O empresário Marcelo de Carvalho, ao comentar um texto do jornalista Enio Viterbo no X, atacou a jornalista Daniela Lima, classificando‑a de “lixo de pessoa”. Confira: “Ainda sobre esse lixo de pessoa e esse lixo de programa: Como fundador e ex‑proprietário de veículo de comunicação, como executivo do mercado há muitas décadas, eu afirmo tranquilamente que não há veículo totalmente isento. Você nunca viu o UOL falar mal da Folha, ou a Globo falar mal de seus programas, por exemplo. Mas há, no mínimo, nos mais sérios, uma curadoria de conteúdo no jornalismo, um cuidado contra os excessos e até uma diretriz de se dar os dois lados da notícia (sempre ressalvado o que citei anteriormente).” “O que me espanta nesse episódio, repito, goste‑se ou não de Bolsonaro, é a falta de editoria (pelo contrário, há o aparente endosso), e até a insistência em deixar uma pessoa claramente, reiteradamente irresponsável solta no vídeo cometendo todo tipo de atrocidade.” Veja o vídeo: Abaixo, o texto de Enio Viterbo: Esse “jornalismo” da Daniela Lima é intragável. Ela simplesmente está dando risada e debochando da queda de Bolsonaro na Polícia Federal. Os médicos de Bolsonaro disseram que ele bateu com a cabeça e teve um “traumatismo craniano leve” e a jornalista chama o assunto debochando do que aconteceu. Não tem problema discordar ou minimizar o que aconteceu, mas abordar o assunto dessa forma beira o inacreditável. Eu acho que ela pensa que transmite “leveza” ou “informalidade” com essa abordagem. Sinto lhe informar, Daniela, mas você não transmite nada disso. Você transmite parcialidade e descredibilidade. É bem nítido que a Daniela Lima é a favor de Lula e do STF, acho que ninguém mais duvida disso. Ela recebia várias decisões do ministro Alexandre de Moraes antes mesmo de elas entrarem no sistema do STF. Uma coincidência, claro. Ela também transmite todas as opiniões políticas de Gilmar Mendes, mas atenção: elas não são apresentadas como do Gilmar. São sempre apresentadas como de “integrantes da corte”. Mesmo que Gilmar tenha dado a mesma declaração publicamente para outro veículo. Daniela, tá tudo bem você ser a favor do governo ou de quem você quiser. Nós só gostaríamos, ao menos, que você não se apresentasse como essa jornalista ‘imparcial’. Fica feio para o próprio veículo.
Policial político morre na prisão venezuelana: Estado deixa agente à mercê da morte
O Comitê de Familiares pela Liberdade dos Presos Políticos (CLIPP) denunciou a morte de Edison José Torres Fernández, policial de 52 anos, ocorrida enquanto ele permanecia sob a custódia do Estado venezuelano. O falecimento aconteceu no sábado, dia 10 de janeiro, conforme informação divulgada pelo comitê neste domingo, dia 11. O agente havia sido detido por compartilhar mensagens críticas ao governo. Torres Fernández trabalhava na Polícia do estado de Portuguesa, região situada a cerca de 400 kilômetros de Caracas. Segundo dados do CLIPP, ele acumulava mais de 20 anos de serviço na corporação. “O Comitê de Familiares pela Liberdade dos Presos Políticos denuncia a morte sob custódia do Estado de Edison José Torres Fernández, de 52 anos, ocorrida em 10 de janeiro de 2026 (…) 62 horas após o anúncio oficial das libertações”, declarou a organização em mensagem publicada na rede social X. A detenção do policial ocorreu em dezembro do ano passado. “Foi detido em 9 de dezembro de 2025 por compartilhar mensagens críticas contra o regime e o governador do estado”, afirmou o comitê. “Foram imputados a ele crimes de traição à pátria e associação criminosa”. O CLIPP apontou a ausência de esclarecimentos oficiais sobre as circunstâncias da morte. “Até o momento, não há informações oficiais sobre as circunstâncias ou causas de sua morte, nem sobre o atendimento médico que teria recebido enquanto permanecia sob custódia. Essa falta de informação e de transparência torna o Estado responsável por sua vida e integridade”, disse a organização. O falecimento ocorre dias após o governo interino, liderado por Delcy Rodríguez, anunciar, na quinta‑feira passada, a libertação de um “número importante” de detidos, inclusive estrangeiros. A medida foi apresentada como um gesto de “convivência pacífica”. Familiares de presos e organizações de direitos humanos indicam que aproximadamente vinte pessoas detidas por razões políticas foram libertadas desde o anúncio. A Casa Branca associa essas libertações à influência de Donald Trump na Venezuela, após operações militares que resultaram na captura do presidente Nicolás Maduro. O partido de oposição Primeiro Justiça, que tem seu dirigente Juan Pablo Guanipa preso, manifestou‑se sobre a morte de Torres Fernández, exigindo a “liberdade imediata, plena e incondicional para TODOS os presos políticos, civis e militares” no país. Organizações de direitos humanos registram que 18 presos políticos morreram sob custódia do Estado venezuelano desde 2014. A ONG Foro Penal contabiliza mais de 800 pessoas detidas por motivações políticas atualmente na Venezuela.
Indenizações bilionárias a anistiados de esquerda voltam com força
O governo federal publicará no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda‑feira (12) um ato que reconhece Ivo Herzog e André Herzog, filhos do jornalista Vladimir Herzog, como anistiados políticos. Com a publicação, eles terão acesso aos direitos previstos na legislação de anistia e às reparações destinadas às vítimas de perseguição exclusivamente política. A portaria foi assinada pela ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, na última sexta‑feira. Em nota, o Ministério afirmou que “o ano de 2025 foi marcado pelo fortalecimento da Comissão de Anistia, que retomou seu protagonismo na agenda da justiça de transição”. O advogado João Henrique de Freitas, que presidiu a Comissão de Anistia no governo Bolsonaro, manifestou‑se nas redes sociais: “Lamento o retorno daquilo que ficou conhecido como ‘farra das indenizações’. A anistia política não pode ser transformada em oportunidade de ganho financeiro desproporcional, nem servir como pretexto para pagamentos retroativos milionários — como no caso emblemático de Dilma Rousseff, em que se calculou potencial desembolso de cerca de R$ 7,5 milhões só em retroativos, valor evitado graças ao indeferimento técnico da época. Não custa lembrar: desde o início dos pagamentos pela lei indenizatória, em 2002, já foram destinados mais de R$ 16 bilhões a anistiados políticos, cujo valor continua crescendo, comprometendo ainda mais o erário. Durante minha presidência da Comissão de Anistia (2019‑2022), transformei o órgão em referência de excelência técnica, com colegiado composto por cerca de 90 % de advogados renomados. Priorizei rigor absoluto à Lei nº 10.559/2002: exigência de prova direta e inequívoca de perseguição exclusivamente política sofrida pelo próprio requerente, rejeição à ‘perseguição reflexa’ sem base concreta, análise caso a caso e respeito irrestrito ao dinheiro dos pagadores de impostos. Tratamos a Comissão como política de ESTADO, não ideológica. Infelizmente, a gestão atual desfez esse modelo, convertendo‑a em comissão de governo, revanchista, que privilegia narrativas políticas sobre o rigor legal. A lei não deveria servir de elástico para indenizações indefinidas. O ressurgimento da aplicação do entendimento da perseguição reflexa pura as tornará infinitas.”
Gonet arquiva outra “mentira” de Lula
O Ministério Público Federal abriu investigação sobre supostos sigilos de documentos de interesse público ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A apuração abrangeu a quantidade de assessores da primeira‑dama Janja, o uso de helicópteros oficiais e a estrutura destinada a receber os filhos do presidente. O processo foi encaminhado ao procurador da República Paulo Gonet, que decidiu arquivar todas as diligências. Lula condenou a decisão e reiterou que não ocultará documentos públicos na campanha contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Ao final, o presidente foi rotulado como o mais “sigiloso” da história do Brasil.
Irã sofre apagão de 72 horas enquanto protestos, com dezenas de mortos e milhares de presos, dominam o país
O Irã completou 72 horas praticamente desconectado da internet neste domingo (11), segundo dados divulgados pela organização de monitoramento NetBlocks. De acordo com a NetBlocks, a telemetria indica que o bloqueio nacional permanece ativo, com o tráfego de internet reduzido a cerca de 1% do volume considerado normal desde o dia 8 de janeiro de 2026. Moradores relatam impactos diretos no cotidiano. Um residente de Teerã confirmou à CNN que os serviços de telefonia celular também estão indisponíveis na capital iraniana, ampliando o isolamento da população em relação ao exterior. Ainda assim, o diretor da NetBlocks, Alp Toker, informou que alguns cidadãos conseguiram manter comunicação limitada por meio de terminais Starlink contrabandeados ou utilizando sinais de redes móveis de países vizinhos. “Os apagões nacionais costumam ser a estratégia preferida do regime quando há risco de uso de força letal contra manifestantes”, disse ele, explicando que o objetivo é dificultar a divulgação de informações e reduzir a atenção internacional sobre os acontecimentos no país. Apesar disso, há relatos de que o bloqueio teve efeito contrário ao esperado. Um morador de Teerã, de 47 anos, que falou à CNN sob condição de anonimato, afirmou que a falta de internet acabou estimulando a mobilização nas ruas. “O corte da internet parece ter saído pela culatra, já que o tédio e a frustração levaram ainda mais pessoas às ruas”, declarou. As manifestações já duram cerca de duas semanas e começaram como reação ao aumento da inflação, mas rapidamente ganharam contornos políticos, com pedidos explícitos pelo fim do regime islâmico. Segundo a agência HRANA (Human Rights Activists News Agency), com sede nos Estados Unidos, ao menos 65 pessoas morreram e mais de 2 300 foram presas desde o início dos protestos. Neste sábado (10), a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que a segurança do país é uma “linha vermelha” e prometeu proteger propriedades públicas, sinalizando endurecimento da repressão. A mídia estatal informou que um prédio municipal foi incendiado em Karaj, a oeste de Teerã, atribuindo o ato a “manifestantes violentos”. Também foram exibidas imagens dos funerais de integrantes das forças de segurança mortos em confrontos nas cidades de Shiraz, Qom e Hamedan. No cenário internacional, as tensões aumentaram após novas declarações de autoridades americanas. Na sexta‑feira (9), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um alerta aos líderes iranianos. Já neste sábado, o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou: “Os Estados Unidos apoiam o bravo povo do Irã”. As autoridades iranianas, por sua vez, acusam os Estados Unidos e Israel de estimularem os “distúrbios”. Enquanto isso, organizações de direitos humanos continuam documentando dezenas de mortes de manifestantes, reforçando a preocupação internacional com a repressão e o prolongado apagão digital no país.
Traficante mata a tiros filho de vereador em crime movido por ciúmes
Matheus Reis, de 25 anos, filho do vereador Zé Paulo de Luziânia (GO), foi assassinado a tiros por Paulo Henrique Telles Mathne Marinho, de 26 anos, conhecido pelo apelido “Red”. O suspeito não aceitava o relacionamento da ex‑namorada com a vítima. O crime ocorreu na quinta‑feira, 8 de maio, dentro de uma distribuidora, e foi registrado pelas câmeras de segurança do estabelecimento. As imagens mostram um homem de camisa preta aproximando‑se de Matheus, iniciando uma discussão que evolui para agressão física e termina com os disparos que tiram a vida do jovem. Testemunhas afirmaram que Paulo Henrique chegou ao local em uma BMW branca, com uma mulher no banco do passageiro, e imediatamente começou a atirar. A investigação policial aponta o ciúme como principal motivação do homicídio, já que o suspeito não aceitava que sua ex‑companheira estivesse em um novo relacionamento com Matheus Reis. Paulo Henrique possui histórico criminal relacionado ao tráfico de drogas e havia sido libertado da prisão recentemente. As autoridades de Luziânia continuam apurando os detalhes do caso para esclarecer todas as circunstâncias e formalizar a acusação contra o suspeito. Veja o vídeo:
Laços familiares questionáveis de Delcy Rodríguez, vice de Maduro e atual presidente da Venezuela
O padrasto de Delcy Rodríguez, hoje presidente empossada interinamente por Donald Trump na Venezuela e que foi vice‑presidente de Nicolás Maduro, ambos NÃO eleitos nas eleições de 2024, supostamente fraudadas pelo regime chavista, é Ilich Ramírez Sánchez, nascido em Caracas, Venezuela, em 12 de outubro de 1949. O pai biológico de Delcy Rodríguez foi Jorge Antonio Rodríguez, guerrilheiro marxista e um dos fundadores da Liga Socialista da Venezuela, que foi preso, torturado e assassinado em 1976 pela Direção de Serviços de Inteligência Policial (Disip), a polícia política do regime venezuelano da época. Ilich Ramírez Sánchez é o terrorista de extrema‑esquerda marxista conhecido mundialmente como Carlos, o Chacal, que se casou com a viúva de Jorge Antonio Rodríguez. Carlos, o Chacal, integrou o BARA (que em Italiano significa caixão), grupo terrorista árabe pró‑Palestina, a partir dos anos 1970, coordenado por Wide Haddad, vinculado à FPLP, fundada e chefiada por Yasser Arafat, posteriormente denominada ALP. Carlos, o Chacal, estabeleceu vínculos profundos com o regime cubano de Fidel Castro, servindo de mercenário do terror aos governos da Síria, da Líbia de Gueddafi, do Iraque de Saddan Hussein, do Sudão, da URSS, da Alemanha Oriental, da Hungria comunista e da Romênia, entre outros. Para esses governos e outros países contrários à existência do Estado de Israel, Carlos, o Chacal, promoveu, organizou e chefiou comandos que incluíram assassinatos, atentados a bomba na França que vitimaram mulheres e crianças, ataques a trens na Europa, tráfico de armas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, sequestro de políticos, embaixadores e ministros de Estado, além de assassinatos seletivos e sequestro de aviões, sempre em colaboração com grupos terroristas da Alemanha Oriental, da Itália e, principalmente, com a ALP de Arafat. Carlos, o Chacal, planejou o sequestro de israelenses no voo 139 da Air France, em 27 de junho de 1976, em Entebbe, Uganda, sob o comando de Idi Amin Dada, ação que resultou na morte de 35 soldados ugandeses que colaboraram com os terroristas, de três reféns israelenses e de todos os sequestradores, abatidos pelas Forças Especiais de Israel. O ataque foi realizado por quatro terroristas que partiram de Atenas: dois palestinos da Frente Popular para a Libertação da Palestina – Operações Externas (PFLP‑EO) e dois alemães das Células Revolucionárias (RZ), identificados como Wilfried Böse e Brigitte Kuhlmann, ambos de extrema‑esquerda, sem nenhum escrúpulo em sequestrar israelenses após o Holocausto perpetrado pela Alemanha nazista. Preso na França, cumpre prisão perpétua por diversos crimes, inclusive o assassinato de dois agentes do Serviço Secreto francês. Ele foi capturado no Sudão pelo diretor do Serviço Secreto francês e entregue à França. Mesmo encarcerado, conseguiu manter contato e reunir integrantes remanescentes de grupos terroristas de extrema‑esquerda ao redor do mundo, inclusive José Dirceu, do Brasil, treinado em Cuba, colaborando na fundação do Foro de São Paulo, idealizado por Lula e Fidel Castro. Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa.
Vorcaro acredita que acordo judicial o tirará da prisão, desbloqueará bens e possibilitará indenização
Ansioso, apreensivo e até vivendo momentos de desespero, Daniel Vorcaro acredita que tudo ainda vai acabar bem, para ele. Ele avalia que, mesmo após a perda do controle do banco, pode obter um “acordão” que o livre da prisão, desbloqueie seus bens e lhe permita mover ação contra o Banco Central em busca de indenização. A nota de Lauro Jardim revela a situação: “Quem tem conversado com Daniel Vorcaro neste início de ano, já passadas oito semanas de sua prisão, relata que ele alterna momentos de ansiedade, apreensão e desespero com uma confiança de que tudo acabará bem — bem para ele, que fique claro.” “Avalia que dá para chegar do outro lado do rio por meio de um acordão em que ele fica sem o Master, mas se livra da prisão, desbloqueia os seus bens e processa o BC com possibilidade de obter uma bela indenização.” “Vorcaro tem repetido que está bem documentado para municiar sua defesa. Os próximos meses dirão quais documentos são esses.”
Vorcaro confia que escapará da prisão e ainda planeja indenizar o Banco Central
Ansioso, apreensivo e até vivendo momentos de desespero, Daniel Vorcaro acredita que tudo ainda vai acabar bem, para ele. Ele avalia que, mesmo perdendo o banco, pode conseguir um “acordão” que o livrará da prisão, desbloqueará seus bens e permitirá processar o Banco Central, com possibilidade de obter uma indenização considerável. A nota de Lauro Jardim descreve a situação: “Quem tem conversado com Daniel Vorcaro neste início de ano, já passadas oito semanas de sua prisão, relata que ele alterna momentos de ansiedade, apreensão e desespero com uma confiança de que tudo acabará bem — bem para ele, que fique claro. Avalia que dá para chegar do outro lado do rio por meio de um acordão em que ele fica sem o Master, mas se livra da prisão, desbloqueia os seus bens e processa o BC com possibilidade de obter uma bela indenização. Vorcaro tem repetido que está bem documentado para municiar sua defesa. Os próximos meses dirão quais documentos são esses.”
Morte de Manoel Carlos não põe fim à disputa judicial com a Globo
As filhas do autor de telenovelas Manoel Carlos, que faleceu neste sábado (10) aos 92 anos, iniciaram uma disputa judicial contra a TV Globo. O processo questiona a falta de esclarecimentos sobre as reexibições e o uso da obra do dramaturgo, considerado um dos maiores nomes da teledramaturgia brasileira. A ação judicial movida pelos familiares tornou‑se um capítulo importante nos últimos anos de vida do autor. O vínculo profissional entre Manoel Carlos e a Globo terminou em 2015, em circunstâncias que não foram harmoniosas. Após o encerramento da relação profissional, a emissora continuou utilizando as obras do autor em reprises, prática que costuma elevar os índices de audiência da programação. Esse uso do material criativo constitui um dos principais pontos questionados no processo judicial. O falecimento do dramaturgo ocorre enquanto a disputa legal ainda estava em andamento. Manoel Carlos deixa um extenso legado na televisão brasileira, com obras que marcaram diferentes gerações de telespectadores no país.