O senador Flávio Bolsonaro confrontou Jorge Messias durante a sabatina que ocorreu nesta terça-feira. O parlamentar expôs inconsistências e criticou duramente as condenações aplicadas aos presos pelos eventos de 8 de janeiro. Flávio demonstrou conhecimento jurídico ao apresentar as contradições nas decisões judiciais e evidenciou o que classificou como arbitrariedades nas sentenças contra os manifestantes. Além da questão do 8 de janeiro, o senador questionou por que Messias excluiu de investigações o sindicato presidido pelo irmão do presidente Lula. “O senhor deixou de fora algumas dessas associações! Por exemplo, SINDINAP, que tinha como presidente o Frei Chico, irmão de Lula”, declarou Flávio Bolsonaro. Confira o momento: Para quem deseja conhecer detalhes e bastidores dos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023, o livro “08 DE JANEIRO – SEGREDOS E BASTIDORES” traz relatos e revelações que não foram divulgados amplamente. A obra está disponível por R$ 19,90. https://www.conteudoconservador.com.br/products/08-de-janeiro-segredos-e-bastidores
Sob pressão, Messias solta frase inesperada sobre aborto na sabatina para o STF
“Sou totalmente contra o aborto, absolutamente.” Com essa afirmação direta, o advogado-geral da União, Jorge Messias, iniciou uma das respostas mais delicadas de sua sabatina realizada nesta quarta-feira, 29, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que avalia sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Durante o questionamento feito pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA), que abordou manifestações da Advocacia-Geral da União (AGU) sob sua gestão, Messias procurou diferenciar suas convicções pessoais de sua atuação institucional e do papel que poderá exercer como magistrado. Ao aprofundar a resposta, reforçou: “Quero deixar claro este tema para toda a nação brasileira, completamente claro: sou totalmente contra o aborto, absolutamente. Da minha parte não haverá qualquer tipo de ação de ativismo em relação ao tema aborto na minha jurisdição constitucional”. O senador, ao formular a pergunta, mencionou posições da AGU que, segundo ele, teriam viabilizado procedimentos relacionados à interrupção da gravidez, e questionou qual orientação guiaria o indicado no STF. “Caso aprovado, sua bússola no STF será a proteção integral da vida desde a concepção ou a agenda técnica que o senhor defendeu no poder executivo?”, perguntou. Em resposta, Messias organizou seu posicionamento em três pontos distintos: “É importante que nós separemos três coisas: primeiro a convicção pessoal, segundo a posição institucional, terceiro a decisão jurisdiccional”. Ele destacou que, enquanto chefiava a AGU, sua atuação esteve restrita à defesa das competências do Congresso Nacional. “Apresentei um parecer perante o Supremo Tribunal Federal em que defendi, de uma forma muito clara e categórica, a competência privativa do Congresso Nacional para legislar sobre o tema do aborto. Ponto”, declarou. Ainda nesse contexto, esclareceu que não houve juízo de valor no posicionamento institucional. “Não foi feita nenhuma consideração de cunho moral, religioso, filosófico, a respeito da prática do aborto”. Messias também chamou atenção para o enquadramento legal vigente no país. “O aborto é crime. E isso está dito na introdução da manifestação que apresentei ao Supremo Tribunal Federal. Disse: o aborto é crime e continuará sendo crime”. Ao avançar em sua argumentação, fez um alerta sobre decisões que extrapolem os limites constitucionais. “Defendi o princípio da legalidade, defendi o princípio da separação de poderes e queria fazer um alerta. Quem aplaude neste momento uma decisão fora da competência estreita estabelecida pela Constituição corre o risco de se ver confrontado no futuro por uma decisão que desagrade”, pontuou. Na sequência, explicou o cenário que considera possível: “Porque se eu quebro o princípio da legalidade e autorizo que um conselho que não tem competência para legislar aprove uma medida restritiva, eu poderia imaginar que este mesmo conselho no futuro poderia criar uma medida ampliativa”.
Jorge Messias é encurralado na sabatina para o STF; veja o vídeo!
O advogado-geral da União, Jorge Messias, chegou ao Senado Federal pouco antes das 9h desta quarta-feira (29) para participar da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), etapa obrigatória no processo de indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ao ser questionado por jornalistas sobre suas expectativas antes do início da sessão, Messias limitou-se a declarar: “Deus abençoe vocês”. Neste momento, ele está sendo encurralado pelos senadores. Assista AO VIVO: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
PF investigará se Moraes recebeu apartamento de luxo de banqueiro envolvido em escândalo
A Polícia Federal vai investigar a qual apartamento Martha Graeff, ex-namorada do banqueiro Daniel Vorcaro, se referiu ao conversar com o dono do Banco Master. Na ocasião, Vorcaro havia informado que estava com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a Band, em mensagens por aplicativo, Martha perguntou ao banqueiro se Moraes “gostou do apartamento”. Segundo apuração, os investigadores questionam por que o ministro teria que gostar do imóvel e o motivo de a ex-namorada de Vorcaro perguntar sobre isso com tamanha naturalidade. A avaliação da PF é que não é comum que um convidado precise aprovar o local onde determinada pessoa mora. Por isso, a fala de Martha foi recebida com estranheza desde o início. Além disso, informações de que Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), recebeu imóveis em troca de facilitar fraudes acenderam um alerta na Polícia Federal. Os investigadores, que antes buscavam pistas em paraísos fiscais, dinheiro em espécie e transferências bancárias, agora mudam o cenário de análise. Os agentes estão em alerta para apurar se Alexandre de Moraes também teria sido favorecido por Vorcaro com imóveis de luxo.
A poucas horas da sabatina, Nikolas Ferreira entra na batalha contra indicação de Jorge Messias ao STF
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) intensificou a pressão sobre senadores para que se posicionem publicamente antes da votação sobre a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). A votação ocorrerá de forma secreta no plenário. Em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira, 29, o parlamentar levantou questionamentos sobre a imparcialidade do indicado, relacionando sua trajetória ao atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Durante sua manifestação, Nikolas relembrou um episódio ligado à Operação Lava Jato, no qual Messias ficou conhecido pelo apelido de “Bessias”, após um diálogo envolvendo a ex-presidente Dilma Rousseff e Lula. Segundo o deputado, tratava-se de “uma manobra para dar a Lula foro privilegiado e blindá-lo das investigações”. Ao abordar a proximidade entre o indicado e o presidente da República, o parlamentar afirmou: “É mais um amigo do Lula sendo indicado para o STF”. Em complemento, destacou a importância da função da Corte ao declarar: “O tribunal deveria guardar a Constituição e ser imparcial”. Nikolas também fez referência à atuação de Messias à frente da Advocacia-Geral da União (AGU), especialmente em relação a um posicionamento envolvendo resolução do Conselho Federal de Medicina. Questionando a coerência, declarou: “Mas como alguém que se disse é contra o aborto, pode assinar o parecer facilitando sua prática?” Outro aspecto levantado diz respeito à transparência na gestão da AGU. De acordo com o deputado, determinadas informações deixaram de ser divulgadas por meses. “Um dado que qualquer cidadão podia consultar todo mês no portal da transparência simplesmente desapareceu. Nesse período, os pagamentos somaram R$ 2,5 bilhões, e a justificativa foi a incompatibilidade de sistemas”, pontuou, ao mencionar o episódio. A produção acadêmica de Messias também foi citada como elemento de crítica. Conforme Nikolas, o nome do presidente aparece repetidamente em sua tese de doutorado. “O nome de Lula aparece 54 vezes em sua tese de doutorado”, afirmou, sugerindo possível falta de independência. Encerrando sua fala, o deputado voltou a enfatizar a necessidade de transparência por parte dos senadores, já que a votação será sigilosa. Segundo ele, a única maneira de garantir clareza ao processo é por meio de posicionamentos prévios. “O senador que aprovar essa indicação estará dizendo sim para tudo isso”. Por fim, Nikolas incentivou que parlamentares contrários à indicação tornem suas posições públicas antes da deliberação. Retomando sua indagação inicial, concluiu: “Será que ele vai ser imparcial? Será? O povo brasileiro não esquecerá”.
Daniela Mercury acusa cantor de violência sem provas em premiação e é confrontada ao vivo (veja o vídeo)
Daniela Mercury protagonizou um momento de constrangimento durante a entrega do Troféu Armandinho e Irmãos Macêdo, evento que celebra o Carnaval da Bahia. A cantora fez um discurso sobre violência de gênero e direcionou uma acusação pública diretamente a Edson Gomes. “Edson, eu peço para você ser carinhoso com sua esposa, viu bicho. Porque a gente não aceita violência contra nenhuma mulher”, declarou a artista do palco, sem apresentar qualquer evidência para sustentar a insinuação. A declaração gerou desconforto imediato na premiação. Edson Gomes subiu ao palco visivelmente irritado com a exposição pública e exigiu que Daniela Mercury apresentasse provas para a grave acusação feita diante da plateia e da transmissão televisiva. “Quero saber, perguntar a Daniela de onde foi que ela tirou isso e tentou me envergonhar aqui na frente de todo mundo. Eu quero que ela prove quem é que eu espanco”, disse Edson Gomes. O músico repetiu o questionamento, reforçando a ausência de fundamento na acusação. “Você não tem como provar isso. Não tem como provar isso”, declarou. Diante da confrontação, Daniela Mercury recuou e apresentou justificativas para sua fala. “É verdade, me desculpe. Eu sou preocupada com as mulheres, com a violência”, afirmou a cantora. O pedido de desculpas, no entanto, não encerrou o desconforto no palco da premiação. Edson Gomes manteve sua postura de contestação após a retratação parcial da artista e voltou a criticar a forma como foi exposto publicamente sem qualquer prova. “Ela não pode fazer isso que ela fez aqui, sem ter prova cabal”, declarou o músico. Carlinhos Brown tentou contornar a situação propondo que os dois artistas realizassem uma apresentação conjunta no palco. A sugestão visava encerrar o episódio de forma conciliadora, mas Edson Gomes não aceitou a proposta. “Cantar uma zorra”, respondeu o cantor. Veja o vídeo:
Alcolumbre ignora ligações de apoiadores de Jorge Messias e clima fica tenso na véspera da sabatina
Aliados petistas de Jorge Messias agiram com a tática de sempre. Armaram um encontro entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o indicado de Lula, na residência do ministro Cristiano Zanin. O detalhe: Alcolumbre rejeitava esse encontro antes da sabatina. A articulação petista tratou de divulgar amplamente o encontro, buscando criar a impressão de que se tratava de um apoio de Alcolumbre ao indicado de Lula para a vaga no Supremo Tribunal Federal. O presidente do Senado ficou irritado com a manobra. Há relatos de que um emissário de Alcolumbre estaria pedindo abertamente o voto dos senadores contra a indicação de Jorge Messias. Ele, no entanto, nega. Na véspera da sabatina, apoiadores do indicado de Lula realizaram ligações durante todo o dia para Alcolumbre, que simplesmente não atendeu nenhuma delas. O clima é de tensão insuportável.
Luana Piovani versus Virginia Fonseca: embate agora é na Justiça
O mais recente capítulo da extensa lista de conflitos públicos de Luana Piovani ganhou contornos dramáticos e jurídicos. O alvo da vez é a influenciadora Virginia Fonseca. O que começou como alfinetadas nas redes sociais transformou-se em um confronto que tomará proporções judiciais. A situação teve início quando Virginia foi convocada a depor no Senado Federal, na CPI das Bets. Durante a audiência, Luana comentou o fato de a influenciadora ter mencionado Deus em vários momentos do testemunho, reagindo com indignação. “Eu fico com tanto ódio quando nos tratam de otários. Essa excomungada falando de Deus? Que o karma da desgraça que ela vende inunde a vida dela”, escreveu a atriz. Não satisfeita, Luana chegou a chamar Virginia de “bicheira de Goiás” nas redes sociais. Com a separação de Virginia e Zé Felipe confirmada e um novo romance com o jogador Vinicius Jr. ganhando destaque, Luana voltou à carga. A atriz ironizou a vida amorosa da influenciadora, calculando que ela havia viajado três vezes para Madrid para encontrar Vini Jr., sendo mãe de três crianças pequenas. “Muito ‘mais do mesmo’ ela ir três vezes para Madrid. Mãe de três filhos pequenos, ou seja, das oito horas que ela dorme, ela deve ter ido nessas horas. Daí ele trai, mais do mesmo. Ele escreve um pedido de desculpas fofo… mais do mesmo. Fiquei passada”, afirmou. Em janeiro de 2026, Luana cobrou um posicionamento de Virginia sobre o episódio de racismo sofrido pelo jogador Vini Jr. em campo, argumentando que uma mulher com mais de 50 milhões de seguidores tinha responsabilidade de se manifestar sobre o tema. “Por que a tal da Virgínia não comentou absolutamente nada sobre o ato de racismo que o namorado Vini Jr. sofreu em campo? A mulher tem mais de 50 milhões de seguidores. Uma frase sobre o caso, um posicionamento simples e objetivo, atingiria muita gente”, questionou. Virginia respondeu com uma indireta. Ela publicou nos stories um áudio com a frase “Vai, chata”, que o público interpretou como recado indireto à atriz. Em fevereiro, quando Virginia foi anunciada no “Domingão com Huck”, Luana manifestou desapontamento com Luciano Huck e o classificou como “vendido” e “ganancioso”. “Eu gostava dele quando era só um abastado e inteligente. Mas, aí, para variar, pirou na ganância, vendidaço. Já ela… Lá ela”, completou, citando também Virginia. A atriz voltou a criticar a influenciadora em janeiro. Numa apresentação em um teatro, Luana citou o nome da rainha de bateria da Grande Rio como exemplo negativo de celebridade com grande influência. O novo episódio da contenda aconteceu na segunda-feira (27). Luana repostou o forte desabafo da advogada Juliana Prates, que relatou o suicídio do próprio irmão após o jovem acumular R$ 109 mil em dívidas em plataforma de apostas online, e marcou o perfil de Virginia na publicação. Mas o que incendiou a web foi a postagem seguinte. Luana afirmou que uma “maldição” atingiria Virginia e “resvalaria” nos seus filhos. “Virginia, a maldição vai colar em você! Resvalará nos seus filhos. Dinheiro de sangue, endemoniado”, escreveu. Virginia apareceu chorando nos stories, afirmando que não aceita que seus filhos (Maria Alice, de 4 anos, Maria Flor, de 3, e José Leonardo, de 1) sejam envolvidos e anunciou medidas judiciais. A equipe da influenciadora confirmou que o assunto passaria a ser tratado na esfera judicial. Luana não recuou nos argumentos. Ela ironizou o choro da influenciadora, chamando-o de “lágrimas de crocodilo” e comparando a situação com causas sociais que, segundo ela, merecem choro de verdade, como a luta dos povos indígenas. A atriz também republicou um texto da ativista Pauleth Araújo argumentando que existe diferença entre “desejar o mal” e “apontar as consequências dos atos de quem ganha dinheiro destruindo a vida dos outros”, comparando a situação à de filhos de traficantes que são impactados pelas escolhas dos pais. “Quando alguém paga pelas próprias atitudes, as consequências inevitavelmente alcançam quem está ao redor. Mesmo que indiretamente. Isso não é desejo de mal, é realidade. A fala pode ser muito dura, mas é um chamado para a responsabilidade”, continuou ela, concluindo: “Se um traficante for preso, os filhos dele também não serão impactados por isso? Isso é jogar praga ou dizer o óbvio?”. Após a polêmica com Virginia viralizar, Luana voltou às redes sociais e ironizou a situação. “Ser odiada por quem não presta é um mérito”, diz a imagem compartilhada por Luana Piovani, que completou escrevendo: “Lê de novo porra, caguei pros que não gostam”.
Violência política avança e democracia está em risco: o alerta que não pode ser ignorado
A política moderna atravessa um terreno perigoso. O episódio envolvendo um possível atentado contra o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ainda que cercado de dúvidas e informações desencontradas, reacende um debate que vem ganhando força em várias democracias: até onde vai a disputa política — e onde começa a violência? Uma era de radicalização No Brasil, o alerta não é teórico. Em 2018, o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro foi vítima de um atentado a faca durante ato de campanha em Juiz de Fora. O ataque quase lhe custou a vida. O episódio marcou profundamente o cenário político nacional e deixou evidente que a violência não é uma abstração importada — ela já se manifestou de forma concreta no país. Não foi um debate. Não foi um confronto de ideias. Foi uma tentativa de eliminação física de um adversário político. Nos últimos anos, o mundo assistiu a uma escalada de tensão política. Nos Estados Unidos, episódios graves marcaram esse cenário: o ataque ao Capitólio em 2021 ameaças a autoridades públicas crescimento de grupos extremistas Na Europa e na América Latina, o roteiro se repete: perseguições políticas, atentados isolados e discursos cada vez mais agressivos. A política deixou de ser confronto de ideias. Passou a flertar com o confronto físico. Narrativas que alimentam o conflito Quando um lado passa a tratar o outro como inimigo absoluto, o terreno para a violência está preparado. E isso não é exclusividade de um espectro ideológico. Ideologias de esquerda têm aumentado e produzido radicalização, intolerância e justificativas para atos extremos. A história é clara: regimes autoritários de esquerda estão cada vez mais perdendo terreno em situação mundial e não se conformam com isso. A violência política já custou vidas em diferentes contextos. O perigo da simplificação A tentativa de reduzir episódios complexos a uma única narrativa ideológica pode ser sedutora. Mas é perigosa. Porque ela distorce a realidade — a mentira é uma realidade entre essas ideologias —, ignora nuances e transforma análise em propaganda. E propaganda não sustenta credibilidade. Democracia sob pressão O que está em jogo não é apenas um episódio isolado. É o próprio ambiente democrático. Quando a violência entra no jogo político, o debate morre, o medo cresce e a institucionalidade enfraquece. Seja qual for a ideologia, a violência política não pode ser normalizada. Adversário não pode virar inimigo a ser eliminado e disputa de poder não pode justificar agressão. A história já mostrou — mais de uma vez — onde esse caminho termina. E a pergunta que fica não é sobre esquerda ou direita. É sobre até quando a política continuará caminhando tão perto do abismo.
Sérgio Moro retorna à CCJ e reforça oposição na sabatina de Jorge Messias ao STF
A sabatina de Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF), promete ser implacável e pode ser determinante para o resultado final da indicação. Na segunda-feira (26), o senador Sérgio Moro havia sido retirado da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o que impediria sua participação na sabatina do indicado ao STF. No entanto, em uma nova reviravolta, Moro retornou à CCJ na vaga do PL, agora na condição de suplente. O próprio senador anunciou a mudança em suas redes sociais. “Nas reviravoltas que o mundo dá, retornei hoje à CCJ do Senado agora na vaga do PL. Embora na condição de suplente, poderei participar livremente da sabatina do indicado ao STF”, declarou Moro. O retorno do senador representa um reforço significativo para a oposição durante a sabatina de Jorge Messias.