O jornalista Sam Pancher publicou nas redes sociais um áudio interceptado pela Polícia Federal em 2015, quando Alexandre de Moraes ainda exercia a função de secretário de Segurança Pública de São Paulo, antes de se tornar ministro do Supremo Tribunal Federal. Na gravação, Moraes conversa com um desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, relatando que, apesar de não poder advogar, entrou em contato com diversos ministros do STF para influenciar o voto e conseguir o arquivamento de um processo aberto no Conselho Nacional de Justiça contra o magistrado. O jornalista aponta semelhanças entre esse episódio e as acusações atuais de que Moraes teria feito lobby em favor do Banco Master, caso que também tem gerado forte repercussão. No contexto de 2025, o ministro nega qualquer atuação em benefício da instituição financeira. Veja o vídeo: Além da gravação, a matéria menciona o livro “Supremo Silêncio”, que discute a suposta perseguição a parlamentares, jornalistas e outras figuras públicas iniciada no Inquérito das Fake News.
Texto viral sobre Gonet se transforma em piada nas redes sociais
A atuação do Procurador‑Geral da República é descrita como ridícula, um aliado do sistema sem autonomia. Nesse sentido, circulou na internet um texto de autoria desconhecida, que acabou viralizando. Confira: – Temos o caso aqui de uma advogada que fechou um contrato de 129 milhões com um banco – Não tem nada de ilegal – Mas não tem histórico de prestação de serviços – Não é problema meu – Mas o marido dela é Ministro do STF – Uma coisa não tem ligação com a outra – Mas o banco tem casos no STF – E daí? – Mas o marido dela teve encontros com o dono deste banco – Totalmente casual – Mas ele pressionou o BC pra favorecer este banco – Nada confirmado, não tem nenhuma prova – É que um outro ministro blindou este banco e agora ninguém pode acessar nenhuma prova – Sem casualidade – Mas este outro ministro viajou de jatinho com o advogado deste banco – Acho que foi só uma carona – Mas… – Já deu, não vi nada de importante, caso arquivado. – Ok, tem este outro caso aqui de um senador que fez uma piada numa festa junina citando um ministro do STF – Gravíssimo!! Investigue agora, prenda quem for necessário!!!
Grupo do PT ganha outra bolão na Mega da Virada, cinco anos depois
Um caso inusitado, estranho, talvez até inédito. O grupo de assessores do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados foi novamente premiado na Mega. Desta vez, acertou a quadra na Mega da Virada, repetindo um episódio curioso ocorrido cinco anos após ter conquistado um prêmio milionário no mesmo tipo de aposta. A aposta coletiva reuniu 301 participantes, totalizando 535 cotas, com investimento aproximado de R$ 17 mil. Segundo o organizador, o prêmio chegou a R$ 25 mil. Os integrantes decidiram reinvestir a quantia individual, estimada em cerca de R$ 48 por pessoa. Em 2019, os mesmos apostadores acertaram as seis dezenas da Mega‑Sena e dividiram um prêmio de R$ 120 milhões; naquele concurso, o bolão era composto por 49 cotas, e cada participante recebeu aproximadamente R$ 2,4 milhão. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta contra a censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra cria a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano. Outros livros podem estar sob risco, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e de acontecimentos no STF.
Assessores do PT faturam novamente na Mega da Virada
Servidores ligados à liderança do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados voltaram a figurar entre os premiados da Mega‑Sena. Desta vez, o grupo acertou a quadra na Mega da Virada, repetindo um episódio curioso ocorrido cinco anos depois de ter conquistado um prêmio milionário no mesmo tipo de aposta. O bolão foi organizado por Joaquim Carlos Carvalho, assessor legislativo da liderança do partido. Em entrevista ao portal Uol, ele contou que o grupo mantém o costume de apostar desde a premiação obtida em 2019. “Dessa vez, organizei um bolão popular, com cota de R$ 33, e participaram companheiros do PT de várias partes do país”, afirmou. A aposta coletiva reuniu 301 participantes e totalizou 535 cotas, com investimento aproximado de R$ 17 mil. Segundo o organizador, o prêmio arrecadado chegou a R$ 25 mil. Após discussão entre os integrantes, ficou decidido que a quantia individual, estimada em cerca de R$ 48 por pessoa, será reinvestida. “Amanhã vou à Caixa para decidir o que será feito”, disse Carvalho. O histórico do grupo chama atenção. Em 2019, os mesmos apostadores acertaram as seis dezenas da Mega‑Sena e dividiram um prêmio de R$ 120 milhões. Naquele concurso, o bolão era composto por 49 cotas, e cada participante recebeu aproximadamente R$ 2,4 milhão. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou forte protesto contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir a venda do livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor da publicação, embora a censura permaneça há quase um ano. Diversos outros títulos parecem estar na mira da censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam exatamente da censura e dos acontecimentos incomuns no Supremo Tribunal Federal.
Descobrem origem da denúncia que levou Moraes a prender Filipe Martins
Novas informações revelam que a prisão preventiva do ex‑assessor Filipe Martins foi consequência de um e‑mail enviado ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Conforme noticiado pela CNN Brasil, a mensagem encaminhada à Corte continha uma captura de tela das buscas realizadas no LinkedIn, na qual aparecia o perfil de Filipe Martins. O remetente do e‑mail questionou se Martins não estava impedido de acessar as redes sociais. A defesa do ex‑assessor nega que ele tenha acessado a plataforma, alegando que tal ato violaria medida cautelar imposta pela Suprema Corte, e afirma que o suposto acesso teria sido realizado por alguém da equipe que o assessorava na Casa Presidencial. Martins foi preso nesta sexta‑feira (2) e encaminhado para uma prisão pública em Ponta Grossa, no Paraná, de acordo com a CNN. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura promovida por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro sustenta que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor da publicação. A proibição, que já dura quase um ano, levanta dúvidas sobre o que se pretende ocultar. Outros títulos parecem estar na mira da censura, entre eles “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a própria censura e acontecimentos incomuns dentro do STF.
Moraes converte prisão domiciliar de Filipe Martins em preventiva e demonstra fúria
Ao converter a prisão domiciliar em preventiva, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou que Filipe Martins agiu com total desrespeito às determinações judiciais e às instituições democráticas. A ordem foi cumprida pela Polícia Federal na manhã de sexta‑feira (2/1) na residência de Martins, em Ponta Grossa, no Paraná. Até então, ele vivia em regime domiciliar, sujeito a rigorosas medidas cautelares impostas pelo STF. De acordo com Moraes, o acusado violou claramente essas restrições, sobretudo ao utilizar redes sociais, prática expressamente proibida no contexto do regime cautelar. Para o ministro, tal conduta é incompatível com a confiança exigida para a manutenção da prisão domiciliar. “O acusado demonstra total desrespeito pelas normas impostas e pelas instituições constitucionalmente democráticas”, registrou Moraes. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta diante da censura feita por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, embora a censura permaneça há quase um ano. Outros títulos parecem estar na mira da mesma medida. Entre eles estão “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a censura e os acontecimentos incomuns dentro do STF.
Motivo da prisão de Filipe Martins: uso proibido do LinkedIn
Filipe Martins foi novamente preso por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Ele está detido no presídio de Ponta Grossa, no Paraná, onde permanecerá custodiado. O motivo da prisão foi considerado inacreditável pelo próprio ministro. Em despacho, Moraes escreveu: “Efetivamente, não há dúvidas de que houve descumprimento da medida cautelar imposta, uma vez que a própria defesa reconhece a utilização da rede social, não havendo qualquer pertinência da alegação defensiva no sentido de que as redes sociais foram utilizadas para ‘preservar, organizar e auditar elementos informativos pretéritos relevantes ao exercício da ampla defesa’”. O caso começou a ser analisado ainda na terça‑feira, 30 de dezembro, quando Alexandre de Moraes intimou a defesa de Filipe Martins a prestar esclarecimentos sobre o uso de uma conta na rede profissional LinkedIn. Na ocasião, o ministro advertiu que a falta de justificativa poderia resultar na decretação de prisão preventiva. Segundo os autos, uma denúncia recebida em 29 de dezembro apontou que o ex‑assessor da Presidência teria utilizado o LinkedIn para buscar perfis de outras pessoas, configurando descumprimento direto da proibição de acesso a redes sociais. A defesa recebeu o prazo de 24 horas para se manifestar. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta contra a censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, embora a censura permaneça há quase um ano. Outros títulos podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da própria censura e de episódios incomuns dentro do STF.
Moraes decreta prisão preventiva de ex-assessor de Bolsonaro
A Polícia Federal cumpriu, nesta sexta‑feira (2/1), a prisão preventiva de Filipe Martins, ex‑assessor do ex‑presidente da República Jair Bolsonaro (PL). A determinação partiu do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, no âmbito das investigações que apuram a atuação de núcleos ligados a uma suposta organização criminosa. Até então, Martins encontrava‑se em prisão domiciliar desde 27 de dezembro, submetido ao monitoramento por tornozeleira eletrônica. Com a nova ordem judicial, foi encaminhado ao presídio de Ponta Grossa, no Paraná, onde permanecerá custodiado. Moraes fundamentou a decisão no entendimento de que houve violação direta das medidas cautelares impostas. Em despacho, o ministro destacou: “Efetivamente, não há dúvidas de que houve descumprimento da medida cautelar imposta, uma vez que a própria defesa reconhece a utilização da rede social, não havendo qualquer pertinência da alegação defensiva no sentido de que as redes sociais foram utilizadas para ‘preservar, organizar e auditar elementos informativos pretéritos relevantes ao exercício da ampla defesa’”. Na avaliação do magistrado, a conduta atribuída ao ex‑assessor demonstra afronta às determinações judiciais e às instituições. Segundo Moraes, “o acusado demonstra total desrespeito pelas normas impostas e pelas instituições constitucionalmente democráticas, em virtude de que, ao fazer uso das redes sociais, ofende as medidas cautelares aplicadas, assim como, todo o ordenamento jurídico”. O episódio que motivou a nova prisão começou a ser analisado ainda na terça‑feira (30/12), quando Alexandre de Moraes intimou a defesa de Filipe Martins a prestar esclarecimentos sobre o uso de uma conta na rede profissional LinkedIn. Na ocasião, o ministro advertiu que a ausência de justificativa poderia resultar na decretação de prisão preventiva. De acordo com os autos, uma denúncia recebida em 29 de dezembro indicou que o ex‑assessor da Presidência teria utilizado o LinkedIn para buscar perfis de outras pessoas, o que configuraria descumprimento direto da proibição de acesso a redes sociais. A defesa recebeu prazo de 24 horas para se manifestar. Moraes proibiu a venda do livro “Diário da cadeia”, medida que gerou revolta na Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) da OEA. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor do texto. A censura permanece há quase um ano. Atualmente, outros títulos também podem estar sob risco de censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a própria censura e os acontecimentos incomuns no STF.
Senadores, a pena que não existe no Brasil está sendo aplicada sob seus narizes
A última decisão do ministro Alexandre de Moraes, ao negar a prisão domiciliar por questões humanitárias, trouxe à memória a publicação que fiz no dia 21 de dezembro, na qual analisei os descalabros do mesmo ministro no país. Em seguida, recomendo a leitura das justificativas apresentadas pelo magistrado para conceder prisão domiciliar a Fernando Collor, há apenas oito meses. Ao comparar as duas decisões – a concessão a Collor e a recusa no caso atual – ambas fundamentadas na alegada condição de saúde dos réus, fica evidente o objetivo que o ministro persegue. Não há meio‑termo possível. A demonstração trazida por essa comparação elimina qualquer dúvida. Flávio Bolsonaro, Magno Malta, Rogério Marinho, Cleitinho, Damares Alves, Izalci Lucas, Marcos Pontes, Marcos Do Val, Carlos Viana, Marcos Rogério, Jorge Seif Junior, Esperidião Amin e todos os demais senadores: uma sentença que não existe no Brasil está sendo aplicada debaixo do nariz de vocês. Senado Federal, o ministro Alexandre de Moraes precisa ser investigado imediatamente! O silêncio maltrata. A inércia mata! Ainda é tempo!
Projeto de lei tira o lucro de criminosos de filmes e séries
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que proíbe condenados de lucrar com filmes, séries, livros ou qualquer obra que explore seus crimes. A medida visa um problema antigo: criminosos transformando tragédias em negócios, enquanto as vítimas ficam em segundo plano. Se o texto avançar e for sancionado pelo presidente Lula (PT), nomes como Suzane von Richthofen não poderão receber nenhum centavo por produções que retratem seus casos. O projeto também garante que vítimas e herdeiros possam acionar a Justiça para reaver valores já pagos e solicitar indenização por danos morais – algo que hoje muitas famílias simplesmente não conseguem. A proposta, relatada pela deputada Bia Kicis (PL‑DF), substitui um texto de Altineu Côrtes (PL‑RJ) e foi incorporada à Lei de Direitos Autorais. Os parlamentares citaram como exemplo as produções “A Menina que Matou os Pais” e “Tremembé”, do Prime Video – esta última baseada na vida de presos “celebrizados” pela mídia, como Suzane von Richthofen, Alexandre Nardoni, Elize Matsunaga, Ana Carolina Jatobá, Roger Abdelmassih e Gil Rugai. Para a relatora, o Estado não pode permitir que criminosos transformem seus delitos em fonte de renda: “É necessário fortalecer o arcabouço jurídico pátrio para impedir que criminosos lucrem com a exploração de seus delitos em obras intelectuais”, afirmou Bia Kicis. O texto agora segue para os próximos trâmites legislativos.