Se houver segundo turno em São Paulo, a vitória de Tarcísio de Freitas será esmagadora. Porém, muita gente acredita que o atual governador deve obter uma vitória consagradora ainda no primeiro turno. Esse cenário seria ideal para a oposição, pois com a eleição definida no primeiro turno, Tarcísio poderia se dedicar integralmente à campanha de Flávio Bolsonaro, em um eventual segundo turno contra Lula. A pesquisa Quaest simulou dois cenários para o primeiro turno. No primeiro deles, com o prefeito de Santo André, Paulo Serra, entre as opções, o governador bolsonarista tem 38% das intenções de voto, contra 26% do aliado de Lula. No segundo cenário, sem o ex-prefeito do ABC entre as opções, Tarcísio marca 40% dos votos, contra 28% de Fernando Haddad e 5% de Kim Kataguiri. Genial/Quaest para o governo de SP Cenário 1: Tarcísio de Freitas (Republicanos): 38% Fernando Haddad (PT): 26% Kim Kataguiri (Missão): 5% Paulo Serra (PSDB): 5% Indecisos: 13% Branco/Nulo/Não vai votar: 13% Cenário 2: Tarcísio de Freitas (Republicanos): 40% Fernando Haddad (PT): 28% Kim Kataguiri (Missão): 5% Indecisos: 13% Branco/Nulo/Não vai votar: 14% A pesquisa simulou as intenções de voto em um eventual segundo turno entre Tarcísio e Haddad. O atual governador lidera com 49%, contra 32% do ex-ministro da Fazenda. Os eleitores indecisos representam 8% e outros 11% relataram que vão votar branco, nulo ou não votarão.
Polícia do RJ deflagra nova fase de operação contra Comando Vermelho e mira mãe e irmão de rapper
A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta quarta-feira (29/4) uma nova fase da Operação Contenção. A ação visa desmantelar a estrutura financeira do Comando Vermelho. Entre os alvos dos mandados de prisão estão Márcia Nepomuceno, mãe do rapper Oruam, e Lucas Santos Nepomuceno, irmão do artista. Márcio dos Santos Nepomuceno, pai do cantor e conhecido como Marcinho VP, também figura entre os investigados. Ele está preso no sistema federal. As autoridades prenderam um homem identificado como operador da facção criminosa. Carlos Alexandre Martins da Silva foi detido. A Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) coordena a operação. Os agentes executam mandados de prisão e busca e apreensão em residências vinculadas aos investigados. Os policiais concentram as ações em endereços localizados nos bairros de Jacarepaguá e Barra da Tijuca, ambos na zona oeste da capital fluminense. As diligências buscam evidências que comprovem o envolvimento dos alvos no esquema de lavagem de dinheiro. A investigação mobiliza equipes especializadas no combate ao narcotráfico e crimes financeiros. A investigação policial teve início há aproximadamente um ano. Os agentes identificaram um grupo dedicado à movimentação, ocultação e reinserção de recursos provenientes do tráfico de drogas no sistema financeiro formal. Os investigadores descobriram um esquema estruturado de lavagem de dinheiro que utilizava contas bancárias de terceiros para fragmentar valores. Essa estratégia visava dificultar o rastreamento das transações financeiras pelas autoridades. Os recursos ilícitos eram destinados ao pagamento de despesas diversas, aquisição de bens e ocultação patrimonial dos envolvidos, segundo os investigadores. A polícia detectou movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada pelos investigados. Essas discrepâncias levantaram suspeitas sobre a origem do dinheiro movimentado pelo grupo. Os agentes identificaram diálogos entre integrantes do grupo e lideranças do Comando Vermelho durante o trabalho investigativo. Entre os criminosos mencionados nas conversas está Carlos Costa Neves, conhecido pelo apelido “Gardenal”. Essas comunicações reforçam a ligação entre os investigados e a cúpula da organização criminosa. A ação policial desta quarta-feira integra uma ofensiva mais ampla do governo estadual contra a estrutura financeira, logística e operacional do Comando Vermelho. As forças de segurança já efetuaram mais de 300 prisões relacionadas à facção criminosa desde que as operações começaram. As autoridades também realizaram apreensões de armas e munições em larga escala durante as diversas fases da operação. A estratégia das autoridades fluminenses concentra-se em desarticular não apenas as atividades ostensivas do tráfico. O foco principal recai sobre os mecanismos financeiros que sustentam a organização. A abordagem ao braço financeiro busca impedir que a facção mantenha sua capacidade operacional. As investigações continuam para identificar outros envolvidos no esquema de lavagem de dinheiro.
Michelle Bolsonaro cogitou abandonar candidatura ao Senado após ataques de militância digital
Em março deste ano, Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, esteve no DF Star para uma reunião reservada com Michelle Bolsonaro. O encontro, que inicialmente seria sobre as nominatas estaduais do PL Mulher, tinha um segundo propósito que preocupava o dirigente partidário. Michelle teria confidenciado a pessoas próximas que estava considerando desistir da candidatura ao Senado. A decisão foi motivada por uma série de acusações levianas vindas de uma ala da militância digital, que levaram a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro a repensar sua entrada na disputa eleitoral. Com a filha recém-operada e o marido enfrentando problemas de saúde, a desistência parecia ser a escolha mais acertada naquele momento. O contexto familiar pesou na avaliação da ex-primeira-dama sobre o desgaste que uma campanha poderia representar. Não se sabe se Valdemar conseguiu convencer Michelle a manter a candidatura durante o encontro. O impacto dessa decisão, qualquer que seja, pode trazer consequências significativas para o cenário político.
Vereadora do PSB é condenada a 19 anos de prisão por organização criminosa e rachadinha
Uma sentença com mais de 200 páginas comprovou a existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas, envolvendo captação de eleitores, controle de votos e movimentações financeiras irregulares. A decisão resultou na condenação pela Justiça Eleitoral da vereadora Tatiana Medeiros, de Teresina (PI). Ela foi condenada a 19 anos, 10 meses e 7 dias de prisão, além de 492 dias-multa, por envolvimento em um esquema criminoso que inclui compra de votos, organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e peculato-desvio, conhecido como “rachadinha”. A Justiça rejeitou os argumentos da defesa que apontavam nulidade de provas e cerceamento, entendendo que não houve prejuízo processual e que os elementos reunidos são válidos para sustentar a condenação. Também foi negado o direito de recorrer em liberdade aos apontados como líderes do esquema. A defesa da vereadora informou que está analisando a decisão judicial. A parlamentar está presa desde abril de 2025, no âmbito da Operação Escudo Eleitoral II, da Polícia Federal. Inicialmente detida em unidade da Polícia Militar, ela teve a prisão convertida em domiciliar por questões de saúde, permanecendo sob monitoramento eletrônico. Atualmente, Tatiana Medeiros segue afastada do mandato, proibida de frequentar a Câmara Municipal de Teresina e de manter contato com servidores da Casa. O caso continua repercutindo no meio político e deve ter novos desdobramentos judiciais. Todavia, a vereadora não perderá o cargo e seguirá com o salário de mais de R$ 25 mil até a decisão definitiva da Justiça, segundo a Câmara Municipal de Teresina.
Sabatina de Jorge Messias na CCJ vira teste de força e expõe limite político do governo
A sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça deixou de ser um rito protocolar para se transformar em algo muito maior: um confronto direto, um teste público de força, coerência e limite político. Quem ainda trata isso como mera formalidade não entendeu o que está em jogo. Nos últimos dias, o ambiente em Brasília mudou. O que antes era conduzido com controle e previsibilidade agora carrega tensão, expectativa e disputa aberta de narrativa. Na prática, a sabatina expõe um ponto sensível: até onde vai a atuação institucional e onde começam as decisões com impacto político direto. É justamente aí que mora o risco. Sabatina não é só responder perguntas. É sustentar posicionamentos sob pressão, lidar com questionamentos incômodos e, principalmente, evitar contradições que possam ser exploradas em tempo real. Em um cenário polarizado, qualquer hesitação vira manchete. Qualquer frase mal colocada vira combustível. Outro ponto que poucos estão destacando: o timing. Essa sabatina acontece em um momento em que o ambiente político já está sensível. Ou seja: não é apenas sobre o que será dito, mas sobre como isso será interpretado e utilizado. E aqui entra o elemento central: não existe mais espaço para zona neutra. Ou a performance reforça autoridade ou abre brecha. E brecha, em Brasília, nunca fica vazia por muito tempo. Por isso, a sabatina não será apenas um ritual. Será um termômetro real de força política, capacidade de sustentação pública e controle de narrativa. E quem acompanha política de verdade sabe: esses momentos costumam revelar muito mais do que aparentam. Veja o vídeo:
PGR denuncia Marcel van Hattem por discurso na tribuna da Câmara e parlamentar acusa afronta à imunidade constitucional
O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) foi notificado nesta terça-feira (28) pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre denúncia apresentada no Supremo Tribunal Federal (STF). A acusação tem como base um discurso proferido pelo parlamentar gaúcho na tribuna da Câmara dos Deputados, espaço constitucionalmente protegido pela imunidade parlamentar. Em reação contundente, Van Hattem classificou a medida como absurda e denunciou tratamento desigual por parte da PGR. “É um verdadeiro absurdo a decisão da PGR em me denunciar por um discurso feito na tribuna da Câmara dos Deputados. A PGR é omissa quando há crimes em potencial envolvendo ministros do STF, mas é altiva quando o assunto é afrontar a Constituição. O artigo 53 é claro ao afirmar que parlamentares possuem imunidade por opiniões, palavras e votos. Estou sendo denunciado porque ousei apontar uma ilegalidade praticada por um delegado da Polícia Federal”, declarou o deputado. Em tom de enfrentamento, Van Hattem classificou a denúncia como tentativa de intimidação política e afirmou que não será silenciado. “Há uma perseguição clara contra quem expõe a verdade. E se acham que vão me calar, estão muito enganados. Vou seguir ainda mais firme denunciando abusos de autoridade no Brasil”, completou. Na denúncia, a PGR sustenta que o parlamentar teria ultrapassado os limites da crítica política ao utilizar termos considerados ofensivos contra um delegado da Polícia Federal, enquadrando a conduta como crimes contra a honra. O próprio órgão reconhece a existência de ampla liberdade de manifestação parlamentar, mas afirma que, no caso específico, teria havido “abuso” no exercício dessa prerrogativa. Para especialistas, essa interpretação introduz um grau de subjetividade capaz de esvaziar a proteção constitucional. A defesa de Van Hattem rebateu com veemência e sustenta que a denúncia representa uma ruptura com a tradição jurídica brasileira. O advogado responsável pelo caso, Alexandre Wunderlich, afirmou que a situação inaugura um precedente perigoso para o funcionamento democrático. “Os atos ocorreram no exercício do mandato, no uso da tribuna da Casa Legislativa. A garantia constitucional da imunidade parlamentar é ampla e irrestrita, historicamente. A Constituição não prevê restrição ao seu alcance quando refere que a inviolabilidade decorre de quaisquer opiniões, palavras e votos. Agora se pretende, casualmente no momento pré-eleitoral, uma variação da jurisprudência, relativizando a garantia constitucional. Ao final, não é o deputado e a garantia que estão em risco, é o funcionamento do parlamento e a própria democracia”, enfatizou Wunderlich. O episódio projeta um cenário de crescente insegurança jurídica. Ao admitir a possibilidade de responsabilização penal por falas proferidas diretamente da tribuna parlamentar, abre-se uma zona cinzenta sobre o alcance da imunidade parlamentar, um dos pilares fundamentais do sistema representativo. Na prática, o risco apontado por parlamentares é o de que a crítica política, especialmente quando dirigida a autoridades, passe a ser filtrada pelo temor de sanções judiciais. Mais do que um caso isolado, a denúncia é vista como parte de um movimento mais amplo de tensionamento entre os Poderes. Para aliados de Van Hattem, trata-se de uma tentativa deliberada de constranger e limitar a atuação de vozes críticas dentro do Parlamento. O presidente do partido Novo, Eduardo Ribeiro, alertou que a denúncia evidencia um movimento que ultrapassa o caso individual e atinge diretamente o funcionamento das instituições democráticas. “Não estamos falando apenas de um deputado sob pressão, é o Parlamento sob risco de constrangimento permanente. A Constituição não protege discursos convenientes, protege justamente os incômodos. Quando essa fronteira começa a ser relativizada, abre-se um precedente que afeta todo o funcionamento do regime democrático”, concluiu Ribeiro.
TSE cassa mandato e torna inelegível mais um governador aliado de Bolsonaro
Por decisão unânime de 7 a 0, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o mandato e tornou inelegível o ex-governador de Roraima, Antonio Denarium. O atual governador, Edson Damião, também teve o mandato cassado, por 6 votos a 1, sendo vencido apenas o ministro Nunes Marques. Acusados de crimes eleitorais para obter vantagem na eleição de 2022, quando foram eleitos para comandar Roraima, ambos foram condenados por abuso de poder político e econômico. O processo contra eles tramitava no TSE desde 2024. Durante este período, o processo foi suspenso em quatro ocasiões. Denarium renunciou ao cargo de governador, mas a Corte entendeu que o fato de ele deixar o cargo não afastava as acusações. A decisão também não livrou Damião da perda do cargo de governador, mesmo com a defesa alegando que as condutas praticadas em 2022 não deveriam recair sobre ele. Os ministros entenderam que, em uma eleição, a chapa é eleita como unidade, sendo impossível separar vice e governador — Damião era vice à época.
Deputado vira alvo do Conselho de Ética e denuncia perseguição: ‘Querem calar quem defende inocentes’
O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) voltou a ser alvo do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. O órgão analisa um parecer que propõe a suspensão de seu mandato por até cinco meses. A medida está relacionada a manifestações políticas e posicionamentos públicos do parlamentar em defesa dos brasileiros presos após os atos de 8 de janeiro. Para Pollon, o processo não trata de quebra de decoro, mas de perseguição política contra quem enfrenta o sistema. “Isso não é sobre ética, é sobre calar quem denuncia e luta contra injustiças. Estão tentando punir um parlamentar que teve coragem de defender brasileiros que hoje são vítimas de perseguição dentro do próprio país”, afirmou. O deputado sustenta que sua atuação sempre esteve dentro dos limites constitucionais da atividade parlamentar, tanto no uso da palavra quanto em manifestações políticas. Segundo ele, transformar posicionamento em punição representa mais um grave precedente dentro do Congresso Nacional. Pollon também deixou claro que não pretende recuar diante da pressão. “Se defender inocentes virou motivo para suspensão de mandato, então o problema não está em mim, está no sistema. Eu não vou me curvar. Vou continuar defendendo a anistia, lutando pelos inocentes que seguem na cadeia e denunciando esses abusos até o fim”, declarou. A votação do parecer está prevista para a próxima terça-feira e deve mobilizar parlamentares e apoiadores, ampliando o debate sobre liberdade de atuação política e os limites das decisões dentro do Legislativo. Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
PL aciona TSE para barrar Lula de usar rede nacional para atacar Flávio Bolsonaro
O PL acionou nesta terça-feira (28) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para impor uma série de restrições ao pronunciamento em rede nacional de rádio e TV que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve gravar por ocasião do Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (1). A informação foi revelada pela jornalista Malu Gaspar. A sigla quer que o TSE conceda uma liminar, antes mesmo da veiculação do pronunciamento, proibindo Lula de usar o palanque eletrônico para fazer “promoção pessoal” e “associação direta de sua imagem a políticas públicas” – além de barrar que o presidente dispare ataques a adversários e gestões de antecessores, como Jair Bolsonaro. O PL pretende lançar a candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (RJ), filho “zero um” do ex-presidente, para as próximas eleições. A última pesquisa Quaest/Genial mostrou Lula e Flávio empatados tecnicamente num eventual segundo turno, com o senador do Rio numericamente à frente do petista pela primeira vez, com 42% ante 40% do atual chefe do Executivo. Neste terceiro mandato, Lula gravou pronunciamentos para a data em 2023, 2024 e 2025, aproveitando a plataforma para exaltar medidas da administração petista, como a “valorização do salário mínimo” e a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. O PL quer que o TSE obrigue Lula a manter “a necessária neutralidade institucional” no pronunciamento – e o proíba de utilizar “imagens externas e elementos visuais”, como símbolos, marcas ou recursos gráficos que deem uma conotação de propaganda eleitoral antecipada à fala do presidente da República. O pedido do PL foi feito no âmbito de uma ação em andamento no TSE que contesta o uso eleitoreiro do pronunciamento de Lula veiculado em março no Dia da Mulher, quando a fala do presidente foi acompanhada da exibição de imagens de cerimônias do governo e de exaltação a programas como o Pé de Meia, Minha Casa Minha Vida e Bolsa Família, com a exibição de rostos de pessoas que lembram os programas eleitorais. O caso ainda não foi analisado pelo plenário da Corte Eleitoral. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Primeira linha de camisetas em apoio ao pré-candidato Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
PF afirma que faixa com a palavra ‘ladrão’ em janela ‘poderia configurar crime contra a honra’
A abordagem de agentes da Polícia Federal a um morador de Presidente Prudente que exibia uma faixa com a palavra ‘ladrão’ na própria janela gerou repercussão nacional. O imóvel fica em um prédio próximo ao local que receberia o presidente Lula para um evento. Os policiais informaram ao morador que superiores iriam impor a retirada da faixa, mesmo sem que ela citasse o nome do presidente. Durante a conversa, o trabalhador argumentou tratar-se apenas de uma “opinião”. O agente respondeu: “Eles não vão considerar isso como opinião.” A Polícia Federal divulgou nota oficial sobre o caso: “A Polícia Federal informa que realiza, de forma rotineira, ações de segurança voltadas à proteção de autoridades, conforme protocolos estabelecidos.” “No caso mencionado, foram realizadas diligências iniciais e orientações no local, em razão da presença de faixas com dizeres que, em tese, poderiam configurar crime contra a honra, nos termos da legislação vigente.” “Esclarece-se que os procedimentos e práticas relacionados à proteção de autoridades não são detalhados publicamente, em razão da natureza das atividades.” “Informações como estratégias de atuação, protocolos operacionais e demais aspectos sensíveis são resguardados, tendo em vista que sua divulgação pode comprometer a segurança das pessoas protegidas e a efetividade das ações.”