Integrantes do Palácio do Planalto e do Ministério da Justiça e Segurança Pública demonstraram (ou fingiram) surpresa com a revelação do contrato milionário do ex‑ministro Ricardo Lewandowski com o Banco Master. Autoridades do governo juram que não tinham conhecimento dessa ‘estrepulia’ do ex‑ministro. Mesmo assim, tentaram minimizar a gravidade dos fatos, alegando que o ex‑ministro havia se afastado das atividades em seu escritório de advocacia desde fevereiro de 2024, quando assumiu o cargo no governo. O próprio Lula comentou o episódio na semana passada, durante agenda em Maceió (AL). Na ocasião, o petista afirmou que “tem muita gente” que defende o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, por “falta de vergonha na cara”. No momento seguinte foi revelada uma reunião secreta entre ele e Daniel Vorcaro. Ou seja, os vínculos do PT com o escândalo vão ficando evidentes e um certo desespero já começa a atormentar o partido.
Nikolas Ferreira revela os próximos ataques do Movimento Acorda Brasil (veja o vídeo)
O movimento que começou com a Caminhada pela Liberdade e Justiça, sob a liderança do deputado Nikolas Ferreira, não pretende recuar. A intenção é seguir adiante, e as próximas etapas já estão sendo planejadas. O primeiro passo será a revogação do veto ao Projeto de Lei da dosimetria. Em seguida, outras mobilizações serão organizadas, com o objetivo de promover o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal que, segundo o movimento, não têm condições de permanecer no cargo.
Direita assume a presidência de Honduras (veja o vídeo)
Ao tomar posse nesta terça‑feira (27), Nasry “Tito” Asfura prometeu ao povo de Honduras que não decepcionará o país, afirmando que “tudo ficará bem”. O novo presidente, de perfil conservador e apoiado pelo norte‑americano Donald Trump durante a campanha, direcionou seu discurso a temas considerados urgentes, como saúde, educação, emprego e segurança. A cerimônia ocorreu no Parlamento. Durante o pronunciamento, Asfura reforçou seu compromisso de atuar com humildade e esforço total para entregar soluções concretas à população. Segundo ele, não há tempo a perder: é necessário responder rapidamente às demandas sociais. Entre as medidas anunciadas está a redução do tamanho do Estado, com o fechamento de cerca de 38 órgãos públicos, buscando mais eficiência e o redirecionamento de recursos para áreas prioritárias. Na saúde, o mandatário declarou que vai enfrentar o atraso de procedimentos cirúrgicos e a escassez de medicamentos. Na educação, destacou que já foi autorizada a produção de dez milhões de livros para mais de 1,2 milhão de estudantes hondurenhos. Asfura também sinalizou investimentos em infraestrutura para estimular o desenvolvimento, defendeu o fortalecimento da agricultura como estratégia econômica e afirmou que o turismo será tratado como gerador de empregos e de valorização das belezas naturais do país. Ele garantiu que os programas sociais terão alcance nacional sem distinção partidária e fez um apelo para superar divisões internas. Segundo o presidente, os hondurenhos desejam paz e prosperidade, e o governo deve trabalhar por isso. Sem mencionar relações internacionais ou temas externos, Asfura encerrou o discurso dizendo que dedicará totalmente sua vida ao país, que possui cerca de dez milhões de habitantes e enfrenta índices elevados de pobreza. O novo governo sucede a gestão de Xiomara Castro e inicia sob a promessa de descentralização administrativa e estímulo à economia via investimentos estruturais.
Senador solicita à MP e à polícia do Paraná investigação de cassino no resort ligado a Toffoli
O senador Carlos Portinho (PL‑RJ) enviou nesta terça‑feira (27) ofícios ao procurador‑geral de Justiça do Paraná, Francisco Zanicotti, e ao delegado geral da Polícia Civil do estado, Silvio Rockembach, pedindo a adoção das providências cabíveis e a eventual abertura de investigação sobre a existência de um cassino com máquinas de apostas e jogo de blackjack dentro do resort Tayayá, associado ao ministro Dias Toffoli. Líder do PL no Senado, Portinho afirmou que as práticas “em tese não se encontram em conformidade com a legislação brasileira vigente”. Ressaltou ainda que a realização de jogos de cartas com apostas em dinheiro, bem como a atuação de dealers, não está abrangida por qualquer autorização, permanecendo vedada pelo ordenamento jurídico brasileiro. Citou ainda a presença de crianças em máquinas caça‑níqueis, registradas por reportagem, e exigiu a apuração dos fatos e a adoção de medidas destinadas à proteção dos direitos infantojuvenis.
Casa do tio falecido de Suzane von Richthofen é invadida e furtada
A casa onde vivia o médico aposentado Miguel Abdalla Netto, tio de Suzane von Richthofen, foi invadida e furtada após sua morte. O crime foi comunicado por Ricardo Abdala de Freitas, sobrinho de Miguel, que procurou as autoridades depois de encontrar o imóvel arrombado e com diversos bens subtraídos. Conforme o boletim de ocorrência, a residência encontrava‑se desabitada desde o falecimento de Miguel, cujo corpo foi localizado em 9 de janeiro. Um vizinho notou movimentação suspeita no local e alertou a família. Ao chegar, Ricardo deparou‑se com a porta da sala, blindada, violada. No interior, foram levados uma máquina de lavar roupas, um sofá, uma poltrona e uma bolsa contendo documentos e dinheiro, sem que fosse possível especificar quais documentos nem o valor subtraído. A polícia registrou o caso como furto, com autoria ainda desconhecida, e solicitou a realização de perícia no local.
PEGA FOGO NO CABARÉ: Lula, Esteves e Vorcaro no centro da crise
A realidade brasileira, exposta agora com o caso Master, faria qualquer roteirista da Netflix morrer de inveja. Daria série de mafioso, de ficção, e até filme pornô. Em todos os filmes sobre a máfia ou organizações criminosas produzidos por Hollywood, a briga interna por poder costuma destruir as próprias organizações quando crescem demais. Em Brasília, a suposta organização criminosa chamada ORCRIM, liderada por Lula, vem se expandindo desde 2002 e, hoje, teria tomado conta de todo o sistema, sujando o país e desencadeando o incêndio no cabaré do picareta. Segundo a narrativa, quem teria acendido o fogo foi André Esteves, do BTG, que disputa o poder em Brasília com Daniel Vorcaro, do Master. Ao lado de Esteves, de forma informal, estariam o Itaú de Setúbal, apontado como apoiador de Lula, e a Globo, que tem no banco um dos seus maiores anunciantes, patrocinando praticamente tudo, desde o Jornal Nacional até a programação esportiva, o Fantástico, entre outros, há décadas. O Itaú de Setúbal foi acusado, inclusive, em 2019, na delação de Palloci, de fazer doações a campanhas de Lula em troca de favores. Nas mãos desse grupo estaria Lula, que dependeria do silêncio e do apoio dos participantes para manter o poder, agora ameaçado. Lula não se preocuparia tanto com acusações de corrupção, a que já está habituado, mas com a perda de apoio financeiro em ano eleitoral, quando necessita comprar apoio. A situação agravaria com a perda do apoio financeiro de Maduro e com a provável queda de outro aliado de Lula, o líder iraniano Khamenei. Do outro lado, alinhariam-se ministros profundamente envolvidos no caso Master, como Alexandre de Moraes, Lewandowski, Gilmar Mendes e, atualmente, o ministro com alvo na testa — pintado por Lula —, Dias Toffoli. Todos, de um lado ou de outro, parecem ter esquecido que, em algum momento, existiu Constituição neste país, onde o crime parece ser recompensado. É uma briga de grandes criminosos. A sujeira espalhada no ventilador do cabaré de Lula mal começou, mas promete. O fósforo aceso por Esteves estaria espalhando o fogo de maneira inacreditável, expondo as vísceras podres de todo o sistema. O cabaré pegaria fogo, as prostitutas fugiriam desesperadas, num cenário de “salve‑se quem puder”. Existem ainda afirmações, ainda não confirmadas, de que altos oficiais da cúpula do Exército — milionários com fortunas incompatíveis com seus rendimentos — teriam recebido, durante anos, favores de Vorcaro para realizar tarefas que vão além de pintar meio‑fio de calçada em Brasília. Enfim, se fosse roteiro de filme, restariam apenas cinzas do cabaré de Lula, mas ele ainda está de pé na vida real. Se o fogo continuar se alastrando, ao lado de outros incêndios como a suposta fraude contra idosos pelo INSS, uma previsão otimista seria que ele se apagasse em breve. Mas estamos no Brasil, onde tudo parece possível. E onde a realidade supera, de longe, qualquer ficção. Pobre George Orwell, inocente que não sabia de nada.
Pesquisa judaica mostra que maioria dos católicos erra ao definir o Holocausto
A pesquisa “Conhecimento sobre o Holocausto no Brasil – 2025”, encomendada pela Confederação Israelita do Brasil, pelo Memorial do Holocausto de São Paulo, pelo Museu do Holocausto de Curitiba e pela StandWithUs, e conduzida pelo Grupo ISPO, apresenta seus resultados. Inserida em um contexto global marcado pelo crescimento do antissemitismo, da desinformação histórica e da banalização da violência, a iniciativa busca compreender como a sociedade brasileira conhece — ou desconhece — o Holocausto. O estudo se propõe a mapear as principais fontes de informação utilizadas pela população, analisando também fatores como escolaridade, renda, região e perfil sociodemográfico. Foram realizadas 7.762 entrevistas, com margem de erro de 4,7 % e intervalo de confiança de 95 %. A abrangência cobriu 11 regiões metropolitanas brasileiras. O perfil predominante dos entrevistados foi de 54,2 % mulheres; 31,4 % jovens de 18 a 29 anos; 51,8 % com ensino médio; 54,4 % com renda familiar de até dois salários‑mínimos. As entrevistas foram presenciais, realizadas em pontos de fluxo (estações de transporte, centros comerciais), com controle por cota sociodemográfica. Embora 59,3 % dos entrevistados afirmem ter algum conhecimento sobre o Holocausto, apenas 53,2 % o definem corretamente como o extermínio sistemático de seis milhões de judeus pelo regime nazista. O conhecimento se mostra ainda mais frágil quando são avaliados elementos específicos do tema. Apenas 38,5 % identificaram corretamente Auschwitz‑Birkenau como um campo de extermínio, enquanto 51,6 % declararam não saber responder. (Pergunta aplicada apenas na Etapa 2 – Nacional (Regiões Metropolitanas). A pesquisa foi estruturada em duas etapas: • Primeira etapa – Piloto (Região Sul): realizada em abril de 2025, abrangendo as regiões metropolitanas de Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis. • Segunda etapa – Nacional (Regiões Metropolitanas): realizada entre setembro e outubro de 2025, contemplando oito regiões metropolitanas adicionais, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife. De acordo com a pesquisa, grupos religiosos majoritários apresentam níveis de conhecimento abaixo da média nacional. “O que foi o holocausto?” (Católico) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 7 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 47 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 3 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 2 % • Não sei / Nenhuma — 41 % “O que foi o holocausto?” (Protestante) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 5 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 53 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 5 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 0 % • Não sei / Nenhuma — 37 % “O que foi o holocausto?” (Evangélico) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 9 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 49 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 4 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 2 % • Não sei / Nenhuma — 36 % “O que foi o holocausto?” (Afro‑Brasileiro) • Conflito militar com 50 milhões de mortos — 7 % • Assassinato sistemático de 6 milhões de judeus — 44 % • Movimento cultural promovendo a diversidade — 4 % • Episódio isolado sem relevância comprovada — 3 % • Não sei / Nenhuma — 42 %
PGR tenta proteger amiga de Lulinha; Mendonça impõe tornozeleira
A Procuradoria‑Geral da República (PGR) emitiu parecer afirmando que não há clareza sobre suspeitas de ilegalidades em negócios envolvendo a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. O órgão se afastou da posição da Polícia Federal ao sugerir ao ministro André Mendonça medidas menos rigorosas contra Luchsinger, como a apreensão do passaporte e a proibição de contato com outros investigados. Mendonça, porém, discordou da recomendação da PGR e autorizou a instalação de tornozeleira eletrônica na fase mais recente da Operação Sem Desconto, deflagrada em 18 de dezembro. O episódio indica uma tentativa de proteger Lulinha, mas a estratégia não prosperou. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Tarcísio revela, pela primeira vez, sua resposta a Bolsonaro sobre candidatura presidencial
Na quinta‑feira, 29, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, terá um novo encontro com o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Ele garantiu que a conversa não abordará nenhum assunto relacionado à candidatura presidencial de Bolsonaro. Ao contrário, Tarcísio afirmou que o nome do senador Flávio está se consolidando rapidamente no cenário eleitoral. “Ele está preenchendo esse espaço; o nome Bolsonaro ainda tem muita força. Então, acredito que essa questão está decidida”, declarou. Pela primeira vez, o governador contou que, durante a visita anterior, Bolsonaro o questionou sobre sua posição nas eleições presidenciais. Segundo Tarcísio, Bolsonaro teria dito: “E aí, Tarcísio, eleição presidencial, qual é a sua posição?”. O governador respondeu: “A minha posição é ficar em São Paulo. Fui muito contundente, muito claro com ele, porque precisava manter uma linha de coerência”. Tarcísio ainda garantiu que continuará ao lado de Flávio na disputa presidencial.
Almoço secreto de Lula com Moraes surge em meio ao caso Master
Informações recentes revelam que o presidente Lula realizou um almoço secreto com o ministro do STF Alexandre de Moraes, em Brasília. O encontro ocorreu em meio à crise que envolve a Corte, provocada por supostas ligações de magistrados com o Banco Master, segundo o portal Metrópoles. De acordo com três fontes do governo e do Judiciário entrevistadas pela coluna, Lula e Moraes se encontraram a sós em janeiro, sem que o compromisso fosse registrado nas agendas oficiais de nenhum dos dois. Aliados de ambos afirmam que o tema principal foi a segurança pública. A reunião aconteceu logo após a nomeação do ex‑procurador Wellington César Lima como novo ministro da Justiça. Este foi o segundo encontro entre Lula e Moraes no mesmo mês. No dia 15 de janeiro, o presidente recebeu o ministro, o procurador‑geral da República, Paulo Gonet, e outros integrantes do governo para uma reunião ampliada no Palácio do Planalto, um dia depois de Moraes abrir, de ofício, um inquérito sobre possível quebra de sigilo fiscal da Receita Federal e do Coaf envolvendo ministros da Corte e seus familiares. Em dezembro, Lula já havia almoçado com o ministro do STF Dias Toffoli, relator do caso Master. O encontro, divulgado pelo colunista Lauro Jardim, contou com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Tanto Toffoli quanto Moraes foram alvos de reportagens que apontam relações pouco ortodoxas com o Banco Master. No caso de Moraes, a imprensa revelou que o banco contratou o escritório de advocacia da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes. Conforme reportagem da colunista Malu Gaspar, o contrato entre o escritório de Viviane Barci de Moraes e o Banco Master teria valor total de R$ 129 milhões, pagos em parcelas mensais de R$ 3,6 milhões.