O que leva pessoas ditas esclarecidas e jovens com tanto acesso à informação a idolatrar marginais de toda espécie e ditadores sanguinários? Os motivos são chocantes e vão muito além da suposta doutrinação nas escolas, como aponta o professor Marcos Pizzolatto, na estreia do quadro “A Verdade por Trás da História”. De acordo com o especialista, a adoração dos esquerdistas por criminosos e ditadores está relacionada à neurose e à histeria. “É o caso dos lulamaníacos, aqueles que idolatram Lula, não importa o que ele faça, certo ou errado. Lula é um semianalfabeto, que sem esforço meritório, ficou milionário. As pessoas olham para ele e projetam afeto. As pessoas gostam dos discursos dele porque dão conforto psicológico, principalmente quando justificam o fracasso do próprio indivíduo”, ressaltou. Veja o vídeo:
Advogado que impetrou HC por Bolsonaro esclarece motivos e desmonta a acusação de Gilmar
O advogado Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa, autor do pedido de habeas corpus em favor do ex‑presidente Jair Bolsonaro, divulgou um comunicado no qual esclarece as razões que o levaram a impetrar o remédio jurídico e refuta a alegação de Gilmar, que usou como justificativa para não analisar o mérito o fato de o HC não ter sido proposto pela defesa técnica do ex‑presidente. Confira: Por primeiro, não divulguei a impetração do habeas corpus em favor do ex‑presidente Jair Messias Bolsonaro, pleiteando a sua prisão domiciliar por razões humanitárias, a ser acompanhada de perto por equipe de saúde multidisciplinar, pois isso somente tumulturaria as decisões a serem tomadas pela Corte. Por segundo, a impetração do HC não discute o mérito ou demérito da decisão na Ação Penal nº 2668, mas exclusivamente as razões relacionadas às múltiplas comorbidades e aos aspectos psicológicos que acometem Jair Messias Bolsonaro, bem como os riscos de mantê‑lo preso sem assistência permanente de uma equipe multidisciplinar de saúde. Destaco, ainda, que o HC foi impetrado antes da decisão do ministro Alexandre de Moraes, que enviou o ex‑presidente Jair Messias Bolsonaro à “Papudinha”, coincidindo com a tomada de ciência do conteúdo do HC e determinando as cautelas expressas nos pedidos de providências contidos na peça processual. A previsão legal está expressa no Pacto de São José da Costa Rica, ou Convenção Americana de Direitos Humanos, tratado fundamental do sistema interamericano que estabelece direitos civis e políticos essenciais – como direito à vida, à liberdade e à integridade – proibindo tortura e escravidão. O tratado criou a Corte Interamericana de Direitos Humanos, foi incorporado ao ordenamento jurídico brasileiro e tem impacto significativo em questões envolvendo o ex‑presidente, o STF e, também, o artigo 5º da Constituição Federal. É importante frisar que qualquer cidadão pode impetrar um habeas corpus, segundo a Constituição Federal e o art. 189‑I do Regimento Interno do STF. Há vasta jurisprudência nesse sentido, permitindo recurso caso o HC seja negado por ter sido impetrado por advogado sem procuração nos autos, desde que fundado em questões fáticas juridicamente relevantes – o que é o caso. No mais, não houve e não há, de minha parte, nenhuma intenção de obter consenso, chamar atenção à minha pessoa ou fazer estardalhaço com este habeas corpus, como a imprensa e a mídia têm insinuado. O pedido foi ajuizado exclusivamente no interesse do “paciente” cidadão Jair Messias Bolsonaro, sem qualquer outro objetivo. Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa
Deputados exigem a volta de Tuca, a dona da “chave do cofre” alvo da PF
A servidora da Câmara dos Deputados, Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, foi afastada de suas funções por decisão do Supremo Tribunal Federal em dezembro de 2025, em meio a investigações da Polícia Federal que apontam irregularidades na destinação de emendas parlamentares. Tuca coordenava a distribuição de emendas de comissão e mantinha estreita relação com Arthur Lira e Hugo Motta, ex‑presidente e atual presidente da Casa, sendo tratada como autoridade nos ministérios. A Polícia Federal a acusa de atuar “sem preocupação” ou “interesse republicano” ao direcionar recursos parlamentares. A defesa sustenta que sua atuação era estritamente técnica. Documentos apreendidos revelaram o que os investigadores chamaram de “conta de padaria”, referindo‑se a registros de destinações de recursos sem transparência adequada. Um investigador afirmou que, ao gerenciar repasses bilionários sem critérios técnicos claros, Tuca “fazia muita maluquice” e estava “mal acompanhada”. A sala de Tuca, localizada no segundo andar do Anexo 2 da Câmara, era constantemente visitada por parlamentares que buscavam formalizar pedidos de recursos. Ela auxiliava prefeituras, deputados e ministérios, possuindo senhas em sistemas específicos para garantir que os recursos chegassem aos destinos acordados. Um levantamento mostrou que Tuca esteve presente 23 vezes na sede da Presidência da República durante o atual governo, e sua ligação telefônica podia interromper reuniões em andamento. A servidora circulava pelos ministérios de Cidades, Desenvolvimento Regional, Saúde, Turismo, Educação e Fazenda. Em 22 de março de 2023, José Guimarães (PT‑CE), líder do governo na Câmara, a acompanhou a uma reunião no Ministério da Fazenda. Em 5 de outubro do mesmo ano, às 16h52, ela visitou o gabinete do então secretário‑executivo Hildo Rocha, no Ministério das Cidades. Parlamentares que trabalharam com Tuca a descrevem como “incisiva” quando necessário e reconhecem sua capacidade de resolver problemas. Para a PF, ela é suspeita de “direcionar” emendas sem critérios técnicos adequados. A defesa de Mariângela contesta as acusações, alegando que “todas as informações apreendidas em seu local de trabalho são públicas e poderiam ser encontradas na Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República”. A defesa ressalta que ainda não teve acesso ao inquérito e que são falsas quaisquer insinuações que lhe atribuam um papel além do técnico. Entre os deputados predomina a percepção de que Tuca seria apenas uma “cumpridora de ordens” e que suas palavras eram recebidas “como se fossem as palavras de Arthur Lira”. A operação que resultou em seu afastamento foi desencadeada após denúncias sobre a precariedade das destinações de recursos sob sua supervisão. O poder nos bastidores da distribuição de emendas é descrito pelos que conviveram com Tuca como uma competência gerencial capaz de solucionar problemas de forma “incisiva”. A investigação que culminou no afastamento começou depois que um deputado relatou irregularidades nas destinações de recursos. José Rocha (União Brasil‑BA), presidente de comissão responsável por emendas repassadas pelo Ministério da Integração, revelou que Tuca enviou planilhas prontas para assinatura em nome da Presidência da Câmara, indicando a destinação de R$ 1,125 bilhão sem especificar autores, objetos ou beneficiários. Parlamentares e a própria servidora afirmam que ela sempre atuou como “cumpridora de ordens”. Muitos congressistas interpretam a investigação como um ataque à Câmara dos Deputados. A Mesa Diretora da Câmara solicitou ao STF, em dezembro, a reintegração de Tuca ao cargo, em processo que corre sob sigilo. Membros da cúpula legislativa alegam tentativa de criminalizar as emendas parlamentares. Tuca trabalhou em quatro governos presidenciais. No início da gestão Lula, quando a equipe econômica reorganizava sua relação com o Congresso após o fim do orçamento secreto, sua palavra tinha peso considerável nos círculos de poder. Embora oficialmente fosse assessora parlamentar, Tuca atuava como interlocutora direta de Arthur Lira. Em março de 2023, participou de reunião no Ministério da Fazenda com Gabriel Galípolo, então secretário‑executivo da pasta; Laio Corrêa, chefe de gabinete do ministro; e Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional. Técnicos presentes relataram que suas palavras eram recebidas “como se fossem as palavras de Arthur Lira”. A reunião consta nas agendas oficiais das autoridades, sem detalhamento do motivo. Um participante minimizou a presença de Tuca, afirmando que o tema principal foi a discussão de uma medida provisória. Questionado se Lira havia solicitado que levasse Tuca à Fazenda, Guimarães respondeu: “Não sei te responder! Se teve a reunião, tudo teria sido feito em função da tramitação das emendas. Nem lembro disso. Lira não me pediu isso, não”. A atuação de Tuca nos ministérios se estendia a diversos órgãos. Em outubro de 2023, esteve no Ministério das Cidades, no gabinete de Hildo Rocha (MDB‑MA), levando cobrança sobre emendas de comissão listadas por Arthur Lira que ainda não haviam sido empenhadas. Técnicos confirmaram que os recursos seriam pagos, o que ocorreu posteriormente. Na lista de prioridades constavam emendas indicadas por Rogério Marinho (PL‑RN), Josimar Maranhãozinho (PL‑MA) e Júnior Mano (então PL‑CE), sendo os dois últimos réus e investigados por suspeita de desvio de recursos públicos. Essas negociações aconteciam quando o governo federal utilizava a retenção de recursos como instrumento de negociação política com o Congresso. Fontes que trabalharam com a assessora destacam seu perfil metódico e sua extensa rede de contatos. Um colega ressaltou sua capacidade organizacional, mencionando as planilhas detalhadas que ela elaborava. Outro afirmou que a assessora dominava “na ponta da língua” os assuntos pendentes que precisavam de resolução. Por meio de nota, a defesa afirmou que sua função “era e é puramente técnica e consiste na mera organização da peça orçamentária, que observa parâmetros idênticos na Câmara e no Senado, contando ainda com a anuência do Executivo”. A defesa também argumentou que todos os documentos apreendidos são de natureza pública.
Ex‑juiz Samer Agi desafia Wagner Moura e viraliza nas redes sociais
O ex‑juiz Samer Agi criticou as declarações de Wagner Moura feitas após a vitória no Globo de Ouro na categoria de melhor ator pelo filme “O Agente Secreto”. A manifestação foi publicada no Instagram do ex‑magistrado, onde ele possui 2,4 milhões de seguidores. Na publicação, Agi reconheceu o mérito artístico do ator: “Wagner Moura vence o Globo de Ouro. Merecidamente”. Contudo, afirmou que o palco recebido “não deu sabedoria” ao ator e que Moura desperdiçou a oportunidade de “unir o país”. O ex‑juiz questionou a relevância prática do discurso para os brasileiros. “Em que a fala do ator ajudou o brasileiro?”, indagou Agi, acrescentando que o pronunciamento “só dividiu um povo já dividido”. Agi mencionou que o ex‑presidente Jair Bolsonaro “já foi julgado”, embora tenha ressaltado que isso ocorreu por meio de “juiz parcial” e por “juízo incompetente”. Em seguida, propôs um desafio a Moura, sugerindo um tema alternativo caso o ator venha a conquistar o Oscar. “Tomara”, disse Agi sobre a possibilidade de Moura vencer a premiação americana, afirmando que um discurso diferente poderia “auxiliar muita gente aqui”. Na proposta do ex‑magistrado, o ator deveria dedicar o prêmio aos aposentados brasileiros, abordando as investigações sobre irregularidades no INSS. O advogado também fez referência a Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho de Lula. O deputado Marcel van Hattem (Novo‑RS), vice‑líder da Minoria no Congresso, protocolou na terça‑feira (13) um pedido no STF solicitando medidas cautelares contra Lulinha. “O fato ainda não foi julgado”, afirmou Agi, defendendo que um pronunciamento de Moura sobre o assunto poderia “jogar luz sobre o tema” e impulsionar as investigações da CPMI, evitando que estas venham a “acabar em pizza”. Para o ex‑juiz, “um discurso pode mudar tudo. Ou nada”. Agi concluiu dizendo que idosos brasileiros “esperariam a fala com a estatueta” caso Moura abordasse o tema do INSS em futuro discurso de premiação. “Nós também”, finalizou.
Oferta de delação premiada a Daniel Vorcaro pode abalar metade da República, alerta Lauro Jardim
Uma coisa é certa: em meio à podre situação em que o Brasil se encontra, só uma delação premiada com capacidade de derrubar “meia República” poderia colocar o país nos trilhos. Lauro Jardim afirma, em entrevista ao O Globo, que essa possibilidade “entrou na roda”. Eis a nota: “A defesa de Daniel Vorcaro vai negar, é do jogo, mas desde a semana passada, depois da segunda fase da operação Compliance Zero, realizada na quarta‑feira, uma oferta de delação premiada do ex‑banqueiro entrou na roda. Foi considerada a possibilidade. Se Vorcaro falar o que sabe, o que viu e detalhar os negócios de que participou, meia República vem abaixo.”
Khamenei comete o mesmo erro de Maduro ao culpar Trump pelas mortes nos protestos iranianos
O aiatolá Khamenei responsabilizou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelas mortes ocorridas na onda de protestos que assola o Irã e que vem sendo reprimida duramente pelas forças de segurança. “Consideramos o presidente americano culpado pelas mortes, pelos danos e pelas acusações formuladas contra a nação iraniana”, disse Khamenei. Os protestos refletem o inconformismo da população com o regime e com a profunda crise econômica que afeta o país. Comerciante s lideraram as manifestações, que em poucas semanas conquistaram amplo apoio da população, sobretudo de jovens e mulheres. A atitude do aiatolá de confrontar diretamente o presidente Trump parece repetir o mesmo erro do tirano venezuelano, Nicolás Maduro. Paralelamente, Washington anunciou uma série de novas sanções econômicas contra autoridades de segurança e bancárias do Irã, acusando-as de orquestrar repressão violenta contra protestos pacíficos e de lavar bilhões de dólares em receitas petrolíferas. As sanções congelam quaisquer ativos nos Estados Unidos de pessoas e entidades designadas e proíbem americanos de realizar transações comerciais com elas. Instituições financeiras estrangeiras ficam sujeitas a sanções secundárias por realizarem operações com as entidades sancionadas. Entre os alvos está Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, a quem Washington acusou de coordenar a repressão e de ordenar o uso da força contra os manifestantes. Quatro comandantes regionais das Forças da Ordem e da Guarda Revolucionária Iraniana, a espada e o escudo do regime, também foram sancionados por sua participação na repressão nas províncias de Lorestan e Fars. As forças de segurança em Fars “assassinaram inúmeros manifestantes pacíficos”, e os hospitais estão “tão lotados de pacientes com ferimentos por arma de fogo que não conseguem admitir outro tipo de pacientes”, segundo comunicado de Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA. Estamos Estamos
Simone Tebet: perdida, sem rumo e sem futuro
Alguns setores do governo apontam a ministra Simone Tebet como possível candidata ao governo de São Paulo. A própria ministra também cogita concorrer novamente ao Senado, representando o estado de Mato Grosso do Sul. Ambas as hipóteses são complicadas e apresentam poucas chances de sucesso. No Mato Grosso do Sul, onde antes se destacou como adversária do PT, Simone Tebet acabou se aproximando do governo Lula, tornando‑se “lulista”. Essa mudança a deixou extremamente enfraquecida politicamente em um estado onde a maioria do eleitorado se inclina à direita. Em São Paulo, o MDB, partido da ministra, mantém aliança com o governador Tarcísio de Freitas. Para disputar a disputa estadual, Tebet teria que mudar de legenda. Segundo informações, ela tem mantido conversas com a deputada Tabata Amaral, que demonstrou interesse em trazê‑la para o PSB. Mesmo assim, no confronto eleitoral, as perspectivas contra Tarcísio são desfavoráveis. No fim do mês, Simone Tebet tem um encontro marcado com o presidente Lula para definir seu futuro político. Até o momento, a situação parece sem saída, sem direção e sem perspectivas de futuro. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Atriz da Globo persegue ladrão após roubo de celular (veja o vídeo)
Uma atriz da TV Globo viralizou nas redes sociais ao ser filmada por câmera de segurança correndo atrás de um bandido. Trata‑se da atriz Nina Baiocchi, que teve o celular roubado enquanto utilizava um carro de aplicativo na região da Santa Cecília, no centro de São Paulo. O crime ocorreu na noite de 10 de janeiro, por volta das 23h, na rua Jaguaribe. Nas imagens, o ladrão, vestindo moletom azul, aparece caminhando pela calçada, desaparecendo do quadro e, em seguida, correndo na direção oposta enquanto é perseguido pela atriz. Nina Baiocchi chegou a atravessar a rua, mas não conseguiu alcançar o suspeito. A atriz, que interpreta Vânia na novela “Coração Acelerado”, registrou boletim de ocorrência na delegacia eletrônica na noite de sexta‑feira, 16 de janeiro. Veja o vídeo:
Esposa do ministro do TCU, relatora do caso Master, era “funcionária fantasma” na Câmara
O ministro do Tribunal de Contas da União, Jhonatan de Jesus, que foi deputado federal antes de assumir o cargo no TCU, determinou que o seu suplente, que acabou ocupando o mandato em definitivo, concedesse um emprego à sua esposa, Thallys Mendes dos Santos de Jesus. A denúncia feita pelo jornal O Estadão provocou a demissão de Thallys, que recebia um salário mensal de R$ 12.139,40. Jhonatan de Jesus assumiu a vaga de ministro do TCU aos 39 anos, em 2023. O deputado Gabriel Mota, que ofereceu o cargo à esposa do ministro, justificou que “a servidora mencionada exercia atribuições diárias basicamente em atividades externas, me acompanhando diretamente em minhas agendas institucionais externas, razão pela qual sua presença física no gabinete não era permanente na Câmara dos Deputados”. Essa versão não corresponde à realidade. Funcionários que realmente trabalhavam no gabinete de Gabriel Mota afirmam não conhecer a esposa do ministro do TCU. Ela cursava medicina em período diurno e não comparecia ao expediente na Câmara.
Médico mata dois colegas após discussão em restaurante de luxo em Barueri (SP)
Uma discussão terminou em homicídio de dois médicos no restaurante El Uruguayo, localizado em Barueri (SP). Os profissionais eram Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35 anos, assassinados por Carlos Alberto Azevedo Silva Filho. Vinicius foi atingido por dois disparos, um no abdômen e outro nas costas. Foi socorrido pelo resgate municipal e encaminhado ao pronto‑socorro do Parque Imperial, mas não resistiu aos ferimentos. Luís Roberto recebeu oito tiros, que atingiram a axila esquerda, o braço esquerdo, a cintura, a coxa direita, as costas e o abdômen. Também foi socorrido, porém não sobreviveu. De acordo com a versão apresentada, Carlos teria entrado no banheiro e se envolvido em uma confusão física com Vinicius e Luís, chegando a levar socos. A Guarda Civil Municipal foi acionada para atender a ocorrência. Na presença da equipe da GCM, Carlos pegou a arma que estava em uma bolsa e efetuou os disparos contra as vítimas. O restaurante El Uruguayo divulgou nota afirmando que mantém política de “tolerância zero à violência”. “Esclarecemos que, após discussões entre os envolvidos, de maneira desproporcional e inesperada o agressor efetuou disparos contra as vítimas na presença da equipe da GCM que já estava no local atendendo ocorrência e foi prontamente detido”, disse o estabelecimento. O restaurante também se solidarizou com os familiares e amigos das vítimas e informou que permanece à disposição das autoridades para colaborar integralmente com as investigações. O autor foi preso em flagrante por duplo homicídio.