Imagens recentes mostram o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e o ex‑presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, apresentando versões divergentes durante acareação realizada no final de dezembro pela Polícia Federal, acerca da origem das carteiras de crédito vendidas pelo Banco Master ao banco público. Os vídeos da acareação foram publicados nesta quinta‑feira (29) pelo portal Poder 360. Veja: Durante o depoimento, a delegada responsável pelo inquérito questionou Vorcaro, que negou ter informado que as carteiras comercializadas teriam origem na empresa Tirreno ou no próprio Master. Segundo o empresário, o que foi comunicado ao BRB foi apenas a mudança de modelo de negócios, passando a vender carteiras originadas por terceiros. “Anunciamos que faríamos vendas de originadores terceiros. Não me lembro, naquela ocasião, sequer do nome Tirreno. A conversa era sobre um novo formato de comercialização, com carteiras originadas por terceiros, e não mais por originação própria”, afirmou. A investigação da Polícia Federal enumerou diversas operações suspeitas entre o Banco Master e o BRB, apontando falhas graves de governança. A PF apura se houve omissão dos gestores do BRB e se os procedimentos de prudência e governança foram violados na aquisição de carteiras que representavam 30 % dos ativos do banco público. Conforme a investigação, isso pode indicar que o BRB teria ajudado irregularmente o Master em sua crise de liquidez. O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta a partir de hoje será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
Fachin vira o jogo contra Gilmar, Toffoli e Moraes
Fachin, como presidente do Supremo Tribunal Federal, tem duas alternativas: estabelecer um código de conduta para os ministros, contribuindo para a estabilização da crise institucional, ou tentar encobrir o caso Master, correndo o risco de ser visto como cúmplice de um grande escândalo. Gilmar Mendes e Dias Toffoli não querem levar a questão ao plenário; Xerxes Ribeiro depende das decisões monocráticas para consolidar sua autoridade. Os três se opõem ao código de conduta, mas enfrentam um problema: Fachin afirma contar com cinco votos, o que, somado ao seu, garante maioria para aprovar a proposta.
Reflexos imediatos da cruzada trumpista contra a China e o narcoterrorismo no Brasil
O governo em crise tenta se equilibrar entre as forças instáveis e corruptas da banca financeira e midiática, que lava dinheiro e está subordinada às interferências globalistas do Fórum Econômico Mundial e ao bloco russo‑chinês‑islâmico, além do Foro de São Paulo, financiadores do narcoterrorismo, consequência das organizações criminosas como PCC, Hamas, Hezbollah, Cartel de Los Soles etc. Com a cruzada trumpista contra o avanço chinês no Ocidente, o narcoterrorismo islâmico e a queda de Maduro, reflexos imediatos surgiram no Brasil. Privado do apoio norte‑americano promovido pelos democratas de Biden, cataclismos atingiram o interior da banca financeira nacional. Escândalos envolvendo traidores da Pátria em todas as esferas de poder eclodiram, desintegrando esquemas bilionários e criminosos de lavagem de dinheiro do narcotráfico em instituições financeiras que compravam políticos, juízes e veículos de mídia. O levante popular e o surgimento de novas lideranças, no caminho aberto por Jair Bolsonaro no Brasil, Donald Trump nos EUA e Benjamin Netanyahú em Israel, expõem e colocam em xeque a resistência popular às tentativas de hegemonia mundial dos globalistas do WEF e do bloco russo‑chinês‑islâmico. Nada acontece por acaso; os acontecimentos alarmantes que presenciamos no Brasil estão intrinsecamente ligados à disputa mundial entre uma elite que pretende dominar o povo e o povo que luta por liberdade e pelo direito de escolher seus líderes em eleições limpas, auditáveis e sem suspeitas. Não estamos sozinhos. Pedro Possas, médico.
Carta de demissão chega à mesa de Eduardo Leite e sinaliza definição da eleição 2026 no RS
O governador Eduardo Leite publicou no X a mensagem: “Recebi hoje a carta do secretário Vilson Covatti, colocando seu cargo à disposição, e comunico que aceitei. Agradeço profundamente a dedicação e a contribuição ao longo destes anos à frente da Secretaria do Desenvolvimento Rural. Respeito a decisão dos Progressistas e seu caminho no processo eleitoral, e sou muito grato a todos os que colaboraram com o governo, com tantos avanços e conquistas para o RS. Nos próximos dias anunciarei o novo titular da pasta.” A saída de Covatti interfere diretamente no tabuleiro das eleições de 2026 no Rio Grande do Sul. O PP, maior partido gaúcho em número de prefeituras – elegeu 164 prefeitos nas municipais de 2024, o mais vitorioso do estado – firmou apoio oficial ao deputado federal Zucco (PL) na disputa pelo Palácio Piratini. A sigla, presidida no RS pelo deputado estadual Covatti Filho, integrará a coligação com o PL de Zucco. “O povo gaúcho, em breve, terá um governador de verdade!”, declarou Leite.
Destruição do Banco Central começa; chefes renunciam durante sindicância
Vai começar a investigação interna no Banco Central. Um verdadeiro absurdo que parece ter a clara intenção de ocultar a fraude bilionária do Banco Master. A reação no BC foi imediata. Os chefes que comandavam o Departamento de Supervisão Bancária (Desup) entregaram seus cargos. A sindicância está sendo conduzida sob sigilo pela corregedoria e foi iniciada a partir de uma decisão do presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, tomada no fim do ano passado.
Políticos que ‘investiram’ dinheiro público no Banco Master são revelados
Muito dinheiro público foi ‘investido’ no Banco Master. Denúncias e investigações apontam suspeitas de fraudes e de lobby ligado ao controlador da instituição. Se as irregularidades forem confirmadas, o prejuízo poderá recair sobre servidores e contribuintes. Como o dinheiro chegou ao Master Estados e municípios aplicaram recursos por meio dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), adquirindo títulos vinculados ao banco. A Distrito Federal realizou operações através do Banco de Brasília (BRB), envolvendo ativos e carteiras relacionadas ao Master. ESTADOS DF — R$ 12,2 bilhões — Ibaneis Rocha (MDB) RJ — R$ 970 milhões — Cláudio Castro (PL) AP — R$ 400 milhões — Clécio Luís (Solidariedade) AM — R$ 50 milhões — Wilson Lima (União Brasil) MUNICÍPIOS Maceió/AL — R$ 97 mi — JHC (PL) São Roque/SP — R$ 93,15 mi — Guto Issa (PSD) Cajamar/SP — R$ 87 mi — Danilo Joan (PSD) Itaguaí/RJ — R$ 59,6 mi — Dr. Rubão (PSC) Aparecida/GO — R$ 40 mi — Vilmar Marinho (União) Araras/SP — R$ 29 mi — Pedrinho Eliseu (PSDB) Congonhas/MG — R$ 14 mi — Cláudio Dinho (PSD) Fátima do Sul/MS — R$ 7 mi — Ilda Machado (PSD) Sto. Antônio de Posse/SP — R$ 7 mi — João Leandro Lolli (União) Paulista/PE — R$ 3 mi — Yves Ribeiro (MDB) São Gabriel do Oeste/MS — R$ 3 mi — Jeferson Tomazoni (PSDB) Jateí/MS — R$ 2,5 mi — Eraldo Jorge Leite (PSDB) Angélica/MS — R$ 2 mi — Roberto Cavalcanti (União) Santa Rita d’Oeste/SP — R$ 2 mi — Osmarzinho (Republicanos) Campo Grande/MS — R$ 1,2 mi — Adriane Lopes (PP) Fica uma dúvida: se houver prejuízo, quem paga a conta? – O servidor público – O contribuinte – Eu e você AO VIVO: Bomba ‘master’ no colo de Lula (veja o vídeo)
Tarcísio de Freitas visita Bolsonaro recém solto e critica perseguição (VEJA O VÍDEO)
Há pouco, o governador Tarcísio de Freitas visitou o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Ao deixar a prisão, o governador prestou solidariedade a Bolsonaro e afirmou: “Transmiti minha solidariedade, disse que estamos juntos. […] Sem dúvida, estou apoiando Flávio Bolsonaro, como já venho afirmando constantemente. Não há dúvidas em relação a isso.” Veja: A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim. Tudo indica que, em breve, o pior pode acontecer: pretendem tirar a vida dele e ocultar o que realmente ocorreu em 2022. Contudo, para o “terror” do “sistema”, a verdade não desaparecerá.
Deputado Nikolas Ferreira divulga “alerta divino” de sua irmã e detalha caminhada de 250 km
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG) divulgou publicamente uma mensagem enviada por sua irmã, Ellen Ferreira, na qual ela afirma ter recebido uma revelação espiritual envolvendo o parlamentar. Segundo o relato compartilhado nas redes sociais, Ellen disse ter tido uma visão e alertou sobre a existência de pessoas que estariam praticando “magia negra” contra ele. Na mensagem, enviada em julho do ano passado, Ellen afirmou que foi orientada diretamente por Deus a repassar o conteúdo apenas ao irmão. Ela descreveu uma cena simbólica, associada a sujeira e lama, que, segundo suas palavras, representaria um processo de limpeza espiritual. “Eu vi jorrando dessa parte muita lama. Muita sujeira, como se fosse um cano de esgoto estourado”, escreveu, acrescentando que começou a chorar enquanto repetia: “Teu povo clama! teu povo clama!”. Ainda de acordo com o texto, Ellen relatou que a mensagem recebida iria além de críticas a adversários políticos. Ela escreveu: “O problema do Brasil não é o Lula, o PT ou a esquerda. O problema é o joio, os que estão entre vocês. Os que estão crescendo às suas custas”, afirmando que Deus teria alertado para pessoas próximas que estariam agindo de forma negativa. Na sequência, a irmã reforçou a ideia de que “nada ficará oculto”. Ela descreveu, na visão que alega ter tido, uma mulher identificada como “empregada” colocando “objetos consagrados com magia negra” dentro de casas e gabinetes. Também recomendou cuidados redobrados, como orações, consagração de alimentos e louvores antes de reuniões, sustentando que “o louvor liberta”. Nikolas Ferreira explicou que havia esquecido completamente da mensagem até que a irmã a reenviou. Ele afirmou que a lembrança ganhou novo significado durante a caminhada que realizou entre Paracatu (MG) e Brasília (DF), percurso de cerca de 250 kilômetros. Em um dos dias, o grupo enfrentou forte chuva, com água suja subindo pelo caminho, o que ele interpretou como símbolo da “limpeza da sujeira de Brasília”. O parlamentar iniciou a caminhada em 19 de janeiro e concluiu o trajeto no dia 25, relatando que a experiência reforçou reflexões pessoais e espirituais. A divulgação da mensagem gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu debates sobre a mistura entre religião, política e a atuação de figuras públicas. O deputado Nikolas Ferreira declarou que a caminhada atingiu seu objetivo: chamar a atenção nacional para o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, o “sistema” não descansará nas tentativas de silenciá‑lo e o povo precisa permanecer ao seu lado.
Estado falha e a fraude se torna sistema
A matéria “Anatomia de uma fraude”, de Malu Gaspar, publicada em O Globo, revela um padrão recorrente na vida institucional brasileira: grandes escândalos não prosperam sem a participação — ou a conivência — de agentes públicos relevantes. Quando as estruturas do Estado falham, são capturadas ou se omitem, a fraude deixa de ser episódica e passa a operar como sistema. Nesse cenário, os principais órgãos de fiscalização do país já não gozam de credibilidade pública, condição indispensável para qualquer democracia funcional. O quadro se agrava com a prática cada vez mais comum de impor sigilo a procedimentos investigativos e até judiciais, mesmo em casos de inequívoco interesse público. Trata‑se de uma inversão grave do princípio constitucional da publicidade, que deveria ser a regra, não a exceção. O sigilo excessivo não protege a Justiça; ele fomenta a desconfiança, alimenta a percepção de seletividade e enfraquece as instituições. O Brasil não romperá esse ciclo enquanto não enfrentar o essencial: restaurar a credibilidade do sistema de controle, fiscalização e Justiça. Transparência, independência e responsabilidade institucional não são opcionais; são pressupostos mínimos para que o Estado volte a servir ao interesse público, e não a corroê‑lo. Marcelo Bretas. Juiz Federal.
Jornalista respeitado afirma que Lula trouxe lobista ao governo deliberadamente (Veja o vídeo)
O jornalista Hélio Beltrão afirma que o escândalo do Master seria inaceitável em qualquer país sério e que a escolha de Lula foi consciente. “Lula foi avisado da consultoria milionária de Lewandowski ao banqueiro do Master e, mesmo assim, o nomeou ministro. Escolheu conscientemente levar um lobista para dentro do governo.” “Os negócios seguiram na família, com o filho operando, enquanto o Planalto fingia não ver. Guido Mantega, outro aliado histórico, também assessorava o mesmo banqueiro.” “A promiscuidade entre o governo Lula e esquemas financeiros voltou, e ainda não terminou de aparecer.” Veja o vídeo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao