O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sinalizou a integrantes da oposição que está disposto a pautar o impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) no ano que vem em troca do apoio à sua reeleição à presidência da Casa. Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, além da rejeição ao nome de Jorge Messias, Alcolumbre pautou a derrubada dos vetos ao PL da dosimetria e, para facilitar a votação, retirou do texto os trechos que poderiam beneficiar condenados por outros crimes. Agora, até o impeachment de ministros do Supremo entrou na mesa de negociações. O presidente do Senado tem segurado os pedidos de afastamento dos membros da corte que chegam à sua mesa, mas em conversas com senadores da oposição não descartou abrir algum processo se for reeleito como presidente da Casa, em fevereiro de 2027. A oposição garantiu apoio, mas alguns integrantes do PL ainda estão reticentes. Eles dizem, nos bastidores, que só podem confiar na palavra de Alcolumbre quando um impeachment, de fato, for aberto. Por isso, fazem pressão para que isso aconteça ainda neste ano. O deputado Nikolas Ferreira questionou: “Você faria esse acordo?”
Congresso derruba veto de Lula e abre caminho para redução da pena de Bolsonaro
O Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Lula ao Projeto de Lei da Dosimetria destinado aos condenados pelos eventos de 8 de Janeiro. A decisão abre caminho para a redução significativa da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na Câmara dos Deputados, foram registrados 318 votos favoráveis à derrubada do veto, 144 votos contrários e 5 abstenções. Já no Senado Federal, 49 senadores votaram pela derrubada e 24 se posicionaram contra a medida. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2025. Pela legislação anterior, o ex-presidente poderia progredir para o regime semiaberto somente em 2033. Com a aprovação do PL da Dosimetria, a pena de Bolsonaro poderá ser reduzida para três anos e três meses de reclusão. Atualmente, Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar temporária. O regime foi autorizado em março pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com prazo inicial de 90 dias. A medida foi concedida por razões de saúde, visando garantir a recuperação do ex-presidente após um quadro de broncopneumonia. A remição da pena, entretanto, depende de validação judicial, que ocorrerá após manifestação tanto da defesa quanto do Ministério Público. De acordo com a legislação vigente, o magistrado responsável também pode revogar até um terço do benefício concedido caso o condenado cometa falta grave durante o cumprimento da pena.
Câmera flagra Soraya Thronicke emocionada no Senado após derrotas de Lula (Veja o vídeo!)
Os últimos dias não têm sido fáceis para a esquerda no Congresso Nacional. Em menos de 24 horas, o presidente Lula sofreu duas derrotas acachapantes: a queda da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal e a derrubada do veto ao Projeto de Lei da Dosimetria. Pelo jeito, a situação está ainda mais difícil para os chamados “traidores” de Jair Bolsonaro. Um flagrante registrou a senadora Soraya Thronicke visivelmente emocionada. Confira:
Congresso derruba veto de Lula e aprova redução de penas para condenados do 8 de janeiro
O Congresso Nacional impôs uma derrota significativa ao presidente Lula nesta quinta-feira (30) ao derrubar o veto presidencial ao chamado PL da Dosimetria (PL 2.162/2023), de autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ). Com a derrubada do veto, condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 poderão ser beneficiados com redução de penas e flexibilidade na progressão da pena — a possibilidade de transferência gradual do regime fechado para o aberto. Foram 49 senadores e 318 deputados favoráveis à derrubada do VET 3/2026, ressalvados dispositivos prejudicados. Para derrubar um veto presidencial são necessários os votos contrários da maioria absoluta de ambas as Casas, isto é, 257 deputados e 41 senadores. O texto agora segue para promulgação. A votação começou pela Câmara dos Deputados. O placar foi 318 votos contrários ao veto contra 144 favoráveis à manutenção, com 5 abstenções. Na sequência, o Senado confirmou a derrubada: 49 senadores votaram pela derrubada e 24 pela manutenção do veto. Os parlamentares analisaram apenas parte do veto, pois interpretou-se que a transformação em lei do PL da Dosimetria na íntegra poderia anular parte da Lei Antifacção (Lei 15.358/2026), sancionada em março. Durante a sessão, senadores e deputados discutiram principalmente as condenações feitas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e as tensões do novo texto com a Lei Antifacção — que endureceu a progressão da pena em crimes hediondos e violentos. Apesar do foco dos parlamentares no debate sobre os atos de 8 de janeiro, a nova norma, em tese, poderia beneficiar futuros infratores. Redução de pena Quando os crimes de golpe de Estado forem praticados “em contexto de multidão”, pelo texto aprovado, o juiz reduzirá a pena entre um terço e dois terços. O mesmo vale para o crime de “abolição violenta do Estado democrático”. Em ambos os casos, o infrator não pode ter financiado ou exercido papel de liderança. O senador Sergio Moro (PL-PR) afirmou que o STF julgou os envolvidos nos atos para “garantir a condenação”, classificada por ele como excessiva. “Pessoas receberam pena de 14 a 16 anos por estarem no dia 8 de janeiro na Praça dos Três Poderes. Ninguém concorda com invasão de prédio público, mas também não pode haver uma condenação dessas pessoas que não quebraram um copo d’água”, declarou Moro. Transição para liberdade Quem cometer crimes contra o Estado democrático de direito poderá ter progressão de regime após cumprir um sexto da pena, se houver bom comportamento. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o relator do PL da Dosimetria no Senado, senador Esperidião Amin (PP-SC), defenderam a aprovação e afirmaram que o texto é o primeiro passo e que vão seguir batalhando pela anistia geral. “Esse é o primeiro passo necessário e muito aguardado pelos mais aflitos. Nós queremos prosseguir a caminhada. A próxima etapa é a anistia. E depois a revisão do inquérito do 8 de janeiro”, afirmou Amin. O senador Izalci Lucas (PL-DF) avaliou que diversos presos do 8 de janeiro já estarão habilitados a deixar a prisão. “[A norma] vai fazer com que muitas famílias possam voltar para casa e reconstruir suas vidas. A solução ideal seria a anistia, mas não deu para aprovar”, disse o parlamentar. Segundo relatório de abril do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o 8 de janeiro, há 413 pessoas presas preventivamente e 111 presas definitivamente no regime fechado. O regime fechado representa a grande maioria dessas prisões. Soma das penas O texto proíbe a soma das penas nos crimes contra as instituições democráticas previstos no Código Penal. Para ser beneficiado, o infrator deve ter cometido os crimes no mesmo contexto. Assim, quem tentar abolir o Estado democrático de direito e, ao mesmo tempo, tentar depor o governo receberá apenas a pena mais elevada, com um aumento proporcional. Atualmente, o juiz pode somar penas de diferentes crimes cometidos por meio de uma única ação, caso praticada com essa intenção. Também é possível somar penas de crimes cometidos mediante mais de uma ação. Foi o que os ministros do STF fizeram com os condenados pelos atos de 8 de janeiro e o ex-presidente Jair Bolsonaro. As novas regras em benefício do réu valem inclusive para aqueles que já foram condenados definitivamente pela Justiça. Debate sobre anistia O senador Rogerio Marinho (PL-RN) afirmou que os condenados de 8 de janeiro “foram à praça pública mostrar descontentamento”, mas “que descambou para a depredação”. Para o líder da oposição no Senado, a anistia na ditadura militar já beneficiou aqueles que hoje são contra o PL da Dosimetria. “[Foram] beneficiados por assalto a banco, por sequestro, por pegar em armas contra o governo daquela ocasião… E assacam a dosimetria e anistia para idosos e mulheres”, argumentou Marinho. Já o líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), apontou que os atos de 8 de janeiro representaram a “acumulação de um processo golpista”. O senador classificou de “triste tradição” a tentativa de anistiar “quem atenta contra a democracia”. “A nossa democracia está sendo julgada na apreciação desse veto. O que aconteceu, presidente, no 8 de janeiro, aqui, não foi um passeio no parque, foi a culminância de um processo golpista. O que querem não é beneficiar aqueles que atentaram contra o Estado democrático de direito, utilizados como boi de piranha no 8 de janeiro. Querem, na prática, caminhar para uma anistia”, disse Randolfe. Remição Pessoas em prisão domiciliar poderão utilizar o trabalho como forma de reduzir a pena a ser cumprida — a chamada remição. Atualmente, apenas o estudo pode remir a pena na modalidade domiciliar, segundo publicação de 2023 da Defensoria Pública do Distrito Federal sobre execução penal. O texto altera a Lei de Execuções Penais e o Código Penal. Trecho retirado O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, retirou da votação trechos que facilitariam a liberdade de condenados por crimes hediondos, comando de milícias e feminicidas e que contradiziam a Lei Antifacção. A Lei Antifacção, desde março, passou a exigir que condenados nesses crimes passem mais tempo em regimes mais severos antes de migrar para os mais brandos. Já o PL da
Cristina Graeml revela bastidores da ruptura com Moro e defende aliança com PSD (veja o vídeo!)
A jornalista e pré-candidata ao Senado Cristina Graeml participou de entrevista ao programa JCO Entrevista, apresentado pelo jornalista Diogo Forjaz. Durante a conversa, Cristina relembrou sua trajetória de sucesso na imprensa, com destaque para sua atuação na série “Diários Secretos” (2010), que denunciou um esquema de funcionários fantasmas na Assembleia Legislativa do Paraná. A jornalista destacou que o jornalismo praticado naquela época era focado na busca pela verdade, sem o uso de adjetivos ou militância ideológica. Sem fugir das polêmicas, Graeml revelou detalhes sobre a aliança rompida com o senador Sérgio Moro e sua escolha pelo PSD. Ela rebateu críticas sobre se filiar ao partido de Gilberto Kassab, afirmando que partidos no Brasil funcionam como empresas e que foi acolhida pelo governador Ratinho Júnior (PSD-PR) após ser boicotada em outras siglas. “Eu não sou o Kassab, não sou o Valdemar. Eu sou eu e não mudei uma vírgula”, declarou, reafirmando seu apoio a Flávio Bolsonaro para a presidência. Confira a entrevista completa: Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Câmara derruba veto de Lula sobre dosimetria de penas do 8 de janeiro e impõe nova derrota ao petista
A Câmara dos Deputados decidiu, nesta quinta-feira (30/04), rejeitar o veto do petista Lula ao projeto de lei que trata da dosimetria das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. A medida, aprovada por 318 votos favoráveis, 144 contrários e 5 abstenções, agora será encaminhada ao Senado para nova análise. A decisão representa mais um revés político para o governo Lula em curto intervalo de tempo. No dia anterior, quarta-feira (29/04), o Senado já havia imposto uma derrota ao rejeitar a indicação de Jorge Messias, atual ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Nos bastidores, as duas votações contaram com articulações lideradas pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Confusão no Congresso: parlamentar expõe suposta traição de Talíria Petrone durante sessão; Alcolumbre corta microfones
Uma grande confusão tomou conta do Congresso Nacional durante a apreciação dos vetos ao PL da Dosimetria. O episódio expôs publicamente uma crise interna da bancada do PSOL. Durante um embate entre a deputada Talíria Petrone (PSOL) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no plenário, um terceiro parlamentar ainda não identificado foi ao microfone e mencionou uma suposta traição da deputada do PSOL a uma colega de partido. “Quem toma até marido da colega vai respeitar regimento”, disse o parlamentar. A afirmação remete a uma crise que abalou a bancada do PSOL. Talíria teria se envolvido romanticamente com o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que era casado com a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS). O presidente da sessão, Davi Alcolumbre, cortou imediatamente os microfones de todos os parlamentares: “Estão todos com os microfones cortados. Não existe isso. Não pode. Está todo mundo passando dos limites. Está todo mundo entrando na família das pessoas, na vida íntima das pessoas”, afirmou Alcolumbre. Veja o momento:
Jornalista da GloboNews esquece câmera ligada e é flagrado com a mão nas partes íntimas. Veja o vídeo!
Um episódio constrangedor envolvendo o jornalista Fernando Gabeira chamou a atenção do público durante a programação da GloboNews na última quarta-feira (29). Instantes antes de participar ao vivo diretamente de sua residência, o comentarista foi surpreendido em uma situação embaraçosa. O momento ocorreu pouco antes do início de sua entrada no telejornal, quando a transmissão já estava prestes a ser acionada. Sem perceber que poderia estar sendo exibido ou monitorado, Gabeira acabou protagonizando uma cena íntima que rapidamente repercutiu entre os espectadores. A situação ganhou destaque nas redes sociais. Veja: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Ex-ministro de Lula detona governo petista: “Não temos governo, temos ruínas”
Ministro por quatro vezes no governo Lula, deputado federal por seis mandatos e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo conhece profundamente os bastidores da política e da esquerda brasileira. Em entrevista ao Podcast A Verdade, o político não poupou críticas ao atual governo petista, do qual foi aliado histórico. Atualmente, Rebelo se posiciona como um crítico contundente das políticas ambientais e econômicas implementadas por Lula. “A gente tinha um governo de forças heterogêneas, eu fui contra a demarcação da terra indígena Raposa Terra do Sol, por exemplo, mas depois da prisão, Lula saiu ressentido, amargurado, não tem paciência para nada, não tem generosidade para governar um país tão difícil como o nosso, para pacificar o Brasil, que é uma coisa importante”, declarou Rebelo. O ex-ministro questionou duramente a postura do presidente eleito: “Ele ganhou as eleições, que gesto ele fez para pacificar o Brasil? A minha crítica ao presidente Lula é essa. Hoje a agenda do governo é a agenda da paralisia, é o voo de galinha, curto e baixo. O IBAMA e a Funai não paravam o Brasil como param hoje.” Rebelo foi enfático ao avaliar a situação econômica do país: “A economia não gera emprego acima de dois salários mínimos, o Brasil está perdendo indústria para o Paraguai, para a China… Está tendo uma fuga de domicílio fiscal, isso é uma coisa vexaminosa. Não temos governo, temos ruínas”, lamentou. Pré-candidato à presidência da República, Aldo Rebelo afirma que o encontro com Lula nos debates eleitorais será respeitoso, mas promete não recuar nas cobranças. “Vai ser um encontro de cobranças. Fui ministro de quatro pastas, tenho gratidão pela confiança que recebi, fui líder do governo Lula, mas não nunca tive uma conta minha rejeitada pelo Tribunal de Contas da União, nunca tive processo no Ministério Público nem no STF. Vou fazer cobranças duras, o país está parado, mas o maior responsável é ele”, disparou.
Governo prepara pacote eleitoreiro para endividados enquanto metade do país vive de assistencialismo
O governo que aumentou impostos e ampliou a carga tributária sobre os brasileiros agora apresenta uma solução para o endividamento recorde das famílias em pleno ano eleitoral. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, cerca de 50% das famílias brasileiras estão endividadas no nível mais alto da história. A equipe econômica prepara um pacote para atenuar as dívidas dos brasileiros. A medida, contudo, não prevê corte de impostos, aumento de incentivos à produção ou geração de empregos – sinais claros de que se trata apenas de estratégia eleitoreira que pode agravar ainda mais a situação econômica do país. Enquanto isso, a narrativa oficial atribui a situação financeira crítica dos brasileiros a fatores externos, como a guerra. A justificativa ignora as políticas públicas implementadas internamente e o peso da tributação sobre quem trabalha e produz. O cenário é de uma nação dividida: metade do país vive na dependência do assistencialismo estatal, sustentada pela outra metade que trabalha, paga impostos e acumula dívidas. A população produtiva financia tanto os programas sociais quanto suas próprias dificuldades financeiras crescentes. Os brasileiros que não pertencem à elite política enfrentam um sistema que os mantém em permanente vulnerabilidade econômica. A cada nova medida anunciada, o ciclo de dependência e endividamento se perpetua, enquanto soluções estruturais para reduzir a carga tributária e incentivar a economia real permanecem ausentes da agenda governamental.