O vereador Carlos Bolsonaro utilizou a plataforma X para expor a realidade da situação do ex-presidente, seu pai. Com poucas palavras, mas impactantes, ele demonstrou o quão absurda é a prisão e a perseguição que o ex-presidente tem enfrentado. Citando manchetes de diferentes portais, Carlos Bolsonaro revelou um cenário preocupante, mostrando a que ponto o Brasil chegou. As declarações apontam para um ex-presidente alvo de todas as atrocidades que o “sistema” é capaz de orquestrar. A situação é grave. Segundo o vereador, a vida do ex-presidente ainda corre risco. Este é o retrato de um país onde as instituições se voltam contra um líder eleito, evidenciando uma perseguição política sem precedentes.
Jornalista Expõe Censura de Moraes: Elisa Robson Denuncia Bloqueios e Multa Diária a Elon Musk
Um escândalo de proporções graves vem à tona com as denúncias da jornalista Elisa Robson, que detalhou ter sido alvo de bloqueios, censura e até interrogatórios orquestrados pelo ministro Alexandre de Moraes. A perseguição, segundo Robson, teve início após a publicação de reportagens que expunham conexões entre redes de narcotráfico, regimes autoritários da América Latina e organizações criminosas que atuam no Brasil. Desde 2023, a jornalista encontra-se nos Estados Unidos, vivendo em um exílio autoimposto para manter sua liberdade e segurança. As ações de Moraes não se limitaram à jornalista. Elisa revelou que uma decisão judicial impôs uma multa diária de 20 mil dólares a Elon Musk, proprietário da plataforma X, caso o perfil da repórter permanecesse acessível a usuários brasileiros. Para Elisa Robson, estas medidas representam uma afronta inaceitável à liberdade de expressão. Ela alerta para ‘um quebra-cabeça em formação’, envolvendo investigações internacionais e possíveis sanções por parte do governo dos Estados Unidos, o que levanta sérios questionamentos sobre os verdadeiros motivos por trás das decisões do ministro.
Rio de Janeiro: Delegado Palumbo Reage a Críticas Acadêmicas Sobre Operações Policiais
Um debate acalorado trouxe à tona duas visões radicalmente opostas sobre a atuação das forças de segurança no Rio de Janeiro. No centro da discussão, a professora Jaqueline Muniz e o delegado Palumbo confrontaram-se durante programa de Paulo Mathias, abordando as recentes operações nos complexos da Penha e do Alemão. A professora Jaqueline Muniz criticou a estratégia empregada, afirmando que muitas incursões policiais são mal planejadas e expõem agentes. Ela apontou falhas estruturais, carência de preparo técnico e a falta de critérios claros nas missões, defendendo a necessidade de planejamento detalhado e superioridade de recursos. Em contraponto, o delegado Palumbo defendeu a corporação, ressaltando que os agentes operam em condições de imprevisibilidade e alto risco. Palumbo criticou veementemente a “teorização excessiva” no debate sobre segurança pública, argumentando que a academia, muitas vezes, ignora a dura realidade enfrentada diariamente nas ruas. O confronto revelou a profunda divergência sobre como o combate à criminalidade deve ser conduzido, contrastando a visão acadêmica com a experiência prática dos que atuam na linha de frente.
Ataque no Rio: Quatro Policiais Mortos e Quatorze Feridos Enquanto Esquerda Distorce Fatos
O Rio de Janeiro é palco de uma batalha diária, e a última terça-feira marcou mais um capítulo sangrento, com heróis das forças militares lutando pela vida após um confronto direto com bandidos. Enquanto setores da esquerda tentam distorcer os fatos e defender o terrorismo que se instala no Brasil, os verdadeiros heróis continuam a lutar. Há quem diga que não se pode mais polarizar a vida entre o bem e o mal, mas a realidade impõe sua própria clareza. Quatro policiais perderam suas vidas em serviço. Um sacrifício que não pode ser esquecido pela nação. Além disso, quatorze policiais foram feridos no mesmo confronto, e três deles encontram-se em estado grave. É fundamental dar apoio a esses homens que arriscam tudo. O delegado-assistente Bernardo Leal Annes Dias, representando a coragem de todos os envolvidos, recebeu homenagens por sua atuação.
Moraes mantém silêncio sobre visita de Nikolas a Bolsonaro há mais de dois meses
A espera se estende por mais de dois meses. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), permanece em silêncio sobre a solicitação do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em prisão domiciliar em Brasília desde 4 de agosto. O requerimento foi apresentado pela defesa de Bolsonaro em 19 de agosto, conforme determinação do próprio Moraes. O ministro havia exigido que todos os pedidos de visita fossem protocolados exclusivamente pelos advogados do ex-presidente. Apesar de ter analisado e despachado outros pedidos semelhantes, a solicitação de Nikolas Ferreira segue sem deliberação. Antes disso, em 11 de agosto, advogados do deputado já haviam protocolado um pedido individual para realizar a visita. No dia seguinte, Moraes rejeitou todos os requerimentos considerados “avulsos”, reforçando que apenas a defesa de Bolsonaro poderia formalizar novas solicitações. Desde então, o deputado aguarda uma decisão que segue pendente de análise no gabinete do ministro. A situação levanta questionamentos sobre a morosidade e a falta de resposta em um caso que envolve figuras públicas.
Dossiê Choca a Globo com Revelações de Escândalos; Caio Castro Sofre Acidente no Paraná
Dias de terror para a alta cúpula da Globo: um ‘dossiê’ foi lançado e expõe o que a emissora sempre tentou esconder. O livro, intitulado ‘Dossiê Globo: Os Segredos da Emissora’, revela como, ao longo das décadas, a emissora negligenciou sistematicamente crimes em seus bastidores. A obra detalha escândalos, casos de assédio, acordos e escusas relações políticas que, certamente, vão tirar o sono de muita gente. Enquanto isso, o ator Caio Castro sofreu um acidente nesta quinta-feira (30) no Paraná. O incidente ocorreu durante um treino preparatório para o Cascavel de Ouro, tradicional prova automobilística. A notícia foi confirmada por sua namorada, a atriz Vitória Bohn, por meio das redes sociais, tranquilizando os fãs ao informar que ele estava bem. A assessoria do ator foi procurada pela imprensa, mas ainda não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido.
William Bonner Sai do Jornal Nacional da TV Globo Após Quase Três Décadas
A sexta-feira, dia 31, marcou o fim de uma era no telejornalismo brasileiro. William Bonner se despediu oficialmente da bancada do Jornal Nacional, da TV Globo, em sua última apresentação. Bonner estava à frente do telejornal há impressionantes 29 anos. Sua trajetória incluiu também 26 anos como editor-chefe do programa, consolidando-o como o jornalista mais duradouro a ocupar a bancada do JN. Nesta noite de sexta, o apresentador oficializou sua saída da emissora.
Carlos Bolsonaro no Rio: Solidariedade a PMs e Forças de Segurança após Ataque Terrorista
O vereador Carlos Bolsonaro esteve no Rio de Janeiro para levar apoio e solidariedade às forças de segurança do estado. A visita acontece após o que ele classificou como um ato de terrorismo, que vitimou guerreiros fardados. Bolsonaro levou um abraço de seu pai, o ex-presidente, aos “heróis fardados”. Em uma importante reunião, Carlos Bolsonaro se encontrou com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, o Comando da Polícia Militar, a Polícia Civil, a Polícia Penal e representantes de Delegacias Especializadas. Mais de 20 parlamentares do RJ e de outros estados também estiveram presentes no encontro. Durante a ocasião, o vereador expressou sua solidariedade às “valorosas forças de segurança”, estendendo o apoio também aos demais estados do país. Ele ressaltou a importância de abençoar, guardar e confortar aqueles que estão na linha de frente desta “guerra”. Bolsonaro destacou a coragem e a fé dos que lutam “pelo bem da nossa sociedade contra o mal que a assola”. Ele finalizou sua declaração com uma mensagem de união e resiliência: “Lutamos o bom combate e seguiremos firmes… Deus salve o Brasil!”.
Maciço apoio no Rio à megaoperação policial; população homenageia agentes mortos no Alemão e Penha
O clamor por segurança no Rio de Janeiro se reflete em dados: uma pesquisa recente revela apoio esmagador da população à megaoperação policial realizada no Complexo do Alemão e da Penha. Divulgada pela Arrow Pesquisas, a análise indica que 68,8% dos cariocas aprovam a ação das forças de segurança, enquanto apenas 24,4% se posicionaram contra. O levantamento ouviu 2,2 mil pessoas em toda a capital fluminense e interior. Essa aprovação não se limita aos números oficiais. Relatos em grupos de WhatsApp de diversas regiões da cidade também confirmam o respaldo majoritário, com mensagens de agradecimento e solidariedade aos policiais. A cidade, por sua vez, prestou homenagens aos policiais que perderam a vida durante os confrontos. Os sargentos Cleiton Serafim Gonçalves, de 42 anos, e Heber Carvalho da Fonseca, de 39 anos, foram velados no batalhão de Laranjeiras e sepultados em Mendes e Sulacap, respectivamente. Anteriormente, os policiais civis Marcus Vinicius Cardoso, de 51 anos, e Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, já haviam sido sepultados. Em reconhecimento ao sacrifício, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou a concessão da Medalha Tiradentes, proposta pelo deputado Marcelo Dino. Uma nova homenagem pública está agendada para 5 de abril, às 17h, em frente ao Palácio Guanabara, reunindo autoridades, familiares e membros das corporações policiais.
Câmara de SP: Vereador Lucas Pavanato (PL) barra tentativa do PT de ‘homenagear’ criminosos
A Câmara Municipal de São Paulo foi palco de um episódio que expõe a postura da esquerda brasileira, ao tentar ‘homenagear’ criminosos mortos em uma megaoperação. O plano era realizar um minuto de silêncio para indivíduos do Comando Vermelho, mortos em uma ação policial no Rio de Janeiro. A iniciativa partiu da vereadora Luna Zarattini (PT-SP). No entanto, a tentativa foi corajosamente impedida pelo vereador Lucas Pavanato (PL-SP), que se opôs veementemente à proposta. A reação de Pavanato gerou um intenso bate-boca dentro do plenário da Câmara Municipal.