Uma cena revoltante expôs a parcialidade de parte da imprensa brasileira, quando uma jornalista questionou o Capitão Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública de São Paulo, sobre operações policiais contra o crime. Em um ato de absurda e inaceitável ignorância, a militante de redação acusou a polícia de ter “matado pessoas” durante as operações Verão e Escudo, invertendo a lógica do combate à criminalidade. Derrite, com a autoridade de quem defende a lei e a ordem, não hesitou. Ele corrigiu a narrativa distorcida, deixando claro que, na realidade, bandidos foram mortos durante confrontos com a polícia. O secretário paulista deu uma verdadeira lição na militante travestida de jornalista, reafirmando o papel das forças de segurança no combate ao crime. Veja o vídeo que viralizou e mostra a firmeza do secretário diante da desinformação.
Soraya Thronicke Defende Suspeita em Depoimento de Escândalo do INSS
A senadora Soraya Thronicke mais uma vez demonstra sua verdadeira face, para surpresa de poucos. Durante o depoimento de Thaisa Hoffmann, suspeita de ser ‘laranja’ no esquema do ‘Careca do INSS’, a parlamentar saiu em defesa da depoente. Este ato apenas corrobora o que muitos já sabiam. Soraya Thronicke, que se elegeu por acaso surfando falsamente na onda Bolsonaro, jurou ser de direita aos eleitores de Mato Grosso do Sul, mas sua mentira descarada foi rapidamente revelada. Felizmente, o mandato de Soraya está prestes a terminar, e ela certamente vai evaporar do cenário político. Não se elege mais nem a vereadora em Itaporã (MS), um reflexo claro de sua inconsistência e da decepção de seus eleitores.
Malásia: Gigantes da Tecnologia Contestam Regulação Brasileira Antes de Encontro Lula-Trump
Uma revelação da CNN agitou os bastidores políticos às vésperas de um encontro crucial. A emissora informou que, próximo à reunião entre os presidentes Lula e Donald Trump, agendada para este domingo (26) na Malásia, as maiores empresas de tecnologia se manifestaram. A crítica foi dura e direcionada à proposta do governo brasileiro para a regulação econômica das plataformas digitais.
Advogada e prima grávida de Ana Castela falece em Cuiabá (MT)
Faleceu nesta quinta-feira (23), em Cuiabá (MT), Paula Proença Castela Ribeiro, prima da cantora sertaneja Ana Castela. A advogada, de 36 anos, estava grávida no momento do falecimento. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a causa da morte de Paula, nem informações sobre o estado de saúde do bebê. A notícia foi confirmada pela Igreja Assembleia de Deus Nova Aliança, de Cáceres (MT), comunidade religiosa que Paula frequentava. Na véspera do ocorrido, quarta-feira (22), a própria Ana Castela havia recorrido às redes sociais pedindo ajuda e orações, além de solicitar doações de sangue em favor de sua prima. A notícia provocou grande comoção entre amigos, familiares e fãs da artista. Em nota oficial, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Mato Grosso lamentou profundamente o falecimento de Paula, destacando que ela “deixa esposo, filhos e familiares profundamente tristes com esta perda irreparável”. Paula era reconhecida por colegas de profissão e pela comunidade religiosa como uma mulher dedicada, de fé firme e muito querida.
Bolsonaro e PL Rompem Trégua: Anistia do 8 de Janeiro Volta à Pauta Urgente da Câmara
A trégua acabou. O Partido Liberal (PL), liderado por Jair Bolsonaro, anunciou o fim do acordo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e está retomando com força total a pressão pela votação do projeto de anistia aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. A decisão foi confirmada pelo líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), que já comunicou a Motta a intenção de recolocar o tema na pauta das negociações políticas a partir da próxima reunião de líderes, prevista para a próxima semana. A urgência para o avanço da pauta ganhou novo fôlego após o Supremo Tribunal Federal (STF) publicar, na última quarta-feira (22/10), o acórdão do julgamento de Jair Bolsonaro no caso da suposta “trama golpista”. Essa publicação abriu o prazo final para a defesa apresentar seus últimos recursos. A estratégia do PL é clara: intensificar as articulações para que a proposta de anistia seja votada já nas sessões plenárias da primeira semana de novembro, revertendo o recuo momentâneo da bancada e buscando uma solução definitiva para os envolvidos.
TSE ARQUIVA INQUÉRITO CONTRA BOLSONARO: Falta de novos elementos encerra caso das urnas eletrônicas
Atenção! O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu pelo arquivamento do inquérito administrativo que investigava o ex-presidente Jair Bolsonaro. A apuração se referia a supostos ataques às urnas eletrônicas e dúvidas sobre a integridade das eleições de 2022. A ministra Isabel Gallotti, corregedora-geral da Justiça Eleitoral, encerrou o processo. Ela justificou a decisão pela ausência de novos elementos que pudessem sustentar a continuidade da investigação, além do encerramento do prazo para eventuais ações eleitorais pertinentes. A investigação teve início em 2021, após uma transmissão ao vivo realizada por Bolsonaro no Palácio do Planalto. Na ocasião, o então presidente levantou questionamentos públicos sobre a segurança do sistema de votação. O ministro Luis Felipe Salomão, corregedor do TSE na época, instaurou o inquérito, classificando a conduta como uma “possível conduta criminosa”. Durante a live, Bolsonaro e o deputado Filipe Barros (PL-PR) apresentaram um relatório da Polícia Federal (PF). O documento detalhava uma invasão ao sistema do TSE por um hacker, sendo utilizado como base para questionar as vulnerabilidades do sistema eletrônico. A divulgação do relatório causou debate, pois estava ligado a um inquérito da PF que, inicialmente, parecia sigiloso. No entanto, tanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) quanto a Procuradoria da Câmara dos Deputados confirmaram que o material não possuía sigilo formal. Mesmo assim, Bolsonaro e o deputado se tornaram alvo da investigação no âmbito do TSE. O Ministério Público Eleitoral também se posicionou favoravelmente ao arquivamento, indicando a inexistência de provas adicionais para prosseguir. Com o encerramento do procedimento pelo TSE, as informações serão encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), que continuará a analisar possíveis implicações criminais, sobretudo em relação à alegada disseminação de notícias falsas.
Ataque Contundente: Trump Planeja Ações Terrestres Contra Cartéis na Venezuela
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou planos para uma nova e contundente fase na guerra contra o narcotráfico: ataques em terra contra alvos ligados a cartéis na Venezuela. A declaração, feita na Casa Branca, marca uma expansão significativa na campanha militar que, até então, focava principalmente em operações navais. Trump explicou que informará o Congresso sobre os detalhes da ofensiva, reiterando que não vê “nenhum problema em ir — não há motivo para não ir” aos legisladores para esclarecimentos antes de prosseguir com as operações. A discussão sobre esta medida surge no contexto de uma ação federal que, segundo o presidente, resultou na prisão de aproximadamente 3.200 suspeitos ligados a cartéis no último mês. Ele defendeu publicamente uma postura mais rigorosa contra essas organizações criminosas. Ao dirigir-se ao secretário de Defesa Pete Hegseth, Trump reiterou a determinação em combater os grupos ilegais: “Vamos atingir os cartéis com muita, muita força”. As ameaças de ataques em terra, que o presidente vinha sinalizando há semanas, seguem uma série de operações navais e ataques a embarcações atribuídas ao tráfico na região do Caribe e na costa venezuelana. A administração americana já autorizou ações marítimas que, conforme relatos, resultaram na morte de dezenas de suspeitos em confrontos com embarcações de contrabando. Questionado sobre a necessidade de uma declaração formal de guerra, Trump minimizou a exigência, empregando linguagem firme ao se referir aos alvos e à situação na região: “Maduro está desesperado…”
URGENTE: Flávio Bolsonaro Propõe Medida Extrema Para o Rio; Lewandowski Critica Lei Contra PCC e CV
Uma postagem nas redes sociais do senador Flávio Bolsonaro abalou o cenário da segurança pública. O parlamentar comentou um vídeo do secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, que mostra a explosão de um barco de drogas no Pacífico, e sugeriu que ação semelhante fosse aplicada na Bahia de Guanabara, no Rio de Janeiro. A provocação ecoa o caos que assola a segurança pública brasileira. Enquanto isso, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, detonou um Projeto de Lei em tramitação na Câmara que busca equiparar o PCC e o Comando Vermelho a organizações terroristas. A crítica do ministro levanta sérios questionamentos sobre o que está por trás dessa postura. O “toma lá, dá cá” segue sem freios no Congresso Nacional. O ministro do STF, Flávio Dino, foi categórico ao declarar que não haverá “anistia” ou “lavagem” para irregularidades envolvendo as emendas PIX. Para debater esses e outros temas cruciais do dia, o Jornal do JCO recebe a vereadora Fernanda Barth e o jornalista Diogo Forjaz.
Moraes Autoriza Novas Visitas a Bolsonaro sob Prisão Domiciliar
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira (23) uma série de novas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que segue sob prisão domiciliar desde o início de agosto. Entre os nomes liberados para encontrar o ex-mandatário estão Jorge Oliveira, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU); Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado; e o bispo Robson Rodovalho, fundador da igreja Sara Nossa Terra. O deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relator da CPI do INSS, também estava na lista. Contudo, Alfredo Gaspar comunicou a Moraes que não comparecerá no momento. A justificativa do parlamentar é que, quando o pedido foi feito pela defesa de Bolsonaro, ele ainda não havia assumido a relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito. Ele visa preservar a isenção necessária à condução das investigações e pretende realizar a visita somente após o encerramento dos trabalhos da CPI. Os demais encontros estão agendados para a próxima semana. Jorge Oliveira, indicado por Bolsonaro ao TCU, visitará na terça-feira (28). O bispo Robson Rodovalho tem encontro marcado para quinta (30), e Rogério Marinho para a sexta-feira (31), todos entre 9h e 18h. Vale lembrar que, em setembro, Moraes havia negado um pedido anterior do bispo Rodovalho para integrar um grupo de orações organizado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Na ocasião, o ministro argumentou que o grupo religioso não poderia ser usado como pretexto para incluir pessoas que não haviam solicitado formalmente a visita. As decisões em torno do ex-presidente ocorrem em meio ao que muitos consideram uma absurda e desumana perseguição contra Jair Bolsonaro, um processo que, para diversos setores conservadores, atingiu seu estágio mais crítico com a liberdade sendo surrupiada e a verdade sendo ocultada.
Moraes mira Paulo Figueiredo nos EUA: STF exige notificação em investigação do 8 de janeiro
A mira do Supremo Tribunal Federal (STF) agora se estende aos Estados Unidos. O ministro Alexandre de Moraes encaminhou um pedido oficial de cooperação internacional às autoridades americanas, então presididas por Donald Trump, com o objetivo de notificar o jornalista e influenciador Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho. Este movimento ocorre no contexto das investigações sobre a participação de Figueiredo nos atos de 8 de janeiro. Residente nos EUA há cerca de dez anos, Paulo Figueiredo foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por crimes como organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de bens tombados. Até o momento, a defesa de Figueiredo tem sido feita pela Defensoria Pública da União (DPU), que havia solicitado a suspensão do processo até que o acusado fosse notificado pessoalmente. Em resposta, Moraes considerou indispensável a emissão de uma carta rogatória para viabilizar essa comunicação oficial. Com a efetiva notificação, Paulo Figueiredo terá um prazo de 15 dias para apresentar sua defesa. O ministro também determinou a suspensão da contagem do prazo prescricional do processo até a entrega do documento. Após a confirmação, os ministros da Primeira Turma do STF decidirão se acolhem ou não a denúncia da PGR. A denúncia contra Figueiredo ganhou robustez após o acordo de colaboração premiada do tenente-coronel Mauro Cid com a Polícia Federal. Em fevereiro, a PGR formalizou a acusação e solicitou a notificação do réu, mas o endereço no Brasil não foi encontrado. Diante da situação, Moraes autorizou a notificação por edital, e com a falta de retorno, a DPU foi designada para representá-lo.