O pastor Sales Batista, da Assembleia de Deus Missão em Marabá, está no centro de um grave escândalo moral. O líder religioso traiu a esposa com a própria nora e, segundo informações divulgadas, ele pode ser o pai biológico das crianças que até então eram consideradas seus netos. Exames de DNA foram realizados para confirmar a paternidade, mas os resultados ainda não foram divulgados pela família. Entretanto, de acordo com fontes ligadas às lideranças e membros da igreja, aparentemente as crianças, que eram consideradas netos, são de fato filhos de Sales Batista. A idade dos meninos coincide com o período em que o pastor mantinha o relacionamento extraconjugal com a nora. O relacionamento proibido de Sales Batista com a nora foi descoberto em fevereiro de 2025, após a esposa contratar um detetive particular. O desdobramento aumenta a dimensão do escândalo que abalou a comunidade religiosa local. Na época da descoberta, o pastor foi afastado da presidência da Assembleia de Deus Missão em Marabá e da vice-presidência da Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Pará. Ele não deu continuidade ao relacionamento com a nora após a exposição do caso. Segundo relatos considerados consistentes por lideranças da própria Assembleia de Deus, Kennedy Sales, filho do pastor Sales Batista, teria sido o responsável por arquitetar todo o plano. Ele teria envolvido a própria esposa em um caso com o pai para poder assumir o poder e se tornar o novo líder religioso da família. Além disso, Kennedy queria retirar da mãe, Raquel Viegas, o controle sobre o patrimônio familiar.
Advogada brasileira morre afogada em praia do México
A advogada capixaba Gabriela Cardozo Rocha, de 31 anos, morreu após ser arrastada pela correnteza e se afogar no mar de uma praia no litoral de Oaxaca, no sul do México. Conforme noticiado pelo jornal local El Piñero, a jovem entrou na água e, pouco depois, começou a se afogar. Os salva-vidas conseguiram retirá-la do mar, mas ela já estava sem vida no momento do resgate. A ocorrência foi registrada no município de Santa María Colotepec, próximo a Puerto Escondido. Autoridades e funcionários da Procuradoria-Geral do Estado realizaram os procedimentos cabíveis no local.
Condenado pelo assassinato de Marielle Franco, Domingos Brazão renuncia ao cargo no TCE-RJ
O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, Domingos Brazão, renunciou ao cargo nesta sexta-feira (20). Ele foi condenado a 76 anos e três meses de prisão pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A renúncia já foi comunicada ao Tribunal de Contas do Estado. A informação foi confirmada pela equipe de defesa do político. A sentença da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal foi confirmada no dia 25 de fevereiro, atestando que o conselheiro atuou como mandante do crime. Nesta semana, Domingos retornou ao sistema penitenciário do Rio de Janeiro. Ele estava preso preventivamente no presídio federal de Porto Velho, em Rondônia, e foi transferido para Bangu 8. A determinação foi do ministro Alexandre de Moraes, após pedido que partiu dos advogados de Brazão. Mesmo afastado da função, enquanto respondia ao processo, Brazão recebia normalmente os salários como conselheiro do TCE. A previsão é que ele perderia o cargo apenas após a publicação do acórdão do julgamento no Supremo. Enquanto isso, no mês passado, ele recebeu um pagamento de mais de R$ 35 mil. Na folha de contracheque disponível no Portal da Transparência, o salário bruto chegava a quase R$ 56 mil. Ele está preso desde março de 2024.
STF avança em ofensiva para restringir poderes de CPIs e blindar investigados ligados ao governo Lula
O Supremo Tribunal Federal tem movimentado peças estratégicas para limitar a atuação das Comissões Parlamentares de Inquérito. Flávio Dino suspendeu as quebras de sigilo determinadas pela CPI do INSS. Gilmar Mendes anulou a quebra de sigilo de Dias Toffoli. O próximo movimento já está traçado: levar ao plenário a criação de uma regra geral que limite esses poderes investigativos. Na prática, trata-se de uma manobra sem precedentes: os réus solicitando mudança nas regras enquanto o julgamento está em andamento. Segundo revelou o jornal O Estado de S. Paulo, uma ala do STF passou a defender restrições aos poderes das CPIs para quebrar sigilos bancários e fiscais. O tema pode ser unificado em julgamento no plenário físico. O caso escolhido como teste e base para a nova jurisprudência é justamente o de Luís Cláudio Lula da Silva, filho do presidente Lula, cuja quebra de sigilo foi suspensa por Dino e agora será levada a julgamento por iniciativa de Gilmar Mendes. O roteiro da operação já está desenhado com clareza: primeiro, Dino suspendeu em bloco todas as quebras de sigilo determinadas pela CPI do INSS. Em seguida, Gilmar anulou especificamente a quebra de sigilo do fundo Arleen, que estabelecia conexão entre Toffoli e o empresário Valdivino Vorcaro. Agora, ambos os ministros querem que o plenário estabeleça limites gerais para as CPIs — utilizando o caso de Lulinha como ponto de partida, mas criando uma regra ampla que valerá para todos os investigados. O que se observa é uma estratégia evidente: o STF utilizaria um caso específico para construir uma blindagem institucional geral, protegendo todos aqueles que mantêm relações próximas com membros da Corte. Não há data marcada para o julgamento. Cabe ao ministro Fachin decidir quando pautar o tema. Enquanto isso, a decisão de Dino permanece em vigor e as investigações seguem paralisadas. De um lado, o Congresso Nacional, eleito pelo voto popular, tenta exercer sua função constitucional de investigar. Do outro, o STF, cujos membros não foram escolhidos pelo povo, atua para limitar e obstruir essas investigações. Quem paga o preço dessa disputa é o cidadão brasileiro, que deseja saber o que aconteceu com os recursos públicos desviados no INSS.
Soraya Thronicke tenta usar CPI do Crime Organizado contra Michelle Bolsonaro, mas é desmascarada e recua
A senadora Soraya Thronicke protagonizou mais um episódio de constrangimento no Senado durante reunião da CPI do Crime Organizado nesta semana. A parlamentar foi obrigada a retirar um requerimento em que propunha a convocação de uma ex-assessora da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, no âmbito de apurações sobre o uso de cartões corporativos durante o governo Jair Bolsonaro. O pedido foi duramente questionado pelo senador Sergio Moro (União Brasil-PR), que apontou a completa falta de relação entre a convocação e o foco da comissão, voltado ao combate ao crime organizado. “Fomos surpreendidos com requerimentos para convocação de pessoas sem qualquer vinculação com o crime organizado, como a ex-assessora da ex-primeira-dama. A impressão é que esta comissão está sendo usada para fazer jogo político baixo”, afirmou Moro. Em seguida, o relator Alessandro Vieira (MDB-SE) reforçou que não há qualquer menção ao Banco Master nas investigações sobre cartões corporativos. “É preciso tratar com seriedade o que estamos fazendo. Estamos mexendo com gente poderosa, gente que tem muito dinheiro. Se começarmos a usar isso para briga política rasteira, é a receita do fracasso”, disse o relator. Diante das contestações, Soraya recuou e tentou atribuir o erro à própria assessoria. Inicialmente, insistiu na existência de irregularidades envolvendo cartões corporativos. Minutos depois, porém, ao ser confrontada por Moro e informada pelo relator de que o requerimento não fazia qualquer referência às alegações apresentadas, a senadora reconheceu a inconsistência, esvaziando a própria justificativa do pedido.
Até Erika Hilton pede investigação de Moraes e Toffoli no caso Banco Master
Defender cegamente o ministro Alexandre de Moraes está deixando de ser um bom negócio para a esquerda. Erika Hilton está pedindo investigação sobre a conduta dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, no caso envolvendo o Banco Master. Para a parlamentar, a situação pode afetar a imagem da corte. O caso envolve a contratação da advogada Viviane Barci, mulher de Moraes, para atuar na defesa do banco em um processo com honorários de R$ 129 milhões. Já Toffoli admitiu ser sócio de uma empresa familiar, a Maridt, que vendeu participação em um resort a fundos ligados ao Master. Hilton também citou informações divulgadas pela imprensa sobre supostas mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro a Moraes antes de sua prisão. A deputada afirmou que não há comprovação da troca de mensagens e defendeu apuração para verificar se houve relação entre o empresário e o ministro.
Flávio Bolsonaro coleciona mais um acerto estratégico e cresce politicamente
A análise estratégica das articulações políticas de Flávio Bolsonaro tem mostrado resultados consistentes. A visão é clara: é preciso olhar estrategicamente para cada região e maximizar as chances do senador. Esses acertos são veículos que levam a objetivos específicos bem definidos. Nenhum outro irmão de Flávio pode desautorizar seus apontamentos. Ele é o líder escolhido no lugar de Jair Bolsonaro, consolidando sua posição como principal nome da família no cenário político nacional. O deputado Filipe Barros parece ter entrado na mira de críticas. Há aqueles que manifestam oposição ao ex-juiz Sergio Moro, mas esquecem que no debate da eleição passada, ele estava junto com Jair Bolsonaro no debate contra Lula. As articulações políticas no Paraná mudaram porque o governador Ratinho Júnior escolheu outro grupo político. Diante desse cenário, Flávio demonstrou mais uma vez seu tino estratégico e acertou na avaliação.
Dias Toffoli é o pior ministro do STF, aponta pesquisa AtlasIntel
Pesquisa da AtlasIntel revela a péssima situação perante a opinião pública de praticamente todos os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e expõe a repulsa da sociedade para uma instituição que deveria ser respeitada e admirada. A conclusão é de que a atuação dos atuais ministros destruiu a imagem da corte. O problema não é a instituição em si, mas sua atual formação, composta por personagens envolvidos em escândalos até então inimagináveis. Basta observar que entre os 10 atuais componentes do colegiado, apenas um conseguiu uma avaliação positiva maior que a negativa: André Mendonça. De qualquer forma, o pior ministro, disparado, é Dias Toffoli. Conseguiu superar até mesmo Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Flávio Dino em rejeição. Confira os dados:
Investigado pelos EUA por narcotráfico, Petro acusa Equador de invasão militar sem provas
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, está sendo investigado por procuradores de Manhattan, nos Estados Unidos, por seu envolvimento com o narcotráfico. Para desviar o foco, o aliado do presidente Lula acusa o Equador de Daniel Noboa de invadir militarmente suas fronteiras e matar traficantes. A Colômbia sob Petro é a maior produtora de cocaína do planeta. Aliado do ditador venezuelano Nicolás Maduro, Petro está assumindo agora seu papel no tráfico de drogas. O presidente colombiano foi membro de grupos terroristas na Colômbia e esteve envolvido em movimentos da esquerda radical da América Latina. Daniel Noboa apareceu como uma barreira para as operações de Petro: está limpando o Equador, em parceria com os Estados Unidos, dos narcotraficantes. Antes de Noboa, o Equador era o corredor estratégico por onde a Colômbia enviava a droga produzida para os Estados Unidos e para a Europa. O Equador, até então com baixos índices de violência, viu a criminalidade aumentar vertiginosamente graças ao tráfico colombiano que invadia o país. Isso acabou. Noboa instalou até um escritório para o FBI no Equador. Resultado: se a rota da cocaína colombiana é interrompida, muita gente perde dinheiro. Muito dinheiro. Petro quer inventar uma guerra – mais uma, num mundo já conturbado por conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia, o líder norte-coreano ameaçando com seus mísseis – acusando o Equador de bombardear o território colombiano, invasão de aviões, 27 mortos carbonizados e outros relatos que ninguém viu e ninguém confirma, como a bomba que nunca foi detonada. O presidente colombiano parece ter aprendido a mentir com seu aliado Lula, capaz de inventar narrativas para se livrar da cadeia. E a cadeia parece ser mesmo o destino de Petro, se não conseguir provar aos Estados Unidos que é um inocente que nunca participou do tráfico na vida.
Petro inventa guerra com Equador enquanto é investigado por narcotráfico nos EUA
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, está sendo investigado pelos procuradores de Manhattan por seu envolvimento com o narcotráfico. Para desviar o foco das investigações, o aliado de Lula arma um circo acusando o Equador de Daniel Noboa de invadir militarmente suas fronteiras e matar traficantes. A Colômbia de Petro é a maior produtora de cocaína do planeta. Próximo ao ditador venezuelano Nicolás Maduro, Petro está assumindo agora seu papel no tráfico de drogas. O presidente colombiano tem um histórico controverso: foi membro de grupos terroristas na Colômbia e esteve envolvido em movimentos da esquerda radical da América Latina. Daniel Noboa surgiu como uma barreira para as operações de Petro: está limpando o Equador, em parceria com os Estados Unidos, dos narcotraficantes. Antes de Noboa assumir, o Equador era o corredor estratégico por onde a Colômbia enviava a droga produzida para os EUA e Europa. O Equador, que tinha baixos índices de violência, viu a criminalidade aumentar vertiginosamente graças ao tráfico colombiano que invadia o país. Isso mudou com o novo governo. Noboa instalou até um escritório para o FBI no Equador. O resultado é claro: se a rota da cocaína colombiana é interrompida, muita gente perde dinheiro. Muito dinheiro. Petro, então, quer inventar uma guerra em um mundo já conturbado por conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia e pelas ameaças da Coreia do Norte. Acusa o Equador de bombardear o território colombiano, invasão de aviões, 27 mortos carbonizados e outros episódios que ninguém viu e ninguém confirma, como a bomba que nunca foi detonada. O presidente colombiano parece ter aprendido a inventar narrativas para se livrar da cadeia, assim como seu aliado Lula. A cadeia pode ser mesmo o destino de Petro, se não conseguir provar aos Estados Unidos que nunca participou do tráfico na vida.