Existe uma pressão quase obsessiva para que Michelle Bolsonaro reafirme, a todo instante, apoio ao senador Flávio Bolsonaro para a Presidência da República. Ela já declarou seu apoio, mas parte da imprensa continua insistindo, tentando fabricar factoides e narrativas artificiais. Durante o Carnaval, o Estadão publicou um artigo com o título mentiroso “Michelle decide não fazer campanha para Flávio Bolsonaro”. Michelle prontamente desmentiu a informação. Contudo, a manchete falsa circulou rapidamente, enquanto a correção recebeu muito menos destaque. Em suas redes sociais, Michelle foi clara ao afirmar que sua prioridade é o marido, Jair Bolsonaro, que se encontra preso de maneira ilegal, injusta e motivada politicamente. Essa é a realidade que sua família enfrenta. Michelle é esposa e mãe de duas filhas, uma delas adolescente. Ela vive um momento pessoal delicado, mas mantém serenidade e firmeza. Quando declara “tudo a seu tempo”, demonstra uma prudência rara na política atual. A postura dela lembra Ester, a personagem bíblica que suportou pressão, manteve a fé e esperou o momento certo para agir, sem se deixar influenciar pelo ruído externo. Michelle Bolsonaro não deve satisfações a uma imprensa que insiste em distorcer suas palavras. Ela já se posicionou e foi clara; o resto é mera tentativa de gerar desgaste onde não há. Quem tem convicção não se curva à pressão e aguarda o tempo oportuno.
Carmen Lúcia mente em plena reunião com os demais ministros
Não é curioso que, em uma suposta gravação clandestina vazada no Supremo, uma ministra tenha dito que anda de táxi? Só faltou dizer que ela paga a corrida com o próprio salário. Os ministros do STF utilizam carros blindados. O Gabinete de Segurança Institucional do STF administra essa proteção. Por exemplo, apenas em 2023‑2024, o STF adquiriu 11 SUVs Toyota SW4 blindados, ao custo aproximado de R$ 5 milhões, para uso dos ministros. Também há aluguel de veículos blindados para viagens. O orçamento do STF para 2026, aprovado em agosto de 2025, é de aproximadamente R$ 1,047 bilhão, dos quais R$ 72 milhões são destinados especificamente à segurança institucional – proteção do prédio, dos 11 ministros, tecnologia de vigilância, pessoal de segurança, entre outros itens. Esse valor representa um aumento significativo: em 2020, a rubrica correspondia a cerca de R$ 40 milhões. Na época, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, justificou o crescimento com “fatores externos”, como o aumento de hostilidades e ameaças ao tribunal nos últimos anos. Em 2025, foram realizados reforços adicionais por meio de Medida Provisória, que destinou R$ 27,4 milhões a mais para a segurança do prédio. O STF não divulga um número fixo e oficial de seguranças por ministro. O efetivo varia conforme o risco percebido, tipo de deslocamento (Brasília, viagens, residências) ou ameaças específicas. De acordo com reportagens e dados públicos, em 2018 – período anterior ao aumento recente de ameaças – o STF contava com 85 seguranças privados para proteger os 11 ministros, o que custava R$ 831 mil por mês. Em 2025, após aprovações orçamentárias e projetos de lei, o tribunal ampliou consideravelmente a segurança, contratando 230 profissionais dedicados à proteção pessoal privada e armada dos ministros, entre eles 114 seguranças armados e 60 motoristas. Isso não significa que cada ministro tenha um número fixo de seguranças em escala de 24 horas ou equipes rotativas. Também foram criados 40 novos cargos de Agente da Polícia Judicial (efetivos, aprovados em 2025), focados na segurança institucional e dos ministros. A proteção inclui equipes de escolta em carros blindados (geralmente de 2 a 4 agentes por veículo), vigilância em residências oficiais ou particulares em turnos, reforço em viagens ou eventos de risco – por exemplo, quatro seguranças em uma viagem de Réveillon custaram R$ 200 mil em diárias – e a segurança do prédio. O STF não divulga números exatos por questões de segurança operacional, e não foram mencionados agentes federais ou estaduais.
Toffoli vaza decisão sigilosa antes de deixar a relatoria do caso Master
Na quarta‑feira (11), o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a separação de dois documentos do processo principal do caso Master, criando processos autônomos. A decisão foi proferida no fim da tarde, poucas horas antes de Toffoli anunciar que deixaria a relatoria do caso. No dia seguinte, quinta‑feira (12), o ministro formalizou sua saída da relatoria do caso Master, com a concordância dos demais membros da Corte. Toffoli solicitou que o processo fosse redistribuído pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin. No despacho sigiloso, além de ordenar a separação dos documentos, Toffoli se autodeclarou relator dos dois novos processos derivados, alegando prevenção, termo jurídico que indica sua competência sobre o assunto naquele momento. O caso Master envolve diversos procedimentos que tramitam independentemente no STF. Ainda não há confirmação de que todos os processos derivados tenham sido transferidos para o ministro André Mendonça, que assumiu a relatoria principal após a saída de Toffoli.
Veja as imagens da encenação de Lula no desfile da Sapucaí, com Paulo Vieira no papel
A tal “homenagem” ao petista Lula já está acontecendo. O ator e humorista Paulo Vieira foi escolhido para dar rosto a Lula no desfile. Assumidamente militante de esquerda, Paulo Vieira já viralizou na web por fazer ataques contra Jair Bolsonaro. Veja as imagens do desfile:
Imagens do bizarro desfile em homenagem a Lula que ofende Bolsonaro
Imagens do carro alegórico da escola de samba que homenageará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Sapucaí já circulam no X. As imagens, consideradas bizarras, apresentam críticas ao ex‑presidente Jair Bolsonaro. Veja: A campanha de perseguição contra Bolsonaro e seus aliados, descrita como cruel, absurda e desumana, continua, segundo os autores, com tentativas de silenciar a verdade sobre os acontecimentos de 2022, decisões judiciais controversas e disputas ideológicas.
Michelle Bolsonaro refuta fake news escancarada do Estadão
A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro contestou informações de que teria se recusado a apoiar a eventual candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) à Presidência da República nas eleições de outubro. Em publicação realizada na tarde deste domingo, 15, em seu perfil no Instagram, ela afirmou que as tratativas relacionadas ao tema ocorrerão no momento apropriado, destacando que “existe um tempo para cada coisa”, sinalizando cautela nas decisões políticas. Mais cedo, o jornal O Estado de S. Paulo divulgou que Michelle teria optado por não participar do palanque do chamado “filho 01” do ex‑presidente Jair Bolsonaro. Em sua manifestação nas redes sociais, Michelle direcionou críticas ao veículo responsável pela reportagem. “Imprensa sem assunto para o final de semana”, escreveu. “A estratégia é sempre a mesma: as fontes imaginárias são ‘correligionários’, ‘aliados’, ‘pessoas próximas’… Daí, imitam o pai da mentira e inventam narrativas.” No mesmo conteúdo, ela aconselhou seus seguidores a evitarem “armadilhas que vêm de inimigos e de falsos aliados”, reforçando o tom de desconfiança em relação a determinados setores da mídia.
Jovem de 19 anos morre após mata‑leão em briga de rua no DF (Veja o vídeo)
Uma discussão que evoluiu para agressão física resultou na morte de um jovem de 19 anos na madrugada de sábado, 15 de fevereiro, no bairro Nova Colina, em Sobradinho, Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil do DF, o confronto ocorreu em via pública e envolveu um homem de 26 anos. A prisão dos envolvidos foi efetuada por equipes da 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho), responsável pela área onde ocorreu a agressão. Um terceiro homem, também de 26 anos, filmou a briga e, conforme a investigação, teria incentivado as agressões com expressões como “sustenta”. Durante o confronto, que durou alguns minutos, o jovem de 19 anos foi imobilizado com um golpe conhecido como “mata‑leão”. Após a luta, ele deixou o local e seguiu para a residência de uma tia. De lá, foi socorrido às pressas e encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sobradinho II. Tentativa de reanimação Conforme relato médico, a vítima chegou à unidade em parada cardiorrespiratória. Apesar das manobras de reanimação realizadas pela equipe de saúde, o jovem não resistiu e faleceu. A ocorrência foi formalizada na 35ª Delegacia de Polícia, situada nas proximidades da UPA. Policiais dessa unidade, em conjunto com agentes da 13ª DP, realizaram a prisão em flagrante tanto do autor das agressões quanto do homem que registrou as imagens e teria incitado a violência. Segundo a apuração inicial, a responsabilidade pela morte foi atribuída ao agressor que aplicou o golpe. O outro envolvido responderá por ter incentivado a prática violenta. Ambos permanecem presos e deverão responder por homicídio.
Flávio Bolsonaro usa IA para desmoralizar Lula e a petezada
O senador e pré‑candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) divulgou nas redes sociais um vídeo produzido com inteligência artificial (IA) para criticar o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, realizado em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A publicação apresenta um “samba‑enredo” satírico que faz referência a supostos gastos públicos com “luxos”, menciona a situação financeira dos Correios e as filas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em um dos trechos, a letra afirma: “Discurso fala em solução, mas o gasto sobe de montão”. O desfile gerou questionamentos judiciais depois que a Embratur, vinculada ao Ministério da Cultura, destinou R$ 12 milhões às agremiações do Grupo Especial do Rio de Janeiro, repassando R$ 1 milhão a cada escola, inclusive aos Acadêmicos de Niterói. Flávio Bolsonaro utilizou o vídeo para desmoralizar Lula e a petezada.
Tecnologia permite prisão de dezenas de criminosos no Carnaval de SP
A Operação Carnaval 2026 já contabiliza 33 prisões na cidade de São Paulo desde o fim de janeiro, conforme balanço divulgado pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo. A estratégia reúne monitoramento em tempo real, policiais infiltrados entre foliões e emprego intensivo de tecnologia para inibir crimes, especialmente furtos de celulares durante os blocos. A coordenação das ações ocorre na Sala de Gerenciamento de Incidentes (SGI), instalada no Centro de Operações da Polícia Militar do Estado de São Paulo (Copom), que funciona 24 horas por dia. O sistema integra imagens captadas por drones, ferramentas de reconhecimento facial, leitura automática de placas e mais de 100 mil câmeras conectadas ao Programa Muralha Paulista. A centralização dessas informações permite respostas mais rápidas às ocorrências registradas em diferentes pontos da capital e do estado. Segundo o secretário executivo da pasta, coronel Henguel Ricardo Pereira, o planejamento mobiliza aproximadamente 13 mil policiais civis e militares diariamente em todo o território paulista, sendo mais de 5 mil destacados apenas para a capital. Prisões no Ibirapuera e na região central No sábado (14), quatro pessoas foram detidas por furto de celulares no Parque Ibirapuera após ação coordenada pela SGI, que identificou a prática por meio das câmeras e acionou equipes em campo. Ainda na mesma região, cinco adolescentes foram apreendidos durante patrulhamento preventivo pelo mesmo tipo de delito. Na área central, policiais civis do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), infiltrados e fantasiados como personagens do desenho Scooby-Doo, prenderam três suspeitos de furtar celulares durante um bloco na Praça da República. O trio foi conduzido ao 2º Distrito Policial, no Bom Retiro, e oito aparelhos foram recuperados. Em outra ofensiva, no dia 8 de fevereiro, agentes caracterizados como “caça-fantasmas” prenderam três suspeitos de furtos na Rua da Consolação. Já no dia 7, policiais disfarçados de extraterrestres detiveram três indivíduos acusados de comercializar bebidas adulteradas em um megabloco realizado nas imediações do Parque Ibirapuera. Somente nos dias 7 e 8 de fevereiro, 11 pessoas foram presas por crimes como estelionato, venda de bebida adulterada e furtos. No fim de semana anterior, uma operação realizada na Barra Funda resultou na prisão de 12 integrantes de uma quadrilha especializada em crimes patrimoniais durante os desfiles carnavalescos. Reconhecimento facial e captura de foragidos O uso de tecnologia também contribuiu para a localização de foragidos da Justiça. Na sexta‑feira (13), um homem foi identificado pelo sistema de reconhecimento facial ao tentar acessar o Sambódromo do Anhembi. No sábado, outro procurado foi localizado na zona oeste após alerta emitido pelo Muralha Paulista. Já na Praça da República, policiais do 7º Batalhão de Polícia (Baep) capturaram mais um foragido identificado pelo monitoramento integrado. A Secretaria informou que parte dos celulares furtados foi recuperada, embora o total de aparelhos apreendidos ainda não tenha sido detalhado. A Operação Carnaval permanece reforçada nos próximos dias, com foco na prevenção de crimes patrimoniais, no combate a fraudes e na garantia da segurança dos foliões que participam das festividades em São Paulo.
Arquivamento de investigação pesada contra Bolsonaro gera preocupação
O Ministério Público Federal (MPF) decidiu arquivar recentemente um procedimento que tinha como alvo o ex‑presidente Jair Bolsonaro. A apuração foi encerrada por falta de elementos mínimos que justificassem a continuidade das investigações. Bolsonaro e familiares foram citados em uma denúncia anônima encaminhada ao órgão no ano passado. O documento acusava o ex‑chefe do Executivo e a chamada “família Bolsonaro” de prática de diversos crimes. “O ex‑presidente Jair Bolsonaro e integrantes da ‘família Bolsonaro’ teriam praticado diversos crimes, como genocídio durante a pandemia, envolvimento com milícias, tráfico de drogas, corrupção, uso indevido da ABIN, ‘rachadinhas’, envenenamento de autoridades, perseguição política e atentados à ordem democrática”, diz a denúncia. Após análise preliminar, o MPF concluiu que não havia base probatória suficiente para instaurar ou dar seguimento a uma persecução penal. No despacho, o órgão registrou que “não subsiste motivo para a instauração de persecução penal em razão dos fatos, tendo em vista que as informações apresentadas são inespecíficas e genéricas, carecendo de prova documental mínima que corrobore as complexas e abrangentes alegações”. Com o arquivamento, o procedimento está formalmente encerrado, salvo eventual surgimento de novos elementos concretos que justifiquem sua reabertura. A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim. Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer: tentativas de silenciá‑lo, ocultar o que ocorreu em 2022, decisões judiciais controversas, disputas ideológicas e perseguição covarde contra Bolsonaro. Contudo, para o “terror” do “sistema”, a verdade não vai morrer.