Em menos de 24 horas o Master desabou. Daniel Vorcaro, dono do banco e frequentador de festas luxuosas no Rio, tentou fugir num Falcon 7X na noite de domingo rumo a Malta, onde costuma se esconder. A PF o prendeu em Guarulhos, ainda com passagem só de ida. Na madrugada seguinte, os sócios Augusto Lima e Alberto Félix, que criaram a fraude financeira, foram capturados em casa. A Operação Compliance Zero revelou que o banco vendia créditos inexistentes ao BRB, empurrava títulos sem lastro para fundos públicos, falsificava contas e acumulava um buraco que aumentava enquanto o Banco Central ficava de braços cruzados. O Banco de Brasília (BRB) foi o braço direito do Master, embora poucos falem disso. Primeiro, comprou carteiras de crédito podres; depois, manteve o banco vivo nos meses que antecederam a falência. Aceitou títulos sem lastro, fez negócios obscuros e injetou dinheiro quando o mercado já fugia de Vorcaro. Em resumo, fez um resgate informal enquanto o Banco Central permanecia indeciso. O BRB assumiu riscos que nenhum banco privado teria coragem de assumir, prolongando a existência do Master e ampliando o rombo para R$ 12 bilhões. Assim, virou um depósito de papéis cada vez mais tóxicos, ajudando Vorcaro a fingir solvência e a captar mais recursos de fundos públicos, inclusive do Rio. O pior efeito recai sobre o Rioprevidência. O fundo de servidores estaduais tinha quase R$ 1 bilhão em Letras Financeiras do Master, sem garantia do FGC, e esse dinheiro quase não volta. O problema piora porque esses papéis representavam um quarto de todo o patrimônio do fundo – algo que nenhum gestor cuidadoso aceitaria, ainda mais depois dos sinais de fraqueza que o banco mostrou a partir do fim de 2024. O TCE‑RJ já havia avisado, em outubro, que o Master corria risco de falir. O governo de Cláudio Castro ignorou o alerta e continuou a dizer que o investimento era seguro. Agora, aposentados e servidores de várias áreas vivem com muita incerteza sobre o futuro. Mesmo depois de avisos internos e externos sobre a rápida decadência do banco, a equipe econômica do estado continuou a colocar dinheiro no Master. É o mesmo governo que atrasa o 13º salário, retém salários e deixa hospitais sem material, mas ainda arrisca uma parte importante das aposentadorias em um banco já em frangalhos. Enquanto isso, Vorcaro passeava entre políticos, aparecia em festas milionárias e vivia num luxo que não tinha nada a ver com a realidade do Master. O Banco Central vigiava o Master desde o primeiro semestre de 2025, mas, mesmo vendo indícios claros de fraude, foi condescendente. Renovou R$ 4 bilhões em linhas de apoio com o FGC, alegando que era para segurar o banco. Só tomou atitude firme quando a PF já estava no local e o jatinho de Vorcaro quase decolava. Já era tarde demais. O prejuízo, que em setembro era de R$ 6 bilhões, dobrou. Fundos públicos ficaram contaminados, aumentou o risco de efeito dominó nos bancos médios e o FGC teve que preparar desembolsos recordes para proteger pequenos investidores. A pergunta que fica: quanto custa uma fiscalização atrasada? Bilhões. Esse caso levanta um alerta sobre o modelo de muitos bancos médios no Brasil. A quebra do Master deve fazer investidores tirarem o dinheiro desses bancos, aumentar a pressão dos reguladores, forçar a revisão das carteiras de fundos de pensão e mudar o apetite por risco no sistema financeiro. No final, quem paga são os servidores do Rio. Depois de anos lidando com calotes, congelamentos, atrasos e reformas que cortaram benefícios, agora veem seu fundo de previdência afundar num esquema envolvendo banqueiros, operadores, políticos e a omissão dos reguladores. A história se repete: quem comanda o esquema voa de jatinho; quem participa acaba preso, mas protege seu patrimônio; quem deveria fiscalizar demora; quem deveria proteger acaba cúmplice por inércia. E quem trabalha a vida inteira paga a conta. Vorcaro está detido, assim como os sócios. O banco foi liquidado. O BRB agora enfrenta auditorias e investigações. Mas a conta não chegou a Malta; ela apareceu no contracheque do servidor do Rio. No Brasil, essa conta não vem com desconto, vem inteira. Daniel Vorcaro e Augusto Lima mantinham contato com os Três Poderes e trocavam favores com políticos de todos os lados. Vorcaro contratou o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. O ex‑presidente Michel Temer, que recomendou Moraes ao STF, atuou como consultor do banqueiro. Depois de sair do STF, o ministro da Justiça Ricardo Lewandowski entrou no comitê consultivo do banco de Vorcaro, antes de assumir no governo Lula. Politicamente, Vorcaro tinha contato direto com nomes como Davi Alcolumbre, presidente do Congresso, e Ciro Nogueira, líder do PP. Augusto Lima, por sua vez, era próximo de Jaques Wagner, líder do governo no Senado. Na Bahia, nasceu o Credcesta, um cartão de crédito consignado que virou a principal fonte de renda do Master. Mesmo com todas as conexões, a operação de terça‑feira não pegou Brasília de surpresa. A queda de Vorcaro já era esperada. Agora o clima é de “salve‑se quem puder”. A ação foi comandada por um policial federal formado em Direito e Administração de Empresas.
Vaticano é acionado e padre esquerdista pode sofrer consequências graves
Junio Amaral, deputado federal (PL-MG), postou na quarta‑feira (19) um vídeo no Instagram dizendo que entregou à Embaixada do Vaticano, em Brasília, um abaixo‑assinado exigindo que a Igreja Católica investigue o padre Júlio Lancellotti. Ele contou que a ideia veio da esposa, Marília Feliciano Amaral, que enviou a proposta. Com mais de mil assinaturas, o papel pede que o padre seja apurado por suposto assédio sexual e por usar a religião para fins políticos. Ele disse que a assinatura começou a ser feita há poucos dias e já contou com o apoio de milhares que exigem respostas da hierarquia da Igreja. Seu objetivo, segundo o deputado, é levar a denúncia às autoridades da Santa Sé. Ele reforçou que, como parlamentar, tem o direito de conversar com embaixadas e servir de ponte para levar as denúncias. Marília, ao lado do marido, criticou o que chamou de uso abusivo da posição religiosa para manipular eleitores. Ele garantiu que vai acompanhar o caso de perto e vai pressionar a Igreja por respostas.
Audiência de custódia de Bolsonaro acontece daqui a pouco…
A custódia de Bolsonaro será feita neste domingo, 23, e vai acontecer online. O próprio mandado de prisão preventiva, assinado pelo ministro Alexandre de Moraes (STF), já previa que a sessão seria por videoconferência. Na manhã de sábado, 22, por volta das 6h, a PF chegou ao Condomínio Solar, no Jardim Botânico, e prendeu Bolsonaro. Depois de cumprir o mandado, Bolsonaro foi levado para a Superintendência Regional da PF no DF, onde está detido e onde a audiência vai acontecer. Na sessão, vão analisar como aconteceu a prisão, ouvir a defesa e decidir se mantêm ou mudam as medidas já tomadas. Bolsonaro tem sofrido tudo que o “sistema” pode impor, e ainda tem a vida ameaçada. Por isso, uma loja decidiu desafiar esse mesmo sistema e lançou uma promoção limitada. O combo traz cinco livros que revelam os bastidores do poder, decisões judiciais polêmicas e as lutas ideológicas recentes, tudo por R$ 79,89 com frete grátis para o Brasil.
Esquerda quer mudar até o lema da Bandeira Nacional
Na Câmara, o deputado Chico Alencar (PSol) apresentou um projeto que quer trocar o lema da bandeira. Em vez de “Ordem e Progresso”, ele propõe “Amor, Ordem e Progresso”. Ele diz que o lema, que está em uso desde a Proclamação da República, acabou simplificando demais a frase original dos positivistas. Para ele, cortar parte da frase tirou o sentido completo que os positivistas queriam, que unia três ideias que dependem uma da outra. Se deixarem isso rolar, logo vão querer mudar até as cores da nossa bandeira.
Moraes já escolheu o seu próximo alvo
O ministro Alexandre de Moraes não larga a briga contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro e a família dele. Agora, tudo indica que já tem a próxima pessoa na mira. O jornalista Cláudio Dantas esclarece o caso. Veja abaixo:
URGENTE: Surge novo elemento que pode estar por trás da prisão de Bolsonaro
O pastor Silas Malafaia comentou a prisão preventiva do ex‑presidente Jair Bolsonaro. Ele diz que a prisão não tem base legal e serve apenas para desviar a atenção do público do caso do Banco Master. Para Malafaia, a justificativa no despacho é ‘conversa fiada’ e é ‘absurdo’ usar risco de fuga como motivo. Ele afirma que a prisão é uma ‘cortina de fumaça’ para esconder as investigações do banco. Ele ainda rebateu a ideia de que a vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) tem peso constitucional, dizendo que a interpretação é equivocada. Aproveite enquanto os livros ainda estão à venda… nunca se sabe o que a censura pode fazer!
Michelle grava vídeo e manda recado diretamente a Alexandre de Moraes (veja o vídeo)
Michelle Bolsonaro, ex‑primeira‑dama, estava no Ceará para participar de um evento quando, na manhã de sábado (22), soube que Jair Bolsonaro foi preso. Ela tinha programado estar em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, no encontro do PL Mulher Nacional, mas acabou cancelando a viagem. Pouco depois, Michelle publicou um vídeo comentando a prisão do ex‑presidente. No fim da gravação, ela aproveita para dar uma lição de fé e perdão, enviando um recado direto ao ministro Alexandre de Moraes. Jair Bolsonaro tem sido vítima de tudo que o “sistema” pode fazer contra ele, e ainda corre risco de vida.
Conselheiro de Trump abre o verbo contra Moraes após prisão de Bolsonaro
Nova informação surge e revela o que aconteceu de madrugada na casa de Bolsonaro
Na madrugada de sábado, 22, a polícia do DF trocou a tornozeleira eletrônica que Bolsonaro usava em sua casa em Brasília. A substituição foi feita poucos minutos depois que, às 0h08, o sistema apontou uma falha – fato que precedeu a prisão preventiva do ex‑presidente algumas horas depois. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, viu o alerta técnico como sinal de tentativa de violação. Ele usou esse fato como um dos motivos para decretar a prisão, alegando que o ocorrido levantava suspeitas de interferência na tornozeleira. O Centro de Integração de Monitoração Integrada do DF, que depende da Secretaria de Administração Penitenciária, registrou o fato. Quando o aviso de violação saiu, equipes foram ao local sem demora para trocar a tornozeleira, segundo a Folha de S.Paulo. Moraes anotou que, depois da troca, Bolsonaro disse aos agentes que não tentou danificar nada e que o problema poderia ter surgido enquanto ele dormia. O ex‑presidente voltou a dormir, mas foi acordado novamente por volta das 6h quando a Polícia Federal chegou, já com a ordem de prisão feita na noite anterior. A Polícia Federal formalizou o pedido na sexta‑feira, 21, depois que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) divulgou um vídeo pedindo que apoiadores ficassem em vigília de oração no condomínio da família. Quem convive com o ex‑presidente disse que, quando o pedido foi feito, ainda não havia registro de falha no monitoramento. Moraes, no entanto, chamou o ato de “criminoso”, dizendo que esse tipo de manifestação poderia causar tumulto e atrapalhar a aplicação das decisões judiciais. Bolsonaro tem sido vítima de tudo que o “sistema” pode fazer. Ainda hoje sua vida corre risco. Por isso, uma loja decidiu desafiar esse “sistema” e lançou uma promoção limitada que atrai quem se interessa por política, liberdade de expressão e censura no Brasil. Um combo de cinco livros que revelam os bastidores do poder, decisões judiciais polêmicas e disputas ideológicas está à venda por R$ 79,90, com frete grátis em todo o país. Os livros tratam de censura, perseguição política, o papel do STF, juristocracia, polarização e manipulação de narrativas. Se quiser conferir e aproveitar a oferta, clique no link a seguir: https://www.conteudoconservador.com.br/pages/combo-5-livros Corra e garanta seu combo enquanto ainda há estoque… nunca se sabe até onde a censura pode chegar!
URGENTE: Rede Social ergue a voz contra a censura no Brasil
Nessa sexta (21), a rede X, que pertence a Elon Musk, soltou um comunicado em sua conta de relações governamentais. No texto, a empresa atacou as ordens dos tribunais brasileiros que obrigaram a tirar publicações que criticam políticos. Um dos que pagaram o preço foi o deputado Nikolas Ferreira, do PL-MG. Ele foi obrigado a excluir um post recente depois que a Justiça mandou. No mesmo comunicado, o X chamou a medida de “censura pura e simples”. Segundo a rede, a decisão ataca a base da liberdade de expressão, cala o debate e enfraquece a democracia. A X apontou um caso que, para ela, ilustra tudo isso: decisões da Vara Cível de Brasília que favoreceram o PT. Os juízes pediram que fossem apagadas no X mensagens que chamavam o Partido dos Trabalhadores de “partido dos traficantes”. O tribunal considerou a frase como “acusação criminal infundada”. A rede justificou que a expressão era um trocadilho crítico, algo que tanto a esquerda quanto a direita costumam usar. O comentário se espalhou depois que o presidente Lula disse: Para fechar, o X reafirmou que defende a liberdade de expressão sem limites, dizendo que “ela é fundamental para a democracia, mesmo quando incomoda”.