A vítima tinha apenas 7 anos de idade quando os abusos começaram. O autor do crime é um desembargador que conduziu casos de grande repercussão envolvendo violência e exploração sexual infantojuvenil no Amazonas. O magistrado aposentado Rafael de Araújo Romano foi condenado a uma pena de 47 anos de prisão por estuprar a própria neta, crime que teve início quando a vítima tinha 7 anos de idade. Romano deve cumprir a pena em regime fechado. A Justiça determinou também que órgãos competentes avaliem a perda do cargo público e eventual cassação da aposentadoria. A defesa do desembargador contestou a prisão e afirmou que há recursos pendentes no STF e que a execução da pena fere a presunção de inocência. Os abusos começaram em 2009 e seguiram até 2016, quando a vítima tinha 14 anos. Romano é avô paterno da jovem. O caso foi revelado em 2018, quando a jovem contou à mãe, que procurou o Ministério Público. Em entrevista à Rede Amazônica, na época, a mãe disse ter recebido a notícia durante uma visita ao hospital. “Ela disse que tinha uma notícia muito grave para me contar. Ela disse ‘meu avô está me molestando desde que eu era pequena’. Tomei um susto, precisei respirar, fiquei completamente sem chão”, disse. A mãe, que é advogada, também publicou um texto nas redes sociais chamando o ex-sogro de “monstro horroroso” e “pedófilo”.
Pesquisa revela: André Mendonça é o ministro do STF mais bem avaliado pela população
Pesquisa da AtlasIntel divulgada nesta sexta-feira (20) revela que o ministro do STF, André Mendonça, é o mais bem avaliado da Corte. Somam 43% os brasileiros que afirmam ter uma imagem “positiva” do magistrado e 36% os que dizem ter uma imagem “negativa”. Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Flávio Dino, por outro lado, têm as piores avaliações. Os eleitores que dizem ter uma avaliação “negativa” deles são, respectivamente, 81%, 67%, 59% e 58%. O estudo da AtlasIntel aferiu a percepção dos brasileiros sobre a imagem dos ministros. Os resultados mostram que 9 dos 10 atuais integrantes da Corte são mais rejeitados do que aprovados. O estudo ouviu 2.090 pessoas de 16 a 19 de março de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Polícia desarticula facção criminosa que movimentou R$ 54 milhões com tráfico de drogas em Mato Grosso
A Polícia Civil deflagrou na manhã desta sexta-feira (20) a Operação Conluio Pantaneiro, cumprindo 62 mandados judiciais contra uma organização criminosa que atua nas regiões de fronteira de Mato Grosso e outros três estados, envolvida em tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, com movimentação financeira que chegou a R$ 54 milhões. Foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, além de bloqueios de valores e sequestro de veículos. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da Quarta Vara Criminal da Comarca de Cáceres e executadas em Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres, Poconé, Taubaté (SP) e Cruzeiro do Oeste (PR). A investigação ficou a cargo da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco). O trabalho investigativo teve início após a prisão de um homem de 42 anos, no dia 2 de setembro de 2023, na Estrada Transpantaneira de Poconé, pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron). O criminoso transportava 461,275 kg de cocaína. Após a apreensão, as investigações, que duraram mais de dois anos, identificaram uma facção criminosa dedicada ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, com o envolvimento de pelo menos 20 pessoas e 12 empresas. O líder da organização criminosa, morador de Cáceres, controlava todas as etapas da operação: o recebimento da droga na região de fronteira, o armazenamento, o transporte para outros estados e a lavagem de dinheiro, utilizando terceiros e pessoas jurídicas para ocultar a origem ilícita dos recursos. “Entre 6 de junho de 2023 e 17 de agosto de 2023 foram recebidos pelo menos seis carregamentos de drogas com êxito, logo, estima-se que a organização criminosa recebeu no período cerca de 2.700 kg de pasta base de cocaína”, afirmou a delegada Bruna Laet, responsável pela investigação do caso. As investigações identificaram a existência de um complexo mecanismo de circulação de valores e ocultação patrimonial, estruturado por meio de múltiplas contas bancárias e empresas interligadas, destinado a redistribuir e dar aparência lícita ao dinheiro proveniente da atividade criminosa. Durante as investigações, a Polícia Civil contou com a cooperação da Receita Federal e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que foram essenciais na obtenção de provas e, consequentemente, na identificação da estrutura e do modus operandi da facção criminosa. A celeridade do Ministério Público e do Poder Judiciário, respectivamente, nas manifestações e decisões também foi fundamental para o sucesso da operação. A operação conta com apoio de equipes da Delegacia Regional de Cáceres (Delegacias de Rio Branco, Mirassol D’Oeste, DEDM, DEA, Derf e 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres), da GCCO, da DRCI e das Polícias Civis dos estados de São Paulo e Paraná. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso. O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
Pesquisa revela os ministros mais rejeitados do STF: Toffoli lidera com 81%, seguido por Gilmar, Moraes e Dino
Uma pesquisa de opinião pública realizada pelo instituto AtlasIntel revela o grau de confiança do povo brasileiro em sua Suprema Corte e quais os ministros mais rejeitados pela população. Segundo o levantamento, 60% dos brasileiros afirmam não confiar na instituição, enquanto apenas 34% dizem confiar. O número representa um aumento de 9 pontos percentuais em comparação com o último levantamento de 2025. Outros 6% não souberam responder. Para 59,5% dos entrevistados, a maioria dos ministros do STF não tem demonstrado “competência e imparcialidade” nos julgamentos na Corte. Já 34,9% afirmam confiar na idoneidade dos integrantes. Com relação aos ministros individualmente, o mais rejeitado é Dias Toffoli, com expressivos 81% de rejeição, seguido por Gilmar Mendes (67%), Alexandre de Moraes (59%) e Flávio Dino (58%). Sem dúvida, um péssimo resultado desse quarteto que lidera a rejeição popular no Supremo Tribunal Federal. A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Veja a capa:
Brasil à beira do caos: caminhoneiros confirmam paralisação nacional e ameaçam travar o país
O Brasil volta a viver momentos de tensão com a iminência de uma paralisação nacional dos caminhoneiros. Entre os dias 18 e 19 de março de 2026, assembleias realizadas em estados estratégicos — como São Paulo, Paraná e Goiás — confirmaram mobilizações que podem bloquear rodovias vitais para o abastecimento do país. A categoria está no limite. O preço do diesel já ultrapassa R$ 5,99 por litro em média, a tabela do frete mínimo é considerada insuficientemente fiscalizada, a pressão pelo corte imediato do ICMS estadual aumenta e os custos operacionais tornaram-se insustentáveis para autônomos e pequenas transportadoras. Pacote emergencial não convence Na tentativa de evitar o colapso, o governo federal anunciou um pacote emergencial que inclui subsídios ao diesel, fiscalização ampliada pela ANTT, negociações com estados para reduzir o ICMS e uma força-tarefa com a ANP para monitorar preços. Apesar das promessas, lideranças classificam o risco de paralisação como muito alto. A desconfiança em relação às medidas governamentais é grande, e o clima é de revolta. Impactos devastadores à vista Os impactos potenciais de uma paralisação são graves. No abastecimento, há risco de prateleiras vazias e filas em postos de gasolina. Na economia, o aumento imediato nos preços de alimentos e insumos básicos é praticamente certo. No transporte, aeroportos, portos e cadeias logísticas podem ser paralisados. Principais rodovias na mira A mobilização ameaça bloquear corredores estratégicos que sustentam o fluxo de mercadorias no Brasil. Em Minas Gerais, estão na mira a BR-381 (Fernão Dias), a BR-040 (ligação Belo Horizonte–Rio–Brasília) e a BR-262 (acesso ao Espírito Santo). Em São Paulo, os caminhoneiros podem travar a Rodovia Anhanguera, a Rodovia Presidente Dutra e o acesso ao Porto de Santos. No Paraná, a BR-277, que faz ligação ao Porto de Paranaguá, está ameaçada. Em Goiás, a BR-153 (Transbrasiliana, eixo central do país) pode ser bloqueada. No Rio Grande do Sul, a BR-116, principal rota de escoamento do Sul, também está na lista. No Nordeste, a BR-101, corredor litorâneo que conecta vários estados, pode ser paralisada. Essas vias são responsáveis por grande parte da circulação de alimentos, combustíveis e insumos industriais. Um bloqueio coordenado pode paralisar o país em poucas horas. Ecos de 2018 O Brasil está diante de um cenário que remete à crise de 2018, quando a paralisação dos caminhoneiros expôs a fragilidade da logística nacional. Se não houver acordo imediato, o país poderá enfrentar novamente filas nos postos, prateleiras vazias e inflação acelerada. Nos próximos dias, o governo deve intensificar negociações e ampliar subsídios. Para a população, a recomendação é atenção ao abastecimento de combustível e compras essenciais. A possibilidade real de bloqueios em rodovias estratégicas é concreta. Insatisfação econômica e indignação política Essa mobilização já estava sendo construída de forma tímida, mas efervescente, em meio ao cenário político marcado pela prisão de Bolsonaro. O que se sabe é que o aumento do diesel pode ter sido a gota d’água para a classe caminhoneira, transformando-se em um dos pilares de sustentação do movimento. A insatisfação econômica se mistura com a indignação política, criando um caldo explosivo que ameaça paralisar o país. Esta mobilização pode redefinir os rumos da economia e da política brasileira.
Brasil à beira do caos: caminhoneiros confirmam paralisação e ameaçam travar o país
O Brasil volta a viver momentos de tensão com a iminência de uma paralisação nacional dos caminhoneiros. Entre os dias 18 e 19 de março de 2026, assembleias realizadas em estados estratégicos — como São Paulo, Paraná e Goiás — confirmaram mobilizações que podem bloquear rodovias vitais para o abastecimento do país. A categoria está revoltada, e os motivos são claros: o preço do diesel já ultrapassa R$ 5,99 por litro em média, a tabela do frete mínimo é considerada insuficientemente fiscalizada, há pressão para redução imediata do ICMS estadual, e os custos operacionais se tornaram insustentáveis para autônomos e pequenas transportadoras. Governo tenta apagar incêndio, mas lideranças veem risco altíssimo Na tentativa de evitar o colapso, o governo federal anunciou um pacote emergencial que inclui subsídios ao diesel, fiscalização ampliada pela ANTT, negociações com estados para reduzir o ICMS e força-tarefa com a ANP para monitorar preços. Apesar das medidas anunciadas, lideranças da categoria classificam o risco de paralisação como muito alto. O pacote emergencial parece insuficiente diante da indignação acumulada pelos caminhoneiros. Impactos devastadores à vista Caso a paralisação se concretize, o país enfrentará impactos devastadores. No abastecimento, há risco real de prateleiras vazias e filas em postos de gasolina. Na economia, espera-se aumento imediato nos preços de alimentos e insumos básicos. No transporte, aeroportos, portos e cadeias logísticas podem ser paralisados. Principais rodovias sob ameaça de bloqueio A mobilização ameaça bloquear corredores estratégicos que sustentam o fluxo de mercadorias no Brasil. Em Minas Gerais, estão em risco a BR-381 (Fernão Dias), a BR-040 (ligação BH–Rio–Brasília) e a BR-262 (acesso ao Espírito Santo). Em São Paulo, as ameaças recaem sobre a Rodovia Anhanguera, a Rodovia Presidente Dutra e o acesso ao Porto de Santos. No Paraná, a BR-277 (ligação ao Porto de Paranaguá) está na mira. Em Goiás, a BR-153 (Transbrasiliana, eixo central do país) pode ser bloqueada. No Rio Grande do Sul, a BR-116 (principal rota de escoamento do Sul) está sob risco. No Nordeste, a BR-101 (corredor litorâneo que conecta vários estados) também pode ser afetada. Essas vias são responsáveis por grande parte da circulação de alimentos, combustíveis e insumos industriais. Um bloqueio coordenado pode paralisar o país em poucas horas. O que esperar dos próximos dias A possibilidade de bloqueios em rodovias estratégicas é real. Nos próximos dias, o governo deve intensificar negociações e ampliar subsídios na tentativa de reverter a mobilização. Para a população, a orientação é de atenção ao abastecimento de combustível e às compras essenciais. O Brasil está diante de um cenário que remete à crise de 2018, quando a paralisação dos caminhoneiros expôs a fragilidade da logística nacional. Se não houver acordo imediato, o país poderá enfrentar novamente filas nos postos, prateleiras vazias e inflação acelerada. A dimensão política da crise Essa mobilização já estava sendo construída de forma tímida, mas efervescente, em meio ao cenário político marcado pela prisão de Bolsonaro. O que se sabe é que o aumento do diesel pode ter sido a gota d’água para a classe caminhoneira, transformando-se em um dos pilares de sustentação do movimento. A insatisfação econômica se mistura com a indignação política, criando um caldo explosivo que ameaça paralisar o país. Esta mobilização pode redefinir os rumos da economia e da política brasileira.
Brasil à beira de nova crise: caminhoneiros confirmam mobilização nacional que pode paralisar o país
O Brasil volta a viver momentos de tensão com a iminência de uma paralisação nacional dos caminhoneiros. Entre os dias 18 e 19 de março de 2026, assembleias realizadas em estados estratégicos — como São Paulo, Paraná e Goiás — confirmaram mobilizações que podem bloquear rodovias vitais para o abastecimento do país. A categoria apresenta uma série de reivindicações que refletem o estrangulamento financeiro enfrentado por autônomos e pequenas transportadoras em todo o território nacional. Motivos da Mobilização Os caminhoneiros elencaram quatro pontos centrais que justificam a paralisação: Preço do diesel: já ultrapassa R$ 5,99 por litro em média, tornando a atividade economicamente insustentável para grande parte da categoria. Tabela do frete mínimo: considerada insuficientemente fiscalizada, permitindo que transportadoras sejam pressionadas a aceitar valores abaixo do custo operacional. ICMS estadual: pressão para redução imediata do imposto sobre combustíveis, que varia conforme o estado e impacta diretamente no preço final. Custos operacionais: classificados como insustentáveis para autônomos e pequenas transportadoras, que representam a maior parte da frota nacional. Resposta do Governo Na tentativa de evitar o colapso, o governo federal anunciou um pacote emergencial que inclui subsídios ao diesel, fiscalização ampliada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), negociações com estados para reduzir o ICMS e força-tarefa com a ANP (Agência Nacional do Petróleo) para monitorar preços. Apesar das medidas anunciadas, lideranças da categoria classificam o risco de paralisação como muito alto, sinalizando que as propostas apresentadas até o momento são insuficientes para conter a mobilização. Impactos Potenciais Uma paralisação coordenada dos caminhoneiros pode gerar efeitos devastadores em cascata por todo o país. Abastecimento: risco concreto de prateleiras vazias nos supermercados e filas nos postos de gasolina, especialmente nas grandes capitais. Economia: aumento imediato nos preços de alimentos e insumos básicos, com reflexos diretos na inflação e no poder de compra das famílias brasileiras. Transporte: aeroportos, portos e cadeias logísticas podem ser paralisados, afetando o comércio exterior e a circulação de mercadorias essenciais. Principais Rodovias em Risco A mobilização ameaça bloquear corredores estratégicos que sustentam o fluxo de mercadorias no Brasil: Minas Gerais: BR-381 (Fernão Dias), BR-040 (ligação BH–Rio–Brasília) e BR-262 (acesso ao Espírito Santo). São Paulo: Rodovia Anhanguera, Rodovia Presidente Dutra e acesso ao Porto de Santos, principal porta de entrada e saída de produtos do país. Paraná: BR-277, ligação fundamental ao Porto de Paranaguá, um dos mais importantes do Brasil. Goiás: BR-153 (Transbrasiliana), eixo central que corta o país de norte a sul. Rio Grande do Sul: BR-116, principal rota de escoamento da produção do Sul do país. Nordeste: BR-101, corredor litorâneo que conecta vários estados e é vital para o abastecimento regional. Essas vias são responsáveis por grande parte da circulação de alimentos, combustíveis e insumos industriais. Um bloqueio coordenado pode paralisar o país em poucas horas. Panorama Geral O Brasil está diante de um cenário que remete à crise de 2018, quando a paralisação dos caminhoneiros expôs a fragilidade da logística nacional e gerou desabastecimento generalizado. As perspectivas para os próximos dias incluem a possibilidade real de bloqueios em rodovias estratégicas, intensificação das negociações por parte do governo com ampliação de subsídios e, para a população, a necessidade de atenção redobrada ao abastecimento de combustível e compras essenciais. Se não houver acordo imediato, o país poderá enfrentar novamente filas nos postos, prateleiras vazias e inflação acelerada. Essa mobilização já estava sendo construída de forma tímida, mas efervescente, em meio ao cenário político marcado pela prisão de Bolsonaro. O que se sabe é que o aumento do diesel pode ter sido a gota d’água para a classe caminhoneira, transformando-se em um dos pilares de sustentação do movimento. A insatisfação econômica se mistura com a indignação política, criando um caldo explosivo que ameaça paralisar o país e pode redefinir os rumos da economia e da política brasileira.
Ex-marido de Ana Maria Braga é preso nos EUA por roubo de relógio de luxo e esquema de falsificações
O empresário Marcelo Frisoni foi preso pela polícia em Orlando, na Flórida, nesta sexta-feira (20). Ele é acusado de roubar um relógio de luxo de um amigo de seu filho. As autoridades norte-americanas também investigam o empresário por supostas agressões físicas e verbais contra a vítima. Frisoni foi casado com a apresentadora Ana Maria Braga e reside nos Estados Unidos. Conforme revelado pelo programa Melhor da Tarde nesta sexta-feira (20), Mayara, suposta namorada de Frisoni, trouxe um relógio do Brasil para Orlando a pedido de um amigo do filho do empresário. O rapaz recebeu o objeto e identificou que se tratava de uma réplica. A descoberta da falsificação gerou uma discussão entre as partes. O confronto verbal evoluiu para agressões físicas. A polícia local interveio. Frisoni e Mayara foram detidos pelas autoridades da Flórida. O casal permanece sob custódia policial. Na sequência, a polícia realizou buscas na residência de Marcelo Frisoni. Os agentes encontraram um cofre com uma coleção de relógios falsos. Havia ferramentas específicas para abertura de relógios junto aos acessórios. As autoridades norte-americanas apreenderam todo o material. O conteúdo será submetido a perícia técnica. As investigações identificaram uma inconsistência grave no depoimento de Mayara. A namorada do empresário declarou às autoridades que chegou aos Estados Unidos às 16h. Os registros oficiais de imigração indicam que o desembarque ocorreu às 8h da manhã. A diferença de oito horas entre o horário declarado e o registrado está sendo analisada pelos investigadores. A polícia da Flórida investiga se o intervalo de tempo foi utilizado para realizar a substituição do relógio original pela réplica. Esta linha de investigação busca esclarecer em que momento a troca ocorreu. As autoridades também apuram quem participou da ação. A polícia não descarta o envolvimento de outras pessoas no esquema. Frisoni deve passar por uma audiência de custódia ainda nesta sexta-feira (20). Este procedimento segue a tradição do sistema judiciário dos Estados Unidos. A lei determina a apresentação rápida do detido a um juiz. Veja o vídeo:
Médica que atendeu Bolsonaro na prisão revela risco de morte do ex-presidente
A médica plantonista que atendeu Jair Bolsonaro na prisão informou que a transferência para o Hospital DF Star, na semana passada, ocorreu em razão do risco de morte do ex-presidente, que se recupera de um quadro de broncopneumonia bacteriana. Na sexta-feira (13), Bolsonaro passou mal na prisão e foi transferido às pressas para a unidade hospitalar, onde continua internado. No relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal, o presídio comunicou oficialmente ao ministro que realizou a escolta para o hospital. “A escolta teve início às 6h52, após avaliação e determinação da médica de plantão, Dra Ana Cristina, em razão do risco de morte do custodiado. O trajeto foi concluído por volta das 8h55, com chegada no Hospital DF Star”, diz o relatório. Após o ex-presidente passar mal, a defesa apresentou novo pedido de prisão domiciliar ao ministro Alexandre de Moraes. Não há prazo para decisão.
PM relata risco de morte de Bolsonaro em escolta ao hospital e aciona Moraes
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um relatório detalhando os momentos que antecederam a internação do ex-presidente Jair Bolsonaro, ocorrida no último dia 13. No documento, a corporação destaca que havia risco de morte no momento em que foi necessária a condução ao hospital. De acordo com o registro oficial, a escolta teve início às 6h52, após avaliação e decisão da médica de plantão, que indicou a necessidade urgente de deslocamento em razão da gravidade do quadro clínico. O trajeto foi concluído por volta das 8h55, quando Bolsonaro deu entrada no Hospital DF Star, em Brasília. No mesmo dia da internação, o ex-presidente recebeu visitas familiares, incluindo sua esposa, Michelle Bolsonaro, e sua filha Laura, demonstrando o acompanhamento próximo da família durante o período inicial de hospitalização. Em atualização divulgada nesta sexta-feira (20), a equipe médica responsável informou que Bolsonaro apresenta quadro de “boa evolução clínica” e também melhora nos parâmetros laboratoriais. Apesar do progresso observado, ainda não há previsão para alta hospitalar, indicando a necessidade de continuidade do tratamento. O ex-presidente permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital particular, sob monitoramento constante. A internação coincide com uma data pessoal importante: Bolsonaro completa 71 anos neste sábado (21), devendo permanecer hospitalizado durante a ocasião. O envio do relatório ao STF ocorre no contexto de solicitações judiciais relacionadas ao estado de saúde do ex-presidente, que vêm sendo analisadas pela Corte.