O governador interino do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, decidiu cancelar o patrocínio estadual ao show da cantora colombiana Shakira em Copacabana, marcado para o próximo sábado (2). Em nota oficial, o Governo do Estado justificou a medida citando a “grave crise fiscal que assola o estado”. Shakira será a atração principal da terceira edição do evento Todo Mundo no Rio, que oferece shows gratuitos no início de maio na praia da zona sul carioca. As duas edições anteriores, com Madonna em 2024 e Lady Gaga em 2025, contaram com apoio financeiro tanto do governo estadual quanto da Prefeitura do Rio. Diante da decisão do governador interino de cortar os recursos, o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) anunciou que o município assumirá um investimento maior. A prefeitura destinará R$ 20 milhões ao evento – um acréscimo de R$ 5 milhões em relação aos R$ 15 milhões inicialmente previstos. A administração municipal defende o investimento público com o argumento de que o show pode gerar um retorno de R$ 800 milhões em gastos dos fãs na cidade. Segundo a estimativa da prefeitura, a movimentação econômica no Rio seria equivalente a 40 vezes o valor investido pelos cofres públicos.
Governo autoritário transforma protesto local em desastre nacional: a burrice da PF com a faixa “ladrão”
Era um evento em Presidente Prudente. Lula estava previsto para comparecer, mas não apareceu porque está se recuperando de uma cirurgia. A faixa com a palavra “ladrão” seria, quando muito, comentada na vizinhança. Moradores de bairros mais distantes provavelmente nem ouviriam falar. Muito menos em outras cidades do país. Mas daí, como todo governo autoritário não deixa passar oportunidade de exercer sua burrice, a Polícia Federal, sabe-se lá por ordem de quem, resolveu “intimar”, sem ordem judicial, o cidadão a retirar a faixa. A ação truculenta viralizou. O que era para passar completamente batido virou notícia nacional. O escopo do trabalho de Sidônio Palmeira como marqueteiro do governo deveria ser expandido para além da comunicação oficial e abranger também ações de outros órgãos do governo que podem se transformar em desastres de marketing. Esse é um caso típico. A PF deveria ter consultado Sidônio se intimidar um cidadão em uma cidade do interior de São Paulo era uma boa ideia. O marqueteiro vai ter trabalho. Marcelo Guterman é engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
Daniela Mercury recua e pede desculpas após acusar cantor sem provas em evento
A cantora Daniela Mercury veio a público esclarecer a polêmica envolvendo o também músico Edson Gomes, após um episódio ocorrido durante uma premiação realizada em Salvador (BA), na última terça-feira, 28. A situação teve início no Troféu Armandinho e Irmãos Macêdo, quando a artista mencionou o nome do colega ao abordar a importância do combate à violência contra a mulher, o que gerou reação imediata. Na ocasião, a cantora declarou: “Porque a gente não aceita violência contra nenhuma mulher. Então, eu te amo, mas quero pedir que todos os artistas brasileiros se juntem a nós nessa luta contra todo tipo de violência contra as mulher”. A fala foi interpretada por Edson Gomes como uma possível acusação, levando-o a negar qualquer envolvimento e solicitar que provas fossem apresentadas. Diante da repercussão, Daniela Mercury divulgou uma nota em suas redes sociais reforçando seu histórico de atuação em pautas sociais. “Historicamente, a artista Daniela Mercury sempre se posicionou em defesa dos direitos das mulheres, como cidadã, artista e ativista. Ao longo de sua trajetória, Daniela construiu uma atuação reconhecida tanto nas artes quando nas causas sociais, voltada à proteção das populações mais vulneráveis e à promoção dos direitos humanos”, começou a nota. A artista também buscou esclarecer o contexto de sua fala, afirmando que a menção ao cantor teve caráter simbólico e mais abrangente. Segundo ela, tratava-se de uma mensagem “dirigida a todos os homens brasileiros, como defesa de relações baseadas no afeto, no respeito e na dignidade à vida de mulheres”. Com isso, indicou que não houve intenção de fazer acusações diretas. Por fim, Daniela Mercury lamentou a interpretação equivocada de sua declaração e pediu desculpas ao colega por qualquer desconforto causado. “Reitera, ainda, o desejo de conversar pessoalmente com o artista em momento oportuno”, completou a cantora.
CCJ aprova Jorge Messias para o STF por 16 a 11: votação apertada segue para o plenário
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado decidiu, nesta quarta-feira (29/4), aprovar o nome de Jorge Messias, atual advogado-geral da União, para assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Com o aval do colegiado, a indicação segue agora para análise no plenário da Casa. O resultado da votação na comissão foi de 16 votos favoráveis contra 11 contrários, evidenciando um cenário de divisão entre os senadores. A sabatina teve início por volta das 9h30 e se estendeu ao longo do dia, com diversos questionamentos dirigidos ao indicado do petista Lula. Com a aprovação na CCJ, o nome de Messias será submetido ao plenário do Senado, onde precisará de pelo menos 41 votos favoráveis para ser confirmado no cargo. A tramitação ocorreu em um prazo superior ao habitual, levando cerca de cinco meses em meio a negociações políticas, o que ainda mantém incertezas quanto ao desfecho da votação final. Embora o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tenha se declarado publicamente neutro, há expectativa sobre um possível posicionamento individual no momento da votação, que ocorre de forma secreta.
Eduardo Bolsonaro alerta Flávio sobre segurança após nova tentativa de atentado contra Trump
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro se pronunciou sobre o incidente envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e aproveitou a ocasião para destacar preocupações com a segurança de figuras públicas no Brasil. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele direcionou um alerta ao senador Flávio Bolsonaro, apontado como pré-candidato à Presidência. Ao comentar o episódio ocorrido em Washington, Eduardo associou o caso a um cenário mais amplo de violência política, mencionando situações semelhantes em outros países e também acontecimentos recentes no Brasil. Segundo ele, lideranças políticas podem se tornar alvos em contextos de alta polarização. “Essa questão toda aí, de novo, uma tentativa de assassinato contra o presidente Trump, e foi tentativa que só não foi colocada adiante, porque as forças de segurança entraram em campo e conseguiram deter uma pessoa armada que estava correndo em direção ao presidente dos Estados Unidos”, disse Eduardo. Na mesma declaração, o ex-parlamentar indicou que o caso deve servir como sinal de atenção redobrada. Ele argumentou que políticos identificados com a direita estariam mais expostos a esse tipo de risco. “Então isso é um alerta até para que o próprio Flávio Bolsonaro tenha que redobrar a sua segurança”, afirmou. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Sóstenes explica o estranho abraço em Jorge Messias (veja o vídeo)
O deputado Sóstenes Cavalcante se manifestou sobre o estranho abraço em Jorge Messias durante a sabatina. Disse o parlamentar: “Ser educado não pode ser confundido com posicionamento político. O PL no Senado já fechou questão, e todos os nossos senadores votarão contra. Hoje, ao cumprimentá-lo, foi por princípio de educação.” Veja: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Jorge Messias chora ao falar sobre aborto em sessão no Senado
Durante a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado realizada nesta quarta-feira (29), o advogado-geral da União, Jorge Messias, protagonizou um momento de emoção e chegou a chorar ao relembrar sua trajetória pessoal. Em sua fala aos senadores, o indicado afirmou: “Qualquer que seja a circunstância, é uma tragédia humana. Agora, a gente precisa olhar também com humanidade à mulher, à adolescente, à criança, a uma vida.” “É por isso que a lei estabeleceu hipóteses muito restritas de excludentes da ilicitude”, completou Messias. Veja: Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Deputado do PL abraça indicado de Lula ao STF durante sabatina — Veja o vídeo!
Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal, passou por sabatina nesta quarta-feira (29) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. A sessão contou com a presença do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do Partido Liberal na Câmara, partido que representa a oposição ao governo petista. Durante a sabatina, um momento inusitado chamou a atenção dos presentes. Sóstenes se levantou, aproximou-se de Jorge Messias e o cumprimentou com um abraço prolongado. A interação durou aproximadamente 23 segundos e incluiu uma breve conversa reservada entre os dois, evidenciando um raro episódio de cordialidade entre representantes de campos políticos opostos. Confira o momento:
Advogado-geral da União reconhece tragédia de presos do 8 de Janeiro, mas evita posição sobre anistia
Durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, realizada nesta quarta-feira (29), o advogado-geral da União, Jorge Messias, fez declarações sobre os eventos de 8 de janeiro de 2023 e a situação dos presos envolvidos nos atos. Messias afirmou que os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 representam “um dos episódios mais tristes da história recente” do Brasil. O advogado-geral declarou: “O 8 de Janeiro, como já pude declarar, foi um dos episódios mais tristes da história recente e acho que fez muito mal ao país. Efetivamente, as pessoas que foram presas no 8 de Janeiro foram submetidas a um processo, foram processadas, muitas foram condenadas, algumas assinaram acordos de não persecução penal, algumas ainda estão presas. A prisão e o processo penal sempre carregam uma tragédia pessoal e familiar, nós não podemos desconhecer.” Ao ser questionado sobre a possibilidade de anistia aos condenados, tema que está em debate no Congresso Nacional, Messias evitou se posicionar diretamente e enfatizou que a decisão cabe ao Legislativo. “A discussão acerca de anistia é própria do ambiente político e institucional. A crítica pública também é própria. A liberdade de expressão permite que se critique qualquer tipo de posição. Agora, a definição acerca deste tema compete às vossas excelências. E não a mim, na condição de operador do direito. Anistia é um ato jurídico político institucional que cabe ao parlamento”, declarou. Poucos sabem a verdade por trás do 8 de janeiro de 2023. Todos os detalhes, relatos e revelações sobre esse fatídico acontecimento estão no livro “08 DE JANEIRO – SEGREDOS E BASTIDORES”. A obra mostra detalhes e segredos que não foram revelados ao público. Por apenas 19,90! Você não pode perder! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/08-de-janeiro-segredos-e-bastidores Vale a pena o investimento!
Magno Malta encurrala Jorge Messias e faz a pergunta que todos queriam ouvir. Veja o vídeo!
A sabatina de Jorge Messias está pegando fogo no Senado Federal. Cara a cara, o senador Magno Malta confrontou diretamente o indicado ao Supremo Tribunal Federal. O parlamentar citou o fato de Messias afirmar que é um dos responsáveis pelas prisões relacionadas aos eventos de 8 de janeiro de 2023. Malta questionou duramente: “Ele se vangloria desse momento, se vangloria de ter pedido a prisão e do sofrimento imposto a essas pessoas.” O confronto revela a tensão que marca a sabatina do advogado-geral da União indicado para ocupar uma cadeira na Corte Suprema. A questão levantada por Magno Malta expõe um ponto sensível: a postura de Messias em relação às prisões decorrentes do 8 de janeiro, tema que divide opiniões e permanece controverso no debate público nacional.