O senador Eduardo Girão (Novo‑CE) protocolou na Procuradoria‑Geral da República (PGR) um requerimento solicitando o afastamento do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), da relatoria das investigações que envolvem o Banco Master. O parlamentar afirma que surgiram novos elementos que levantam dúvidas sobre a imparcialidade do magistrado, especialmente em razão de possíveis conflitos de interesse ligados ao resort Tayayá, situado no interior do Paraná. Trata‑se do quarto pedido apresentado por integrantes da oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com esse objetivo. As solicitações anteriores, encaminhadas por deputados em dezembro de 2025, foram arquivadas pelo procurador‑geral Paulo Gonet, que avaliou as alegações relacionadas à viagem de Toffoli ao Peru na companhia do advogado de um investigado como insuficientes. No novo documento, Girão sustenta que informações recentemente divulgadas “lançam novas luzes sobre a necessária análise de imparcialidade, impedimento e possível conflito de interesses” no caso. Para o senador, a permanência de Toffoli à frente do inquérito “revela‑se juridicamente questionável sob a ótica do devido processo legal substantivo e da garantia do juiz natural imparcial”. O parlamentar também critica decisões adotadas pelo ministro durante a condução das investigações. Entre elas, destaca a determinação para que todo o material apreendido na segunda fase da Operação Compliance Zero fosse enviado diretamente ao gabinete do magistrado, sem análise prévia da Polícia Federal. “Esta medida, de caráter absolutamente excepcional, rompe com procedimentos consolidados no direito processual penal brasileiro”, afirmou Girão. Ele acrescentou: “Mais grave ainda: ocorre justamente em investigações relacionadas ao Banco Master, caso no qual o próprio Ministro Toffoli avocou para si (também de maneira excepcional) as investigações e decretou inexplicável sigilo sobre elementos cruciais que permeiam a temática.” Para embasar a suspeita de conflito de interesses, o senador menciona reportagens que indicam uma possível conexão indireta entre o Banco Master e empresas ligadas a familiares do ministro. De acordo com a Folha de S.Paulo, o Arleen Fundo de Investimentos — que manteve participação no resort Tayayá até 2025 — também aplicou recursos em uma incorporadora da qual um primo de Toffoli era sócio. O mesmo fundo teria sido cotista de outra estrutura financeira abastecida por recursos de entidades apontadas como envolvidas em fraudes, conforme informações do Banco Central. Outras apurações jornalísticas ampliam o contexto das relações empresariais. Levantamento publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo indica que a sede de uma das empresas ligadas ao caso estaria registrada em uma residência simples no interior paulista, onde vive a família de José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro e apontado como diretor‑presidente da companhia. Procurada, a cunhada de Toffoli negou que o marido tenha qualquer vínculo com o Tayayá. Já uma reportagem apontou que o resort Tayayá teria operado um cassino com máquinas caça‑níqueis e mesas de pôquer, sendo informalmente chamado de “o resort do Toffoli” por funcionários, apesar de a família do ministro não figurar mais como proprietária formal. Em fevereiro de 2025, parentes de Toffoli venderam integralmente sua participação no empreendimento por cerca de R$ 3,5 milhões. A compra das cotas foi realizada por uma holding controlada pelo advogado Paulo Humberto Barbosa, conhecido por atuar em causas tributárias de empresas do grupo J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Antes dessa operação, parte das ações já havia sido transferida a um fundo ligado a Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, investigado na segunda fase da Operação Compliance Zero.
Esposa de Pedro Bial e filha são assaltadas por criminoso armado (Veja o vídeo)
A jornalista e empresária Maria Prata, esposa do apresentador Pedro Bial, foi vítima de um assalto à mão armada enquanto caminhava com a filha caçula, de 6 anos, em uma rua residencial do bairro da Lapa, na zona oeste de São Paulo, na quinta‑feira (22/01). A ação criminosa ocorreu em plena via pública e envolveu um homem em motocicleta, que utilizava capacete e mochila de entregas. Segundo o relato de Maria, o crime aconteceu em circunstâncias corriqueiras do dia a dia. Ela havia acabado de estacionar o carro em uma rua tranquila, descrita por ela como composta por “casinhas geminadas”, e caminhava cerca de 20 metros até o local de destino quando foi surpreendida pelo assaltante. O criminoso levou seu celular e a aliança. Até o momento, ele não foi identificado. Em um desabafo publicado nas redes sociais, Maria Prata afirmou que não estava distraída nem utilizando o celular no momento do ataque. “Não estava dando bobeira, nem em lugar perigoso”, ressaltou. Abalada, ela descreveu as consequências emocionais do episódio. “Não consigo dormir. Minha cabeça é um replay sem fim de áudios e imagens de uma situação que ninguém deveria passar na vida. Nem eu, nem a Dora, nem aquele cara”, escreveu. Impacto emocional na criança Embora a filha não tenha visto a arma nem percebido exatamente o momento em que a mãe entrou em choque, o impacto psicológico foi imediato. De acordo com Maria, a criança passou o dia seguinte tentando compreender o ocorrido, fazendo perguntas sobre o agressor, suas motivações e o motivo de situações como essa acontecerem. “Dora passou o dia falando sobre isso, processando, querendo entender”, relatou. Ao final do texto, a jornalista agradeceu pelo fato de ambas estarem fisicamente bem, apesar do trauma. “Estamos bem, têm coisas muito piores, o pesadelo poderia ser outro. A vida é mesmo um sopro. Um movimento errado e o desfecho poderia ser outro, como já foi com tanta gente”, refletiu.
Nikolas chora ao reencontrar a família na Caminhada pela Justiça (Veja o vídeo)
Um momento de forte carga emocional marcou a manhã desta sexta‑feira (23) durante o quinto dia da Caminhada pela Justiça e Liberdade. À frente do movimento, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG) não conteve as lágrimas ao encontrar seus pais, o pastor Edésio de Oliveira e a psicóloga Maria Ruth de Oliveira, além da irmã Lavigne Beatrice. O reencontro ocorreu logo no início das atividades do dia e chamou a atenção dos participantes que acompanhavam o trajeto. Iniciada na última segunda‑feira (19), na cidade de Paracatu (MG), a caminhada já havia ultrapassado, na atualização mais recente, 150 quilômetros percorridos, de um total estimado em cerca de 240 quilômetros. A previsão é de que o percurso seja concluído no próximo domingo (25), com a realização de um ato público na Praça do Cruzeiro, em Brasília. Segundo Nikolas, a manifestação foi planejada para manter um caráter pacífico e simbólico, com o objetivo de estimular a reflexão da sociedade sobre o atual cenário político e institucional do país. De acordo com o parlamentar, a mobilização busca dar visibilidade ao que ele define como arbitrariedades recentes no Brasil. Entre os pontos citados estão a prisão do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) e a situação jurídica dos presos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023. O movimento adota como lema a frase “Acorda, Brasil”, que tem sido repetida ao longo do percurso e nos encontros com apoiadores.
FAROLAÇO: protesto de direita pede faróis ligados até a anistia dos presos do 8 de janeiro
A proposta é manter os faróis dos veículos acesos durante o dia em todo o país, até que a anistia dos presos políticos do 8 de janeiro seja aprovada e eles sejam libertados. De forma espontânea, manifestantes de direita que não puderam acompanhar pessoalmente a Caminhada pela Liberdade e Justiça, iniciada na última segunda‑feira (19) em Paracatu (MG) sob a liderança do deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG) com destino a Brasília, criaram um protesto criativo que vem ganhando força: o chamado “FAROLAÇO”. A proposta é manter os faróis dos veículos acesos durante o dia em todo o país, até que a anistia dos presos políticos do 8 de janeiro seja aprovada e eles sejam libertados. As maiores manifestações da história do Brasil raramente surgem do nada; quase sempre resultam de crises acumuladas, momentos de virada política ou explosões de insatisfação popular. Comparado ao atual cenário político, não é exagero concluir que o país vive à beira de uma explosão popular. Escândalos sucessivos, a arbitrariedade de parte do Judiciário – sobretudo do Supremo Tribunal Federal, que tem se inserido em todas as questões – e a percepção de que a Constituição não é mais respeitada alimentam esse clima. A gota d’água foi o escândalo do Banco Master e a tentativa de um ministro do STF de proteger as investigações. O país ainda se recuperava dos roubos aos aposentados do INSS, e mais um escândalo chegou aos noticiários, impedindo que até a imprensa de bancada branca faça ouvidos moucos ou passe pano, como costuma fazer em assuntos envolvendo o STF e o governo de Lula da Silva. Não é por acaso que os acontecimentos no Irã e no Tibete deixaram de aparecer na pauta da grande mídia. A intenção é evitar estímulos, embora existam motivos suficientes para que o povo tome as ruas e reivindique sua soberania sobre os destinos da nação. A mesma imprensa mantém silêncio sobre a “caminhada” de 200 km até Brasília, liderada por Nikolas Ferreira, cujas redes sociais somam mais de 18 milhões de seguidores. O conglomerado parece ignorar que a manifestação pacífica iniciada por Nikolas tem potencial de se transformar em um novo 8 de janeiro, agora com muito mais participantes e consequências imprevisíveis. Não custa lembrar que, em junho de 2013, milhões de pessoas foram às ruas motivadas por insatisfação geral – protestos inicialmente contra transporte precário, corrupção, serviços públicos deficientes, escândalos e sensação de injustiça. Na época, havia a impressão de que o país avançava, mas a vida real não melhorava. O cenário atual apresenta o mesmo padrão, porém em grau muito mais elevado. O estopim dos protestos que paralisaram o país foi o aumento de R$ 0,20 na passagem de ônibus em São Paulo. O movimento começou pequeno e se espalhou nacionalmente, com as redes sociais desempenhando papel central. Embora o deputado Nikolas esteja à frente da Caminhada pela Liberdade e Justiça, o FAROLAÇO não tem liderança formal; surgiu de forma espontânea. Os protestos que foram contidos graças à ação de black blocs – movimento atribuído à esquerda, similar ao ocorrido em 8 de janeiro – mudaram o cenário político, abriram espaço para polarização nos anos seguintes e culminaram no impeachment de Dilma Rousseff (2015‑2016). O que une o presente e o passado são crise econômica severa, instabilidade e escândalos incessantes. Antes, a Operação Lava‑Jato, hoje enterrada pelos mesmos atores que tentam blindar Correios, Banco Master e os roubos do INSS, somada a fraudes em pesquisas eleitorais, desconfiança nas instituições – sobretudo no STF, PGR, IBGE, partidos políticos e Polícia Federal – e a parcialidade evidente de parte da imprensa, que não esconde suas preferências partidárias, comprometendo o jornalismo e o pacto tácito de confiança conquistado ao longo do tempo. À luz das motivações apresentadas, o FAROLAÇO pode mobilizar o país, cujas consequências ainda são imprevisíveis. José Aparecido Ribeiro. Jornalista. Repórter pergunta a Milei se ele batizaria seus cães com o nome “Lula” e a resposta é surpreendente (veja o vídeo).
Milei ri da pergunta e zomba de Lula ao dizer que não batizaria seu cão com o nome do ex‑presidente (VEJA O VÍDEO)
O presidente da Argentina, Javier Milei, aliado de primeira hora da família Bolsonaro, importante liderança da direita na América do Sul e crítico contundente de Luiz Inácio Lula da Silva, foi questionado por um repórter se daria a um de seus cães o nome do atual presidente do Brasil. Milei riu da pergunta, mas não perdeu a oportunidade de fustigar o ex‑presidente brasileiro, debochando do petista e afirmando: “Eu os amo muito para insultá‑los”. A provocação ocorreu nesta quinta‑feira, 22 de janeiro, durante entrevista concedida à Bloomberg em Davos, na Suíça. Veja o vídeo:
Gráfico revela queda histórica de homicídios nos EUA durante Trump
Durante a gestão de Donald Trump, o índice de homicídios nos Estados Unidos registrou a maior redução já observada em um único ano, recuando 21% e atingindo o menor patamar desde 1900. Governos de esquerda promovem o crime, enquanto governos de direita prendem criminosos…
Vorcaro denuncia governador à PF e oposição pede impeachment
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, afirmou à Polícia Federal que conversou mais de uma vez com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), sobre a venda da instituição ao Banco de Brasília (BRB). O depoimento foi registrado em 30 de dezembro do ano passado, perante o Supremo Tribunal Federal, no âmbito de investigação que apura possíveis irregularidades na tentativa de compra do Banco Master pelo banco estatal. A referência ao governador foi divulgada em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo JCO. No relato, o empresário declarou que tratou da negociação de forma institucional, com a participação de outras pessoas, e que Ibaneis Rocha esteve em sua residência, assim como ele visitou a casa do governador. Após a divulgação, o PSB e o Cidadania apresentaram, em conjunto, pedido de impeachment contra Ibaneis Rocha na Câmara Legislativa do Distrito Federal. O PSOL informou que também pretende protocolar pedido de afastamento.
Lindbergh Farias vira piada ao fracassar tentativa de interromper a Caminhada (veja o vídeo)
O deputado Nikolas Ferreira liderou a Caminhada pela Liberdade e Justiça, durante a qual o petista Lindbergh Farias foi alvo de piada. Segundo a reportagem, Lindbergh, descrito como incapaz de mobilizar a população, tentou encontrar justificativa para interromper a caminhada, entrando em contato com a Polícia Rodoviária Federal e alegando riscos à manifestação. A tentativa não foi aceita; a caminhada continuou e Lindbergh acabou se tornando motivo de piada. Veja o vídeo:
Diretor do Banco Central, indicado por Lula, se envolve no escândalo do Banco Master
Ailton Aquino, diretor de Fiscalização do Banco Central, enviou mensagens ao então presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, solicitando a compra de carteiras de crédito do Banco Master. As comunicações ocorreram antes da descoberta de fraudes de R$ 12 bilhões nos contratos vendidos ao banco de Brasília, fraudes que culminaram na prisão de Daniel Vorcaro, proprietário do Master, e de outros seis executivos, em novembro de 2025. As mensagens de Aquino foram exibidas durante a reunião do conselho do BRB, realizada em 25 de março de 2025. Na mesma sessão, os conselheiros aprovaram uma oferta para a aquisição de 58 % das ações do Banco Master por R$ 2 bilhões. Nos meses subsequentes, a proposta foi reduzida para 22 % da instituição, mas o Banco Central acabou vetando a operação por completo. A reunião, que se estendeu até 28 de março, contou com a intervenção de dois conselheiros – Ricardo José Duarte Rodrigues e Kátia do Carmo Peixoto de Queiroz – que propuseram suspender as compras de carteiras do Master. Eles argumentaram que o índice de liquidez do BRB estava abaixo do mínimo exigido pela política de risco. Paulo Henrique Costa apresentou aos conselheiros as mensagens recebidas de Aquino, nas quais o diretor pedia a compra de mais R$ 300 milhões em créditos do Master. O presidente do BRB informou que dispunha apenas de R$ 270 milhões para esse fim e exibiu a tela do celular contendo as conversas. O conteúdo gerou espanto entre os presentes, mas prevaleceu a interpretação de que se tratava de uma solicitação do “regulador”. Por decisão unânime, os conselheiros concederam uma exceção – registrada em ata como um waiver de 15 dias – autorizando a compra de R$ 270 milhões em créditos do Master. As mensagens não foram mencionadas na documentação oficial da reunião. Paulo Henrique Costa afirmou que não se manifestará sobre o assunto, e o BRB comunicou que não emitirá pronunciamento. O Banco Central divulgou nota afirmando que Aquino alegou que “obviamente jamais recomendou a aquisição de carteiras fraudadas”. O BC já havia alertado o Banco Master sobre problemas de liquidez meses antes da reunião do conselho do BRB. Segundo levantamento da Unidade de Auditoria Especializada em Bancos Públicos e Reguladores Financeiros do TCU, os avisos começaram em novembro de 2024 e se estenderam até setembro de 2025. Em novembro de 2024, um ano antes da liquidação do Master e quatro meses antes da reunião do conselho do BRB, o BC comunicou aos dirigentes do banco de Vorcaro que a situação financeira da instituição poderia acarretar a aplicação de medidas prudenciais preventivas, conforme resolução do Conselho Monetário Nacional de 2011. Essa resolução autoriza o BC a determinar ações como recomposição dos níveis de liquidez, redução do grau de risco das exposições e observância de limites operacionais mais restritivos, com o objetivo de assegurar a solidez, a estabilidade e o regular funcionamento do Sistema Financeiro Nacional. Dados da Polícia Federal revelam que, entre julho de 2024 e outubro de 2025, o BRB transferiu R$ 16,7 bilhões ao Master. Desse total, R$ 12,2 bilhões foram identificados como alvo de falsificação. O Banco Central já informou ao BRB que a instituição precisará de uma capitalização de R$ 4 bilhões. O governo do Distrito Federal não esclareceu se, quando ou como essa capitalização será realizada. Na nota divulgada após a publicação da matéria original, o BC destacou que a área de Supervisão, sob comando de Ailton Aquino, identificou inconsistências nas operações entre Master e BRB. O comunicado afirma que foi da área chefiada por Aquino a iniciativa de comunicar os ilícitos ao Ministério Público Federal. Ailton Aquino colocou à disposição do Ministério Público Federal e da Polícia Federal seus registros bancários, fiscais e as conversas realizadas com Paulo Henrique Costa. A decisão ocorre enquanto prosseguem as investigações sobre a compra de carteiras de crédito fraudadas do Banco Master pelo BRB. Aquino renunciou ao sigilo de suas informações como parte de seu compromisso com a transparência, permitindo que as autoridades investiguem integralmente as comunicações entre o diretor e o ex‑presidente do banco público. O Banco Central esclareceu que monitora permanentemente as condições de liquidez do sistema financeiro, incluindo transações entre instituições financeiras. Esse monitoramento visa “assegurar a solidez, a estabilidade e o regular funcionamento” do Sistema Financeiro Nacional. O comunicado do BC enfatiza que cada instituição financeira tem responsabilidade exclusiva pela análise da qualidade dos créditos que adquire no mercado, devendo manter procedimentos e controles internos adequados para gerenciar os riscos de seus negócios.
NÃO DÊ ECO À MÍDIA VELHA E PODRE
Durante anos temos discutido a batalha cultural e como a esquerda se apropriou dos veículos de comunicação e da academia para consolidar seus objetivos políticos. Sabemos que a grande mídia serve não apenas aos regressistas, mas também ao Centro e ao seu dinheiro sujo. Consciente disso, o que fazemos? Repetimos os comunicadores que utilizam essas matérias para construir análises do cenário e, ao reagir a essas perspectivas, nos tornamos eco das mesmas manchetes, agindo conforme nossos adversários planejaram. Precisamos abandonar essa prática imediatamente. De que adianta reconhecer a manipulação e continuar sendo manipulado?