João Marcelo de Oliveira, filho do músico João Gilberto, foi condenado a 1 ano, 4 meses e 15 dias de detenção por difamação e injúria contra o advogado Fernando Augusto Henriques Fernandes. A decisão foi proferida pelo juiz Daniel Werneck Cotta, da 33ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. A pena será convertida em prestação de serviços comunitários e fornecimento de cestas básicas. O autor das ofensas utilizou o Facebook para publicar 16 mensagens dirigidas a Fernando Augusto Henriques Fernandes, que atua como advogado de Adriana Magalhães Hoineff, ex‑esposa de João Gilberto. Nas postagens, João Marcelo empregou termos como “mentiroso saco de merda”, “mentiroso”, “mentiroso compulsivo”, “vergonha”, “babaca” e “fodido”. Essa condenação integra um conjunto de disputas judiciais envolvendo familiares do criador da bossa nova, falecido em 2019. João Marcelo é filho da relação entre João Gilberto e Astrud Gilberto.
JORNALISTA FELIPE MOURA BRASIL CHAMA MORAES DE ‘MENTIROSO’ E ‘SONSO’
Recentemente, o site Metrópoles divulgou que Alexandre de Moraes visitou duas vezes o banqueiro Daniel Vorcaro em sua mansão. Moraes reagiu, negou e classificou a matéria como “criminosa”. O veículo manteve a denúncia e, na prática, tratou o magistrado como “mentiroso”. Depois, ele permaneceu em silêncio. Surgiu, então, um novo episódio semelhante, desta vez envolvendo o jornalista Felipe Moura Brasil, do site O Antagonista. Ele comentou três afirmações recentes feitas por Alexandre de Moraes: 1 – “O magistrado não pode fazer mais nada na vida.” Felipe Moura Brasil respondeu: “Moraes extrapola o ridículo. Ganha o teto do funcionalismo público, tem a caneta mais poderosa do país e se faz de coitado, vítima da vigilância de ‘má‑fé’ da sociedade.” 2 – “Passaram a demonizar palestras”. O jornalista prosseguiu: “Mentira. Criticam‑se participações e até organizações em eventos de lobby com empresários que têm processos no STF.” 3 – “O magistrado não pode ter ligação com o processo que julga.” Felipe Moura Brasil detonou: “E suas esposas e seus familiares advogados podem faturar fortunas com alvos de processos julgados por eles ou por seus colegas? Esse é o ponto. E essa discussão vai além de suspeição ou impedimento em caso específico. Ela alcança suspeitas e hipóteses de tráfico de influência, lavagem de dinheiro, advocacia administrativa, exploração de prestígio, organização criminosa etc. Da mesma forma, o debate moral ultrapassa o cumprimento das regras já existentes, sendo, ele próprio, a semente de aperfeiçoamentos legais capazes de enquadrar quem atua imoralmente nas brechas da legislação. Acuado e avesso ao autoexame, Moraes se faz de sonso sobre a natureza das críticas ao Centrão do STF, foge à transparência e passa a recriminar jornalistas e demais cidadãos que defendem o Poder Judiciário contra as condutas impróprias dos atuais integrantes de sua cúpula.” Moraes chegou a esbravejar ao falar sobre impedimento de juízes em ações com advogados da família, chamou a matéria de “criminosa” e, em seguida, manteve‑se em silêncio. O jornalista revelou o motivo (veja o vídeo).
Saúde de Bolsonaro se deteriora drasticamente
O estado de saúde do ex‑presidente Jair Bolsonaro tem se deteriorado de forma alarmante nos últimos dias. Diante esse quadro, os advogados de Bolsonaro solicitaram à Polícia Federal que seja intimada a anexar, com urgência, o laudo médico elaborado pela junta pericial da corporação, documento essencial para a análise do pedido de prisão domiciliar humanitária. O ex‑presidente apresentou episódios de vômitos sucessivos e uma crise de soluços intensificada recentemente, configurando um quadro de saúde já descrito como fragilizado. Entretanto, o laudo da perícia médica realizada pela Polícia Federal ainda não foi juntado aos autos, mesmo após o vencimento do prazo de dez dias fixado pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes. “Dessa forma, considerando o esgotamento do prazo fixado por Vossa Excelência, o já amplamente delineado estado de saúde fragilizado do Peticionário — o qual, inclusive, apresentou piora nos últimos dias, com o surgimento de episódios eméticos (vômitos) e crise de soluços acentuadas — requer‑se seja determinada a intimação da Superintendência da Polícia Federal, na pessoa de seu responsável, para que proceda, com a máxima urgência, à juntada do laudo pericial aos autos”, dizem os advogados.
Mãe da adolescente que acusa ministro do STJ de assédio permanece em sigilo, mas seu prestígio jurídico é destacado
Uma acusação de assédio sexual envolvendo o ministro Marco Buzzi, integrante do Superior Tribunal de Justiça (STJ), está sendo investigada pelas autoridades desde janeiro. A denúncia foi apresentada por uma jovem de 18 anos, que afirma ter sido vítima do crime enquanto passava um período de férias na residência do magistrado, em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina. Marco Buzzi foi indicado ao Superior Tribunal de Justiça em 2011, durante o governo da então presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). Sabe‑se que a mãe da denunciante é uma advogada respeitada e conhecida de São Paulo; o nome dela permanece em sigilo. O ministro nega as acusações. Em nota, afirmou ter sido “surpreendido com o teor das insinuações” e declarou que elas “não correspondem aos fatos”. O STJ decidiu abrir uma sindicância para apurar os fatos, que reunirá e analisará documentos já formalizados em outras instâncias, como o boletim de ocorrência registrado pela família da denunciante e cópias de depoimentos prestados ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A comissão também examinará os elementos constantes nos autos administrativos antes de qualquer deliberação sobre eventuais desdobramentos. Para conduzir a apuração, o Pleno do STJ realizou um sorteio que resultou na escolha dos ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antônio Carlos Ferreira. A opção por um sorteio foi defendida como forma de garantir neutralidade ao processo. Os três ministros integram a mesma turma de Buzzi no tribunal e estão entre os mais antigos do STJ, característica considerada relevante pelos integrantes da Corte diante da sensibilidade do caso e da necessidade de condução experiente da investigação.
Lenda do Jiu‑Jitsu brasileiro acusado de assédio: a verdade que ninguém quer aceitar
O assunto que tem mobilizado o universo das artes marciais é a acusação de assédio sexual feita por uma jovem atleta contra um conhecido expoente do jiu‑jitsu. Não me posiciono ao lado de nenhum dos envolvidos, pois não disponho de elementos que comprovem quem está dizendo a verdade e quem está mentindo. Há tempos, defensores afirmam que mulheres deveriam treinar apenas com mulheres e homens apenas com homens. Não pratico jiu‑jitsu, porém, segundo informações, algumas academias já adotam essa separação. A mesma discussão sobre o limite do contato físico entre homens e mulheres ocorre na dança, resumida na célebre frase de Bernard Shaw: “A dança é a expressão vertical de um desejo horizontal”. Há uma realidade incontornável: quando duas pessoas saudáveis permanecem em contato próximo, o instinto sexual pode ser despertado, o erótico se espalha e surge a hipocrisia de quem alega tratar‑se apenas de dança, treino ou procedimento médico. A situação se complica quando a mulher é o tipo preferido do homem que a toca, e ele também é o tipo preferido dela; nesse caso, o roceiro, a pressão prolongada e o contato nas áreas sensíveis geram forte tensão sexual, que costuma ser resolvida posteriormente em ambiente privado. Ninguém se esfrega impunemente, como demonstram os inúmeros casais que surgiram no cinema e na TV após atuarem “profissionalmente” em cenas de amor. O mesmo fenômeno ocorre em consultas médicas, onde o toque e a introdução de dedos são necessários: se a paciente considera o médico atraente e o sentimento é recíproco, torna‑se impossível impedir que o erotismo permeie todo o procedimento, ainda que ambos tentem manter a neutralidade. O mesmo acontece em academias, quando algumas mulheres não conseguem aprender apenas por instruções auditivas e acabam recorrendo a professores que preferem ensinar por meio do toque. Não faço esse relato para policiar a vida de ninguém. Cada pessoa age como quiser. Não me importo com isso. Entretanto, não se pode negar que há material rico para estudos psicológicos e antropológicos sobre atividades humanas cujos participantes insistem em negar o risco evidente e latente do contato corporal contínuo. Marco Frenette. Escritor.
General Mourão assina homenagem a Wagner Moura e elogia seu talento
O senador Hamilton Mourão (Republicanos) integra o grupo de parlamentares que assinou voto de aplauso ao filme O Agente Secreto, vencedor do Globo de Ouro de 2026. A produção tem Wagner Moura como protagonista e direção de Kleber Mendonça Filho, retratando a perseguição a um pesquisador acadêmico durante o período do regime militar no Brasil. A homenagem foi registrada no Senado depois que a obra conquistou os prêmios de Melhor Filme de Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama. Wagner Moura recebeu a estatueta nos Estados Unidos e, em discurso, afirmou que “nos últimos anos, o Brasil enfrentou o rosto do fascismo e da extrema‑direita através de Jair Bolsonaro”. Apesar das divergências ideológicas, Mourão reconheceu o mérito artístico do ator: “Wagner Moura é um artista versátil e muito bom, mas temos opiniões políticas totalmente contrárias”. Além de Mourão, outros 27 senadores assinaram o voto de aplauso, entre eles Randolfe Rodrigues (PT), Jaques Wagner (PT), Humberto Costa (PT), Mara Gabrilli (PSD), Eduardo Braga (MDB) e Soraya Thronicke (Podemos). O texto também faz referência ao livro, descrito como best‑seller e “documento” que relata supostas manobras da esquerda para a volta ao poder de Luiz Inácio Lula, bem como a perseguição ao ex‑presidente Jair Bolsonaro. O próprio Bolsonaro teria conhecimento do livro.
Alcolumbre insiste em encontro a sós com Lula e pressiona por desfecho da indicação ao STF
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União‑AP), declarou nesta segunda‑feira (2/2) que aguarda um novo encontro a sós com o presidente Lula. A afirmação foi feita ao deixar o Congresso Nacional, logo após a sessão de reabertura dos trabalhos legislativos. “Estou esperando”, disse Alcolumbre, ao comentar a possibilidade de uma reunião direta com o chefe do Executivo. O diálogo é considerado estratégico porque Lula pretende retomar as conversas para destravar, no Senado, a sabatina do ministro da Advocacia‑Geral da União (AGU), Jorge Messias, indicado pelo presidente para ocupar vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Mais cedo, Lula e Alcolumbre já haviam se encontrado durante a sessão de reabertura do ano judiciário no STF. Na ocasião, o presidente informou ao senador que realizaria uma reunião com líderes partidários na próxima quarta‑feira (4/2). O encontro, antecipado anteriormente, será realizado na Granja do Torto, residência oficial de campo da Presidência da República, em Brasília. Contudo, a reunião contará apenas com a presença dos líderes da Câmara dos Deputados, sem a participação de senadores. Segundo a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, uma conversa específica com o Senado ficou para depois do Carnaval. O adiamento ocorreu a pedido dos próprios senadores, que nesta semana estão fora da capital federal.
Bomba no PL: deputada Caroline De Toni abandona o partido após recusar proposta de Valdemar Costa Neto
Deputada federal Caroline De Toni, de Santa Catarina, recusou a proposta apresentada pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e comunicou que deixará a sigla. Ela informou ao dirigente que não abrirá mão de disputar uma vaga ao Senado em SC e, diante da falta de espaço no partido, optou pela desfiliação. A recusa foi transmitida a Valdemar em conversa telefônica ocorrida nas últimas horas. Simultaneamente, Caroline passou a avisar lideranças políticas catarinenses sobre a intenção de formalizar sua saída do PL nos próximos dias. A parlamentar declarou a aliados que ainda não definiu novo destino partidário. Segundo interlocutores, recebeu convites de ao menos seis legendas interessadas em abrigar sua candidatura ao Senado: MDB, PSD, Novo, PRD, Avante e Podemos. A ruptura com o PL se deu depois que Valdemar deixou claro que o partido não reservaria espaço para Caroline na disputa ao Senado. Conforme já havia sido divulgado, o presidente da sigla apresentou alternativas para tentar mantê‑la no partido. Em conversa realizada na terça‑feira, 3 de fevereiro, Valdemar sugeriu que Caroline aceitasse concorrer como candidata a vice‑governadora na chapa do governador Jorginho Mello (PL), que buscará a reeleição neste ano. Além disso, segundo relatos de aliados, o dirigente ofereceu outro cenário: caso a deputada concorra à reeleição para a Câmara dos Deputados em 2026, será indicada para a liderança do PL na Casa em 2027. Durante a mesma negociação, Valdemar argumentou que o PL precisaria destinar uma das vagas ao Senado ao senador Esperidião Amin (PP‑SC), enquanto a outra ficaria com Carlos Bolsonaro (PL). Esse arranjo faria parte de um acordo político mais amplo entre PL e PP, que envolveria ainda a composição de alianças em outros estados. Na terça‑feira, o PP rompeu com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), e anunciou apoio ao PL no estado, movimento citado como parte desse entendimento nacional entre as legendas. No mesmo dia da conversa com Valdemar, o governador Jorginho Mello declarou publicamente, durante evento em Brasília, que seus candidatos ao Senado seriam Caroline De Toni e Carlos Bolsonaro. Apesar disso, o presidente do PL deixou claro que está disposto a intervir no diretório estadual de Santa Catarina para assegurar a vaga de Esperidião Amin na chapa, caso o governador insista em apoiar Caroline.
Marisa abandona o sul do Rio Grande do Sul ao fechar sua última loja
A rede varejista Marisa encerrou definitivamente a última loja em funcionamento no sul do Rio Grande do Sul. O estabelecimento, situado no Calçadão Andrade Neves, em Pelotas, cessou o atendimento ao público às 16h do sábado (31), marcando o fim da presença física da marca na região. Na segunda‑feira (2), a fachada já não exibia a identidade visual da empresa e o prédio passou a ser preparado para a retirada total das mercadorias. Segundo apuração da reportagem, o elevado custo do aluguel foi decisivo; com o término do contrato de locação, a empresa optou por não renová‑lo. Até pouco tempo atrás a Marisa mantinha três lojas no sul do estado — duas em Rio Grande e a unidade de Pelotas. Desde 2023, porém, as operações vêm sendo encerradas progressivamente. Com o fechamento mais recente, a varejista não possui mais nenhum ponto físico na região. Esse movimento local reflete um processo de reestruturação que a empresa vem conduzindo em âmbito nacional. Só em 2023, a Marisa fechou 93 unidades em todo o país. Fundada em 1948, a rede já chegou a superar a marca de 340 lojas, mas atualmente opera com cerca de 200 pontos de venda. Como outras companhias do setor, a Marisa enfrenta dificuldades financeiras. Em 2023, a companhia informou ter renegociado aproximadamente 90 % das dívidas com fornecedores e 65 % dos débitos com proprietários de imóveis, totalizando mais de R$ 460 milhões. Até 15 de fevereiro, os 13 funcionários da loja de Pelotas permanecerão trabalhando internamente, focados na transferência do estoque remanescente. Após essa data, os colaboradores serão desligados.
Mesmo preso, Bolsonaro denuncia que o “sistema” amplia a humilhação suprema
O ex‑presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento como investigado em apuração que analisa declarações feitas contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A oitiva ocorreu na unidade prisional conhecida como Papudinha e teve como foco publicações divulgadas por Bolsonaro nas redes sociais em março de 2025, nas quais ele se referiu a Lula como “cachaça” e contestou acusações relacionadas a uma suposta tentativa de golpe. Além das críticas diretas ao presidente, Bolsonaro usou suas redes para relembrar o atentado que sofreu durante a campanha eleitoral de 2018, afirmando que foi vítima de violência política. Em uma das postagens, destacou que o ataque teria sido praticado por um ex‑militante do PSOL, partido aliado do atual governo. Em outros trechos, o ex‑presidente também direcionou críticas à condução da política econômica sob a gestão de Lula. A investigação busca apurar se as declarações configuram crimes contra a honra, especialmente injúria, em razão da forma como Lula foi citado. O conteúdo do depoimento prestado por Bolsonaro permanece sob sigilo e não foi divulgado oficialmente. Outro ponto analisado no inquérito envolve um vídeo publicado por Bolsonaro no YouTube, em 26 de março de 2025. Nesse material, o ex‑presidente sugere uma ligação entre Lula e traficantes do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, o que pode caracterizar calúnia, segundo os investigadores. O episódio retoma discussões surgidas durante a campanha eleitoral de 2022, quando Lula visitou o Complexo do Alemão usando um boné com a sigla “CPX”. Críticos e alguns especialistas em segurança pública interpretaram a inscrição como referência a organizações criminosas, enquanto aliados de Lula e parte da imprensa sustentaram que “CPX” seria apenas uma abreviação informal de “complexo”, termo comum para regiões formadas por várias comunidades. As postagens de Bolsonaro no X (antigo Twitter) empregam expressões como “cachaça” e “patifaria armada” para se referir ao presidente, linguagem que está no centro da apuração. O inquérito foi instaurado após solicitação do Ministério da Justiça. A defesa do ex‑presidente argumenta que as manifestações se inserem no âmbito do debate político e da liberdade de expressão. Em uma das mensagens usadas na investigação, Bolsonaro escreveu: “Lula, cachaça, o brasileiro sabe de sua índole e de como você chegou até aqui”, afirmou. “Só um imbecil ou um canalha compra esse papo de plano de assassinato. A única pessoa que tentaram matar fui eu, em uma ação de um antigo militante do PSOL, seu braço político de primeira hora. Não conseguiram! Esse foi o grande erro de vocês, como admitiu José Dirceu.” Em outra sequência, ele acrescentou: “Quanto à narrativa de vocês sobre o ‘gópi’, ela é conhecida por todos os seus adversários, inclusive Temer e outros”, continuou. “Ninguém de bom senso aguenta mais essa patifaria armada, por isso fomentam diariamente a destruição cerebral do indivíduo e a destruição dos laços familiares que norteiam uma sociedade saudável.” Para Carlos Bolsonaro, o depoimento atrás das grades é “a humilhação suprema não tem limites”. A crueldade, a absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim. Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer: pretendem tirar a vida dele e esconder o que realmente ocorreu em 2022. Contudo, para o “terror” do “sistema”, a verdade não vai morrer.