A Força Aérea Brasileira recusou um pedido, fundamentado na Lei de Acesso à Informação, para divulgar os custos de um voo oficial a Buenos Aires, solicitado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos‑PB), que contou com a presença do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. O deslocamento ocorreu em 5 de novembro e tinha como objetivo a participação no 1º Fórum de Buenos Aires, evento jurídico organizado por Gilmar Mendes na capital argentina. O encontro foi inspirado em outro fórum promovido anualmente pelo ministro em Lisboa, conhecido como “Gilmarpalooza”. Conforme reportagem do jornal O Globo, a Aeronáutica classificou como sigilosos, por cinco anos, os dados relativos aos custos da viagem realizada pela Força Aérea Brasileira. A recusa chamou atenção porque, em ocasiões anteriores, informações semelhantes sobre deslocamentos oficiais de Hugo Motta já haviam sido tornadas públicas. A FAB também rejeitou o recurso apresentado para tentar reverter a decisão e manter a informação acessível. Até o momento, a assessoria de imprensa da Aeronáutica não se pronunciou oficialmente sobre os motivos que levaram à imposição do sigilo. O STF não erra. Ele decide. E você obedece. Se você ainda acha que o que acontece no país é “só política”, é porque ainda não viu o jogo por dentro. Nós, aqui do JCO, poderíamos tentar explicar como o “mecanismo” funciona, mas surge algo muito maior do que esperávamos e que pode literalmente “mudar o jogo” em sua mente. Basta clicar no link abaixo: https://conteudoconservador.news/stf/ “Não é o preço do papel. É o preço de entender antes que seja tarde.”
Clima tenso no show de Roberto Carlos leva João Gomes a abandonar o palco (VEJA O VÍDEO)
O cantor João Gomes veio a público para esclarecer os comentários surgidos após sua participação no tradicional especial de fim de ano de Roberto Carlos, exibido na terça‑feira, 23. Nas redes sociais, o artista pernambucano afirmou que não há nenhum desentendimento com o veterano da música brasileira. A repercussão começou quando João, inesperadamente, cantou um trecho de “A Volta”, música assinada por Roberto Carlos em parceria com Erasmo Carlos. Ao perceber que o anfitrião não entrou imediatamente na canção, o jovem artista se despediu do palco dizendo: “Não vou lhe atrapalhar, não”. O episódio rapidamente ganhou destaque na internet, levando parte do público a interpretar a cena como um possível sinal de desconforto de Roberto Carlos diante da intervenção improvisada. No domingo, 28, João Gomes respondeu diretamente nos comentários de uma publicação no Instagram, refutando os boatos e afastando qualquer mal‑entendido entre os dois cantores. Segundo ele, a reação de Roberto teve outra motivação. “O Roberto estava cheio de água nos olhos, acho que toda canção que lembra do Erasmo ele se emociona”, escreveu Gomes, referindo‑se a Erasmo Carlos, parceiro histórico de Roberto, que faleceu em 2022. Veja:
Morre técnico de som renomado que escapou da tragédia dos Mamonas Assassinas
Nesta semana, faleceu o técnico de som Luciano Macarrão Amorim, aos 59 anos. Macarrão trabalhava recentemente com a banda Raimundos. Ele era um dos profissionais mais respeitados no circuito de bandas do Brasil, tendo passado por Sepultura, Tihuana, Charlie Brown Jr. e, no passado, pelos Mamonas Assassinas. Digão, vocalista dos Raimundos, recordou que Macarrão escapou do acidente aéreo que matou os integrantes da banda Mamonas Assassinas em 2 de março de 1996. “Era pra ele estar naquele voo. Mas na hora deixou que um dos seguranças viajasse com a banda”, contou Digão em entrevista. O acidente cobriu o céu de tristeza ao ceifar as vidas de Alecsander Alves, conhecido como Dinho, vocalista; Alberto Hinoto, apelidado de Bento, guitarrista; Samuel Reoli, baixista; Sérgio Reoli, baterista; Júlio César Barbosa, tecladista; Jorge Germano Martins, piloto; Alberto Yoshihumi Takeda, copiloto; Isaac Souto, ajudante de palco; e Sérgio Saturnino Porto, segurança da banda.
OEA denuncia que STF se tornou censor e Brasil normaliza autoritarismo judicial
O relatório da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre liberdade de expressão no Brasil desmonta a narrativa oficial apresentada como “defesa da democracia”. O documento da Relatoria Especial da Comissão Interamericana de Direitos Humanos é direto: o Estado brasileiro passou a restringir o direito à livre manifestação por meio de decisões judiciais arbitrárias, concentradas e politicamente orientadas. No centro desse processo está o Supremo Tribunal Federal (STF). Após visita oficial ao país em fevereiro de 2025, a OEA registrou uma realidade vivida por milhões de brasileiros desde 2019: um tribunal que deixou de interpretar a Constituição e passou a regular o debate público. Sob o argumento de conter supostos “ataques à democracia”, o STF assumiu competências que não lhe cabem, relativizou o devido processo legal e instituiu, na prática, um sistema de censura seletiva. A Constituição é explícita ao tratar a liberdade de expressão como cláusula pétrea e ao vedar qualquer forma de censura. Ainda assim, o STF ignorou esses limites ao instaurar inquéritos de ofício, sem participação do Ministério Público, sem distribuição regular e sem prazo definido. No mesmo procedimento investigou, acusou e julgou, tudo em ambiente sigiloso e com restrições ao contraditório. O relatório afirma o que o discurso oficial evita reconhecer: nenhuma democracia subsiste quando um tribunal concentra poder dessa forma. O STF passou a definir quem pode se manifestar, o que pode ser dito e quais opiniões são aceitáveis. Isso não corresponde à proteção institucional; trata‑se de controle político. O termo “desinformação” tornou‑se o principal instrumento desse modelo. Sem definição legal, critérios objetivos ou exigência de prova, passou a fundamentar remoções de conteúdo, bloqueios de perfis, multas elevadas e prisões preventivas. A OEA aponta que o conceito não atende aos padrões internacionais de legalidade e não pode sustentar sanções estatais. Apesar disso, foi utilizado para silenciar jornalistas, influenciadores, parlamentares e cidadãos comuns. Reportagens foram retiradas do ar. Opiniões políticas passaram a ser tratadas como ilícitos. Plataformas digitais foram pressionadas a atuar como extensões do aparato repressivo, sob ameaça de punição. O efeito foi a disseminação do medo e da autocensura. A crítica ao sistema passou a ter custo previsível. O relatório também analisa a atuação do Tribunal Superior Eleitoral, que deixou de se limitar à função de árbitro do processo eleitoral e assumiu papel ativo na filtragem do debate público. Conteúdos classificados como “notoriamente inverídicos” foram removidos sem critérios transparentes, sem perícia independente e sem garantia de defesa. A imprensa entrou no mesmo ciclo. Ações judiciais abusivas, indenizações desproporcionais e medidas de censura prévia passaram a ser toleradas, quando não legitimadas, pelo próprio Judiciário. O sinal emitido foi inequívoco: investigar pode resultar em punição. A imunidade parlamentar também foi relativizada. Deputados e senadores passaram a ser investigados e sancionados por manifestações feitas no exercício do mandato. A OEA alerta que esse tipo de intervenção compromete a separação entre os Poderes e subordina o voto popular à tutela judicial. A conclusão do relatório é incompatível com a narrativa oficial. Ao tentar preservar a democracia por meio da força, o Estado brasileiro a fragilizou. Ao buscar silenciar vozes consideradas inconvenientes, incentivou a radicalização. Ao substituir o debate pela repressão, abriu espaço para práticas autoritárias. A OEA recomenda limites objetivos ao poder judicial, respeito ao devido processo legal, abandono de conceitos vagos como “desinformação” e proteção efetiva ao pluralismo. Desconsiderar essas recomendações não representa falha técnica; representa decisão política. O Brasil passou a aceitar como normal um Supremo que censura, um sistema eleitoral que controla o discurso e um Estado que trata a liberdade de expressão como concessão. A democracia não corre risco porque há quem fale demais. Ela se deteriora quando o poder decide quem pode falar.
As duas figuras rotuladas como “boi de piranha” no caso Master e as três perguntas que precisam ser feitas
O Banco Master era uma instituição de porte médio que passou a incomodar os grandes bancos, os quais costumam fechar o cerco quando um concorrente externo começa a conquistar mercado. O empresário Vorcaro utilizou sua influência junto a políticos e agentes públicos para enfrentar esses bancos. Depois de se consolidar, empregou a mesma influência para inflar negócios. Quando a bolha do Master estourou, Vorcaro tentou novamente usar sua rede de contatos para vender o banco e fugir das consequências. O executivo Galípolo, ciente de que poderia ser responsabilizado, recusou a pressão de políticos e agentes públicos que deviam favores a Vorcaro. Agora, alguém foi escolhido para arcar com a culpa de todo o sistema. Vorcaro já avisou que não cairá sozinho; duvido que Xerxes aceite ser também um “boi de piranha”. A estratégia do sistema consiste em manchar ambos a ponto de que eventuais denúncias futuras percam credibilidade. Perguntas para os leitores mais atentos: – Quais bancos pagam mais publicidade na Rede Globo? – Quem tem autonomia na PF para conseguir vazar informações sobre sigilo de justiça? – Quais os bancos que saem ganhando com a liquidação do Master e quem são os patrocinadores e as possíveis fontes de Malu Gaspar? Nada do que ocorre decorre de um processo de moralização do Brasil; o que está em jogo é o dinheiro de grandes interesses.
Glenn Greenwald denuncia jantar de Daniel Vorcaro com o ministro Alexandre de Moraes e ataca a esquerda
O jornalista Glenn Greenwald publicou nas suas redes sociais considerações sobre o jantar revelado neste domingo (28), que contou com a presença, entre outras figuras, do ministro Alexandre de Moraes e do empresário Daniel Vorcaro, dono do chamado “banco corrupto”. Segundo Greenwald, o “inferno” de Alexandre de Moraes está apenas começando. Ele afirma que a Rede Globo teria um verdadeiro arsenal de informações contra o ministro e que pretende divulgá‑las aos poucos, como parte de uma guerra psicológica meticulosamente planejada. Eis o texto do jornalista americano: “O herói mais amado da esquerda brasileira – Rei Xandão – vive a vida de um oligarca e de um rei: graças aos milhões e milhões de reais que agora chegam à conta de sua esposa, o que, em grande parte, só começou depois que ele obteve poder no STF. E, por uma enorme coincidência, o banco corrupto que era o maior cliente da esposa de Moraes estava hospedando Moraes em uma festa privada só para homens na mansão de R$ 36 milhões de Daniel Vorcaro, e agora está recebendo um tratamento extremamente favorável e estranho por parte do STF. A esquerda ‘socialista’ que odeia oligarcas e desigualdade: a família Moraes merece isso! Deixem‑nos em paz com sua nova e imensa riqueza, seus lava‑jatistas e fascistas! (Não se esqueça do querido advogado petista que representa o Banco Master, Augusto de Arruda Botelho, que viajou em um jato particular ‘emprestado’ com Dias Toffoli – para assistir ao jogo do seu time de futebol favorito no Peru –, poucos dias antes de este conceder uma grande vitória ao banco, colocando todo o caso sob ‘sigilo absoluto’).”
Jovem de 26 anos sente dor no peito, tenta socorro sozinho e morre dentro do carro
Kelly Larissa Chiele, de 26 anos, morreu após sentir fortes dores no peito enquanto tentava dirigir até um hospital em Itajaí, no litoral norte de Santa Catarina. De acordo com a Polícia Militar, a jovem desmaiou dentro do próprio carro, ainda na garagem do condomínio onde morava, e foi encontrada sem vida no local. O ocorrido aconteceu na segunda‑feira (22) e ganhou repercussão nesta sexta‑feira (26). O velório foi realizado em Farroupilha (RS), na quarta‑feira (24). Em entrevista à imprensa local, o namorado da vítima, Pedro Henrique Vechi, relatou que Kelly conseguiu ligar para a sogra antes de desmaiar. Ela correu para o local, enquanto os bombeiros eram acionados, mas acabou sofrendo uma parada cardiorrespiratória. “Quando minha mãe chegou, ela já estava desmaiada, sem vida, no carro com a porta aberta, dedos e boca roxa. Minha mãe, desesperada, gritou ajuda, chamaram o Samu, mas não foi a tempo suficiente”, disse Pedro. Kelly trabalhava como recepcionista em uma academia onde o namorado era instrutor e tinha planos de iniciar o curso de Educação Física. Vechi afirmou que a jovem não apresentava histórico de doenças. “Não tinha histórico nenhum, foi algo do nada. Ela sentiu falta de ar e dor na quinta‑feira e no domingo. Como eu estava junto com ela no final de semana inteiro, acalmei e passou tudo. Mas não suspeitamos disso. Falei para ela, na segunda‑feira, ir ao médico ver.” Os pais de Kelly vivem no Rio Grande do Sul. Ela morava sozinha em Itajaí. O namorado descreveu a jovem como alegre e dedicada, recordando com carinho sua personalidade: “Nunca esquecerei da gargalhada dela, do seu sorriso e dos seus olhos esverdeados que eram os mais bonitos do mundo. Nunca fez mal a ninguém. Era a mulher da minha vida, minha companheira, parceira para tudo.” Kelly gostava de dançar, cantar, praticar exercícios físicos e tinha grande apego à sua cachorra, uma golden retriever chamada Cacau.
Deputado Maurício Marcon expõe esquema de dinheiro falso do Banco Master
No X, o deputado federal Maurício Marcon descreveu, em poucas palavras, o suposto esquema envolvendo o Banco Master. Ele afirmou que o Banco Master teria criado um grande volume de “dinheiro falso”, comparável a uma pilha de notas de R$ 3. Segundo Marcon, esse dinheiro fictício teria sido vendido ao Banco de Brasília (BRB) por mais de 12 bilhões de reais, valor em dinheiro real. Parte desse montante, segundo o parlamentar, teria sido destinada ao pagamento de advogados, inclusive ao escritório da esposa de um juiz conhecido pelos apelidos “cabeça de ovo” ou “Alecrim Dourado”. Marcon informou que a polícia identificou o boletim de ocorrência, que o Banco Central decretou o fechamento do Banco Master e que há preocupação de que a operação tenha servido para transferir recursos ilícitos a pessoas poderosas, inclusive grandes políticos. Ele acrescentou que as investigações continuam e que “metade da República não tem dormido mais à noite”.
Brigitte Bardot, ícone do cinema internacional, morre aos 91
A atriz francesa Brigitte Bardot morreu aos 91 anos, conforme informou neste domingo (28) a fundação que leva seu nome. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a causa da morte, nem informações oficiais sobre o local ou o horário do falecimento. “Com imensa tristeza, a Fundação Brigitte Bardot anuncia a morte de sua fundadora e presidente, Madame Brigitte Bardot, atriz e cantora de renome mundial, que escolheu abandonar sua prestigiada carreira para dedicar sua vida e sua energia à defesa dos animais e à sua fundação”. Nascida em Paris, em 28 de setembro de 1934, Brigitte Bardot iniciou a carreira artística ainda jovem. Sua estreia no cinema ocorreu em 1952, com o filme A Garota do Biquíni. Poucos anos depois, em 1956, ela alcançou projeção internacional ao protagonizar E Deus Criou a Mulher, obra que a consolidou como símbolo de uma nova estética e comportamento no cinema europeu. Além do sucesso nas telas, Bardot tornou‑se referência mundial de beleza e estilo, influenciando gerações e definindo tendências na moda. Com o passar dos anos, optou por abandonar o meio artístico para dedicar‑se integralmente ao ativismo em defesa dos animais, causa que passou a orientar sua atuação pública. Na vida pessoal, a atriz teve um único filho, Nicolas‑Jacques Charrier, nascido em 1960, fruto de seu casamento com o ator Jacques Charrier, relação marcada por conflitos. Brigitte Bardot também foi casada com Roger Vadim (1952–1957), Gunter Sachs (1966–1969) e Bernard d’Ormale, com quem permaneceu casada desde 1992.
Morre Brigitte Bardot, ícone do cinema internacional
A atriz francesa Brigitte Bardot morreu aos 91 anos, segundo informou neste domingo (28) a Fundação que leva seu nome. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a causa da morte, nem informações oficiais sobre o local ou o horário do falecimento. Em nota pública, a instituição destacou a trajetória e as escolhas que marcaram a vida da francesa, que se tornou um dos maiores ícones culturais do século XX. “Com imensa tristeza, a Fundação Brigitte Bardot anuncia a morte de sua fundadora e presidente, Madame Brigitte Bardot, atriz e cantora de renome mundial, que escolheu abandonar sua prestigiada carreira para dedicar sua vida e sua energia à defesa dos animais e à sua fundação”. Nascida em Paris em 28 de setembro de 1934, Brigitte Bardot iniciou a carreira artística ainda jovem. Sua estreia no cinema ocorreu em 1952, com o filme A Garota do Biquíni. Poucos anos depois, em 1956, ela alcançou projeção internacional ao protagonizar E Deus Criou a Mulher, obra que a consolidou como símbolo de uma nova estética e comportamento no cinema europeu. Além do sucesso nas telas, Bardot tornou‑se referência mundial de beleza e estilo, influenciando gerações e ajudando a definir tendências na moda. Ao longo dos anos, no entanto, optou por se afastar do meio artístico para dedicar‑se integralmente ao ativismo em defesa dos animais, causa que passou a orientar sua atuação pública. Na vida pessoal, a atriz teve um único filho, Nicolas‑Jacques Charrier, nascido em 1960, fruto de seu casamento com o ator Jacques Charrier, relação marcada por conflitos. Brigitte Bardot também foi casada com Roger Vadim (1952–1957), Gunter Sachs (1966–1969) e Bernard d’Ormale, com quem estava casada desde 1992.