Uma câmera de segurança registrou o momento em que Rubens de Lorenzo Barreto, ex-prefeito de Pirapozinho, foi esfaqueado por duas travestis em um posto de combustíveis na Lapa, zona oeste de São Paulo. O ataque ocorreu em 2 de fevereiro. As duas agressoras foram detidas pela polícia e o ex‑prefeito permanece internado. Nas imagens, as travestis deixam o banco traseiro do veículo de Barreto, agredindo‑o com tapas, socos e, posteriormente, com facas. Segundo a polícia, Barreto havia combinado um encontro amoroso com as vítimas na Avenida Marquês de São Vicente. No vídeo, pode‑se observar o carro estacionado no estabelecimento. Barreto foi socorrido de ambulância e encaminhado ao Hospital Samaritano Paulista. Ele tem 78 anos e foi prefeito de Pirapozinho, no interior de São Paulo, na região de Presidente Prudente, durante a década de 1980. Veja o vídeo:
Lula, em clima de Maduro, humilha evangélicos ao dizer que 90% recebem benefícios – e pode pagar caro (Veja o vídeo)
Lula, usando vestimentas semelhantes às que costumava usar o ex‑presidente venezuelano Nicolás Maduro, gerou grande repercussão ao criticar o segmento evangélico durante um evento do Partido dos Trabalhadores (PT). Em tom irritado, questionou a baixa adesão desse público ao partido e afirmou que “90% deles recebem benefícios do governo”, comentário interpretado como uma cobrança política. Para diversos líderes religiosos, a declaração expõe e humilha os evangélicos, reforçando a percepção de dependência do Estado, como se não conseguissem se sustentar sem auxílio governamental. O episódio intensificou o debate sobre ética na comunicação política e sobre o uso de programas sociais como instrumento de influência eleitoral. Analistas alertam que a postura pode custar caro ao presidente. Veja o vídeo:
Subtenente do Exército morre subitamente enquanto corria na esteira da Smart Fit em Brasília
Geovane Araújo Santos, subtenente do Exército Brasileiro, de 50 anos, faleceu após sofrer parada cardíaca enquanto se exercitava na esteira da academia Smart Fit, na 305 Norte, em Brasília, por volta das 6 h desta segunda‑feira (9 de junho). O militar seguia sua rotina habitual de exercícios quando, de forma repentina, sentiu mal e caiu. Funcionários e outros frequentadores tentaram prestar os primeiros socorros enquanto as equipes de emergência eram acionadas. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal atendeu à ocorrência e realizou todo o protocolo de reanimação, mas não obteve sucesso, conforme nota oficial da corporação. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi chamado. A Smart Fit informou que sua equipe iniciou os primeiros atendimentos enquanto aguardava a chegada dos profissionais especializados. “Os profissionais do Samu realizaram o atendimento, mas infelizmente o aluno veio a falecer. A Smart Fit lamenta e se solidariza com a família e os amigos”, declarou a empresa em comunicado à imprensa. Um frequentador que preferiu não se identificar relatou que os responsáveis organizaram a saída dos clientes após o incidente. “Um funcionário avisou que alguém havia passado mal e pediram para evacuarmos”, contou. A unidade da Smart Fit na 305 Norte suspendeu as atividades e permaneceu fechada durante todo o dia. A causa exata da parada cardíaca será determinada após exames cadavéricos. Geovane era subtenente da ativa do Exército Brasileiro e deixa esposa e duas filhas.
Recuperação judicial da Fictor: credores contestam mais de R$ 1 bilhão em créditos supostamente devidos
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Fictor apresente, em cinco dias, uma nova lista de credores, após identificar inconsistências absurdas no processo. As empresas apontadas como principais credoras negaram ter valores a receber do grupo. A American Express, indicada com suposto crédito de R$ 893,2 milhões, contestou a informação. Em comunicado, a empresa afirmou que “um documento judicial protocolado em 2 de fevereiro de 2026 lista incorretamente uma entidade da American Express, American Express Brasil Assessoria Empresarial Ltda., como credora do Grupo Fictor”. A Sefer Investimentos, apontada com R$ 430 milhões a receber, também negou a dívida. A empresa declarou que “não é credora do Grupo Fictor, atuando exclusivamente como gestora/administradora de clientes terceiros e que não realiza a concessão de crédito com recursos próprios”. Os valores contestados pela American Express e pela Sefer Investimentos ultrapassam R$ 1 bilhão. A Sefer é um dos alvos da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal em 14 de janeiro deste ano.
Em plena campanha eleitoral, YouTube derruba canais conservadores
A derrubada dos canais Timeline e Cláudio Dantas pelo YouTube a poucos meses da eleição demonstra que o mecanismo já entrou em ação. Trata‑se de uma grave censura disfarçada de moderação. Para quem não recorda, em 2022 ocorreu situação semelhante: inúmeros canais e portais conservadores foram censurados durante o período eleitoral, silenciando vozes fortes. A grande questão é se essa covardia se repetirá nas eleições de 2026. Tudo o que aconteceu em 2022 – eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e demais acontecimentos – está registrado no best‑seller “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, a obra mais temida por esse “sistema”.
Morre ex-deputado do PT, condenado por escândalos e prisão no Rio
O ex‑vereador e ex‑deputado estadual do Rio de Janeiro Jorge Luis Hauat, conhecido como Jorge Babu, morreu no domingo, aos 60 anos. Ex‑policial civil e com forte atuação política na Zona Oeste da capital fluminense, ficou nacionalmente conhecido por ser o autor das leis que instituíram o feriado do Dia de São Jorge no município e, posteriormente, no estado do Rio. A causa da morte não foi divulgada. A trajetória política de Jorge Babu começou em 2000, quando foi eleito vereador do Rio de Janeiro. Em 2004, pelo Partido dos Trabalhadores (PT), conquistou novo mandato na Câmara Municipal, ampliando sua projeção. Dois anos depois, em 2006, foi eleito deputado estadual, passando a integrar a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). O feriado de São Jorge, criado inicialmente no âmbito municipal, tornou‑se estadual em 2008, após sanção do então governador Sérgio Cabral. O projeto foi apresentado por Babu ainda como vereador, em 2001, e reapresentado quando já era deputado estadual. Em 2010, tentou a reeleição para a Alerj, já filiado ao PTN, mas teve o registro de candidatura indeferido antes do pleito. Em 2024, Jorge Babu buscou retornar à vida pública como candidato a vereador do Rio pelo União Brasil. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou seu último recurso, com base na Lei da Ficha Limpa, encerrando definitivamente a possibilidade de novas disputas eleitorais. Na ocasião, declarou à Justiça Eleitoral possuir R$ 464.027,00 em bens. A carreira de Babu foi marcada por sucessivas investigações, processos judiciais e condenações que comprometeram sua trajetória institucional. Em 2004, ano em que foi reeleito vereador com 23 788 votos, teve sua imagem pública abalada ao ser preso pela Polícia Federal durante operação que investigava rinhas de galo, crime ambiental. Foi detido ao lado do publicitário Duda Mendonça, ex‑marqueteiro do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após pagar fiança, respondeu por maus‑tratos a animais, apologia ao crime e formação de quadrilha. Mesmo após esse episódio, manteve competitividade eleitoral e foi eleito deputado estadual em 2006, ocupando a última vaga do PT na Alerj. Nos bastidores, porém, enfrentava isolamento político e, segundo relatos da época, não participava das decisões da bancada. Ainda em 2004, chegou a enfrentar processo interno de expulsão do PT. O diretório municipal optou inicialmente pelo afastamento, mas a punição foi reduzida a suspensão de 45 dias. Paralelamente, a Corregedoria da Polícia Civil abriu sindicância para apurar sua conduta, já que acumulava o mandato eletivo com o cargo de policial civil. Em 2005, o Ministério Público denunciou Babu por formação de quadrilha e concussão, em investigação que apurava irregularidades envolvendo servidores públicos cedidos à 1ª Vara da Infância e da Juventude do Rio entre 1997 e 2003. Segundo a acusação, o grupo utilizava informações privilegiadas para negociar alvarás judiciais em troca de dinheiro, ingressos e outras vantagens, sobretudo com organizadores de bailes funk. O MP afirmou que Babu atuava como intermediário nessas negociações. A situação judicial se agravou nos anos seguintes. Em 2008, o Ministério Público Federal denunciou o então ex‑parlamentar por formação de quadrilha e extorsão, apontando‑o como líder de um grupo de milícia na Zona Oeste do Rio. Em janeiro de 2009, o PT decidiu expulsá‑lo da legenda por unanimidade. Em setembro de 2010, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou Jorge Babu a sete anos de prisão pelos crimes de formação de quadrilha e integração de milícia, cometidos quando ainda fazia parte da Polícia Civil. No mesmo ano, ele foi demitido do cargo de inspetor de polícia, por decisão do então secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Além das condenações criminais, Babu respondeu a ações de improbidade administrativa. O Ministério Público do Estado do Rio apontou que, enquanto vereador, ele teria se apropriado indevidamente de R$ 4.960,63, valores devidos pela Câmara Municipal a um ex‑assessor. Segundo a denúncia, o funcionário era obrigado a repassar parte do salário ao parlamentar e foi exonerado ao questionar a prática. O MP também apontou falsificação de assinaturas e desvio de recursos para empresa privada, pedindo a devolução do valor, a perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos por até dez anos.
Sinal de Frank na orelha de Henrique Maderite prenunciava infarto, dizem especialistas
A morte do empresário e influenciador mineiro Henrique Maderite, de 50 anos, na última sexta‑feira (6), causou forte comoção entre fãs, amigos e familiares em todo o país. Natural de Minas Gerais, ele faleceu após sofrer um infarto fulminante enquanto se encontrava em seu haras particular, localizado no distrito de Amarantina, em Ouro Preto, na região central do estado. Após a confirmação do óbito, especialistas passaram a chamar a atenção para um detalhe físico visível em imagens públicas do influenciador: a presença do chamado “Sinal de Frank”, uma marca pouco conhecida que aparece no lóbulo da orelha e que pode estar associada a doenças cardiovasculares.
Aluno morre após parada cardíaca durante treino na academia
Um frequentador de academia morreu na manhã desta segunda‑feira (9/2) após sentir mal‑estar enquanto se exercitava em uma unidade da Asa Norte, no Distrito Federal. O incidente ocorreu por volta das 06h na academia Smart Fit, localizada na 305 Norte, e mobilizou equipes de resgate. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), a vítima sofreu uma parada cardíaca dentro do estabelecimento. Os socorristas foram acionados imediatamente e iniciaram os procedimentos de emergência no local. “Foi feito todo protocolo de reanimação, mas sem sucesso”. Após a constatação do óbito, a academia suspendeu imediatamente suas atividades e permaneceu fechada durante todo o dia, a fim de viabilizar os procedimentos necessários e garantir a segurança dos demais usuários. Informações apuradas indicam que o aluno passou mal enquanto utilizava a esteira durante o treino. Um outro frequentador, que preferiu não se identificar, relatou que os funcionários avisaram os presentes de que o ambiente precisaria ser evacuado devido ao quadro grave de saúde. Até o momento, a identidade da vítima não foi divulgada pelas autoridades. As circunstâncias do caso ainda serão analisadas e não há informações públicas sobre possíveis condições médicas pré‑existentes.
AO VIVO: LULA DECLARA “GUERRA” CONTRA OS EVANGÉLICOS (VEJA O VÍDEO)
Um caso chocante! Um padre em Minas Gerais barrou a comunhão e expulsou fiéis que apoiam o deputado Nikolas Ferreira. Até onde vai a intolerância religiosa? Enquanto isso, nos bastidores de Brasília, o vice‑presidente Geraldo Alckmin vive um dilema: busca a reeleição, mas rumores indicam que o PT já prepara o descarte de seu nome. A aliança está por um fio? E mais: a Polícia Federal quebrou a criptografia do celular do empresário Daniel Vorcaro, recuperando inclusive dados apagados. Os poderosos de Brasília estão apreensivos. Para analisar os assuntos, o Jornal do JCO recebeu o professor Marcos Pizzolatto, a deputada Silvia Waiãpi e o jornalista Diogo Forjaz. Não fique de fora desse debate essencial para o Brasil. Assista, compartilhe e apoie o jornalismo independente! Veja o vídeo:
Urgente: pesquisa mostra salto inesperado de Flávio Bolsonaro que pode mudar a disputa
Segundo a revista Veja, uma “força inédita” de Flávio Bolsonaro apareceu em nova pesquisa que traz um “número que pode mudar o jogo”. A pesquisa Real Time Big Data sobre a corrida presidencial, divulgada nesta segunda‑feira (9), apresentou um sinal fora da curva para esta fase do calendário eleitoral. Em comentário no programa Ponto de Vista, o colunista Mauro Paulino destacou um dado que costuma passar despercebido, mas que pode revelar muito sobre o cenário de 2026: o percentual de eleitores indecisos. De acordo com a pesquisa, 31 % dos entrevistados ainda não sabem em quem votar quando a questão é feita de forma espontânea, ou seja, sem a apresentação dos nomes dos candidatos. Esse índice está abaixo da média histórica para um momento em que a eleição ainda está distante. Para Paulino, isso indica que o eleitor já está mais conectado à disputa e tem nomes bem definidos na mente. Por que a taxa de indecisos chamou tanta atenção? Paulino explicou que, em pesquisas espontâneas realizadas cerca de oito meses antes da eleição, costuma‑se observar um número bem maior de indecisos. O patamar atual sugere que mais da metade do eleitorado já tem um candidato espontâneo, sem precisar ser estimulado por uma lista de nomes. Esse fator ajuda a entender a largada forte de Luiz Inácio Lula da Silva, que aparece com 28 % na pesquisa espontânea e salta para 39 % na estimulada — um crescimento relevante, mas dentro do esperado para um presidente em exercício. O que explica o salto de Flávio Bolsonaro? O dado mais expressivo, porém, está do outro lado da polarização. Flávio Bolsonaro parte de 14 % na pesquisa espontânea e chega a 30 % quando os nomes são apresentados aos eleitores. Na leitura de Paulino, trata‑se de um fenômeno raro. “O sobrenome Bolsonaro demonstra uma força inédita de transferência de votos”, avaliou o colunista. Diferentemente de heranças políticas tradicionais, o crescimento de Flávio ocorre de forma rápida e quase automática, mesmo sem campanha estruturada ou lançamento formal de candidatura. Lula já encontrou seu teto? Outro ponto destacado na análise é o chamado “teto eleitoral”. Segundo Paulino, os números indicam que Lula já opera próximo de seu limite máximo de intenções de voto, especialmente nas simulações de segundo turno, onde oscila perto de 49 %. No caso de Flávio Bolsonaro, o teto ainda é desconhecido. “A gente não sabe até onde ele pode chegar”, afirmou o colunista, ressaltando que esse será um dos principais pontos de observação ao longo da campanha. Tarcísio está mesmo fora do jogo? Embora Tarcísio de Freitas não apareça com força na pesquisa espontânea, Paulino pondera que ainda é cedo para descartá‑lo completamente. Com avaliação positiva em São Paulo e reconhecimento crescente, sua saída da disputa presidencial ainda depende do grau de convicção de suas declarações públicas. A terceira via tem espaço real? O debate também abordou os nomes da chamada terceira via. Ratinho Júnior apresenta desempenho superior ao de outros governadores do mesmo campo, em parte, segundo Paulino, por associação automática com o pai, figura amplamente conhecida no país. Mesmo assim, o colunista mostrou ceticismo quanto às chances de romper a polarização. O histórico eleitoral recente demonstra que candidaturas alternativas raramente ultrapassam a marca dos 10 %. “Quando o eleitor é colocado diante da escolha final, tende a optar pelo lulismo ou pelo bolsonarismo”, resumiu. O que a pesquisa indica, afinal? Na avaliação de Paulino, os números reforçam um cenário já conhecido, mas agora com um ingrediente novo: o eleitor está mais atento mais cedo, e a polarização parece ainda mais consolidada. A disputa avança, mais uma vez, para um embate direto entre os dois campos que dominam a política brasileira desde 2018.