Mover Bolsonaro da prisão provocou outra crise política e jurídica. Mesmo sendo só uma mudança de regime já definido, a medida reacendeu discussões sobre direitos básicos, justiça neutra e o uso do direito penal como arma de poder. Juristas e especialistas em processo penal concordam: o caso ameaça princípios da Constituição, ainda mais porque não há fatos novos, provas claras ou conduta específica contra Bolsonaro. A Constituição proíbe punir alguém por laços familiares ou políticos, e garante que ninguém pode ser preso sem prova concreta de crime definido e doloso. Mas a justificativa da decisão usa termos vagos como “risco democrático” e “abalo institucional”, ignorando o artigo 312 do CPP, que pede provas concretas de necessidade cautelar. Trocar regras claras por critérios subjetivos deixa espaço para interpretações exageradas e enfraquece o devido processo. A imparcialidade também está em questão. Autoridades que já se pronunciaram sobre o caso e o histórico de brigas políticas mancham a neutralidade que o judiciário deveria ter. Em vez de esclarecer, o processo parece confirmar uma história já montada, segundo os críticos. Especialistas em Direito Penal dizem que isso se parece com o “Direito Penal do Inimigo”, onde a pessoa não é julgada por atos, mas vista como ameaça ao Estado. Isso não afeta só o caso, mas toda a sociedade. Um precedente contra um opositor pode virar arma contra qualquer cidadão depois. O povo sente a tensão. Grande parte vê o caso como seletivo: políticos envolvidos em corrupção continuam livres e no poder, enquanto opositores recebem medidas extremas. Esse contraste gera sensação de injustiça e desconfiança nas instituições. Os críticos dizem que a decisão tem um grau de severidade que não se explica, já que Bolsonaro cumpria restrições e não mostrou risco imediato. Ainda chamam a justificativa de “cruel”, ao pintar o presidente idoso, com cirurgias e limitações físicas, como se fosse capaz de fugir, romper aparelhos, subir em telhados e chegar a embaixadas. Essa história gerou muitas piadas nas redes. Politicamente, alguns alegam que o caso vai além de esquerda e direita. Eles defendem que o debate sobre anistia não é partida política, mas questão de humanidade, empatia e paz nacional. A verdade é que a democracia precisa de freios e contrapesos. Se decisões judiciais virarem armas políticas, a confiança nas instituições cai. Quando a lei não controla abusos, ela mesma se torna um abuso. Policial federal, formado em Direito e Administração de Empresas.
Advogado de Zambelli cobra posição de Gilmar em caso de deputado petista que brigou na rua
Fabio Pagnozzi, que representa Carla Zambelli, usou as redes sociais para exigir que o ministro Gilmar Mendes dê uma punição ao deputado estadual do PT, Renato Freitas. Renato Freitas acabou se metendo numa briga de rua com um homem. Vídeos mostram que o deputado petista começou a confusão, agredindo o rapaz com a ajuda de um assessor. Mais tarde, em outra troca de socos, ele recebeu um forte golpe no nariz e passou a se fazer de vítima.
O preso político que não fugiu
Em setembro de 2025, a Primeira Turma do Supremo decidiu que ele deve cumprir 27 anos e três meses de cadeia por tentar um golpe, liderar uma quadrilha armada e praticar crimes contra a democracia. Ele já está inelegível até 2030 por abuso de poder. Agora vai para a prisão, talvez em regime fechado, e só poderá ficar em casa se a saúde deteriorar. Enquanto muitos réus ricos fogam para Miami, Lisboa ou Orlando, Bolsonaro chegou a Brasília direto de Orlando, encarou a crise judicial e afirmou: “Eu fico”. Ele decidiu ficar e assistir ao caos de perto. Com isso, ele faz algo que nenhum político brasileiro fez recentemente. Dirceu optou por negociar delação. Cunha tentou fugir, mas foi preso no aeroporto. Temer passou uma noite na prisão e depois se recolheu aos livros e entrevistas pagas. Em 2018, Lula pensou em pedir asilo na embaixada da Itália, mas o pedido foi negado e o país já estava cercado. Ele passou três meses nos EUA, com passaporte diplomático, filhos acomodados, conta cheia e sem risco de extradição. Poderia ficar lá. Não o chamariam de covarde, mas de “estratégico”. Ainda assim, voltou ao Brasil, quebrando todas as versões pré‑fabricadas. Primeira história que rola o dia inteiro: ele é um covarde que foge da justiça. Não funciona. Segunda versão: ele só pensa na família. Também não bate, porque se fosse proteger os filhos, teria ido para a Flórida. Terceira versão: ele é um louco perigoso que deve ser contido. Essa não explica por que ele mesmo se entregou. O que resta é algo que incomoda: Bolsonaro tem uma determinação que a política brasileira não vê há décadas. Pode ser teimosia, orgulho, missão messiânica ou cálculo de mártir, mas não é covardia. Isso irrita os opositores, que preferem a história do “ditador fugitivo”. Também incomoda parte dos aliados, que o veem como símbolo de resistência, enquanto gostariam que ele fosse apenas um candidato que entrega votos e fica na sombra. Hoje, quem defende sua prisão não são os inimigos, que já o consideram morto politicamente, mas alguns aliados que precisam do mártir para unir a base. Enquanto Bolsonaro aguarda o julgamento, o governo Lula não escapa da crítica. Prometendo moralidade, o PT volta a ter escândalos. Em 2025, a Operação Sem Desconto revelou um esquema bilionário no INSS, que desviou cerca de R$ 6 bilhões entre 2019 e 2024, cobrando descontos indevidos de aposentados idosos. Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso como líder do golpe, mas o que assusta é a ligação com o Planalto. Alessandro Stefanutto, ex‑presidente do INSS nomeado por Lula em 2023, foi detido na mesma operação que investiga os descontos ilegais. Também surgiram indícios de um sindicato ligado ao irmão de Lula, Frei Chico, vice‑presidente do Sindnapi, que alimentou a CPMI do INSS e já tirou Lupi do cargo. Em novembro, a Operação Coffee Break chegou à família de Lula. Carla Ariane Trindade, ex‑nora de Lula, foi alvo de buscas por tráfico de influência no MEC, envolvendo a empresa Life Tecnologia Educacional, que recebeu R$ 70 milhões em contratos superfaturados de kits e livros para escolas de São Paulo. Ao mesmo tempo, Kalil Bittar, ex‑sócio de Lulinha na Gamecorp, atuava como lobista e usou o nome do presidente para liberar verbas do FNDE. Lula não comenta, enquanto a PF diz ter “poucas dúvidas” de pagamentos em dinheiro à sua nora. Desde 2023, o governo cortou R$ 4,4 bilhões da Saúde em 2024, R$ 1,2 bilhão da Educação e mais R$ 3,8 bilhões em 2023, deixando hospitais, Farmácia Popular e livros didáticos sem recursos. As contas para 2027 apontam um déficit de R$ 10,9 bilhões só para cumprir os pisos constitucionais, apertado pelo arcabouço fiscal que Lula aprovou. Como diz o ex‑procurador Deltan Dallagnol, é o “velho jeito petista”: o Estado é dividido entre aliados e a corrupção surge como consequência. A contradição está clara. Enquanto isso, Nayib Bukele faz de El Salvador o país mais seguro das Américas, prendendo 1 % da população adulta, e o centro democrático brasileiro aplaude o “milagre”. No Brasil, ao prender um ex‑presidente sem crime de sangue, o mesmo centro finge que tudo está bem e diz que “as instituições funcionam”. Mas e os desvios no INSS? E a família de Lula no MEC? E os cortes que deixam crianças sem livros e idosos sem remédios? No final, Bolsonaro pode acabar na prisão, mas a lembrança não será a de um covarde que fugiu, nem a de um genocida. Será a de quem podia desaparecer e escolheu ficar para enfrentar um sistema que persegue uns e protege outros. Essa postura é rara na política, onde a maioria prefere fugir, delatar ou buscar o caminho mais fácil, enquanto escândalos de ambos os lados corroem a credibilidade de todos. Sou policial federal, formado em Direito e Administração de Empresas.
Recado de Alcolumbre estremece o Planalto
Alcolumbre, presidente do Senado (União‑AP), avisou Lula (PT) que vai votar contra a nomeação de Jorge Messias, advogado‑geral da União, ao STF. Mesmo assim, ele prometeu não travar a tramitação da indicação no Senado. É aí que o risco aparece. A Constituição exige que, para entrar no STF, o candidato consiga, em voto secreto, o apoio de no mínimo 41 dos 81 senadores. O presidente pode indicar, mas a escolha só vale se o Senado aprovar. Segundo quem acompanha Alcolumbre, ele sugeriu Rodrigo Pacheco (PSD‑MG), ex‑presidente do Senado, como a melhor opção para a vaga no STF. Os mesmos dizem que Pacheco conta com forte apoio entre os colegas. Ao contrário do que aconteceu em 2021, quando a indicação do AGU de Jair Bolsonaro (PL) ficou quatro meses parada, Alcolumbre garantiu que não vai atrasar o caso de Messias. A ideia é levar a nomeação logo à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Quem está perto de Alcolumbre diz que, mesmo votando contra, ele não vai fazer campanha nem contra nem a favor de Messias. Os petistas, porém, desconfiam dessa postura neutra. Líderes do Senado acreditam que, mesmo que a CCJ aprove, a falta de apoio de Alcolumbre tornará difícil para Messias conseguir os votos que precisa no plenário. Para os senadores aliadados ao governo, o destino da nomeação está ligado à atitude de Pacheco. Em encontro neste mês, Lula teria dito que quer Pacheco como candidato ao governo de Minas Gerais, mas o senador parece pouco animado com a ideia. Os petistas pensam que, para Messias ser aprovado, é preciso convencer Pacheco a apoiar a escolha de Lula, aceitar a candidatura em Minas e, se perder, esperar outra vaga no STF. Quem está perto da liderança do Senado diz que muitos veem a vaga como fora do comum. “É um presente inesperado para o Lula”, comentou um senador. Outros defendem que o presidente divida esse “bônus” da escolha com o Legislativo. A vaga apareceu porque o ex‑ministro Luís Roberto Barroso saiu do STF antes de completar 75 anos, a idade obrigatória de aposentadoria. Segundo a Constituição, ele poderia ficar na Corte até 2033. Apoios de Pacheco dizem que o senador de Minas merece a vaga no STF, já que, ao enfrentar Bolsonaro, perderá proteção institucional. Eles apontam que Pacheco tem eleição difícil em Minas, enquanto Lula parece bem encaminhado para a reeleição e o ministro Alexandre de Moraes tem vaga garantida até os 75 anos.
Allan desmonta decisão de Moraes: A farsa da tornozeleira, a cronologia real e a prisão já decidida
Allan dos Santos, jornalista brasileiro que vive no exílio nos EUA, postou no X uma sequência de mensagens que mostram a suposta farsa da tornozeleira. É evidente que a mídia militante tenta dar aparência de legalidade a uma decisão que, na prática, é totalmente ilegal. Veja a seguir:
Globo consegue patético “flagrante” de Nikolas e expõe como grande “furo” de reportagem (veja o vídeo)
A Globo continua agindo como aliada do establishment, abandonando o jornalismo de verdade. Ela pode estar ganhando benefícios, mas perde o que mais importa para um meio de comunicação: a credibilidade. O deputado Nikolas Ferreira foi ao encontro do ex‑presidente Jair Bolsonaro. Um drone da Globo invadiu a reunião e gravou o momento em que o deputado usava o celular. Na mesma reportagem, a Globo lembra que o ministro Alexandre de Moraes, ao decretar a prisão domiciliar, proibiu que visitantes usassem o celular. Ao invés de condenar a decisão absurda do juiz, a Globo prefere agir como ‘dedo duro’ do sistema. Com certeza, essa exposição vai deixar muita gente sem dormir.
Moraes acena em direção a sua próxima vítima e o PSOL imediatamente segue o enredo
O PSOL, nesta sábado (22), enviou à PGR uma denúncia‑crime contra o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), alegando incitação ao crime. A acusação se baseia na convocação de uma vigília para rezar por Jair Bolsonaro. A denúncia aponta um vídeo que o senador postou no X, onde ele chama manifestantes para uma “vigília pela saúde de Bolsonaro e pela liberdade no Brasil”. O documento do PSOL traz argumentos que parecem absurdos, mas que a PGR terá que analisar dentro do mesmo roteiro que o partido já vem seguindo. A vigília em defesa da saúde de Bolsonaro aconteceu em frente ao Condomínio Solar, em Brasília, onde o ex‑presidente mora. Um pastor abriu a oração pedindo a vida do ex‑presidente. O grupo ficou ao redor de um boneco de papelão, tamanho real, com a imagem de Bolsonaro, como símbolo. Agora, Flávio Bolsonaro vira alvo do mesmo sistema. Assim, tiram a última chance de um Bolsonaro chegar à presidência.
O caso do Banco Master é o maior escândalo financeiro do Brasil pós Lava Jato e entra no modo “salve-se quem puder”
Em menos de 24 horas o Master desabou. Daniel Vorcaro, dono do banco e frequentador de festas luxuosas no Rio, tentou fugir num Falcon 7X na noite de domingo rumo a Malta, onde costuma se esconder. A PF o prendeu em Guarulhos, ainda com passagem só de ida. Na madrugada seguinte, os sócios Augusto Lima e Alberto Félix, que criaram a fraude financeira, foram capturados em casa. A Operação Compliance Zero revelou que o banco vendia créditos inexistentes ao BRB, empurrava títulos sem lastro para fundos públicos, falsificava contas e acumulava um buraco que aumentava enquanto o Banco Central ficava de braços cruzados. O Banco de Brasília (BRB) foi o braço direito do Master, embora poucos falem disso. Primeiro, comprou carteiras de crédito podres; depois, manteve o banco vivo nos meses que antecederam a falência. Aceitou títulos sem lastro, fez negócios obscuros e injetou dinheiro quando o mercado já fugia de Vorcaro. Em resumo, fez um resgate informal enquanto o Banco Central permanecia indeciso. O BRB assumiu riscos que nenhum banco privado teria coragem de assumir, prolongando a existência do Master e ampliando o rombo para R$ 12 bilhões. Assim, virou um depósito de papéis cada vez mais tóxicos, ajudando Vorcaro a fingir solvência e a captar mais recursos de fundos públicos, inclusive do Rio. O pior efeito recai sobre o Rioprevidência. O fundo de servidores estaduais tinha quase R$ 1 bilhão em Letras Financeiras do Master, sem garantia do FGC, e esse dinheiro quase não volta. O problema piora porque esses papéis representavam um quarto de todo o patrimônio do fundo – algo que nenhum gestor cuidadoso aceitaria, ainda mais depois dos sinais de fraqueza que o banco mostrou a partir do fim de 2024. O TCE‑RJ já havia avisado, em outubro, que o Master corria risco de falir. O governo de Cláudio Castro ignorou o alerta e continuou a dizer que o investimento era seguro. Agora, aposentados e servidores de várias áreas vivem com muita incerteza sobre o futuro. Mesmo depois de avisos internos e externos sobre a rápida decadência do banco, a equipe econômica do estado continuou a colocar dinheiro no Master. É o mesmo governo que atrasa o 13º salário, retém salários e deixa hospitais sem material, mas ainda arrisca uma parte importante das aposentadorias em um banco já em frangalhos. Enquanto isso, Vorcaro passeava entre políticos, aparecia em festas milionárias e vivia num luxo que não tinha nada a ver com a realidade do Master. O Banco Central vigiava o Master desde o primeiro semestre de 2025, mas, mesmo vendo indícios claros de fraude, foi condescendente. Renovou R$ 4 bilhões em linhas de apoio com o FGC, alegando que era para segurar o banco. Só tomou atitude firme quando a PF já estava no local e o jatinho de Vorcaro quase decolava. Já era tarde demais. O prejuízo, que em setembro era de R$ 6 bilhões, dobrou. Fundos públicos ficaram contaminados, aumentou o risco de efeito dominó nos bancos médios e o FGC teve que preparar desembolsos recordes para proteger pequenos investidores. A pergunta que fica: quanto custa uma fiscalização atrasada? Bilhões. Esse caso levanta um alerta sobre o modelo de muitos bancos médios no Brasil. A quebra do Master deve fazer investidores tirarem o dinheiro desses bancos, aumentar a pressão dos reguladores, forçar a revisão das carteiras de fundos de pensão e mudar o apetite por risco no sistema financeiro. No final, quem paga são os servidores do Rio. Depois de anos lidando com calotes, congelamentos, atrasos e reformas que cortaram benefícios, agora veem seu fundo de previdência afundar num esquema envolvendo banqueiros, operadores, políticos e a omissão dos reguladores. A história se repete: quem comanda o esquema voa de jatinho; quem participa acaba preso, mas protege seu patrimônio; quem deveria fiscalizar demora; quem deveria proteger acaba cúmplice por inércia. E quem trabalha a vida inteira paga a conta. Vorcaro está detido, assim como os sócios. O banco foi liquidado. O BRB agora enfrenta auditorias e investigações. Mas a conta não chegou a Malta; ela apareceu no contracheque do servidor do Rio. No Brasil, essa conta não vem com desconto, vem inteira. Daniel Vorcaro e Augusto Lima mantinham contato com os Três Poderes e trocavam favores com políticos de todos os lados. Vorcaro contratou o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. O ex‑presidente Michel Temer, que recomendou Moraes ao STF, atuou como consultor do banqueiro. Depois de sair do STF, o ministro da Justiça Ricardo Lewandowski entrou no comitê consultivo do banco de Vorcaro, antes de assumir no governo Lula. Politicamente, Vorcaro tinha contato direto com nomes como Davi Alcolumbre, presidente do Congresso, e Ciro Nogueira, líder do PP. Augusto Lima, por sua vez, era próximo de Jaques Wagner, líder do governo no Senado. Na Bahia, nasceu o Credcesta, um cartão de crédito consignado que virou a principal fonte de renda do Master. Mesmo com todas as conexões, a operação de terça‑feira não pegou Brasília de surpresa. A queda de Vorcaro já era esperada. Agora o clima é de “salve‑se quem puder”. A ação foi comandada por um policial federal formado em Direito e Administração de Empresas.
Vaticano é acionado e padre esquerdista pode sofrer consequências graves
Junio Amaral, deputado federal (PL-MG), postou na quarta‑feira (19) um vídeo no Instagram dizendo que entregou à Embaixada do Vaticano, em Brasília, um abaixo‑assinado exigindo que a Igreja Católica investigue o padre Júlio Lancellotti. Ele contou que a ideia veio da esposa, Marília Feliciano Amaral, que enviou a proposta. Com mais de mil assinaturas, o papel pede que o padre seja apurado por suposto assédio sexual e por usar a religião para fins políticos. Ele disse que a assinatura começou a ser feita há poucos dias e já contou com o apoio de milhares que exigem respostas da hierarquia da Igreja. Seu objetivo, segundo o deputado, é levar a denúncia às autoridades da Santa Sé. Ele reforçou que, como parlamentar, tem o direito de conversar com embaixadas e servir de ponte para levar as denúncias. Marília, ao lado do marido, criticou o que chamou de uso abusivo da posição religiosa para manipular eleitores. Ele garantiu que vai acompanhar o caso de perto e vai pressionar a Igreja por respostas.
Audiência de custódia de Bolsonaro acontece daqui a pouco…
A custódia de Bolsonaro será feita neste domingo, 23, e vai acontecer online. O próprio mandado de prisão preventiva, assinado pelo ministro Alexandre de Moraes (STF), já previa que a sessão seria por videoconferência. Na manhã de sábado, 22, por volta das 6h, a PF chegou ao Condomínio Solar, no Jardim Botânico, e prendeu Bolsonaro. Depois de cumprir o mandado, Bolsonaro foi levado para a Superintendência Regional da PF no DF, onde está detido e onde a audiência vai acontecer. Na sessão, vão analisar como aconteceu a prisão, ouvir a defesa e decidir se mantêm ou mudam as medidas já tomadas. Bolsonaro tem sofrido tudo que o “sistema” pode impor, e ainda tem a vida ameaçada. Por isso, uma loja decidiu desafiar esse mesmo sistema e lançou uma promoção limitada. O combo traz cinco livros que revelam os bastidores do poder, decisões judiciais polêmicas e as lutas ideológicas recentes, tudo por R$ 79,89 com frete grátis para o Brasil.