O astro do cinema e mestre das artes marciais Chuck Norris foi encaminhado com urgência a uma unidade hospitalar localizada na ilha de Kauai, no Havaí, depois de apresentar um quadro médico emergencial. A informação foi divulgada pelo portal TMZ na quinta-feira (19), embora a causa específica do atendimento não tenha sido revelada. Mesmo sem detalhes oficiais sobre o diagnóstico, relatos de pessoas próximas indicam que o artista mantém o bom humor, o que ameniza parte da apreensão inicial. Ainda assim, não houve confirmação pública sobre seu estado de saúde, o que mantém fãs e admiradores atentos a novas atualizações. A situação pegou familiares e amigos de surpresa, já que Norris vinha mantendo uma rotina ativa até pouco antes do ocorrido. Na quarta-feira, por exemplo, ele teria participado de sessões de treino na própria ilha e conversado por telefone com um conhecido, demonstrando disposição e até fazendo brincadeiras — comportamento que reforça sua conhecida energia mesmo em idade avançada. Poucos dias antes, o ator havia reforçado essa imagem de vitalidade ao compartilhar um momento pessoal nas redes sociais. Em 10 de março, data em que completou 86 anos, publicou um vídeo em que aparece treinando ao lado de um profissional de educação física, evidenciando sua dedicação contínua à atividade física. “Não envelheço. Subo de nível”, escreveu na ocasião. “Tenho 86 anos hoje. Nada como um pouco de ação divertida em um dia ensolarado para fazer você se sentir jovem”, acrescentou. Na mesma publicação, o ator agradeceu o apoio do público: “Sou grato por mais um ano, boa saúde e a oportunidade de continuar fazendo o que amo”. Até o momento, não foram divulgadas novas informações oficiais sobre o quadro clínico do artista, o que mantém o caso cercado de expectativa.
Carlos Bolsonaro relata estado fragilizado de Bolsonaro em hospital: “Apagado na cadeira, soluçando enquanto dormia”
Carlos Bolsonaro fez um forte desabafo nas redes sociais sobre a visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que permanece hospitalizado. “Confesso que, por algum motivo, hoje foi um dos dias mais difíceis ao visitar o Presidente Jair Bolsonaro”, relatou Carlos. Ao entrar no quarto, ele se deparou com aquele homem forte “apagado” na cadeira, com a cabeça baixa, soluçando enquanto dormia. Precisou recuar. Ficou alguns minutos em silêncio, do lado de fora, tentando se recompor, antes de entrar novamente. Quando voltou, Bolsonaro continuava da mesma forma. Carlos se aproximou, fez um carinho em sua cabeça, e ele sequer reagiu. Explicaram ao filho que, por conta das medicações fortes, a sensibilidade do ex-presidente está ainda mais elevada. Ele usa, inclusive, uma pulseira com a indicação: “RISCO DE QUEDA”. Quando acordou, Carlos optou por não falar nada sobre o que está acontecendo fora do hospital. Apenas comentou, de forma leve, sobre o novo visual do jornalista Augusto Nunes, fato que arrancou do pai um “espanto” ao despertar. O ex-presidente segue na unidade semi-intensiva, com a voz fraca, sonolento por conta dos medicamentos. Ele reclamou de respiração debilitada, o que Carlos atribuiu à terceira pneumonia seguida após a prisão de Bolsonaro, que o filho classifica como ilegal. Carlos presenciou a coleta de mais de cinco ampolas de sangue para exames. “Fiz a minha parte, com humildade. Ele me disse que gostou da minha presença e que amanhã eu voltaria”, escreveu Carlos. O vereador encerrou o relato afirmando: “Saio do hospital destruído, como sinceramente não esperava ficar. Mas seguimos. Amanhã é outro dia.”
Piloto identifica falha técnica e aborta voo com ministro André Mendonça do STF
Na noite de quinta-feira, 19 de março de 2026, o voo 3796 da LATAM com destino de Brasília ao Rio de Janeiro foi cancelado. Entre os passageiros estava o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. O avião já estava com as portas fechadas e preparado para taxiar quando o comandante decidiu abortar a decolagem seguindo protocolo de segurança. Não houve feridos. O motivo alegado pela companhia foi técnico. O episódio gerou comentários entre os presentes e reacendeu memórias da morte do ministro Teori Zavascki. Até o momento, não há nenhuma evidência de sabotagem, atentado ou irregularidade além de uma falha mecânica comum, que ocorre ocasionalmente em companhias aéreas. Porém, como diz o ditado: «Yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay», ou na versão original da Galícia, Espanha, «Eu non creo nas meigas, mais habelas, hainas», sendo “meigas” as bruxas do folclore local. Trata-se de uma forma irônica de dizer que não acredito em bruxas, fantasmas, conspirações, etc., mas que existem… existem. Ou seja, reconhece a possibilidade real apesar do ceticismo. O ditado é atribuído a Miguel de Cervantes no “Dom Quixote”, mas não há comprovação de autoria.
Travesti de direita recebe ameaça de morte de ativista de esquerda e aciona autoridades
A travesti Sophia Barclay foi alvo de ameaça de morte nas redes sociais por Amada Jhenny. Sophia Barclay se posiciona politicamente à direita e defende valores conservadores. Já Amada Jhenny é identificada como militante de esquerda. Sophia Barclay utilizou suas redes sociais para denunciar o ocorrido e informou que está tomando as medidas legais cabíveis: “Recebi uma ameaça de morte explícita de uma travesti de esquerda nas redes sociais. O motivo? sou uma travesti de direita, defendo as mulheres e não me calo sobre aquilo que acredito. Isso não é debate, isso é CRIME. Já estou tomando todas as medidas legais e acionei as autoridades. Não vão me intimidar. Minha vida importa. A ESQUERDA MATA!” Sophia Barclay afirmou que já acionou as autoridades competentes para investigar a ameaça criminal e garantir sua segurança.
Ministro do STJ aplica golpe de jiu-jitsu e impede tragédia em voo após passageiro tentar abrir porta da aeronave
Um passageiro em surto psicótico foi contido em pleno voo entre Manaus e São Paulo após o ministro Mauro Campbell, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), aplicar um golpe de jiu-jitsu para imobilizá-lo. O corregedor nacional de Justiça agiu diante da tentativa do homem de abrir a porta da aeronave e das ameaças diretas feitas aos ocupantes, garantindo a segurança a bordo em uma situação de extremo risco. Durante a viagem, o passageiro apresentou comportamento completamente descontrolado e passou a ameaçar os demais viajantes, afirmando que iria matá-los e se jogar do avião. A situação gerou pânico generalizado entre os passageiros e colocou em risco iminente a segurança da aeronave. A tripulação tentou intervir para controlar a situação, mas não conseguiu conter o passageiro, que seguia extremamente agressivo e fora de controle, representando perigo real para todos a bordo. Diante da gravidade do cenário e da incapacidade da equipe em deter o homem, o ministro Mauro Campbell decidiu agir. Com conhecimento em artes marciais, Campbell utilizou um golpe de jiu-jitsu conhecido como mata-leão para imobilizar o passageiro descontrolado, controlando-o pelas costas de forma eficiente. Após a imobilização realizada pelo ministro, a equipe do voo conseguiu amarrar o passageiro, evitando novos riscos até o fim da viagem. A ação decisiva impediu que a situação se transformasse em uma tragédia de proporções catastróficas. O avião pousou em São Paulo sem outros incidentes. Ao desembarcar, o homem foi entregue à Polícia Federal para as providências cabíveis e apuração dos fatos.
Políticos com discursos antigos em novas embalagens: cuidado com o alto teor de mentiras
Vivemos um tempo estranho — um tempo em que as palavras perderam o peso e já não sustentam o próprio sentido. Em ano de eleições, é preciso vigilância: nem toda palavra bonita carrega verdade. Promessas existem — mas são frágeis. Nascem fortes nos discursos e morrem silenciosas após as urnas. Este é um tempo perigoso. A língua dos poderosos não é ingênua — é calculada, estratégica, sedutora. Ela conhece o egoísmo humano e sabe exatamente como ativá-lo. O que se exige para si raramente se concede ao outro. É o velho lema, ainda vivo: “venha a nós”… — o vosso reino, nada. E assim segue o cidadão, convencido de que mudará o mundo, enquanto cancela o próprio irmão e transforma divergência em condenação. Empatia, compaixão, piedade, justiça… Palavras escritas por poetas em momento sagrado, que foram deixadas em algum canto da terra, à espera da ressurreição do amor humano. Em seu lugar, surge um “amor” seletivo, que não acolhe a todos, mas apenas os seus. Um sentimento que sonha com uma paz parcial, que beneficia alguns e exclui outros. Um sentimento que rejeita diferentes ideias e, sem perceber, abre caminho para os demagogos, que há séculos se alimentam da divisão dos povos. Divididos, fortalecemos aqueles que jamais deveriam governar. E chamamos de democracia aquilo que, tantas vezes, não passa de uma encenação: uma figura sedutora, de aparência magra, unhas longas e batom vermelho, que surge a cada quatro anos para prometer, encantar e desaparecer. Deixa para trás um povo desiludido e cansado — não apenas de necessidades materiais, mas de respeito, de consideração e de verdade. E assim caminha a humanidade… cada vez mais informada, cada vez mais posicionada, cada vez mais dividida — e, paradoxalmente, cada vez menos humana. Já é tempo de despertar. Resgatar o sentido das palavras e devolver às promessas o peso da responsabilidade. E, aos políticos, um lembrete simples — mas essencial: não existe concorrência para ser bom e honesto. O que falta não é espaço — é compromisso. Como cidadã, quero que meu voto valha a pena.
Lula decide enviar 20 mil toneladas de alimentos para socorrer ditadura cubana
Enquanto milhões de famílias brasileiras enfrentam endividamento total e lutam para fechar as contas no fim do mês, com muitos já impossibilitados de comprar alimentos de qualidade, o governo petista decide enviar toneladas de alimentos para Cuba. A inversão de prioridades é difícil de aceitar. Antes de olhar para fora, o Brasil precisa cuidar de quem está aqui dentro, enfrentando dificuldades reais todos os dias. Quantas pessoas conseguiríamos alimentar com essas 20 mil toneladas? O pior na decisão de Lula é que a intenção não é ajudar o povo cubano, mas sim amenizar a situação dos ditadores, em situação precária diante da ação dos Estados Unidos. Com isso, Lula arruma mais um problema com o presidente Donald Trump.
Governo à beira do colapso: instituições, mídia e aliados tentam escapar do naufrágio
A polarização e o desgaste institucional se aprofundam, enquanto até a mídia tradicional começa a se afastar da correnteza do governo atual. O Nordeste começa a dar sinais de afastamento da esquerda, enquanto o próprio PT procura se distanciar da cúpula do atual governo. A precariedade da gestão não se mede apenas pela proximidade ou distância dos votos, mas pela incapacidade de responder às demandas reais da sociedade. A sensibilidade popular aflora e o mal-estar se espalha entre aqueles que ainda tentam sustentar o que está acontecendo. A sujeira acumulada é tão vasta que nem a maior empresa de limpeza do mundo daria conta de remover o mar de lama instalado. No alto escalão, ministros já não falam a mesma língua. A falta de coesão expõe a fragilidade de uma gestão que caminha em direções opostas. O Senado começa a ferver como panela de pressão, e seu presidente corre o risco de ser “convidado a se retirar à força”. A Câmara dos Deputados pode seguir o mesmo caminho. Aos poucos, a Polícia Federal retoma seu trabalho com a dignidade que se espera de uma instituição republicana. Enquanto isso, PGR e STF são expostos como presas vulneráveis, levadas ao abatedouro da opinião pública e amplamente coligadas na proteção dos envolvidos. E os vazamentos — tratados como crimes — revelam conteúdos que, longe de serem descartados, comprometem grande parte da cúpula e escancaram a fragilidade institucional. A MÍDIA TAMBÉM SENTE O IMPACTO Até mesmo a Rede Globo, historicamente alinhada com correntes de poder, começa a se desvincular da narrativa oficial. O temor é claro: se o governo ruir, a emissora pode ser arrastada junto ao precipício. Esse movimento revela que não apenas partidos e instituições, mas também veículos de comunicação buscam se proteger da erosão política em curso. O QUE ESTÁ EM JOGO Instituições fragilizadas: STF e PGR expostos, Congresso em ebulição. Mídia em reposicionamento: Globo e outros veículos tentam se afastar para não perder credibilidade. Sociedade polarizada: O eleitorado dividido pressiona por respostas concretas, mas encontra apenas discursos e dá sinais claros de amadurecimento eleitoral. O Brasil se aproxima de uma encruzilhada histórica. As instituições estão fragilizadas, os partidos buscam reposicionamento e até a mídia tradicional tenta escapar da correnteza para não ser arrastada pelo precipício. O governo pode ruir, e o temor é que leve consigo não apenas aliados políticos, mas também veículos e estruturas que se mantiveram próximos demais do poder. Mais do que números de pesquisas ou disputas partidárias, o que está em jogo é a credibilidade da democracia brasileira. O eleitor precisa estar atento, informado e consciente de que o futuro não será decidido apenas nas urnas, mas também na capacidade das instituições de resistirem à pressão e se manterem fiéis ao interesse público.
Vorcaro revela reunião com Anitta e empresários de apostas esportivas
A cantora Anitta aparece em relato do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Uma reunião teria acontecido envolvendo ainda empresários ligados ao setor de apostas esportivas. Reportagem de Paulo Cappelli, do site Metrópoles, revela esse fato. O banqueiro Daniel Vorcaro, que comandou o Banco Master, relatou uma reunião com a cantora Anitta, o irmão dela e empresários ligados ao setor de apostas esportivas. Na conversa obtida pela coluna, registrada em 9 de setembro de 2024, Vorcaro relata que teria mediado o encontro entre os convidados. “A Anitta vai vir agora com o irmão dela. Vamos fazer uma reunião bem rápida, de no máximo uma hora. Já falei que às 22h todo mundo out [fora], porque tenho jantar com o amor da minha vida”, escreveu à sua então namorada, Martha Graeff. Em seguida, Graeff questiona quem mais participaria do encontro, e o banqueiro detalha: “São quatro amigos meus, sócios de um negócio de bet, a Anitta e o irmão dela”. Em outro trecho, a companheira do empresário demonstra resistência em cruzar com a cantora. “Você se importa em encontrar com a turma?”, perguntou Vorcaro. “Eu não vou encontrar com ela, já falei”, respondeu Graeff. Não há informações sobre qual seria o “negócio de bet” mencionado pelo banqueiro. Recentemente, a plataforma Bet.Bet foi uma das patrocinadoras oficiais da turnê “Ensaios da Anitta” em 2025. O tema daquela edição foi “Maratona da Jogação”, homenageando modalidades esportivas. O irmão de Anitta, Renan Machado, é sócio da cantora e considerado o seu braço direito. Ele já exerceu as funções de produtor executivo e empresário, com atuação na gestão da carreira e em projetos profissionais. As mensagens interceptadas no celular de Daniel Vorcaro fazem parte da investigação da Polícia Federal que fundamentou a terceira fase da Operação Compliance Zero. Não há informação de que a cantora seja investigada ou tenha envolvimento com o caso Master.
Delação explosiva: Vorcaro é transferido de helicóptero e exige garantia de vida antes de falar
A movimentação desta quinta-feira (19) em Brasília chamou atenção nos bastidores do poder. Daniel Vorcaro foi transferido de helicóptero para a sede da Superintendência da Polícia Federal, em uma operação cercada de sigilo e tensão. A transferência não foi apenas logística. Ela faz parte de um movimento mais amplo que indica o avanço de negociações para um acordo de delação premiada. Nos bastidores, o clima é de expectativa máxima. Segundo informações apuradas, a defesa de Vorcaro colocou condições claras antes de qualquer avanço formal. Entre elas, a transferência para uma unidade sob maior controle da Polícia Federal e, principalmente, a exigência de garantia de vida. O receio é direto: o risco de se tornar uma “queima de arquivo” diante do potencial explosivo das informações que ele pode revelar. O pedido não é trivial. Ele indica que o próprio investigado avalia o nível de sensibilidade do que pode vir à tona. Quando alguém exige proteção formal do Estado antes de falar, normalmente não se trata de detalhes periféricos. No pré-acordo, os advogados também sinalizaram disposição total para colaboração. A promessa é de uma delação ampla, sem seletividade, com potencial para atingir diferentes esferas do poder. A expectativa entre investigadores é de que Vorcaro entregue uma narrativa completa, com provas, conexões e bastidores que até agora permaneciam ocultos. A partir dessa transferência, o cenário muda de patamar. A estrutura da Polícia Federal em Brasília oferece não apenas maior segurança, mas também o ambiente necessário para conduzir negociações e colher depoimentos com profundidade. Nos bastidores políticos e jurídicos, a pergunta já não é mais se haverá delação, mas o tamanho do impacto que ela pode gerar. Se Vorcaro realmente decidir falar tudo, quem, de fato, está preparado para o que pode vir à tona? Veja o vídeo: