Em pleno camarote na Marquês de Sapucaí, a filha de Lula, Lurian, e a primeira-dama Janja protagonizaram uma briga constrangedora. O episódio teve início quando Lurian se dirigiu à sala reservada onde Lula e Janja estavam, dentro do camarote. O espaço tinha acesso restrito — só entrava quem tivesse autorização. Janja mandou Lurian dar um beijo no pai e se retirar. A ordem foi o estopim da confusão. De acordo com relatos, Lurian afirmou que Janja não sabe o que é uma estrutura familiar e não entende a relação entre pais e filhos. A atual primeira-dama do Brasil não tem filhos. A filha mais velha de Lula deixou a sala chorando. A discussão foi presenciada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e por sua esposa, Dona Lu Alckmin, que estavam na sala com Lula. A reação de Lula foi de covardia, como sempre. Não se meteu. Ficou quieto. Incapaz de sair em defesa da filha e de permitir que ela permanecesse no local. Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa:
Filha de Lula destrata Janja durante o Carnaval após episódio em que Luleco chamou a madrasta de ‘put*’
O Carnaval foi marcado por um desentendimento direto entre Janja e Lurian, filha do presidente Lula. O embate entre as duas foi relatado pela jornalista Mônica Bergamo. Segundo relatos, a confusão teve início quando Lurian foi até a sala reservada onde Lula e Janja se encontravam dentro do camarote. O espaço tinha acesso restrito — só entrava quem tinha autorização do presidente. Aliados de Lula relatam que, enquanto Lurian cumprimentava o pai, Janja afirmou que aquele momento não era para conversas mais prolongadas e mandou que a filha do presidente desse um beijo e se retirasse. Lurian reagiu, dizendo que queria conversar com o pai. Janja retrucou e pediu que ela deixasse a sala. Foi nesse momento que o clima esquentou. De acordo com os relatos, Lurian destratou Janja, afirmando que ela não sabe o que é uma estrutura familiar e não entende a relação entre pais e filhos. Janja não tem filhos. O episódio ocorre em meio a outro constrangimento: Lula já havia sido exposto ao xingamento proferido por seu filho, identificado pelo apelido Luleco, que chamou Janja de “put*”.
Ministros do STF perdem a confiança em Moraes e lançam insinuação perturbadora: ‘Será que quer montar dossiês?’
O ministro Alexandre de Moraes, relator do Inquérito das Fake News no Supremo Tribunal Federal, está ficando cada vez mais isolado entre os próprios colegas da Corte. A razão, segundo declarações recentes de ministros do STF relatadas pelo jornalista Lauro Jardim, é a ausência total de confiança no magistrado. Um dos ministros foi direto ao ponto: “O clima é péssimo, de muita desconfiança.” Outro integrante da Corte foi além e levantou uma insinuação ainda mais grave, questionando as intenções de Moraes em relação a dados requisitados à Receita Federal: “Ninguém mais confia em ninguém. Será que o Alexandre quer montar dossiês contra outros ministros com esse material que ele requereu à Receita?” Um terceiro ministro do STF resumiu o estado interno da instituição em poucas palavras: “Supremo está desarrumado.” Também está disponível o livro “Supremo Silêncio”, no qual são expostas a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros episódios relacionados ao Inquérito das Fake News.
Moraes arquiva inquérito contra Carla Zambelli após PGR concluir que não havia elementos para denúncia
O ministro Alexandre de Moraes decidiu arquivar o inquérito que investigava a ex-deputada Carla Zambelli por supostos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação. A medida foi tomada após manifestação da Procuradoria-Geral da República, que concluiu não haver elementos suficientes para sustentar uma denúncia. A apuração havia sido aberta após declarações concedidas pela parlamentar em entrevista, nas quais afirmou que pretendia permanecer nos Estados Unidos e solicitar asilo político ao governo norte-americano, mencionando ainda estratégia semelhante à utilizada por Eduardo Bolsonaro. Ao analisar o caso, Moraes acolheu integralmente o parecer do Ministério Público, afirmando que o material reunido não permitia a continuidade da investigação. Com isso, o procedimento foi oficialmente encerrado sem apresentação de acusação formal. O livro “Supremo Silêncio” expõe a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros casos relacionados ao Inquérito das Fake News e segue disponível para o público. Acesse pelo link: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber
Lindbergh aciona o TSE contra Flávio Bolsonaro por suposta propaganda eleitoral antecipada
A disputa política antecipada para 2026 já começa a gerar embates jurídicos. O deputado federal Lindbergh Farias apresentou representação ao Tribunal Superior Eleitoral contra o ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto e o senador Flávio Bolsonaro, alegando que houve promoção eleitoral fora do período permitido. O caso teve origem após a divulgação de um vídeo nas redes sociais em que o ex-ministro aparece colando adesivos com referência direta ao nome do senador para a próxima eleição presidencial. Segundo a ação protocolada, a gravação contém manifestação explícita de apoio com objetivo de eleger o parlamentar. Para o deputado do PT, a mensagem ultrapassa o debate político e caracteriza tentativa concreta de campanha antes do prazo legal, uma vez que associa imagem e candidatura futura ao eleitorado. Na petição, Lindbergh solicita decisão urgente determinando a retirada do conteúdo em até 24 horas, além da proibição de novas publicações semelhantes. Também requer a aplicação de multa diária em caso de descumprimento da ordem e a imposição de penalidades individuais aos envolvidos. O documento ainda pede o envio do caso ao Ministério Público Eleitoral para análise de eventual abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. O argumento utilizado é o de que a atuação de um ex-ministro aliado poderia influenciar o eleitorado antes do período oficial de campanha.
Planalto corre para apagar o incêndio após rebaixamento da escola que homenageou Lula no carnaval do Rio
O rebaixamento da Acadêmicos de Niterói no carnaval do Rio de Janeiro repercutiu também dentro do governo federal. Nos bastidores do Palácio do Planalto, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva trataram de reduzir o impacto político do resultado e negaram qualquer relação entre a homenagem feita ao petista e a posição final da escola na apuração. Integrantes do governo classificaram o rebaixamento como algo comum na dinâmica da competição entre agremiações, lembrando que a escola havia chegado recentemente ao Grupo Especial. Segundo essa avaliação, o desempenho não teria sido prejudicado pelo enredo — argumento reforçado pelo fato de o samba ter recebido notas máximas de alguns jurados. Aliados do presidente também interpretaram o resultado como evidência de que não houve interferência governamental ou favorecimento financeiro na apresentação, afastando suspeitas levantadas após o desfile. No Planalto, a repercussão política foi atribuída à exploração eleitoral por parte da oposição, que passou a usar o episódio como crítica ao governo. A Acadêmicos de Niterói terminou a apuração com a menor pontuação entre as participantes do Grupo Especial e retornará ao grupo de acesso no próximo carnaval.
PT quer usar o TSE para punir e censurar quem criticou o carnaval político de Lula
O PT volta a utilizar a Justiça Eleitoral como instrumento de perseguição a opositores. Desta vez, o partido acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para punir quem criticou o desfile da escola de samba que exaltou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Carnaval — um evento bancado, ao menos em parte, com recursos públicos. A iniciativa revela uma dupla ousadia: além de se valer do dinheiro do contribuinte para promover o que críticos classificaram como campanha antecipada, o partido agora pretende usar o tribunal eleitoral para silenciar quem se manifestou contra o espetáculo. Em outras palavras: financiam a propaganda com o erário e querem censurar quem reclamou. Desfile que exaltou Lula no Carnaval gerou polêmica e agora motiva ação do PT no TSE contra opositores. Para o jornalista Leandro Ruschel, autor da análise que embasa esta reportagem, a movimentação é sintomática de um padrão já consolidado: a instrumentalização das cortes por parte do PT para neutralizar adversários políticos. Segundo ele, o partido age dessa forma justamente porque, ao longo dos anos, logrou aparelhar instituições que deveriam ser independentes. O episódio ganhou ainda mais contornos constrangedores para o governo após o desfile em si: a escola de samba foi rebaixada na competição, e imagens de fezes encontradas no carro alegórico de Lula circularam nas redes sociais, tornando-se símbolo do fracasso da aposta política embutida no evento. Leia também as análises publicadas pelo Jornal da Cidade Online sobre o episódio: Fezes no carro alegórico de Lula e rebaixamento: a “esperança” que desceu pelo ralo Na Sapucaí, plantaram vento e colheram rebaixamento Desfile medíocre, ofendendo o eleitor, retrata o processo de “histerização” das massas O caso ilustra, mais uma vez, a tensão crescente entre liberdade de expressão e o uso político das instâncias judiciais no Brasil. Punir críticas legítimas a um evento de natureza claramente político-partidária, realizado com dinheiro público, seria um precedente gravíssimo para a democracia. Apoie o jornalismo conservador independente: torne-se assinante do Jornal da Cidade Online e tenha acesso ao primeiro podcast conservador do Brasil e ao conteúdo exclusivo da Revista A Verdade. Clique aqui para assinar. Seu apoio é fundamental.
STF impõe clima de medo e PF intima presidente da Associação de Auditores da Receita a depor após críticas à investigação
A Polícia Federal intimou Kleber Cabral, presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais (Unafisco), a prestar depoimento nesta sexta-feira (20). A convocação ocorreu depois que o dirigente fez declarações públicas questionando as investigações que apuram suposto acesso indevido a dados de ministros do Supremo Tribunal Federal. A audiência será realizada por videoconferência. A intimação está diretamente ligada às declarações de Cabral sobre o caso. As investigações miram um auditor fiscal da Receita Federal e outras três pessoas por possível consulta não autorizada a informações sigilosas de integrantes da Corte. Em outras palavras, o presidente de uma associação de classe está sendo chamado a depor por ter ousado criticar publicamente o andamento de um inquérito. Na quarta-feira (18), Cabral concedeu entrevista ao SBT News, na qual questionou a condução das apurações. O presidente da Unafisco sugeriu que a investigação poderia ter sido impulsionada pelo interesse do ministro Alexandre de Moraes em identificar a origem da divulgação de informações sobre um contrato da esposa dele, Viviane Barci, com o Banco Master. “O que me parece dessa história: qual o dado vazado? É o contrato de R$ 129 milhões? Acho que já está claro que esse dado não está na Receita. A Receita não tem o contrato. Não saiu da Receita, saiu de algum outro lugar”, afirmou. Cabral declarou que a categoria estava indignada e classificou como “perigoso” exercer a função de auditor fiscal no Brasil. Uma afirmação grave, que expõe o clima de intimidação instaurado entre servidores públicos que se veem diante de um aparato judicial pesado mobilizado com velocidade incomum. O dirigente sindical criticou duramente as medidas cautelares aplicadas aos investigados. Entre as restrições impostas está o uso de tornozeleira eletrônica pelos envolvidos na apuração — uma medida que costuma ser reservada a casos de elevada periculosidade ou risco concreto de fuga. Cabral contestou a proporcionalidade das medidas adotadas pela Justiça. “Não tinha processo, não tinha sido aberto sequer um procedimento disciplinar na nossa corregedoria. É muito assustador que isso esteja acontecendo no nosso país”, disse. O presidente da Unafisco defendeu que não houve abertura de procedimento administrativo interno antes das medidas judiciais contra os investigados. Ou seja, segundo ele, os auditores foram submetidos a tornozeleira eletrônica e outras restrições sem que a própria corregedoria da Receita Federal tivesse sequer instaurado apuração preliminar — o que, se confirmado, configura uma inversão preocupante do rito processual. Cabral manifestou convicção sobre a inocência dos auditores envolvidos na investigação. “Temos absoluta certeza de que não tem nenhuma relação com tudo isso que tem sido falado de vazamentos”, afirmou o auditor. Ele argumentou que existe distinção clara entre acessar dados em sistemas oficiais e efetivamente vazar informações sigilosas. Cabral sugeriu que a mera consulta a bancos de dados não configura, por si só, divulgação indevida de informações. O depoimento marcado para esta sexta-feira poderá esclarecer os questionamentos levantados por Cabral sobre a condução do caso. A audiência também deverá abordar suas declarações públicas sobre o inquérito. O episódio levanta uma questão fundamental: até que ponto um representante de classe pode se manifestar publicamente sobre investigações que afetam sua categoria sem ser convocado a dar explicações à Polícia Federal?
EUA prontos para atacar o Irã enquanto depoimento de Vorcaro é antecipado e Brasília treme — Veja o vídeo!
Enquanto Donald Trump anuncia que já impediu oito guerras e que o fim de mais um conflito se aproxima, o mundo prende a respiração. O presidente americano concedeu dez dias decisivos ao Irã: ou o regime dos aiatolás negocia, ou será atacado. Diplomacia com punho firme — exatamente o que se espera de um líder que não se curva a ditaduras. O chamado “Eixo do Mal” não ficou parado. Rússia, China e Irã realizaram exercícios militares conjuntos, desafiando abertamente a hegemonia americana e elevando a tensão global ao nível máximo. A aliança entre regimes autoritários é um sinal claro de que as forças contrárias à liberdade se organizam — e de que a liderança dos Estados Unidos no cenário mundial nunca foi tão necessária. Enquanto isso, no Brasil, o sistema treme. A CPMI do INSS antecipou o depoimento bombástico de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a próxima segunda-feira. O que ele terá a revelar sobre os esquemas fraudulentos e bilionários que estão sendo investigados? Brasília, acostumada a abafar escândalos, pode estar diante de revelações que não conseguirá esconder. Para debater tudo isso, o Jornal da Cidade Online recebeu a deputada Fabiana Bolsonaro e os jornalistas Glauco Fonseca e Barbara Kogos. Assista ao programa completo, compartilhe e apoie o trabalho de jornalismo independente. A reunião entre Lula e Trump se aproxima, mas os motivos ainda não estão claros. Enquanto o petista tenta se equilibrar entre a submissão ideológica ao progressismo internacional e a necessidade de agradar Washington, Trump segue firme: não dá trégua, joga pesado e já deixou no escuro 50% das grandes cidades cubanas como parte de sua estratégia de pressão contra regimes comunistas. E, em caráter de urgência, as Forças Armadas dos EUA preparam uma operação prolongada contra o Irã. Estamos sobrevivendo graças à ajuda de nossos assinantes e parceiros comerciais. Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito de assistir ao primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
Flávio Bolsonaro celebra fracasso retumbante da escola que bajulou Lula: “Família é sagrada”
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não perdeu a oportunidade de comemorar, nesta quarta-feira (18), o merecido rebaixamento da Acadêmicos de Niterói, escola de samba que decidiu transformar o carnaval em palanque político para homenagear Lula. Com perspicácia política, Flávio foi direto ao ponto que mais incomoda os militantes travestidos de carnavalescos: “Quem ataca a família não merece aplauso”. A declaração resume perfeitamente o sentimento da maioria dos brasileiros diante do espetáculo deprimente apresentado pela agremiação. “Lula é sempre uma ideia ruim, seja para governar o País, seja para um samba enredo. Nunca nos esqueçamos: família é algo sagrado. Depois dessa escola, o próximo rebaixamento vai ser do Lula e do PT”, afirmou Flávio Bolsonaro, em declaração que viralizou nas redes sociais. A Acadêmicos de Niterói colheu o que plantou: ficou em último lugar em seu ano de estreia no Grupo Especial e retorna humilhada à Série Ouro em 2027. Um final apropriado para quem tentou transformar a alegria do carnaval em propaganda política barata. Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa: