Alcolumbre, presidente do Senado, decidiu que Bessias não vai para o STF e está correndo atrás disso. Montou uma armadilha e já marcou a sabatina para 10 de dezembro, deixando pouco prazo para o candidato de Lula se defender. Quando perguntaram a ele, Alcolumbre se esquivou e não deu resposta. Bessias só será confirmado se conseguir 41 votos dos 81 senadores. A gente só continua graças aos assinantes e parceiros. Se quiser apoiar, torne‑se assinante e ganhe acesso ao primeiro podcast conservador do Brasil e ao conteúdo exclusivo da Revista A Verdade, que traz os “assuntos proibidos”. Clique aqui: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao
Com a prisão de Bolsonaro o Brasil assina sua própria derrota moral
Neste sábado o Brasil acordou com a prisão de Jair Messias Bolsonaro, um ato que fica entre a ingenuidade do perdão e a crueldade da repetição. Não há provas sólidas nem fatos claros; a prisão se apoia apenas em símbolos e conveniências. O que vimos não foi um procedimento jurídico, mas a confirmação de um Estado que transformou o Direito em arma política e o processo em um show. A prisão preventiva de Bolsonaro foi baseada nos argumentos mais frágeis que já vimos de um juiz de alto nível. Eles citaram uma suposta tentativa de quebrar uma tornozeleira que nunca foi violada, a distância da casa dele a uma embaixada que ele nunca tentou entrar e, ainda, uma vigília de oração feita pelo filho, rotulada como “ameaça à ordem pública”. Em qualquer democracia séria isso seria motivo de piada; aqui virou justificativa para prender um ex-presidente. A decisão não tem base jurídica, parece mais um ato de palco. Marcar a prisão para 22 de novembro foi mais um ato de encenação. O juiz Moraes, que já se tornou protagonista político, não só interpreta a Constituição, como a reescreve; não aplica a lei, mas a distorce; não julga, persegue. Enquanto o país se acostuma ao abuso, assiste ao surgimento de um Estado de exceção que não precisa de decretos formais, agindo nas entrelinhas, usando interpretações amplas e inventando “riscos democráticos” para cobrir qualquer arbitrariedade. O que realmente assusta não é a prisão, mas o que ela simboliza. A elite fala em “2026” como se a democracia fosse normal, mas não é. Quando um ministro prende alguém e só depois pergunta o motivo, quando termos vagos substituem as exigências claras do artigo 312 do CPP, e a presunção de inocência vira obstáculo ao governo, nenhuma eleição vai consertar a rachadura. O Brasil vive um Direito Penal do Inimigo, que julga a pessoa e não o ato. O próximo alvo já está marcado: Flávio Bolsonaro, investigado apenas por carregar o sobrenome. Não dá para negar o viés político desse ataque. Investigaram cada detalhe da vida de Bolsonaro – rotina, despesas, hospitais, cartões, assessores, conversas, até os quartos de internação – e não acharam nada. Zero. Esse é o ponto crucial. Um presidente que não ficou rico é intolerável para um sistema que vive às custas do Estado. Um líder que ainda tem apoio popular sem máquina, partido ou mídia representa ameaça não à democracia, mas a quem já aprendeu a sequestrá‑la. A reação do exterior mostra a seriedade da situação. O embaixador Christopher Landau chamou o juiz Moraes de “abusador de direitos humanos” e disse que o STF virou motivo de vergonha mundial. Quando uma das maiores democracias critica o Judiciário brasileiro, não é mais uma briga interna, mas um problema institucional que já ultrapassou fronteiras. O que acontece aqui não passa despercebido lá fora; a imagem do Brasil cai junto com a credibilidade do seu tribunal superior. Existe ainda uma ferida mais profunda, pouco comentada: a traição de dentro. Bolsonaro foi cercado por incompetentes, bajuladores e estrategistas de fantasia que falavam de “xadrez 4D” sem saber mover um peão. Eram vaidosos disfarçados de aliados, calculistas como conselheiros. Por omissão e covardia, deixaram o ex‑presidente desamparado e vulnerável. A história mostra que não é o ódio dos adversários que destrói o herói, mas a covardia dos próprios amigos. Curiosamente, a injustiça nunca elimina um mito; só o aumenta. Gandhi foi preso, Martin Luther King foi perseguido. Todos passaram por noites sombrias, não por culpa própria, mas porque o sistema teme quem inspira multidões. A prisão de Bolsonaro não o silencia; ao contrário, o eleva. O mesmo fogo que o queima também o purifica. O sofrimento e a perseguição não diminuem sua importância, apenas a reforçam. O Brasil está vivendo um dos capítulos mais vergonhosos da sua história institucional. Não por prender um homem, mas por prender um símbolo. Quem celebra essa prisão como vitória política não entende que está celebrando sua própria servidão. Quando se relativiza a liberdade de expressão, religiosa, política e a própria legalidade para atacar um adversário, a democracia não tem futuro. A ideia de que “2026 está logo ali” é ilusão. Eleições não consertam um sistema capturado; a urna não resolve o autoritarismo. A verdade é clara e dura: não prenderam Bolsonaro, tentaram prender você, sua liberdade, a democracia e o futuro. A verdade, porém, tem um jeito incômodo de voltar. Quanto mais a tentam calar, mais forte ela fica. A prisão de Bolsonaro será o ponto de partida para o despertar, não para a violência. Uma sociedade que aceita tamanha injustiça não pode ficar adormecida para sempre. A dor, por mais amarga que seja, gera coragem. Quando o dia nascer – e ele nascerá – ficará evidente que a perseguição não destruiu o mito, mas o consagrou. O ataque não quebrou o espírito do povo, mas o despertou. Não foi Bolsonaro quem caiu, mas o último véu que escondia a verdadeira cara do regime. Na memória do Brasil, ficará a lembrança de um homem que não lutou por si, mas por todos; que carregou a nação como cruz, ficou de pé, sofreu injustiça e resistiu. Há quem seja feito de matéria e há quem seja feito de propósito. Propósito não se algema, não se cala, nunca se prende. Policial federal, formado em Direito e Administração de Empresas.
General Heleno preso e José Dirceu solto… O que isso significa? Que país é esse?
Colocar o general Augusto Heleno, com 78 anos, atrás das grades por mais de 21 anos equivale a uma sentença de morte para quem passou a vida servindo ao Brasil. É inaceitável. Heleno é um dos generais mais competentes, responsáveis e respeitados das Forças Armadas. A acusação não tem base; o julgamento foi manipulado, sem provas reais. Mandar um idoso para a prisão, onde dificilmente sairá vivo, é uma injustiça histórica contra quem sempre honrou o Brasil. Enquanto isso, José Dirceu anda livre e pode até concorrer nas próximas eleições. Ele é quem idealizou e colocou em prática o esquema de colocar aliados no Estado, transformando o Brasil em base para espalhar a agenda radical de esquerda pela América Latina. Sempre deixou claro suas convicções. Não hesitou em usar o caminho mais baixo que encontrou – infiltrar o Estado para desviar recursos – para tentar a revolução que defende. O roubo de Dirceu não foi só para ele; serviu para corromper outras pessoas. Ele está no centro da trama que alimenta várias redes ilícitas que ainda vão surgir. Questões graves ainda serão reveladas. Ainda há suspeitas de envolvimento com armas e drogas.
Alcolumbre evita “Bessias”, marca sabatina e ativa “arapuca”
Os apoiadores de Lula acham que a data escolhida para a sabatina de Jorge Messias é ruim. Davi Alcolumbre, presidente do Senado, marcou a sessão na CCJ para quarta‑feira, 10 de dezembro. Assim, o Advogado‑Geral da União tem só duas semanas para angariar o apoio dos 81 senadores. Messias só será aprovado se conseguir ao menos 41 votos. O tempo curto foi chamado de “dramático” por quem está perto de Lula e do próprio candidato. Ainda por cima, ele precisa se encontrar cara a cara com cada senador. No dia 25 de novembro, Messias já andou pelos corredores do Senado pedindo apoio. Ele tem a ajuda do ministro André Mendonça, que está no STF, e do senador Jaques Wagner, líder do governo. Mas quem está do lado de Lula acha que o jeito tradicional de conseguir votos não basta. Wagner, líder do governo, admitiu que Lula terá que entrar nas negociações pessoalmente. Ele lembrou que, na história, a maioria dos nomes para o STF passa por margens muito apertadas. Alcolumbre marcou a sabatina antes mesmo de o presidente mandar a mensagem oficial ao Congresso. Lula indicou Messias na quinta‑feira, 20 de novembro, mas o documento oficial ainda está sendo preparado pela Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil. Depois da indicação, o AGU tentou falar com Alcolumbre, mas não conseguiu. A prioridade de Messias é se aproximar do presidente do Senado e, ao mesmo tempo, conversar com outros senadores. O atrito entre Alcolumbre e Messias começou porque o presidente do Senado queria que Rodrigo Pacheco (PSD-MG) fosse nomeado para o STF. Ele ficou descontente com a escolha de Lula.
Dono do Banco Master fica transtornado e reage aos berros ao receber notícia de advogados
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ficou furioso e gritou quando soube que seria levado ao Centro de Detenção Provisória em Guarulhos. Ele estava calmo numa cela da superintendência da PF em São Paulo, mas na manhã de ontem, frente aos advogados, perdeu a paciência e gritou. Não é surpresa, o homem desembolsa uma fortuna em advogados… Ainda gritando, ele exigiu que resolvam sua situação imediatamente.
Professora relata terror durante o sequestro de 300 crianças em escola católica
Na madrugada de sexta‑feira (21), homens muito armados entraram na Escola Católica St. Mary, no estado de Níger, na Nigéria, e levaram mais de 300 alunos e funcionários. Martha Mathias, professora da escola, estava em casa com a família quando os bandidos apareceram no campus. Ela contou que mandaram seu marido sair, e assim que o fizeram, o amarraram. Martha viu os sequestradores ameaçar a própria filha. Além do marido, mais 11 funcionários e cerca de 253 estudantes foram levados. A Associação Cristã da Nigéria divulgou no domingo (23) que 50 alunos já haviam escapado. Stephen Samuel, de 13 anos, escapou e contou o que viu. Segundo ele, os homens armados acordaram os alunos à noite, amararam todos e os levaram para fora da escola. Njinkonye, mãe de um garoto de 10 anos que ainda não foi encontrado, foi à escola na segunda‑feira (24) para ver o que estava acontecendo. Na mesma semana, meninas foram raptadas de um internato em Kebbi, no noroeste, e 38 pessoas foram sequestradas durante um culto em Kwara, no centro do país. Na terça‑feira (25), as autoridades disseram que 24 meninas raptadas em Kebbi foram libertadas. O presidente Bola Tinubu comentou a libertação. As forças de segurança estão procurando as crianças e funcionários que ainda não foram encontrados. O governo disse que o sequestro em Kebbi provocou ataques parecidos em Kwara e Níger. No norte da Nigéria, sequestros em massa para pedir resgate são cada vez mais comuns. Bandos armados invadem escolas e vilarejos, deixando a polícia local sem condições de responder.
AO VIVO: A farsa da prisão de Bolsonaro (veja o vídeo)
O STF, em sua primeira turma, decidiu por unanimidade prender Jair Bolsonaro e lhe deu 27 anos e três meses de cadeia por uma suposta trama golpista. A perseguição não termina aí. Ramagem, Anderson Torres, Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira, Augusto Heleno e Braga Netto também foram condenados, mesmo sem crime comprovado, mostrando a campanha política sem fim. No Senado, já se prepara a sabatina de Jorge Messias, conhecido como ‘Bessias’, escolhido por Dilma Rousseff e que, na AGU, perseguiu conservadores. No Bom dia, JCO, a advogada Katia Magalhães e o médico Fernando Pechy chegam ao estúdio; Pechy vai falar dos perigos da obesidade.
Coca- Cola se manifesta sobre patrocínio a evento com Moraes
A Lei Magnitsky avança devagar, mas vai isolando quem é punido da sociedade aos poucos. Por isso, o ministro Alexandre de Moraes logo sentirá a sanção com muito mais intensidade. Um exemplo é a Coca‑Cola. A empresa pagou o patrocínio do XXVI Congresso Nacional do Ministério Público, onde Moraes foi um dos palestrantes principais. Logo depois, um alto oficial do Departamento de Estado ligou a um executivo da Coca‑Cola nos EUA. O agente da administração Trump avisou que o patrocínio era inaceitável. Assim, Washington já está tomando medidas para deixar a Lei Magnitsky mais rígida no Brasil, porque encontrou falhas.
O complicado e quase incompreensível movimento de Mendonça em favor de “Bessias”
O apoio de Mendonça à indicação de Messias parece confuso, mas a postura contrária de Moraes deixa tudo mais claro. Mendonça ataca a chamada máfia do Largo São Francisco; ao mesmo tempo, Moraes tenta colocar um aliado na vaga que ficou aberta com a saída de Barroso. No começo, pensei que fosse só corporativismo evangélico, mas a situação vai muito além disso.
A Anistia como Marco de Virada para a Direita no Brasil (veja o vídeo)
Hoje a Câmara vai votar a anistia, e isso pode ser o ponto mais importante para a direita desde 2018. Não é só mais um projeto de lei; é a chance de consertar abusos, devolver a confiança nas instituições e garantir segurança jurídica a milhares que foram perseguidos depois de 2022. A direita vê a anistia como algo além de símbolo: é a oportunidade de fechar um capítulo de excessos, prisões duvidosas, restrição de liberdades e perseguição política que manchou a credibilidade do Estado. Votar a anistia mostra que o Brasil não aceita duas leis para dois lados, nem criminaliza quem pensa diferente. A base conservadora também se agita com a anistia, vendo nela a restauração da justiça e um passo chave para fortalecer a força política rumo a 2026. A prisão de Bolsonaro reacendeu a revolta e a vigilância nacional, transformando o tema numa bandeira de união e energia para a direita. O voto de hoje pode mudar tudo. Se a anistia passar, a confiança no Congresso volta e marca o primeiro passo concreto para equilibrar as instituições. Se for rejeitada, a crise de representatividade piora e a sensação de injustiça que tem tirado gente às ruas se reforça. Hoje a Câmara não escolhe só um projeto, escolhe que tipo de justiça o Brasil vai defender.