A equipe de reportagem da Rádio Gaúcha, afiliada do Grupo RBS e da Rede Globo, foi assaltada na tarde de sexta‑feira, 2 de junho, no km 83 da freeway, saída de Cachoeirinha, região metropolitana de Porto Alegre, RS. De acordo com informações, a repórter Maria Stolting e o motorista Leonardo da Cunha Silveira foram abordados por dois homens armados com facas. Os assaltantes levaram os celulares e outros pertences dos profissionais. “Nossa equipe de reportagem acaba de ser assaltada na freeway. Estávamos parados para fazer a entrada no trânsito e fomos surpreendidos por dois homens”, relatou Maria Stolting ao vivo na Rádio Gaúcha. “Era uma faca grande, já falaram: ‘perdeu, perdeu’. Queriam carteira, celular, levaram nossa carteira, nosso celular, outros itens pessoais que deixaram”, acrescentou. A Polícia Rodoviária Federal está no local registrando a ocorrência, e a Brigada Militar colabora nas buscas. Até o momento, ninguém foi preso. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura promovida pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro argumenta que a obra cria a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece quase um ano. Segundo a CIDH, outros títulos já podem estar sob risco, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e de episódios no STF.
Presidente da OAB Beto Simonetti intervém pessoalmente em defesa de Filipe Martins
Jeffey Chiquini, advogado de Filipe Martins, conversou com o presidente nacional da OAB, Beto Simonetti. Segundo o advogado, Simonetti colocou‑se inteiramente à disposição da defesa de Filipe Martins, de forma muito solícita e prestativa. “Não é a primeira vez que o presidente Simonetti entra pessoalmente em ação em defesa da nossa classe. Fica meu agradecimento público também ao coordenador de prerrogativas, Alex Sarkis”, afirmou Chiquini. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, mas a restrição permanece há quase um ano. Outros títulos parecem estar na mira da censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos acontecimentos incomuns no STF. Em resposta, a loja Conteúdo Conservador anunciou que está “queimando” seu estoque desses livros e oferecendo frete grátis para todo o país, com o objetivo de garantir que o material chegue ao leitor antes de ser bloqueado.
Jeffrey Chiquini afirma que Filipe Martins não infringiu ordem de Moraes ao acessar LinkedIn
Jeffrey Chiquini, advogado de Filipe Martins, manifestou‑se e explicou o que ocorreu na prisão do ex‑assessor de Jair Bolsonaro. “Filipe Martins não descumpriu nenhuma cautelar imposta por Moraes! Importante destacar, primeiro, que a proibição era de utilização de rede social, como postagens e comunicação por meio de mensagens trocadas pelas redes. Segundo, o LinkedIn não é rede social. Terceiro, Filipe nunca acessou e/ou utilizou suas redes sociais. Agora vamos explicar o que aconteceu. Desde fevereiro de 2024, quando Filipe foi preso por uma viagem que não fez, a defesa teve acesso às suas redes e ao e‑mail. Foi por meio desse acesso que provamos, inclusive, que Filipe nunca viajou. Conseguimos, a partir das redes de Filipe, os dados de geolocalização do Uber e do celular e, por isso, após muita luta, obtivemos sua liberdade. Estamos em fase de recurso contra a injusta condenação e acessamos o LinkedIn de Filipe apenas para documentar (printar) elementos do ano de 2022, a fim de utilizá‑los nos recursos que estão sendo elaborados. Ou seja, nenhuma rede social foi utilizada, mas apenas acessada, no pleno e legítimo exercício da defesa, para combater com provas a injusta condenação. Nenhuma proibição foi descumprida. Nunca houve proibição de acesso às redes por parte da defesa; a proibição sempre foi de uso. E mais: sequer há prova efetiva de que a rede foi, de fato, acessada. A prisão foi embasada em denúncia via e‑mail, encaminhada a Moraes por um cidadão qualquer, documento que não tem base probatória mínima para demonstrar concretamente o alegado. Além disso, o decreto prisional violou o devido processo legal, pois a prisão se deu de ofício. Nem a PGR nem a PF pediram a prisão de Filipe Martins; Moraes decidiu espontaneamente pela medida. Estamos, na prática, vivendo a criminalização da advocacia. Não podemos mais buscar provas para utilizar e embasar recursos defensivos. Medidas serão tomadas.
Musk não perdoa e expõe flagrante de prefeito comunista de Nova York: “São todos propagandistas”
No início da gestão de Donald Trump, o empresário Elon Musk foi duramente atacado pela mídia esquerdista por causa de um gesto espontâneo que fez em seu discurso, entregando o seu “coração” ao povo americano. Irresponsavelmente, foi acusado de nazista. Ontem, Zohran Mamdami, o novo prefeito comunista de Nova York, repetiu o gesto de Musk. A imprensa, que o autor descreve como mentirosa, covarde e irresponsável, permanece em completo silêncio. Musk não perdoou. Veja o vídeo:
Lula rejeita ser chamado de “Zé Pilantra”
A Polícia Federal (PF) instaurou 57 inquéritos para investigar supostos crimes contra a “honra” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre 2023 e 2025. O levantamento, concluído em dezembro do ano passado, demonstra um aumento progressivo nas investigações: 20 inquéritos em 2023, 12 em 2024 e 25 em 2025. Os casos abrangem desde pessoas que gritaram “Lula ladrão” em público até situações inusitadas, como um militar que nomeou uma rede Wi‑Fi com a mesma expressão. Todos os processos tramitam sob sigilo, conforme determina a legislação para este tipo de investigação. O Ministério da Justiça afirma que avalia a “conveniência e a oportunidade de se requisitar a promoção da ação penal” antes de encaminhar os pedidos à PF. “Em suma, a requisição ministerial tem a função de autorizar o livre desempenho de competências constitucional e legal das instituições do Sistema de Persecução Penal do Brasil”, declarou a pasta. Montagem de “Zé Pilantra” e rede “Lula Ladrão” Um dos casos mais peculiares envolveu montagens que circularam nas redes sociais, nas quais Lula era chamado de “Zé Pilantra”, referência à entidade Zé Pilintra, figura de religiões de matriz africana. A investigação tramitou por diferentes órgãos entre julho de 2024 e dezembro de 2025, quando foi arquivada. O caso começou com uma denúncia no canal virtual do Disque 100, inicialmente tratada como possível intolerância religiosa. A imagem mostrava uma pessoa ajoelhada diante de uma figura com o rosto de Lula e a mensagem: “Não cobre o IPVA do meu Celta, Zé Pilantra”. Em Mato Grosso do Sul, agentes federais ouviram o homem que compartilhou a imagem. Ele afirmou ser conservador e crítico à esquerda, mas negou intenção de atacar religiões. O Ministério Público Federal (MPF) decidiu pelo arquivamento, argumentando que o presidente está sujeito a maior exposição pública, devendo ter maior tolerância às críticas e às cobranças. Outro episódio ocorreu em agosto, quando a equipe de segurança presidencial identificou uma rede Wi‑Fi denominada “Lula Ladrão” durante reunião na 17ª Brigada de Infantaria de Selva, em Porto Velho (RO). O sinal partiu do celular de um policial militar, que foi convidado a se retirar do local devido à “conotação ofensiva e potencialmente atentatória à imagem” do petista. Abordagens após xingamentos Em pelo menos três situações, o governo determinou investigações sobre pessoas que teriam gritado “Lula ladrão” próximo ao veículo oficial ou em locais onde o presidente estava presente. Em São Paulo, agentes da PF identificaram a placa do veículo e foram à residência de uma mulher que xingou o presidente usando um microfone, dentro de um Audi. A mulher compareceu à delegacia e alegou ter agido “por impulso”, afirmando que “nunca pensou que fosse dar problema”. Em Contagem (MG), a segurança presidencial abordou um homem acusado de chamar Lula de “ladrão”. Ele foi conduzido à Superintendência da PF, onde negou a ofensa e afirmou que “o pessoal estava puto” com o congestionamento causado pelo comboio presidencial. “Eu gritei apenas ‘BORA, PORRA, VAMOS LOGO COM ISSO’, mas não xinguei ninguém, não chamei ninguém de ladrão ou de qualquer outro nome, só gritei para acabar logo, pois estou pintando e consertando a casa para onde vou me mudar amanhã, estava com pressa”, declarou em depoimento. Outros casos e arquivamentos Lula solicitou investigação após uma mulher enviar áudio em grupo de WhatsApp ameaçando “pegar um revólver e furar ele todo na bala”. Outra mulher foi investigada após se aproximar da residência do presidente em São Paulo, em dezembro de 2024, portando cartazes críticos a Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do STF. Ao ser abordada, teria chamado um policial de “macaco”, resultando em denúncia do MPF por injúria racial. Vários inquéritos foram arquivados pela Justiça Federal. Em um deles, o influenciador Pablo Marçal afirmou que Lula “desviou mais de R$ 1 trilhão”. O MPF entendeu que a declaração constituía crítica política, diferenciando-a de atos que visam “caluniar, difamar ou ferir a honra alheia”. Em outubro passado, outro caso arquivado envolveu seis integrantes do MBL que gritaram “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão” durante evento em Osasco (SP). Na decisão, o MPF destacou o contexto de “profundo acirramento” político no país e a necessidade de observar a “proporcionalidade das medidas”. Uma das investigações solicitadas pelo governo Lula tem o ex‑presidente Jair Bolsonaro como alvo, por supostamente compartilhar via WhatsApp mensagem associando Lula ao ex‑ditador sírio Bashar al‑Assad e à execução de pessoas LGBTQIA+.
Kakay denuncia violência nos escritórios de parentes de ministros, OAB permanece em silêncio e jornais vinculam Lulinha ao Banco Master
Em entrevista concedida ao advogado Kakay, o profissional relata episódios de “violência” nos escritórios de parentes de ministros em Brasília. Kakay afirma ainda ter ouvido do ministro Toffoli que o inquérito sobre fake news foi encaminhado a Xerxes, o que, segundo ele, poderia indicar tom de ameaça. Segundo o entrevistado, uma investigação nesse sentido seria bem‑vinda. Além disso, Kakay questiona o silêncio da OAB diante dos escândalos que envolvem escritórios e advogados no Poder Judiciário. Nenhuma tentativa de encobrir os fatos conseguiu atenuar a pressão sobre o caso Master, sobretudo agora que veículos de imprensa começaram a associar Lulinha ao banco.
Humorista Léo Lins ridiculariza a censura ao comentar contrato de Viviane Barci
O humorista Léo Lins ilustra de forma contundente o clima de censura que se impõe atualmente. Essa é, sem dúvida, uma fase de grande dificuldade para a sociedade, na qual uma minoria que alcançou o poder tenta impor a maioria um pensamento único e procedimentos que obedecem a uma lógica absurda. Entretanto, são exatamente esses períodos de adversidade que dão origem a figuras marcantes, pois o bom humor, ainda que alvo de censura, persiste. Em relação ao mais recente episódio envolvendo a advogada Viviane Barci e o Banco Master, o humor manteve‑se vigilante: 23:58 – “O contrato não existe” 23:59 – “O contrato existe, mas não foi autenticado” 00:00 – “O contrato existe e foi autenticado, mas não há indício de ilicitude” KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Prefeito comunista de Nova York replica gesto de Elon Musk e a mídia de esquerda cala (VEJA O VÍDEO)
O novo prefeito de Nova York tomou posse nesta quinta‑feira (1º). Trata‑se de um dirigente identificado como comunista, comparado ao “Boulos” americano. Durante a cerimônia de posse, o mandatário realizou um gesto muito semelhante ao que Elon Musk fez durante a campanha de Donald Trump. Na ocasião, a imprensa militante acusou o bilionário de nazista. Agora, a mesma mídia de esquerda parece optar pelo silêncio, ignorando o ato do recém‑eleito. A imprensa esquerdofrênica demonstra, mais uma vez, corrupção e decadência. Veja o vídeo:
Moraes e Viviane aparecem em Dubai como símbolo do caos que afunda o Brasil (Veja o vídeo)
Alexandre de Moraes (ADM) e sua esposa, supostamente detentores de R$ 129 milhões, apareceram disfarçados e camuflados para não serem reconhecidos, protagonizando, no início de 2026, uma das cenas mais icônicas do descalabro que mergulha o Brasil, envolvendo políticos, ministros do STF, um banqueiro estelionatário, a família de Lula (filho e irmão) e seus asseclas. ADM, cabisbaixo, evitava ser reconhecido usando boné, camiseta e óculos escuros, ocultando o rosto e a calvície, lembrando um foragido da justiça internacional, comparável a Al Capone, desmoralizado tanto dentro quanto fora do país, assumindo a condição de pária. No âmbito federal, os três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – tornaram‑se sinônimos de lama, corrupção, abusos, privilégios imorais, gastos excessivos, perseguições, autoritarismo, fraqueza, covardia, conchavos, acordos de alcova e escândalos intermináveis. Não há mais como sustentar a República. Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa. Veja o vídeo:
EXCLUSIVO: Celular de Vorcaro alimenta tensão política em Brasília (VEJA O VÍDEO)
Apreensão do aparelho do dono do Banco Master amplia apreensão entre políticos e integrantes do Judiciário. A apreensão do celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, tornou‑se um dos pontos mais sensíveis das investigações conduzidas pela Polícia Federal e passou a gerar inquietação nos bastidores do poder em Brasília. O aparelho foi recolhido no momento da prisão do banqueiro, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, durante operação que apura suspeitas envolvendo o sistema financeiro. Desde então, o celular deixou de ser apenas uma peça técnica do inquérito e passou a ser visto como um possível detonador de novas crises políticas. TEMOR ALÉM DA INVESTIGAÇÃO FINANCEIRA Segundo relatos de bastidores, o receio não está restrito aos aspectos econômicos do caso. O temor em Brasília decorre da possibilidade de que o aparelho contenha registros de conversas, mensagens e áudios envolvendo autoridades dos três Poderes, incluindo políticos influentes e integrantes do Judiciário. Fontes ouvidas pela imprensa classificam o conteúdo potencial do celular como altamente sensível, capaz de expor relações informais, pressões políticas, pedidos de apoio e articulações de bastidor que raramente vêm ao público. DISPUTA PELO CONTROLE DA NARRATIVA O clima de apreensão aumentou diante da informação de que o celular estaria protegido por camadas avançadas de segurança digital, o que dificultaria o acesso imediato ao conteúdo. Ainda assim, a simples existência do material já é suficiente para provocar movimentações discretas em Brasília, com tentativas de antecipar danos e controlar narrativas. Nos corredores do Congresso e em gabinetes ministeriais, o caso é tratado como uma “bomba‑relógio”, não pelo que já foi revelado, mas pelo que ainda pode vir à tona a partir da análise do aparelho. SILÊNCIO OFICIAL E ESPECULAÇÃO POLÍTICA Até o momento, não houve divulgação oficial de qualquer conteúdo extraído do celular. A Polícia Federal mantém sigilo sobre o andamento das perícias, enquanto o debate público se alimenta de especulações e preocupações políticas. O episódio reforça a percepção de que, em Brasília, informação é poder — e que um simples celular pode se tornar um dos objetos mais temidos da República quando passa a concentrar possíveis registros das engrenagens invisíveis do poder. Veja o vídeo: