Segundo relatos dos bastidores, o ministro Gilmar Mendes está visivelmente contrariado com suas recentes derrotas na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). O destaque crescente do ministro André Mendonça tem causado incômodo ao decano da Corte. Ao que tudo indica, o povo brasileiro finalmente compreende o motivo pelo qual o ex-presidente Bolsonaro nomeou esse ministro “terrivelmente evangélico”. Mendonça, além de demonstrar inteligência notável e profundo conhecimento jurídico, revela-se extremamente sério no exercício de suas funções. O STF parece iniciar um novo momento, no qual uma minoria comprometida com a decência consegue vencer uma maioria com interesses que não são revelados publicamente. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista. Capa do livro “Supremo Silêncio” A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber
Morre Juca de Oliveira aos 91 anos: Brasil perde um dos maiores nomes das artes cênicas
O ator, autor e diretor Juca de Oliveira faleceu na madrugada deste sábado (21), em São Paulo, aos 91 anos. A informação foi confirmada pela família. Ele estava internado desde o último dia 13 na UTI do Hospital Sírio-Libanês para tratar uma pneumonia e uma condição cardíaca. Juca de Oliveira construiu uma carreira sólida no teatro, na televisão e no cinema brasileiro. O artista também foi membro da Academia Paulista de Letras e dedicou-se à escrita de textos para peças teatrais e roteiros. Além de atuar em novelas e programas de televisão, exerceu a função de diretor em produções de palco. Com mais de seis décadas de carreira, Juca de Oliveira deixa um legado marcado pela atuação intensa no teatro e pela presença constante na televisão brasileira. Nascido em São Roque, no interior de São Paulo, em 1935, chegou a iniciar o curso de Direito na Universidade de São Paulo, mas abandonou a graduação após um teste vocacional que apontava o teatro como seu verdadeiro caminho profissional. A estreia nos palcos ocorreu ainda jovem. Logo passou a integrar o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), onde trabalhou em montagens importantes e conquistou reconhecimento da crítica especializada. Entre os trabalhos iniciais, destacou-se em peças como A Morte do Caixeiro Viajante, que lhe rendeu prêmios. Nos anos 1960, Juca de Oliveira esteve ligado ao Teatro de Arena, grupo que teve papel relevante na produção cultural e na resistência à censura durante a ditadura militar. Nesse período, envolveu-se politicamente com a classe artística e chegou a se exilar na Bolívia em meio à repressão do regime. Na televisão, a carreira começou na década de 1960, com participações em novelas da TV Tupi. O reconhecimento nacional veio com Nino, o Italianinho (1969), que o projetou para o grande público. Ao longo dos anos seguintes, participou de mais de 30 novelas e minisséries, com papéis em produções como Saramandaia (1976), Espelho Mágico (1977), Torre de Babel (1998) e O Clone (2001), em que interpretou o geneticista Albieri, um de seus personagens mais conhecidos e lembrados. Paralelamente à televisão, manteve uma produção constante no teatro, tanto como ator quanto como autor. Escreveu peças como Caixa Dois, Às Favas com os Escrúpulos e Happy Hour, demonstrando versatilidade e talento na dramaturgia. Com uma carreira que inclui ainda cerca de dez filmes e dezenas de espetáculos teatrais, Juca de Oliveira também ocupou cargos de representação da classe artística, como a presidência do Sindicato dos Atores de São Paulo. Reconhecido por sua contribuição à cultura brasileira, o artista foi eleito para a Academia Paulista de Letras, consolidando seu lugar entre os grandes nomes das artes do país.
Careca do INSS pede liberação de recursos bloqueados para pagar acordos trabalhistas e decisão de Mendonça surpreende
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), segue com postura firme e sem concessões aos envolvidos no esquema do INSS. O magistrado negou pedido do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, para liberar valores bloqueados judicialmente. A defesa solicitou o desbloqueio de R$ 156.893,65 que seriam utilizados para quitar acordos trabalhistas com ex-funcionários. O lobista teve patrimônio bloqueado e sequestrado em valor que chega a R$ 53 milhões. As medidas incluíram mandados de prisão e de busca e apreensão. Os advogados informaram ao STF que as restrições judiciais resultaram no fechamento das empresas. Vários empregados foram demitidos. A defesa pediu a liberação dos recursos para cumprir acordos trabalhistas já homologados pela Justiça. Os advogados argumentaram que as parcelas têm caráter alimentar. Sustentaram que liberar os valores não prejudicaria a investigação. André Mendonça esclareceu que liberar valores bloqueados, mesmo para pagamento de créditos trabalhistas, constitui medida excepcional. O ministro definiu os critérios necessários para esse tipo de autorização. “Somente se admite quando demonstrado, de forma inequívoca, que os bens ou numerários não guardam qualquer relação com os fatos investigados ou não possam, em nenhuma hipótese, ser alcançados por eventual decreto de perdimento ou de reparação do dano. Não é essa, contudo, a hipótese dos autos”, pontuou o magistrado. Mendonça ressaltou que os valores fazem parte do conjunto patrimonial bloqueado. Há fortes indícios de que possam representar produto, proveito ou instrumento de atividades ilícitas. Assim, o ministro apontou a possibilidade de que sejam bens adquiridos ou mantidos com recursos de origem ainda sob investigação. André Mendonça destacou o objetivo das medidas cautelares patrimoniais no processo penal. “A finalidade primordial das medidas assecuratórias é impedir a dissipação do patrimônio e garantir a efetividade da jurisdição penal, não podendo ser relativizada a partir de interesses patrimoniais, ainda que revestidos de caráter alimentar, sob pena de esvaziamento da própria lógica do sequestro criminal”, afirmou.
Martha Graeff recusa encontro com Anitta e empresários de apostas nos EUA
Martha Graeff, ex-namorada do banqueiro Daniel Vorcaro, rejeitou participar de uma reunião com a cantora Anitta e empresários do setor de apostas nos Estados Unidos. A recusa aconteceu em setembro de 2024. Diálogos obtidos pelo jornalista Paulo Cappelli revelam os detalhes da negativa. As conversas foram registradas em 9 de setembro de 2024. Vorcaro descreveu quem participaria do encontro. “São quatro amigos meus, sócios de um negócio de bet, a Anitta e o irmão dela”, escreveu o empresário nas mensagens. O banqueiro estabeleceu um limite de horário para a reunião. “Já falei que às 22h todo mundo out [fora], porque tenho jantar com o amor da minha vida”, afirmou Vorcaro. Durante a conversa, o empresário perguntou a Graeff sobre sua participação. “Você se importa em encontrar com a turma?”, questionou Vorcaro. Martha Graeff respondeu de forma direta: “Eu não vou encontrar com ela, já falei”. A Polícia Federal interceptou as mensagens no celular de Daniel Vorcaro. O material integra a terceira fase da Operação Compliance Zero. Não há informações de que a cantora seja investigada ou tenha envolvimento com o caso Master. A assessoria de Anitta divulgou nota nesta sexta-feira (20). “Anitta, como empresária de sua própria carreira, sempre fez questão de participar diretamente e efetivamente das reuniões de negociação com os representantes de marcas interessados em tê-la como garota propaganda. Com o Will Bank, após o encontro, a contratação não seguiu adiante”.
Delação de Vorcaro no caso Banco Master deve expor autoridades sem poupar ninguém, defende jurista
O jurista alemão Rudolf von Ihering, no ano de 1853, previu que os juristas um dia ocupar-se-iam do direito premial, pressionados pelas necessidades práticas, delimitando-o com regras precisas no interesse superior da coletividade, não apenas do aspirante ao prêmio. A previsão feita há mais de um século é hoje realidade no Brasil por meio do instituto conhecido como delação premiada, ou colaboração premiada. Nesse mecanismo, o indivíduo que responde a inquérito penal ou processo criminal negocia benefício com o Estado — Ministério Público ou Polícia Judiciária — em troca de colaborar com as investigações, confessando crimes praticados, delatando coautores e produzindo provas de difícil apuração, além de cessar a atividade ilícita. O instrumento da justiça negocial exige que a declaração do colaborador venha acompanhada da apresentação ou indicação de provas de suas práticas e das demais pessoas envolvidas na conduta delitiva. Diante do escândalo envolvendo o Banco Master, conforme veiculado na imprensa, o ex-presidente da instituição, Daniel Vorcaro, pretende colaborar com a Justiça em troca de algum benefício. A transferência do ex-banqueiro da penitenciária para a sede da Polícia Federal indica que as negociações já se iniciaram. Há críticos do instituto que argumentam não ser correto que o indivíduo que cometeu ilícito seja beneficiado por sua própria conduta ao delatar seus comparsas, ainda que com efetiva apresentação de provas. Com a evolução das condutas delituosas, principalmente aquelas ligadas à corrupção — crime de difícil apuração devido ao engendramento de complexas engenharias financeiras, como lavagem de dinheiro, pagamentos por contratos fictícios, remessa de valores ao exterior, aquisição de bens por valores superiores aos de mercado e utilização de fundos de investimento —, torna-se necessário que sejam apontados todos os envolvidos, o modus operandi e o desmantelamento dessa engenharia financeira para cessar a conduta criminosa, com o processamento e condenação de todos os envolvidos. A colaboração não objetiva o interesse do aspirante ao prêmio, mas o interesse superior da coletividade, para ver cessada a atividade criminosa praticada e todos os envolvidos responsabilizados — o que, sem a colaboração, seria praticamente impossível de apurar. No caso do Banco Master, segundo veiculado na imprensa, há pessoas dos altos escalões dos Poderes da República que poderiam ter participado, direta ou indiretamente, da fraude cometida pela instituição financeira, e que precisam ser identificadas e responsabilizadas. É necessário apurar quais autoridades se beneficiaram do esquema fraudulento, bem como o grau de responsabilidade e envolvimento de cada uma. Não se trata de pessoas que tenham participado de eventos privados ou mantido relações de amizade com o banqueiro — questão de ordem moral, alheia ao Direito —, mas daquelas que efetivamente tenham recebido vantagens pecuniárias, direta ou indiretamente, para facilitar, encobrir ou proteger as fraudes perpetradas. A colaboração premiada permitirá uma apuração mais célere, sem poupar ninguém, independentemente de partido ou ideologia política — sejam parlamentares, autoridades do Banco Central, governantes, ministros ou quaisquer outros agentes públicos que, segundo noticiado, integrariam a chamada “rede de contatos” de Vorcaro. O escândalo alcançou proporções inimagináveis, atingindo até mesmo a instituição que deveria representar a última trincheira da cidadania, a qual, há tempos, por meio de decisões heterodoxas de alguns de seus membros, vem sofrendo desgaste de credibilidade. Agora, surgem suspeitas de desvios de conduta, como a compra de resort pertencente ao Ministro Toffoli e seus irmãos, bem como a celebração de contrato a título de honorários advocatícios com a esposa do Ministro Moraes, em valor expressivo e estratosférico de 129 milhões de reais. Todas essas suspeitas devem ser devidamente esclarecidas e apuradas, seja para responsabilizar eventuais condutas delituosas, seja para afastá-las, restabelecendo a credibilidade de nossas instituições — elemento essencial ao Estado Democrático de Direito. Segundo reportagem publicada no site da CNN Brasil em 20 de março de 2026, pessoas próximas ao Ministro André Mendonça, relator do caso envolvendo o Banco Master — magistrado independente, imparcial e de reconhecida conduta ilibada —, afastam qualquer possibilidade de acordo ou delação premiada que venha proteger qualquer pessoa, mesmo membros do STF. O instituto da colaboração premiada deve ser defendido não em benefício do delinquente, mas em prol da sociedade como um todo, para que a verdade venha à tona e todos os responsáveis sejam punidos, sem exceção. Aguardam-se os próximos capítulos do caso Master com a expectativa de que a Justiça seja feita de forma completa e imparcial.
Petro na mira: Parceiro de Lula é investigado pelos EUA por envolvimento com narcotráfico
O cerco ao narcotráfico na América Latina vai se fechando. Agora é a vez de Gustavo Petro, presidente da Colômbia e aliado do presidente Lula, ser investigado por envolvimento com o narcotráfico. Segundo informações do The New York Times e da Reuters divulgadas nesta sexta-feira, as investigações foram abertas por procuradores federais de Manhattan e do Brooklyn, nos Estados Unidos. Na América Latina, o narcotráfico extrapola a simples atividade criminosa. Está envolvido profundamente na sociedade e na política, apoiando candidatos e financiando campanhas eleitorais. Essa rede que interliga e age de forma coordenada em diversos países está agora sendo exposta pelos EUA, de forma implacável. A tendência é que as investigações cheguem fatalmente onde têm que chegar. Quanto a Lula, vale lembrar o provérbio: “Dize-me com quem andas e te direi quem és.” Os parceiros Maduro e Kirchner já foram para o ralo, junto com o Irã. Vale recordar também, perfeitamente, do dia 30 de outubro de 2022, quando, com a eleição de Lula, todos os presídios do país entraram em festa, comemorando.
Fux saboreia vitória após críticas injustas de Gilmar Mendes sobre voto a favor de Bolsonaro
No dia 21 de outubro de 2025, o ministro Luiz Fux solicitou sua saída da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal e a migração para a 2ª Turma. A decisão foi recebida com hostilidade pelo decano Gilmar Mendes. Fux foi duramente criticado por seu voto de absolvição ao ex-presidente Jair Bolsonaro. As críticas foram duras, desnecessárias e extremamente injustas, segundo análise do jornalista Gonçalo Mendes Neto. O ministro não criou conflito desnecessário. Sabia exatamente o passo que estava dando, em defesa da verdadeira Justiça. Deixou de ser minoria para ter voz ativa e decisiva nas decisões do tribunal. Hoje, Fux desfruta do prazer de saborear um prato frio, mas saboroso, diante das circunstâncias que se desenrolaram desde sua mudança de turma. Gonçalo Mendes Neto, Jornalista.
Ataque ao Irã: ofensiva de EUA e Israel desencadeia crise que ameaça o equilíbrio global
O ataque conjunto de Estados Unidos e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026 representa um estopim de uma crise que já ameaça redesenhar o mapa político e energético do planeta. Em menos de duas semanas, o conflito ceifou milhares de vidas, derrubou o líder supremo Ali Khamenei e colocou o Oriente Médio à beira de um colapso regional. O que está em jogo não é apenas a soberania iraniana, mas o equilíbrio de poder global. Linha do tempo da escalada 28/02/2026 – Bombardeios americanos e israelenses atingem Teerã e Karaj. 01/03/2026 – Ali Khamenei é morto, junto com altos comandantes militares. 03/03/2026 – O Irã responde com mísseis contra bases dos EUA e alvos em Israel. 05/03/2026 – Israel amplia ofensiva no Líbano; EUA atacam navios iranianos no Sri Lanka. Até 11/03/2026 – Mais de 1.000 mortos confirmados, cidades devastadas e população em fuga. Consequências imediatas Humanitárias O custo humano é brutal: bairros inteiros arrasados, hospitais sobrecarregados e milhares de famílias deslocadas. O sul do Líbano já vive uma nova onda de refugiados, repetindo o ciclo de sofrimento que a região conhece há décadas. Políticas A morte de Khamenei abriu uma disputa feroz dentro do Irã. O Conselho de Aiatolás tenta manter a coesão, mas o vácuo de poder pode ser o início de uma guerra civil. A instabilidade interna é combustível para a escalada externa. Militares Os ataques não param. Israel intensifica bombardeios, os EUA ampliam sua presença naval e o Irã dispara drones e mísseis em retaliação. Cada movimento aproxima a região de uma guerra total. Impactos globais Energia: O estreito de Ormuz, por onde passa boa parte do petróleo mundial, está sob ameaça. Qualquer bloqueio pode disparar os preços e mergulhar as economias em crise. Diplomacia: A ONU e a União Europeia falam em cessar-fogo, mas suas palavras soam impotentes diante da escalada e das evidências onde o Irã seria o maior responsável. Segurança internacional: Síria, Arábia Saudita e outros países podem ser arrastados para o conflito, transformando a guerra em um incêndio regional. O que vemos no Irã não é apenas uma guerra: é um ato de irresponsabilidades e de necessidade de perpetuação de poder de seus ditadores que coloca em risco a paz mundial. A ofensiva dos EUA e Israel tem objetivos estratégicos e bem definidos. O preço pago em vidas humanas e em instabilidade global é algo inevitável o que demandará reconstrução não apenas material, mas de absurdas proporções e envolvendo a todos. O Irã hoje assiste sua crise de poder esfacelar-se e tenta, por sua vez, responder com a mesma lógica de força, alimentando um ciclo de violência sem fim. Se não houver uma ruptura imediata nesse caminho, o mundo estará diante de uma crise comparável às maiores tragédias do século XX. O Oriente Médio pode se tornar novamente o epicentro de uma guerra que ninguém conseguirá controlar — e cujas consequências todos nós, de Belo Horizonte a Pequim, sentiremos no bolso e na pele.
Escritório de Ibaneis Rocha movimentou R$ 155 milhões em precatórios e recebeu R$ 73,8 milhões após deságio
O Escritório Ibaneis Advocacia e Consultoria comercializou aproximadamente R$ 155 milhões em créditos de precatórios entre 2008 e 2024. A banca fundada pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), realizou 13 contratos com fundos de investimento, uma empresa e pessoas físicas. Após o deságio, o escritório recebeu efetivamente R$ 73,8 milhões. Os honorários vendidos são originários de processos judiciais nos quais o escritório representou associações de servidores do Congresso, do Poder Judiciário, do Ministério Público do Trabalho e do Ministério Público da União. As decisões favoráveis resultaram em pagamentos da União por meio de precatórios. Ibaneis Rocha suspendeu sua inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil em 2019, ao assumir o governo do Distrito Federal. As operações ganharam destaque após a revelação de que pelo menos R$ 81 milhões foram vendidos a fundos administrados pela Reag. O Banco Central liquidou a instituição, investigada pela Polícia Federal no caso do Banco Master. O Escritório Ibaneis Advocacia e Consultoria divulgou nota sobre as operações. A banca afirmou que “trata-se de negócio jurídico regular, lícito e reiteradamente praticado no mercado por escritórios de advocacia, credores da fazenda pública e instituições financeiras, como forma de abreviar o recebimento, com deságio, de valores decorrentes de ações judiciais contra entes públicos”. O escritório informou que desenvolveu especialização em litígios contra a União Federal nos Tribunais Regionais Federais ao longo de mais de três décadas. A banca representa diversas associações de servidores públicos e os próprios servidores nessas demandas. “Dentre as causas patrocinadas pelo escritório, dá-se destaque para demandas envolvendo gratificações, reajustes e outras verbas devidas pelos órgãos que integram a União Federal aos Servidores Públicos. O Escritório, desde sua origem, patrocina diversas dessas demandas, sendo remunerado mediante honorários de sucumbência devidos pela União diretamente ao escritório, bem como por honorários contratuais. Os honorários devidos pela União ao escritório de advocacia possuem natureza alimentar e são direito autônomo do advogado”, declarou o escritório. A nota destaca que a banca está estabelecida em Brasília desde 1994. O escritório afirma que sempre pautou sua atuação por meio de uma visão objetiva na solução de conflitos e na busca de efetividade da prestação jurisdicional.
Combustível dispara e mentiras de Lula vêm à tona. Veja o vídeo!
Motoristas de São Paulo começaram a semana enfrentando novos aumentos no preço dos combustíveis, com a gasolina se aproximando da marca de R$ 10 por litro em alguns postos da capital. Em determinados estabelecimentos, a gasolina premium já é vendida a R$ 9,99, enquanto o diesel também registra valores elevados, acima de R$ 9. Em outros estados do país, a situação se repete e tende a piorar. Com isso, é inevitável que velhas mentiras de Lula venham à tona. Nesse sentido, o deputado Mario Frias elaborou um vídeo com diversas situações em que Lula prometeu “abrasileirar” o preço dos combustíveis. Era mentira. Confira: