O ministro Dias Toffoli, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta‑feira (12) que a Polícia Federal (PF) encaminhe à Corte todo o conteúdo extraído dos celulares apreendidos e periciados no âmbito da investigação. A medida foi tomada depois que o diretor‑geral da PF, Andrei Rodrigues, entregou ao presidente do STF, Edson Fachin, um relatório técnico sobre a análise dos aparelhos do empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O relatório apontou que o nome de Toffoli foi mencionado em mensagens encontradas em um dos dispositivos. Na determinação, o ministro estabeleceu que a PF deve remeter, de forma integral, os dados de todos os celulares e demais mídias apreendidas, bem como os respectivos laudos periciais. Isso inclui informações telemáticas, registros informáticos e conteúdos telefônicos, garantindo ao Supremo acesso completo ao material produzido pela investigação. Ao encaminhar o relatório ao STF, a PF citou o artigo 36 da Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que trata da suspeição — situação em que o magistrado pode declarar‑se impedido de atuar em processo quando houver circunstâncias que comprometam sua imparcialidade. A referência ao artigo ocorreu após a identificação das menções ao ministro nas mensagens analisadas. É um absurdo atrás de outro!
Renzo Gracie apresenta o “remédio” contra a suposta monstruosidade islâmica na Palestina
Questionado sobre uma invasão ideológica islâmica, o lendário multicampeão Renzo Gracie respondeu com firmeza, apresentando em poucas palavras o que chamou de “remédio” para os “monstros sociais” que, segundo ele, dominam a Palestina. Disse o campeão: “Eu sou metade libanês… Eu já estive diversas vezes na Palestina, e várias vezes em Israel.” “Existe um lixo social islâmico que não deve ser permitido sair de seus países; infelizmente a Palestina está dominada por esses monstros sociais.” “Por que você acha que o Egito tem três muros se separando da Palestina?” “Tenta cruzar ali: o tiro vem, a ordem é matar, pois eles não querem terroristas entrando em seu país.” “A cultura islâmica é linda quando aplicada da maneira correta.” “O que esses monstros fazem usando o Islã tem que ser punido com chumbo grosso. Pois esse é o remédio para covardes.” Lendário lutador da família Gracie larga tudo nos EUA para ajudar Bolsonaro de graça (veja o vídeo). A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim. Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer: querem tirar a vida dele, esconder o que ocorreu em 2022, as decisões judiciais controversas, a disputa ideológica e a perseguição covarde contra Bolsonaro. Contudo, para o “terror” do “sistema”, a verdade não vai morrer.
Toffoli admite ser sócio de empresa que vendeu resort e nega vínculo com Vorcaro
Sem ter mais para onde correr, o ministro Dias Toffoli finalmente admitiu ser sócio da empresa que comercializou um resort, mas negou ter amizade ou receber pagamentos de Daniel Vorcaro. Ele afirma integrar o quadro societário da Maridt, mas que a administração da empresa fica a cargo de parentes – situação que, segundo ele, é permitida pela Lei Orgânica da Magistratura. Leia a nota: A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo indica que, em breve, o pior pode acontecer. Querem tirar a vida dele, esconder o que ocorreu em 2022, as decisões judiciais controversas, disputas ideológicas e perseguição covarde contra Bolsonaro…
Secretário mata filhos horas após declarar “papai ama muito” em vídeo
Itumbiara (GO) está abalada! Uma tragédia envolvendo o secretário municipal Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, chocou o país. Ele efetuou disparos contra os dois filhos e, em seguida, atentou contra a própria vida. Thales era genro do prefeito de Itumbiara, Dione Araújo (UB). Horas antes do ocorrido, o secretário publicou um vídeo em seu perfil no Instagram ao lado dos filhos. Na legenda, escreveu: “Que Deus abençoe sempre meus filhos, papai ama muito”. Veja:
Prefeito de Itumbiara sofre infarto ao descobrir que genro assassinou seus netos
O prefeito de Itumbiara (GO), Dione Araújo, não conseguiu suportar a dor após descobrir que seu secretário municipal Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, também seu genro, efetuou disparos contra os dois filhos e, em seguida, atentou contra a própria vida. Segundo informações, Dione sofreu um infarto na manhã desta quinta‑feira (12) ao receber a notícia. Logo depois de passar mal, equipes médicas o socorreram e o encaminharam imediatamente ao hospital. No momento, seu estado de saúde é considerado grave. Até agora, a assessoria não divulgou novos detalhes sobre o quadro clínico. O caso chocou o país. O filho mais velho, de 12 anos, foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O caçula, de oito anos, passou por procedimento cirúrgico e permaneceu internado em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual do município. Apesar dos esforços médicos, a criança morreu na manhã desta quinta‑feira (12). Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) e, posteriormente, liberados para os familiares. A Polícia Civil segue à frente das investigações, buscando reunir elementos que ajudem a compreender a motivação do ato. A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer! Querem tirar a vida dele, esconder o que aconteceu em 2022, as decisões judiciais controversas, disputas ideológicas e perseguição covarde contra Bolsonaro… Porém, para o “terror” do “sistema”, a verdade não vai morrer.
Secretário que matou os próprios filhos era genro do prefeito de Itumbiara
O secretário municipal Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, matou os dois filhos e, em seguida, atentou contra a própria vida na cidade de Itumbiara. Informações confirmam que Thales era genro do atual prefeito da cidade, Dione Araújo (União Brasil). De acordo com a Polícia Civil, o caso está sendo investigado como “homicídio consumado e homicídio tentado, seguido de autoextermínio por parte do autor”. A corporação informou que as diligências continuam para esclarecer todas as circunstâncias do crime. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) e, posteriormente, liberados para os familiares. A Polícia Civil permanece à frente das investigações, buscando reunir elementos que ajudem a compreender a motivação do ato. A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer! Querem tirar a vida dele, esconder o que aconteceu em 2022, as decisões judiciais controversas, disputas ideológicas e perseguição covarde contra Bolsonaro… Porém, para o “terror” do “sistema”, a verdade não vai morrer.
Secretário municipal de Itumbiara mata os dois filhos e se suicida
Um episódio de extrema violência abalou Itumbiara (GO) na noite da última quinta‑feira (11). O secretário municipal Thales Naves Alves Machado, de 40 anos, efetuou disparos contra os dois filhos e, em seguida, atentou contra a própria vida. O fato gerou forte comoção na cidade e mobilizou as forças de segurança. O filho mais velho, de 12 anos, foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O caçula, de oito anos, passou por procedimento cirúrgico e permaneceu internado em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual do município. Apesar dos esforços médicos, a criança morreu na manhã da quinta‑feira (12). De acordo com a Polícia Civil, a ocorrência está sendo investigada como “homicídio consumado e homicídio tentado, seguido de autoextermínio por parte do autor”. A corporação informou que diligências continuam para esclarecer todas as circunstâncias do crime. Thales era genro do prefeito de Itumbiara, Dione Araújo (UB). Horas antes do ocorrido, o secretário publicou um vídeo em seu perfil no Instagram ao lado dos filhos. Na legenda, escreveu: “Que Deus abençoe sempre meus filhos, papai ama muito”. A postagem passou a circular amplamente nas redes sociais após a confirmação da tragédia. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) e, posteriormente, liberados para os familiares. A Polícia Civil segue à frente das investigações, buscando reunir elementos que ajudem a compreender a motivação do ato.
Transparência Internacional revisita 2023 e denuncia conduta de Toffoli
A Transparência Internacional divulgou um relato sobre a conduta do ministro Dias Toffoli, considerado execrável pela organização. Em 2023, Toffoli anulou, sozinho, todas as provas do acordo de leniência da Odebrecht. Na fundamentação da decisão, utilizou parecer do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional (DRCI), que na época estava subordinado a Augusto de Arruda Botelho, então secretário nacional de justiça. O parecer afirmava inexistir registro de pedido de cooperação do Ministério Público Federal à Suíça, requisito legal para a utilização das provas. Contudo, a ANPR e a PGR comprovaram, em recursos, que o pedido formal havia sido feito. O DRCI acabou reconhecendo a existência do pedido e localizou o registro. Mesmo assim, os recursos nunca foram analisados, permitindo que centenas de indivíduos, inclusive confessos, fossem beneficiados no Brasil e em diversos outros países. Botelho havia sido advogado da Odebrecht e, recentemente, já como advogado do diretor de compliance do Master (alvo da Operação Compliance Zero), viajou em jato particular com o ministro Toffoli, relator do caso. Em outubro de 2023, a Transparência Internacional denunciou a decisão de Toffoli ao Grupo de Trabalho da OCDE (WGB/OECD). O órgão colocou o caso no topo da lista de verificações sobre o Brasil, dentro da revisão que realizava sobre o cumprimento da Convenção contra o Suborno Transnacional. Em março, o Brasil terá de apresentar explicações e atualizações à OCDE acerca da anulação das provas da Odebrecht, que caracteriza violação grave das obrigações assumidas pelo país na referida convenção. Três meses depois, a Transparência Internacional, juntamente com o Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2023, publicou relatório que criticou a atuação de Toffoli no caso Odebrecht. Dois dias após a publicação, o ministro determinou a abertura de investigação contra a Transparência Internacional. A PGR promoveu o arquivamento do inquérito por falta total de provas e por alegada incompetência de Toffoli, mas o ministro ignorou a posição da PGR e manteve o inquérito aberto até o presente momento. O caso já foi citado duas vezes pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA como tentativa de criminalização da Transparência Internacional. Com o lançamento do IPC 2025, a organização reiterou suas denúncias e recomendou que Toffoli seja afastado e investigado. O Brasil e a comunidade internacional precisam acompanhar o caso com máxima atenção. A corrupção no Judiciário impede o desenvolvimento socialmente justo e é devastadora para os direitos humanos, a segurança pública e a democracia. A luta contra a corrupção não é um fim em si mesma, mas uma luta por direitos.
Ex‑recepcionista acusa Marco Buzzi de assédio e faz a mais dura afirmação
O depoimento de uma ex‑recepcionista do gabinete do ministro Marco Buzzi foi extremamente contundente. Ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que teriam sido ouvidos pela revista Veja, declararam que os atos “revoltantes” do magistrado tornaram sua permanência no tribunal “insustentável”. “O STJ virou cena de crime. E de um crime abominável”, relatou um dos ministros. A indignação dos demais ministros do STJ baseia‑se na mais dura afirmação de uma servidora que se declarou vítima de Buzzi. “Me senti suja”, disse ela num longo e emocionante relato gravado em vídeo no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Trabalhadora terceirizada no STJ, a ex‑recepcionista era o elo mais vulnerável de um gabinete formado por servidores de carreira e por indicados a cargos de confiança pelo ministro. Em seu depoimento, entre lágrimas, ela descreveu uma rotina de abusos e terror enquanto atuava no gabinete do magistrado. O Radar da Veja publicou o seguinte: os episódios relatados pela mulher ocorreram ao longo do ano passado. “Tudo começou com elogios. Você está linda hoje”, contou ela sobre as abordagens de Buzzi no gabinete. Designada para a função de secretária, a mulher era responsável por cuidar dos detalhes de funcionamento do gabinete, atender o ministro e outros assessores, receber visitantes e executar pequenas tarefas que Buzzi lhe ordenava. Primeira a chegar ao gabinete, a ex‑recepcionista afirmou que ficava sozinha com Buzzi em diversos ambientes. Nos amplos gabinetes dos ministros do STJ, os espaços são bem demarcados: além da sala privativa com escrivaninha e sofás, há um cubículo para depósito de objetos e um corredor interno que liga a área reservada do ministro a salas de assessoria e a uma biblioteca. No relato, a ex‑assessora de Buzzi contou ter sido assediada em quatro desses ambientes. Em um dia, o ministro a chamou à sua sala alegando um barulho que, segundo ele, vinha do cubículo ligado ao seu espaço privativo. Ao entrar, percebeu que Buzzi a seguia logo atrás e sentiu a mão do ministro deslizando por suas nádegas. Em choque, constatou que não havia nenhum problema e deixou o local rapidamente. Em todos os episódios, segundo a mulher, o padrão foi o mesmo. Em outra ocasião, enquanto estava na biblioteca do gabinete, Buzzi chegou, calou‑se e passou a mão em suas nádegas novamente. Os dias tornaram‑se uma tormenta para a mulher. Ela relatou ser a única provedora da família, o que a obrigou a permanecer no emprego apesar do constrangimento. Em outra situação, ao cruzar com Buzzi pelo corredor interno, foi novamente molestada. O ministro, sempre em silêncio, não parecia considerar a gravidade dos atos e criava oportunidades para ficar a sós com a vítima. O episódio mudou de figura na sala pessoal de Buzzi, quando ele agarrou com força e apertou a nádega da secretária. Ela reagiu, segurou o braço do ministro e o afastou. Buzzi recuou e pediu desculpas. Fragilizada pelas investidas do magistrado, a secretária procurou a chefia do gabinete para relatar o que vivia. A conversa com a chefe de gabinete serviu como desabafo, mas não resultou em providências efetivas. “Estou chocada”, disse a principal assessora de Buzzi ao ouvir o relato. “Vou mudar seu horário”, afirmou, apresentando o que considerou a única solução para enfrentar o assédio. Ao perceber que nada seria feito, a mulher adoeceu, mergulhou em um estado permanente de tristeza e acabou pedindo para deixar o gabinete de Buzzi. Os problemas psicológicos decorrentes do abuso deixaram marcas, inclusive perda parcial da visão. Na quarta‑feira da semana passada, ao ler a notícia publicada pelo Radar sobre a denúncia de uma jovem de 18 anos que se dizia vítima do ministro, ela tomou coragem para denunciar. Em seu longo e ininterrupto relato apresentado ao CNJ — já em poder de ministros do STJ — a mulher chorou em diferentes momentos ao reviver a experiência e explicou que não havia denunciado antes por medo de não ser acreditada. Além de detalhar o assédio sofrido, entregou aos investigadores uma gravação da conversa que teve com a chefe de gabinete de Buzzi, que constitui uma das principais provas. Nesta semana, três assessores de Buzzi confirmaram a versão da ex‑assessora aos ministros do STJ.
Moraes faz “showzinho” no STF ao dizer que ministros podem ser sócios de empresas
Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes sustentou no Supremo Tribunal Federal (STF) que ministros da Corte podem ser sócios de empresas. Para o advogado Jeffrey Chiquini tudo não passou de um “showzinho”, pois ele já sabia o que estava prestes a ser revelado. Confira: Entenderam por que Moraes deu um showzinho semana passada no STF, dizendo que ministros podem ser sócios de empresas? Já estavam preparando terreno para justificar a ‘sociedade’ de Toffoli com o investigado do caso do qual ele é relator. Tudo calculado. E pensar que essa gente condenou inocentes como golpistas. Quanta podridão.