Há meses, tem sido notável a deterioração do personagem que Lula criou para enganar o povo.
Discursos cada vez mais atabalhoados, perdidos, contraditórios, com referências a jaboticabas, jacas, pacas comestíveis e agressões gratuitas aos Estados Unidos têm sido a marca do desgovernante.
Lula parece misturar o personagem que criou, o pai dos pobres, com o verdadeiro Lula, o sociopata louco por poder.
O descolamento total da realidade é outra marca: Lula ignora as duas derrotas históricas sofridas em 24 horas: a rejeição do office boy de Dilma, Bessias, e a não aprovação de seu veto à redução de pena.
Parece não entender que o controle está escapando rapidamente de suas mãos.
Durante décadas, Lula criou um “sistema” de governo baseado em compra e venda de aliados e inimigos, herança do coronelismo arcaico do país, que comprava no Nordeste eleitores distribuindo camisetas.
Hoje, esse sistema agoniza, mas Lula se recusa a enxergar, do alto de sua arrogância, acreditando ainda que voltará a ser o “painho” amado pelo povo.
Como disse Olavo, Lula vai desabar quando perceber a realidade: que décadas de má gestão, de roubalheira, de um impulso egoísta por privilégios e adulação do próprio umbigo — e só isso — estão finalmente expostos para todo o povo brasileiro, que o rotula como sinônimo claro da palavra “ladrão”.
Lula acreditou em dinheiro como ferramenta de poder.
Ignorou — e em breve perceberá — que o dono de indivíduos corruptos comprados não é quem compra, mas o dinheiro. E dinheiro muda de mãos. E o poder vai junto.
Assim como toda uma carreira de bandalheiras. Vai tudo para o buraco. O tempo corre.
Ele tem tempo ainda, até outubro, para cair na real.
Depois…
