A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) enviou ofício ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), informando que um detento do regime semiaberto colabora na entrega de medicamentos ao ex‑presidente Jair Bolsonaro na unidade prisional conhecida como “Papudinha”. “Para fins de conhecimento e registro, informo que a atividade de distribuição de medicamentos ao custodiado Jair Messias Bolsonaro é realizada pela Seção de Cadastro da unidade, com o auxílio eventual de custodiado do regime semiaberto devidamente classificado e designado exclusivamente para essa finalidade, como forma de remição de pena”, declarou a corporação. A PMDF acrescentou que a distribuição ocorre de maneira padronizada e controlada, alcançando todos os custodiados do núcleo, sempre sob supervisão direta do efetivo policial responsável. O detento designado para a função está cadastrado no Núcleo de Custódia da Polícia Militar do Distrito Federal (NCPM), unidade especializada vinculada ao 19º Batalhão da Polícia Militar. O deputado Gil Diniz reagiu de forma contundente: “ALERTA MÁXIMO: QUEM VAI GARANTIR A SEGURANÇA DE BOLSONARO?” A Polícia Militar do Distrito Federal colocou um detento em regime semiaberto para auxiliar na medicação de Jair Bolsonaro, segundo reportagem da Revista Oeste. É absolutamente legítimo questionar isso: quem garante que esse preso não será abordado por terceiros ao sair da unidade? Quem vai assegurar que ele não será coagido, pressionado ou incentivado a trocar medicamentos, adulterar doses ou mesmo envenenar Bolsonaro? A segurança e a integridade de um paciente com histórico médico grave (ex‑presidente, alvo de atentado, com necessidade contínua de tratamento) não pode depender da boa vontade de um interno ou de um esquema improvisado. A PM do DF precisa explicar publicamente e com detalhes quais protocolos de segurança, acompanhamento e fiscalização estão sendo adotados. Não se trata de paranoia, mas de preocupação legítima com a vida de um cidadão que está sob custódia do Estado. A quem isso serve?” A perseguição ao ex‑presidente Bolsonaro e a seus aliados tem sido descrita como cruel, absurda e desumana. Segundo relatos, há temores de que o pior ainda possa acontecer, com tentativas de silenciar o ex‑mandatário e ocultar fatos de 2022.
M a Imper… no Brasil
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Lula faz exames e agenda cirurgia de catarata em poucas horas
O presidente Lula passou por exames médicos nesta quinta‑feira, 29, como etapa preparatória para a cirurgia de catarata no olho esquerdo. A intervenção está prevista para a manhã da sexta‑feira, 30, na capital federal, e, segundo a equipe médica, trata‑se de um procedimento simples e de baixa complexidade. Mesmo após os exames pré‑operatórios, Lula manteve a agenda oficial ao longo do dia. De acordo com informações do Palácio do Planalto, o presidente trabalhou normalmente e não apresentou intercorrência clínica. A cirurgia de catarata consiste na retirada do cristalino opaco e na implantação de uma lente artificial. O procedimento costuma ser rápido, realizado com anestesia local, e permite recuperação em curto período. Não é a primeira vez que o presidente se submete a esse tipo de intervenção. Em 2020, ele realizou cirurgia semelhante no olho direito, também sem complicações, retomando as atividades públicas poucos dias depois. A Presidência da República afirma que não há previsão de afastamento prolongado nem de alterações significativas na agenda oficial após o procedimento. A recomendação médica é de repouso relativo nas primeiras horas e retorno gradual às funções, conforme a evolução do pós‑operatório. Nos últimos anos, a saúde do presidente tem sido acompanhada de forma contínua, com divulgação prévia de exames, cirurgias e eventuais internações. O governo sustenta que essa prática integra o protocolo de transparência sobre as condições de saúde do chefe do Executivo. A equipe médica que acompanha Lula desde o início do mandato avalia que a cirurgia não apresenta riscos relevantes. O Palácio do Planalto informou ainda que novas atualizações sobre o estado de saúde do presidente poderão ser divulgadas após a realização do procedimento, caso haja necessidade.
AO VIVO: TARCÍSIO, BOLSONARO E FLÁVIO JUNTOS (VEJA O VÍDEO)
O presidente do STF, Edson Fachin, está muito preocupado com a situação dos “Supremos”. Ele defende a adoção de um código de conduta para os ministros e alerta que, sem autolimitação, a regulação pode vir de fora. Fachin admite falta de apoio interno e afirma que um impeachment de ministros provocaria uma crise institucional gravíssima. Após encontro com Jair Bolsonaro, Tarcísio de Freitas anunciou que vai entrar “muito forte” na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. O caso Master continua repercutindo. O senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, confirmou a convocação do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para depor no dia 5 de fevereiro. Para analisar os assuntos com profundidade, o Jornal do JCO recebe um time de peso: o analista político Coronel Gerson Gomes, o jornalista Glauco Fonseca e o vereador Rony Gabriel. Assista, compartilhe com os amigos e apoie o trabalho independente do Jornal da Cidade Online! Veja o vídeo: O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada. Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta, a partir de hoje, será ainda maior. O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
Justiça concede 15 dias para Lula justificar asilo a ex‑primeira‑dama peruana condenada por corrupção
A Justiça Federal determinou que a União deve apresentar, no prazo de quinze dias, toda a documentação relativa ao asilo diplomático concedido à ex‑primeira‑dama do Peru, Nadine Heredia Alarcón, condenada por corrupção, bem como esclarecimentos sobre o uso de aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) para o seu deslocamento ao Brasil. A decisão foi proferida nesta terça‑feira (27) em Brasília, pela juíza federal Diana Maria Wanderlei da Silva. A medida decorre de ação popular ajuizada pelo professor aposentado Daltro Feltrin, morador de Dourados, a 251 km de Campo Grande. O autor pede a anulação do asilo e questiona a legalidade do eventual uso de recursos públicos para o transporte da peruana em avião oficial. Ao analisar o caso, a magistrada ressaltou que o ponto central é verificar se a concessão observou os critérios estabelecidos na Convenção sobre Asilo Diplomático de 1954, da qual o Brasil é signatário. O tratado impede a concessão do benefício a pessoas condenadas por crimes comuns e exige fundamentação formal e respaldo jurídico nos atos administrativos. “O cerne da controvérsia reside em verificar se a concessão do asilo observou os limites objetivos impostos pelo artigo III da Convenção sobre Asilo Diplomático de 1954”, registrou a magistrada. A juíza também destacou a necessidade de apurar se houve procedimento administrativo regular e autorização expressa para o uso de recursos públicos no traslado da ex‑primeira‑dama. Determinou que, neste momento, a produção de provas fique restrita à apresentação de documentos oficiais. Pedidos de perícia técnica, oitiva de testemunhas e depoimentos pessoais dos réus foram indeferidos, pois a controvérsia tem natureza predominantemente jurídica. “A controvérsia posta nos autos é predominantemente jurídica”, afirmou. Com a decisão, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o comandante da FAB, Marcelo Damasceno, e a própria União deverão encaminhar, dentro do prazo estabelecido, os documentos relativos ao asilo diplomático e ao uso da aeronave oficial. “A instrução probatória adequada ao deslinde da causa consiste, neste momento, na produção de prova documental”, reforçou a juíza. A magistrada ainda incluiu o ministro da Justiça no processo, na condição de terceiro interessado, permitindo que ele apresente manifestações e documentos que considere pertinentes para o esclarecimento dos fatos.
Veja Vorcaro revelar que conversou com o governador Ibaneis Rocha sobre a tentativa de venda do Master ao BRB
O empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, declarou em depoimento à Polícia Federal (PF) que manteve conversas diretas com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), a respeito da tentativa de aquisição do banco pelo Banco de Brasília (BRB). As informações constam de uma acareação conduzida pela PF em dezembro e foram divulgadas ao público nesta quinta‑feira (29). Durante o depoimento, a delegada Janaina Palazzo questionou de forma objetiva se Vorcaro havia tratado com o governador sobre a proposta anunciada em 28 de março de 2025. “O senhor conversou com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, sobre a proposta de aquisição do Banco Master pelo BRB, anunciada em 28 de março de 2025?”, indagou a delegada. Em resposta, o banqueiro confirmou o contato: “Conversei em algumas poucas oportunidades, sim”. Em seguida, a autoridade policial pediu que Vorcaro detalhasse os encontros, indicando datas aproximadas, locais e o conteúdo das conversas, além de perguntar se houve visitas à residência do governador ou à sua própria casa. O dono do Banco Master afirmou que os encontros ocorreram em ambientes privados, mas minimizou a frequência: “Já foi à minha casa, se eu não me engano, uma vez. E eu já fui à casa dele. A gente se encontrou poucas vezes. Conversas institucionais”, declarou à PF. Veja:
Toffoli divulga depoimentos do caso Banco Master e evidencia gravidade das revelações
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a retirada do sigilo dos depoimentos prestados à Polícia Federal por figuras centrais da investigação que apura fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Entre os testemunhos agora tornados públicos estão os dos banqueiros Daniel Vorcaro, controlador do Master, e Paulo Henrique Costa, então presidente do Banco de Brasília (BRB), colhidos no final de dezembro. As oitivas foram conduzidas pela delegada da PF Janaína Palazzo e antecederam a acareação entre os dois empresários, procedimento determinado pelo próprio Toffoli no curso das apurações. O caso investiga um complexo esquema financeiro que envolve operações entre instituições bancárias e o uso de garantias do sistema financeiro. Também prestou depoimento na mesma ocasião o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. Conforme já havia sido revelado anteriormente, ele afirmou que a provisão de recursos que o BRB precisaria fazer para cobrir eventuais prejuízos relacionados ao Banco Master poderia chegar a aproximadamente R$ 5 bilhões. No depoimento agora público, Daniel Vorcaro declarou à Polícia Federal que manteve mais de uma conversa com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, a respeito da tentativa de venda do Banco Master ao BRB. O banqueiro reconheceu ainda que a instituição enfrentava dificuldades de caixa durante o período investigado. Vorcaro também explicou que o modelo de negócios do banco estava fortemente estruturado no uso do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), mecanismo financiado pelo próprio sistema financeiro para proteger investidores e correntistas em caso de quebra de instituições. Já Paulo Henrique Costa relatou à PF que a operação envolvendo o Master ocorria em meio a um processo de substituição de ativos da instituição privada. Segundo ele, era necessário ganhar tempo para viabilizar esse rearranjo, em sua função de “zelar pelo BRB”. A declaração foi feita em resposta a questionamentos da Polícia Federal sobre uma anotação encontrada na agenda da ex‑diretora de Controle e Riscos do BRB, Luana Andrade Ribeiro. De acordo com os investigadores, o registro indicava que Costa teria determinado a compra de carteiras de crédito com o objetivo de evitar a quebra do Banco Master. Com a retirada do sigilo, os depoimentos passam a integrar de forma mais transparente o conjunto de informações analisadas no inquérito que apura responsabilidades e eventuais irregularidades nas operações envolvendo o Banco Master, o BRB e outros agentes do sistema financeiro. O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta, a partir de hoje, será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
URGENTE: VORCARO E EX‑PRESIDENTE DO BRB DISPUTAM VERSÃO SOBRE VENDAS DE CARTEIRAS DE CRÉDITO (VEJA O VÍDEO)
Imagens recentes mostram o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e o ex‑presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, apresentando versões divergentes durante acareação realizada no final de dezembro pela Polícia Federal, acerca da origem das carteiras de crédito vendidas pelo Banco Master ao banco público. Os vídeos da acareação foram publicados nesta quinta‑feira (29) pelo portal Poder 360. Veja: Durante o depoimento, a delegada responsável pelo inquérito questionou Vorcaro, que negou ter informado que as carteiras comercializadas teriam origem na empresa Tirreno ou no próprio Master. Segundo o empresário, o que foi comunicado ao BRB foi apenas a mudança de modelo de negócios, passando a vender carteiras originadas por terceiros. “Anunciamos que faríamos vendas de originadores terceiros. Não me lembro, naquela ocasião, sequer do nome Tirreno. A conversa era sobre um novo formato de comercialização, com carteiras originadas por terceiros, e não mais por originação própria”, afirmou. A investigação da Polícia Federal enumerou diversas operações suspeitas entre o Banco Master e o BRB, apontando falhas graves de governança. A PF apura se houve omissão dos gestores do BRB e se os procedimentos de prudência e governança foram violados na aquisição de carteiras que representavam 30 % dos ativos do banco público. Conforme a investigação, isso pode indicar que o BRB teria ajudado irregularmente o Master em sua crise de liquidez. O deputado Nikolas Ferreira conquistou o objetivo da caminhada… Fez o Brasil todo parar e olhar o apelo por justiça e liberdade dos presos políticos do país, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Sua luta a partir de hoje será ainda maior… O “sistema” não vai descansar nas tentativas de silenciá‑lo.
Fachin vira o jogo contra Gilmar, Toffoli e Moraes
Fachin, como presidente do Supremo Tribunal Federal, tem duas alternativas: estabelecer um código de conduta para os ministros, contribuindo para a estabilização da crise institucional, ou tentar encobrir o caso Master, correndo o risco de ser visto como cúmplice de um grande escândalo. Gilmar Mendes e Dias Toffoli não querem levar a questão ao plenário; Xerxes Ribeiro depende das decisões monocráticas para consolidar sua autoridade. Os três se opõem ao código de conduta, mas enfrentam um problema: Fachin afirma contar com cinco votos, o que, somado ao seu, garante maioria para aprovar a proposta.
Reflexos imediatos da cruzada trumpista contra a China e o narcoterrorismo no Brasil
O governo em crise tenta se equilibrar entre as forças instáveis e corruptas da banca financeira e midiática, que lava dinheiro e está subordinada às interferências globalistas do Fórum Econômico Mundial e ao bloco russo‑chinês‑islâmico, além do Foro de São Paulo, financiadores do narcoterrorismo, consequência das organizações criminosas como PCC, Hamas, Hezbollah, Cartel de Los Soles etc. Com a cruzada trumpista contra o avanço chinês no Ocidente, o narcoterrorismo islâmico e a queda de Maduro, reflexos imediatos surgiram no Brasil. Privado do apoio norte‑americano promovido pelos democratas de Biden, cataclismos atingiram o interior da banca financeira nacional. Escândalos envolvendo traidores da Pátria em todas as esferas de poder eclodiram, desintegrando esquemas bilionários e criminosos de lavagem de dinheiro do narcotráfico em instituições financeiras que compravam políticos, juízes e veículos de mídia. O levante popular e o surgimento de novas lideranças, no caminho aberto por Jair Bolsonaro no Brasil, Donald Trump nos EUA e Benjamin Netanyahú em Israel, expõem e colocam em xeque a resistência popular às tentativas de hegemonia mundial dos globalistas do WEF e do bloco russo‑chinês‑islâmico. Nada acontece por acaso; os acontecimentos alarmantes que presenciamos no Brasil estão intrinsecamente ligados à disputa mundial entre uma elite que pretende dominar o povo e o povo que luta por liberdade e pelo direito de escolher seus líderes em eleições limpas, auditáveis e sem suspeitas. Não estamos sozinhos. Pedro Possas, médico.