A exoneração da coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo do Produto Interno Bruto (PIB), gerou um novo foco de tensão dentro do principal órgão de estatísticas do país. Rebeca Palis, servidora de carreira que estava à frente da área há mais de uma década, foi comunicada da decisão pela direção do IBGE no dia 19 de janeiro, sem que motivos detalhados fossem divulgados oficialmente. A troca ocorre a pouco mais de um mês da divulgação dos dados de crescimento econômico de 2025, marcada para o início de março. A decisão provocou reação entre técnicos e dirigentes sindicais, que veem a movimentação como um sinal de desgaste na relação entre corpo técnico e gestão. Vários funcionários da área técnica deixaram seus cargos em solidariedade à ex‑coordenadora nas semanas seguintes à exoneração. O Sindicato Nacional dos Trabalhadores do IBGE (Assibge‑SN) também criticou a direção do instituto, liderada pelo lulopetista Márcio Pochmann, classificando os atos como expressão de um clima de retaliação e falta de transparência. Em nota, a entidade relatou episódios que considerou arbitrários e destacou um ambiente de “caça às bruxas” contra servidores que levantam críticas ou questionam decisões da atual gestão. Ainda segundo o sindicato, a troca na coordenação técnica foi realizada sem um plano de transição claro, o que teria fragilizado equipes já sobrecarregadas. A crise interna levanta questionamentos sobre possíveis efeitos na produção de estatísticas oficiais e sobre a condução técnica do órgão, justamente em um momento crítico para a economia brasileira.
Valdemar aponta “peça‑chave” que garante vitória de Flávio Bolsonaro
O presidente do PL afirma que sabe exatamente o que é indispensável para a vitória de Flávio Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2026. “Michelle, Tarcísio e Nikolas precisam estar na linha de frente da candidatura do Flávio, porque eles têm voto. Eles são importantíssimos para nós, a Michelle com as mulheres, o Tarcísio no maior colégio eleitoral. Ninguém ganha a eleição sem esse povo trabalhando, não”. Valdemar concorda com essa avaliação e reconhece que Flávio está ciente da importância do trio. Ele garante que Michelle, Tarcísio e Nikolas serão posicionados na linha de frente da campanha, que será histórica e que o crescimento de Flávio nos próximos meses será avassalador. “Quem viver, verá.” Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Jovem de 26 anos, antes considerada acidente, tem morte reclassificada como homicídio
A morte de Beatriz Callegari de Paula, de 26 anos, encontrada ao lado de uma piscina no quintal de uma casa em Lins (SP), no dia 16 de janeiro, passou de suspeita de acidente para investigação de homicídio após um laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontar afogamento como causa da morte. Uma amiga da vítima, Grazielli de Barros Silva, de 40 anos, foi presa temporariamente na terça‑feira (27), sob suspeita de envolvimento no caso. As duas trabalhavam como operadoras de caixa em um supermercado e eram consideradas bem próximas. Segundo Allexandre Callegari de Paula, irmão de Beatriz, foi Grazielli quem a convidou para ir à festa onde ela foi encontrada morta. Inicialmente, a principal hipótese era de descarga elétrica, pois Beatriz foi encontrada caída de costas, vestindo biquíni, com parte do corpo sobre a tampa metálica do motor da piscina e próxima a uma caixa de energia contendo disjuntores, registros metálicos, botão liga/desliga e ducha. Os bombeiros chegaram a desligar a energia do local antes de constatar o óbito. Entretanto, com a divulgação do laudo do IML, que descartou a eletrocussão e indicou afogamento, a Polícia Civil passou a tratar o caso como homicídio.
Médico insulta policial de folga, o chama de “corno”, e acaba recebendo tiro – Veja o vídeo!
Uma discussão entre um médico e um policial militar de folga, ocorrida dentro de um barco, terminou com um disparo. O médico, de porte avantajado, avançou contra o policial e o chamou de “corno”, além de proferir outros insultos. A esposa do policial, presente na confusão, questionou a atitude do médico. “Por que você deu um tapa nele? Por que esse tapa nele?”, perguntou, referindo‑se ao tapa que o médico teria desferido contra o policial no início da altercação. Ela é ex‑esposa do médico e atualmente convive com o policial. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, e a Brigada Militar abriu procedimento para apurar o episódio. Veja o vídeo:
PT arma arapuca contra Simone Tebet
Para o presidente do MDB, Baleia Rossi, a investida do PT para que a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), deixe seu partido para concorrer ao governo ou ao Senado em São Paulo na chapa de apoio a Lula (PT) é uma “arapuca”. “O PT não age corretamente e está armando uma arapuca para Tebet.” E completou: “O PT não está agindo corretamente ao usar Simone para uma aventura de um partido que não tem liderança em São Paulo. É um desrespeito com o MDB”. Nesta sexta‑feira (30), a ministra afirmou que deixará a pasta até o dia 30 de março e que será candidata na eleição deste ano em São Paulo ou Mato Grosso do Sul, mas sem especificar o cargo. Na realidade, Simone está completamente perdida. Em seu estado, Mato Grosso do Sul, destruiu sua popularidade. Em São Paulo, parte para uma aventura – fantasiada de petista – que certamente será desastrosa, tanto para ela quanto para o PT.
Delegado chora indignado ao ver sociopata reincidente solto por decisão irresponsável de juíza
O “braziu” do governo atual chama atenção. Em um país onde um delegado que cumpre seu dever se emociona ao se deparar com um sociopata reincidente que tortura uma adolescente de 16 anos, agride e deixa outro menino em coma, e ainda há outros processos em andamento, a justiça parece fechar os olhos. É ainda mais revoltante constatar que uma juíza, ao que tudo indica, agiu de forma irresponsável ao liberar esse indivíduo mediante pagamento de fiança. A magistrada Ana Claudia Loiola considerou que a conduta do agressor “não evidencia periculosidade exacerbada” e, assim, concedeu a soltura. Os fatos são alarmantes. Na madrugada de 22 de janeiro, Pedro Arthur Turra, de 19 anos, espancou um adolescente de 16 anos após uma discussão por um chiclete. A vítima sofreu parada cardíaca por 12 minutos, precisou que a calota craniana fosse removida e permanece em coma na Unidade de Terapia Intensiva. Pedro foi preso em flagrante, mas, no dia seguinte, pagou R$ 24,3 mil de fiança e foi liberado. Enquanto isso, o delegado Pablo Aguiar conduzia as investigações. Ele descobriu que existem quatro inquéritos policiais contra o mesmo agressor. Em junho de 2024, Pedro forçou uma adolescente a beber vodka e, em seguida, a torturou com um taser, descarregando o aparelho completamente enquanto ria. No mesmo mês, ele espancou um jovem em uma praça. Em julho, agrediu um homem de 49 anos. Na sexta‑feira, 30 de janeiro, durante coletiva de imprensa, o delegado Pablo Aguiar chorou ao relatar o depoimento da adolescente torturada. “Sinto a dor de um pai”, disse, com a voz embargada. “Ele não tem condição de viver em sociedade.” O delegado ressaltou a diferença entre quem analisa processos e quem vê pessoas. A juíza considerou que havia “ausência de periculosidade” nos quatro inquéritos, enquanto o delegado identificou um sociopata que tortura rindo. Pablo Aguiar cumpriu seu papel: reuniu provas, documentou padrões, ouviu vítimas e constatou que mais de dez pessoas têm medo de denunciar Pedro. Agora, deposita esperança no Ministério Público, especialmente no GAECOP, e no Judiciário, para que “enxerguem o caso com mais seriedade”. Um delegado não deveria precisar chorar em público para que o sistema leve a sério um torturador. Talvez suas lágrimas sirvam como o alerta que faltava: não se trata de mera burocracia, mas de vidas destroçadas.
Policial reage a assalto na Linha Amarela e morre em troca de tiros
Denilson Ribeiro Dias, policial penal, reagiu a um assalto na Linha Amarela, no Rio de Janeiro, neste sábado (31). Ele estava em uma motocicleta acompanhado da esposa quando os criminosos abriram fogo. Durante a troca de tiros, o agente foi atingido e acabou falecendo. Os motoristas que passavam pelo local entraram em pânico. A via foi interditada e Denilson e a esposa foram encaminhados ao Hospital Municipal Salgado Filho. A esposa não sofreu ferimentos físicos, mas permanece internada em estado de choque. A arma de fogo utilizada pelos criminosos foi levada pelos assaltantes. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A Polícia Militar informou que reforçou a segurança na Linha Amarela com equipes do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE). A Polícia Civil, em nota, confirmou que a DHC foi acionada, que a perícia foi solicitada ao local e que outras diligências seguem em andamento para identificar os responsáveis.
PM expõe razão de Moraes para barrar visita de aliado de Bolsonaro
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) abordou um veículo oficial do Senado Federal utilizado pelo senador Magno Malta (PL‑ES) ao perceber movimentação suspeita nas imediações da Papudinha, unidade prisional onde está detido o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). Durante a ação, os policiais constataram que o motorista do parlamentar havia iniciado a gravação de imagens do entorno do local. O episódio foi registrado em relatório enviado pela PMDF ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o documento, o carro oficial – um GM Equinox com placa institucional nº 38 – estacionou próximo à prisão para deixar o senador. Após a saída de Magno Malta do veículo, o motorista passou a filmar a área externa da Papudinha. A guarnição de serviço flagrou o início das gravações e procedeu à abordagem. Os agentes alertaram que a captação de imagens poderia representar risco à segurança da unidade de custódia, do Complexo Penitenciário da Papuda como um todo, e também à integridade dos próprios policiais. Diante da orientação, o motorista interrompeu imediatamente a filmagem. O fato ocorreu em 17 de janeiro, mesma data em que o senador tentou acessar a Papudinha sem autorização judicial. Atualmente, a Vara de Execuções Penais (VEP) determina a proibição de registros audiovisuais no entorno de estabelecimentos prisionais, independentemente de a custódia de Bolsonaro estar sob responsabilidade direta do STF. Com base nas informações enviadas ao Supremo, o ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos relacionados à tentativa de golpe, decidiu negar o pedido de visita feito por Magno Malta ao ex‑presidente. Segundo relatos da PMDF, ao chegar à unidade prisional, o senador foi informado de que apenas familiares previamente autorizados podem realizar visitas regulares. Qualquer outra visita, inclusive de autoridades, depende de cadastro específico e de autorização judicial expressa. Conforme o registro policial, Magno Malta questionou a restrição e, posteriormente, solicitou permissão para realizar uma oração no 19º Batalhão da Polícia Militar (19º BPM). O pedido também foi negado. O impasse entre o senador e os agentes de segurança teria se prolongado por cerca de 30 minutos, até o encerramento da ocorrência.
URGENTE: Moraes determina intimação de Gilvan da Federal no gabinete da Câmara
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o deputado federal Gilvan da Federal (PL‑ES) seja formalmente intimado no gabinete 650 – Anexo IV da Câmara dos Deputados, em Brasília/DF. A intimação decorre de denúncia apresentada pela Procuradoria‑Geral da República (PGR), que acusa o parlamentar de crimes contra a honra do comandante do Exército, general Tomás Paiva. A medida foi adotada após tentativas anteriores de notificação que não obtiveram êxito. Em dezembro, Moraes já havia autorizado a intimação, mas a Justiça Federal do Espírito Santo informou que não conseguiu localizar Gilvan para cumprir a ordem judicial. Diante desse impasse, o ministro optou por notificar o deputado diretamente no seu gabinete, garantindo o andamento do processo. Gilvan da Federal, aliado do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL), tem prazo de quinze dias para apresentar resposta prévia à denúncia, nos termos do art. 4º da Lei 8.038/1990 combinado com o art. 233 do Regimento Interno do STF. “Notifique‑se o denunciado Gilvan Aguiar Costa, para oferecer resposta prévia à denúncia, no prazo de 15 dias, nos termos do art. 4º da Lei 8.038/1990 c/c o art. 233 do Regimento Interno do STF, no endereço Gabinete 650 – Anexo IV – Câmara dos Deputados – Brasília/DF”. Segundo a denúncia, assinada pelo procurador‑geral da República Paulo Gonet, o parlamentar utilizou a tribuna da Câmara, em novembro do ano passado, para atacar verbalmente o general Tomás Paiva, chamando‑o de “frouxo”, “covarde” e “general de merda”, em reação a decisões relacionadas às prisões de generais investigados na chamada trama golpista. Em razão dessas declarações, o deputado foi denunciado por injúria em duas ocasiões, além de difamação e calúnia. O caso continua sob análise do STF. Além de Gilvan da Federal, outro nome citado nas investigações contra o comandante do Exército é o pastor Silas Malafaia, que também responde judicialmente por declarações públicas sobre o general.
Filho de ministro do STF garante defesa de refinaria no TRF-1, antigo local de atuação do pai
A refinaria Refit, pertencente ao grupo empresarial controlado por Ricardo Magro e interditada na quinta‑feira (29) após fiscalização da Agência Nacional do Petróleo (ANP), contratou o advogado Kevin de Carvalho Marques, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques, para atuar em sua defesa no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF‑1). O detalhe chama atenção porque o atual ministro do STF integrou a composição do TRF‑1 entre 2011 e 2020. A entrada de Kevin no processo ocorreu depois que o caso chegou à segunda instância, após decisão de primeira instância favorável à ANP. A disputa judicial teve início a partir de uma interdição anterior, aplicada em setembro de 2025, durante operação conjunta realizada pela agência reguladora e pela Receita Federal. Na ocasião, a empresa questionou a legalidade da medida, alegando falhas nos procedimentos internos adotados pela ANP. Em 18 de dezembro, a refinaria conseguiu uma liminar que suspendeu deliberações administrativas relacionadas às atividades da unidade. Com a nova fiscalização que resultou na paralisação total da refinaria, a defesa voltou a acionar o TRF‑1 poucas horas depois, pedindo a anulação da interdição mais recente. Os advogados sustentam que a agência reguladora teria desrespeitado a decisão liminar anteriormente concedida pela Justiça. A petição apresentada ao tribunal é assinada por Kevin de Carvalho Marques e por outros três advogados. Entre eles está Jorge Berdasco, sócio do escritório ligado ao empresário Ricardo Magro, proprietário da refinaria. O pedido inclui a aplicação de multa à ANP e a solicitação para que o Ministério Público Federal apure eventual crime de desobediência por parte dos servidores envolvidos na operação de interdição. Essa é a primeira atuação registrada do filho do ministro em processos relacionados à Refit. Kevin abriu seu próprio escritório de advocacia em agosto de 2024. Kassio Nunes Marques deixou o TRF‑1 em 2020, quando foi indicado ao STF pelo então presidente Jair Bolsonaro. O conflito entre a refinaria e órgãos federais remonta a setembro do ano passado. Naquele período, ANP e Receita Federal acusaram a empresa de importar gasolina de forma irregular, com “provável” objetivo de obter vantagens tributárias consideradas fraudulentas. Segundo a agência reguladora, não havia indícios de que a unidade localizada em Manguinhos realizasse efetivamente atividades de refino. Desde então, a Refit passou a acumular disputas judiciais contra a ANP. Durante a operação realizada naquele momento, autoridades apreenderam dois navios contendo 91 milhões de litros de diesel, avaliados em aproximadamente R$ 290 milhões, além de 115 toneladas de insumos importados destinados à produção de aditivos. A refinaria está situada no bairro de Manguinhos, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A ação foi batizada de Cadeia de Carbono e apresentada como um desdobramento da operação Carbono Oculto, investigação da Polícia Federal que apura a atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) no mercado de combustíveis, incluindo o uso de estruturas financeiras para lavagem de dinheiro. Dados da Receita Federal apontam que a Refit acumula mais de R$ 26 bilhões em dívidas e figura como o maior devedor contumaz do país. Ricardo Magro, dono da refinaria, vive há anos na Flórida, nos Estados Unidos. “Eu liguei para o Trump dizendo pra ele que se ele quiser enfrentar o crime organizado, nós estamos à disposição”, afirmou Lula no evento. “E mandei para ele no mesmo dia a proposta do que nós queremos fazer. Disse para ele, inclusive, que um dos grandes chefes do crime organizado brasileiro, que é o maior devedor deste país, que é importador de combustível fóssil, mora em Miami. Então, se quiser ajudar, vamos ajudar prendendo logo esse aí.” O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta a partir de hoje será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.