segurança pública e a ordem social”. A apuração indica que o suspeito passou por um processo de radicalização online, mantendo contato virtual com extremistas já investigados ou condenados por terrorismo. As comunicações interceptadas revelaram adesão ideológica, instruções e incentivo à execução do ataque. O caso levanta mais um alerta máximo sobre o avanço silencioso da radicalização e da atuação de grupos terroristas dentro do território nacional, expondo fragilidades na segurança do país e inserindo o Brasil, de forma concreta, no radar das ameaças terroristas globais.
O Poderoso Chefão: a segunda parte revela a corrupção da família Corleone
A trilogia do clássico cinematográfico “O Poderoso Chefão” continua sendo um dos maiores sucessos de público e de arrecadação da história do cinema. No segundo filme, destaca‑se a implantação de cassinos da Família Corleone em Cuba, iniciativa atribuída a Michael Corleone, o “capo di tutti i capi”. O longa mostra a participação de diversos agentes públicos – congressistas, militares, policiais, juízes, promotores, jornalistas – além do presidente cubano, Fulgêncio Batista, que recebe, de empresários norte‑americanos do setor de telefonia, um telefone de ouro maciço. Todos esses personagens são retratados como subornados e envolvidos na corrupção mafiosa de Nova Iorque, que inclui festas de orgias com prostitutas, consumo de drogas, álcool e grandes quantias de dinheiro provenientes de Las Vegas e de Havana. Assim, Michael Corleone, seguindo o modelo de seu pai Vito, mantém na folha de pagamento juízes, promotores, delegados, jornalistas e congressistas, garantindo a expansão nacional e internacional dos negócios da “Famiglia Corleone” e consolidando uma ampla rede de corrupção sistêmica. É evidente a busca por dinheiro fácil e práticas escusas, patrocinadas pelo crime organizado, por parte de autoridades públicas que utilizam a toga, a farda e os cargos para enriquecer ilícita‑mente, abandonando o interesse público em favor de ambições pessoais e familiares, transformando o Estado em um enorme balcão de negócios paralelos. Entre as atividades descritas estão o tráfico de drogas, o consumo excessivo de álcool, o jogo clandestino, subornos, prostituição, troca de favores, tráfico de influência, jornalistas pagos para criar notícias falsas, lavagem de dinheiro no Banco Ambrosiano, pagamentos generosos a advogados influentes em tribunais subornados e, quando essas estratégias falham, assassinatos seletivos – inclusive de figuras de alto escalão – como forma de intimidação. Felizmente, tudo isso se restringe ao universo ficcional da trilogia, sem repercussões reais. Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa.
Idosa reclama de barulho e tem casa alvejada por mais de 30 tiros; dono da adega é principal suspeito (Veja o vídeo)
Na madrugada de quinta‑feira (29), uma idosa que mora em Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo, teve sua residência alvejada por cerca de 30 disparos. O ataque ocorreu depois que a mulher reclamou do barulho e da aglomeração provenientes da adega vizinha. Segundo a polícia, o principal suspeito dos disparos é Igor Rafael Trindade Silva, proprietário da adega. Pouco depois da meia‑noite, o suspeito teria chegado ao local em uma motocicleta, efetuado vários tiros, inclusive apontando para as câmeras de segurança, e fugido. A polícia identificou Igor Rafael como autor dos disparos e o deteve em seu apartamento de luxo. No apartamento foram apreendidos a pistola utilizada no crime, munições adicionais, relógios importados e quatro veículos. As autoridades suspeitam de ligação do suspeito com organização criminosa, em razão do padrão de vida incompatível com a renda de uma pequena adega. Veja o vídeo:
Ex‑marido de Ana Hickmann é condenado por calúnia, injúria e difamação
Alexandre Correa, ex‑marido da apresentadora Ana Hickmann, foi condenado a dois anos e seis meses de detenção pelos crimes de calúnia, injúria e difamação contra o advogado da ex‑esposa, Roberto Leonessa. A sentença foi proferida em novembro de 2025 e, até o momento, Correa não interpôs recurso, encerrando o processo de forma definitiva na última segunda‑feira (26). O ex‑marido participou de ao menos três transmissões ao vivo na plataforma YouTube. Nesses episódios, dirigiu‑se a Leonessa usando termos como “filho da p*ta”, “maldito”, “beócio”, “asno”, “patife” e “mentiroso”. Segundo a 4ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, tais afirmações configuram injúria e difamação. Em relação à calúnia, Correa acusou Leonessa, sem apresentar provas, de ter vazado e‑mail de processo sigiloso, conduta que, se comprovada, constituiria crime previsto no Código Penal. A pena será cumprida em regime aberto.
Incêndio no Instituto do Coração em São Paulo força evacuação de pacientes
Um incêndio atingiu, na tarde de sexta‑feira (30), o edifício do Instituto do Coração (InCor), localizado no Jardim Paulista, zona oeste de São Paulo. O fogo mobilizou o Corpo de Bombeiros e obrigou a evacuação preventiva de pacientes em áreas sensíveis do hospital. De acordo com os bombeiros, o chamado foi registrado por volta das 14h09, e sete viaturas foram enviadas ao local. Até o momento não há registro de vítimas ou feridos. As equipes de combate ainda trabalham para alcançar o foco das chamas, que parece estar na área da caldeira do prédio. O trabalho é realizado com cautela devido à complexidade da estrutura e à presença de pacientes em tratamento. Funcionários do hospital começaram a transferir pacientes entubados para outras alas, como medida de segurança. A evacuação segue controlada enquanto os bombeiros concentram esforços para conter o incêndio e impedir que o fogo se espalhe para outras partes do edifício. O incidente continua em andamento e novas informações serão divulgadas à medida que a situação evoluir.
Moraes, presidente interino do STF, nega suspeição de Toffoli em caso de debêntures de Eike Batista
O ministro Alexandre de Moraes, que exerce a presidência interina do Supremo Tribunal Federal durante as férias do ministro Edson Fachin, rejeitou nesta sexta‑feira (30/1) o pedido do empresário Eike Batista para declarar suspeito o ministro Dias Toffoli no processo que discute o direito de preferência na compra de debêntures. A defesa alegou que Toffoli não teria condições de imparcialidade porque mantém relação pessoal com o banqueiro André Esteves, controlador do BTG Pactual. Para comprovar o argumento, os advogados juntaram reportagens jornalísticas, inclusive vídeos da coluna de Andreza Matais, do Metrópoles, que supostamente mostrariam encontros entre Toffoli, Esteves e o empresário Luiz Pastore em um resort no Paraná. Moraes afirmou categoricamente que tais materiais não podem servir como prova judicial, pois não há fundamento jurídico para acolher a suspeição quando o pedido se baseia apenas em notícias de portais da internet. Embora o requerimento tenha sido dirigido formalmente a Edson Fachin, cabe a Moraes apreciá‑lo, já que exerce a presidência do STF durante o recesso do colega. No centro da controvérsia está a decisão de Toffoli que reconheceu o direito de preferência do fundo Itaipava FIM na aquisição das debêntures vinculadas ao patrimônio de Eike Batista. A defesa sustenta que os títulos foram subavaliados, fixados em R$ 612 milhões, quando poderiam alcançar valores entre R$ 2 bilhões e R$ 10 bilhões. Segundo os autos, em 17 de dezembro de 2024 Toffoli votou a favor da preferência do Itaipava FIM. Dois dias depois o fundo realizou assembleia que aprovou a emissão de cotas no valor de R$ 613 milhões. Na época o fundo ainda não possuía patrimônio próprio, o que levou à capitalização direta pelo BTG Pactual, reforçando a alegação de conflito de interesses da defesa. No pedido de suspeição, os advogados afirmaram que “André Esteves é o maior beneficiário da decisão de 17 de dezembro de 2024, que garantiu ao banqueiro a aquisição das debêntures por cerca de 10 % do valor real dos ativos”. Para a defesa, a proximidade entre Toffoli e Esteves seria suficiente para comprometer a imparcialidade do relator. Moraes entendeu que os argumentos não ultrapassam conjecturas e não atendem aos requisitos legais para afastar um magistrado, mantendo Toffoli à frente do caso. O processo tramita no plenário virtual do STF, sob a Petição nº 8.754/DF, vinculada ao acordo de colaboração premiada firmado entre Eike Batista e a Procuradoria‑Geral da República. As debêntures foram oferecidas como garantia para o pagamento da multa de R$ 800 milhões prevista no acordo. A PGR questiona a operação, alegando que os títulos não poderiam ser alienados por estarem vinculados ao cumprimento do acordo. Paralelamente, as mesmas debêntures, emitidas pela então Anglo Ferrous Brazil S.A. (atual Iron X Mineração S.A.), foram leiloadas pela Justiça de Minas Gerais para quitar dívidas da massa falida da MMX, tendo sido arrematadas pela Argenta Securities. A Argenta, que afirma ter interesse direto no desfecho, reclama não ter sido formalmente habilitada no STF, apesar de pedido protocolado em 3 de dezembro. Segundo o advogado Marcelo Sedlmayer, a ausência de habilitação impede o acesso aos autos e a manifestação sobre pontos centrais da controvérsia. No julgamento em curso, o ministro André Mendonça apresentou voto‑vista. Ele acompanhou Toffoli ao negar o agravo da PGR, mas divergiu quanto ao reconhecimento do direito de preferência do fundo Itaipava, argumentando que primeiro se deve definir quem era o efetivo proprietário das debêntures, já que o bem oferecido como garantia não pertenceria diretamente a Eike Batista. Ainda faltam os votos dos ministros Kassio Nunes Marques e Gilmar Mendes, da Segunda Turma do STF. O ministro Luiz Fux declarou‑se impedido de participar do julgamento.
Catherine O’Hara, ícone de “Esqueceram de Mim”, morre aos 71
A atriz canadense Catherine O’Hara faleceu nesta sexta‑feira, 30 de janeiro, aos 71 anos. A informação foi confirmada pelo site TMZ, que não divulgou a causa da morte. Reconhecida internacionalmente, a artista marcou gerações com atuações memoráveis no cinema e na televisão. Catherine ficou mundialmente conhecida ao interpretar a mãe de Kevin McCallister nos dois primeiros filmes da franquia “Esqueceram de Mim” (1990), protagonizada por Macaulay Culkin. O papel consolidou sua imagem junto ao grande público e a transformou em um dos rostos mais lembrados das comédias familiares dos anos 1990. Nos últimos anos, a atriz manteve presença ativa em produções de destaque. Ela participou de três episódios da série “The Last of Us”, da HBO Max, e também integrou o elenco da produção “O Estudo”, disponível na Apple TV, demonstrando versatilidade ao transitar entre diferentes gêneros. Ao longo de uma carreira extensa, Catherine O’Hara acumulou importantes reconhecimentos. Ela conquistou dois prêmios Emmy, considerados os mais prestigiados da televisão norte‑americana. Em 2020, venceu como Melhor Atriz em Série de Comédia por sua atuação em “Schitt’s Creek”, onde deu vida à excêntrica Moira Rose. Já em 1982, foi premiada pelas contribuições como roteirista da série humorística “SCTV Network 90”. Nascida e criada em Toronto, no Canadá, Catherine era a sexta entre sete irmãos. Ela conheceu o marido, o designer de produção Bo Welch, durante as filmagens de “Beetlejuice” (1988). O casal casou‑se em 1992 e teve dois filhos, Matthew e Luke, com quem mantinha uma vida familiar discreta fora dos holofotes.
Ao vivo: Pesquisas mostram que os petistas perderam apoio (veja o vídeo)
Dias Toffoli, ministro do STF, autorizou a divulgação dos vídeos dos depoimentos e da acareação no inquérito do Banco Master, que envolvem o dono do banco, Daniel Vorcaro, o ex‑presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e o diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. Nos depoimentos ficam evidentes as contradições entre as informações, tornando os diálogos cada vez mais confusos. Ao mesmo tempo, a mais recente pesquisa da Paraná Pesquisas indica que 45,3 % dos brasileiros rejeitam votar novamente em Lula, enquanto 50,6 % desaprovam a sua gestão. Os números revelam um desgaste crescente. Para analisar esses fatos sem filtros, o Jornal da Cidade Online recebeu o vereador Rodrigo Marcial e a vereadora Fernanda Barth. Assista, compartilhe e apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online! Veja o vídeo:
Moraes rejeita novo habeas de Bolsonaro e deixa escapar sua fúria
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes rejeitou um pedido de habeas corpus apresentado em favor do ex‑presidente Jair Bolsonaro. A solicitação foi protocolada na Corte por Francisco Ricardo Alves Machado, que se apresentou como estoquista e residente no município de Japeri, no Rio de Janeiro. No requerimento, o impetrante pediu decisão liminar para libertar Bolsonaro e, no mérito, a anulação integral do processo. Como argumento central, alegou suspeição de magistrado e enumerou diversos problemas de saúde atribuídos ao ex‑presidente, entre eles distúrbios digestivos, câncer de pele, apneia do sono severa, hipertensão arterial, crises recorrentes de soluço, hérnia e histórico de traumatismo craniano. A petição também sustentou que não haveria crime punível, com base no artigo 17 do Código Penal, que trata o crime impossível. Além disso, o impetrante fundamentou o pedido em dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Penal e em tratados internacionais de proteção aos direitos humanos. Segundo o texto apresentado ao STF, esses fatores configurariam “constrangimento ilegal à liberdade de locomoção do paciente [Jair Bolsonaro]”, justificando a concessão da ordem de habeas corpus. Contudo, Moraes extinguiu a ação na quarta‑feira, 28 de janeiro, sem analisar o mérito, alegando que o pedido não preenchia os requisitos mínimos exigidos pela legislação. Em sua decisão, afirmou: “Da narrativa apresentada extraem‑se vícios insanáveis, que inviabilizam, inclusive, eventual emenda, considerada a natureza da pretensão deduzida pelo impetrante, fundada em causa de pedir exposta de forma absolutamente genérica, sem qualquer individualização dos atos supostamente coatores”. Moraes ainda criticou as regras do Código de Processo Penal para a impetração de habeas corpus, declarando que a petição inicial deve conter, além da indicação de quem sofre ou se encontra ameaçado, a declaração precisa da espécie de constrangimento ilegal: “Não se pode desconsiderar, nos termos da legislação de regência (CPP, art. 654), que a petição inicial do Habeas Corpus deve conter, além da indicação de quem sofre ou se encontra ameaçado de sofrer violência ou coação, bem como de quem exerce tal violência, coação ou ameaça, a declaração precisa da espécie de constrangimento ilegal ao direito de locomoção ou, em caso de simples ameaça, das razões que fundamentam o temor alegado.” Na avaliação do ministro, o pedido carecia de elementos concretos que sustentassem a alegação de ilegalidade. Conforme a decisão, “no presente caso, a pretensão deduzida mostra‑se fundada em razões genéricas, desacompanhadas de descrição concreta do suposto constrangimento ilegal a que o paciente estaria submetido. Não há, na petição inicial, individualização mínima de fatos aptos a embasar o pedido formulado”. A perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados é descrita como cruel, absurda e desumana, e os autores da matéria alertam que o pior ainda pode acontecer, com tentativas de silenciar o presidente e ocultar os fatos de 2022.