Assusete Dumont Reis Magalhães, que foi presidente do TRF‑1 e ministra aposentada do STJ, morreu nesta segunda‑feira, 1º de dezembro, aos 76 anos. Ela estava em São Paulo para receber tratamento médico. Nascida em Serro, Minas Gerais, Assusete entrou na Justiça Federal da 1ª Região em setembro de 1984, na Seção Judiciária de Minas Gerais, e também trabalhou na Seccional do Rio de Janeiro. Foi diretora do Foro da SJMG de 1991 a 1993. Depois, foi juíza titular no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais de 1991 a 1993 e no do Distrito Federal de 2002 a 2004. No dia 19 de outubro de 1993, Assusete foi nomeada desembargadora federal do TRF‑1 por mérito. Ela fez parte das comissões que organizaram os concursos V, VI e VII para juiz federal substituto da 1ª Região, chegando a presidir o VII. De 2000 a 2002, dirigiu a Escola da Magistratura Federal da 1ª Região (Esmaf) e, entre 2004 e 2006, foi corregedora da Justiça Federal de primeira instância da região. Em 19 de abril de 2006, assumiu a presidência do TRF‑1 pelo biênio 2006‑2008, tornando‑se a primeira mulher a chefiar um tribunal federal no Brasil, e trabalhou na modernização da administração. Ela deixa o marido, Júlio César de Magalhães, três filhos e quatro netos.
Ivete Sangalo “solta a franga” em 1º show após separação: “Fogo no c*” (veja o vídeo)
Na primeira apresentação depois de contar a separação de Daniel Cady, Ivete Sangalo subiu ao palco em Salvador (BA) com Liniker e deu um show de arrasar. Só conseguimos continuar graças ao apoio dos nossos assinantes e parceiros. Se quiser ajudar e ter acesso ao primeiro podcast conservador do Brasil e ao conteúdo exclusivo da Revista A Verdade, que traz os “assuntos proibidos”, torne‑se assinante aqui: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao
AO VIVO: Ex-diretor levado “na marra” à CPMI do INSS presta depoimento agora (veja o vídeo)
A Comissão Parlamentar de Inquérito do INSS ouviu Jucimar Fonseca da Silva, que antes chefiava os pagamentos e benefícios da autarquia. Na segunda‑feira, dia 1º, ele foi levado à força. O juiz federal Frederico Botelho de Barros Viana, da 15ª Vara de Brasília, deu a autorização depois que a Advocacia do Senado pediu e a comissão aprovou. O pedido foi redigido pelo advogado do Senado Marcelo Cheli de Lima. Enquanto dirigia o INSS, Fonseca liberou em massa descontos de associações nos benefícios dos segurados, ação que, segundo membros da comissão, vai contra o parecer da procuradoria da autarquia. Ele foi “apanhado” perto de Manaus e devolvido a Brasília.
José Dirceu ressurge na velha mídia e mente escandalosamente
Hoje o Estadão publicou uma entrevista de página inteira com José Dirceu. Eu selecionei os dois trechos que mais me incomodaram; o que sobra é papo de partido e ilusão política. Os trechos falam das condenações do candidato a deputado. Primeiro, Dirceu diz que, diferente de Bolsonaro, ele não fugiu e cumpriu a pena. Depois, ele tenta dar força ao seu discurso sobre o Mensalão ao se comparar com o maior delator, Roberto Jefferson. Vamos analisar. Na realidade, Dirceu está mentindo. Se ele tivesse cumprido todas as penas, ainda estaria preso. O que aconteceu foi o STF dar um alívio ao PT duas vezes: em 2016, o ministro Luis Roberto Barroso perdoou o resto da pena do Mensalão, e em 2024, Gilmar Mendes anulou todas as condenações de Dirceu na Lava Jato. A comparação com Roberto Jefferson não passa de fumaça para confundir quem não entende ou alimentar papo de militantes. Jefferson recebeu perdão ao lado de Dirceu em 2016, mas foi preso de novo em 2021 no caso das fake news. Em 2022, a PF invadiu sua casa, onde ele cumpria prisão domiciliar, depois que ele descumpriu as regras e se recusou a mudar para regime fechado. Mesmo assim, ele continuava a usar as redes para “desestabilizar as instituições”, termo usado para as ofensas aos ministros do STF. Ao citar Jefferson, Dirceu quer dar a impressão de que um condenado não pode ser criticado, como se as provas do Mensalão não fossem suficientes. Mas o repórter não deixou passar o passado sujo de Dirceu. Diferente do que fez o apresentador William Bonner ao conversar com o candidato Lula, que avisou que o ex‑presidiário já tinha suas contas quitadas e que não iria constrangê‑lo, o entrevistador de Dirceu trouxe à tona suas pendências. Marcelo Guterman. Formado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
Frigorífico faz demissão em massa e operários protestam em busca de verbas rescisórias
Depois que o Frigorífico Zimmer, em Parobé, mandou embora 96 trabalhadores em outubro e depois pediu recuperação judicial, alguns ex-funcionários foram até a porta da empresa para protestar. No dia 21 de novembro, em frente à sede da RS-239, os ex-funcionários ficaram cerca de 40 minutos bloqueando a rua e mostrando cartazes pedindo o que lhes é devido. A administração chamou a Brigada Militar, que ficou observando de longe, tentando intimidar os manifestantes. Mais de 20 ex-funcionários exigem que a empresa pague tudo que deve – rescisões, férias, 13º – e que explique como está a situação financeira. Antes de pedir a recuperação judicial, o frigorífico já tinha um acordo que previa pagar as rescisões em no mínimo 15 parcelas, junto com 13º salário e férias. Quando entrou o pedido de recuperação, todas as verbas devidas até então foram congeladas, sem chance de pagamento imediato. A expectativa é que nada seja liberado antes de 2026. Assim, os ex-funcionários vão ter que esperar o fim da recuperação, que pode levar até dois anos, para receber o que têm direito. Vários disseram que contavam com o pagamento da rescisão para sustentar suas famílias. Um dos trabalhadores contou que está frustrado. A empresa, em nota, disse que está se ajustando à ‘nova realidade nacional’, citando aumento de custos de matéria‑prima, queda da economia, juros altos e crédito apertado. Mas o frigorífico não informou quando nem como vai pagar o que deve aos ex‑funcionários.
AO VIVO: As últimas horas de Maduro (veja o vídeo)
Trump ligou para Maduro e deu um ultimato: “deixe a Venezuela ou vai enfrentar as consequências”. Mais de cem deputados apresentaram ao STF um pedido de prisão domiciliar por motivos humanitários para Jair Bolsonaro. No Ceará, Michelle Bolsonaro aumentou a pressão, acusou a aliança PL‑Ciro Gomes de traição e acabou dividindo a direita da região. Na madrugada em Brasília, a polícia prendeu o ex‑coordenador do INSS em sua casa, forçou sua condução e ele já está testemunhando na CPMI que investiga fraudes de bilhões. Para discutir os temas, o JCO traz o jornalista Diogo Forjaz, o professor Marcos Pizzolatto e o vereador Darcio Bracarense. Assista, compartilhe e ajude o Jornal da Cidade Online!
Estratégia de Trump revela o que falta para os EUA invadirem a Venezuela
Os EUA já têm forças militares na costa da Venezuela, e isso por si só já é um ato muito agressivo. Ao posicionar toda uma frota perto de um governo já enfraquecido, Washington cria uma pressão política, econômica e psicológica muito maior que uma invasão direta, sem cometer os mesmos erros de missões anteriores. O que Washington quer é simples: provocar rachaduras dentro da Venezuela, sobretudo entre os militares, de modo que o próprio exército que apoia Maduro acabe forçando sua saída. A Venezuela está na pior crise que já enfrentou. Nesse contexto, os EUA acreditam que atacar Maduro de dentro, enfraquecendo seu apoio interno, rende mais que qualquer ataque militar convencional. Continuamos firmes graças ao apoio dos nossos assinantes e parceiros de negócios.
Regime brasileiro está querendo imitar a Venezuela com criação de “Guarda Nacional Civil”
A Fundação Perseu Abramo, que tem vínculo com o PT, lançou um manual de segurança pública pedindo a criação de uma Guarda Nacional Civil para substituir a Força Nacional. Segundo o texto, a nova Guarda faria com que, passo a passo, as Forças Armadas deixassem de ser usadas em operações de GLO, passando a responsabilidade para uma polícia federal permanente. Na prática, isso corta o papel constitucional dos militares e dá ao governo federal mais controle sobre a segurança interna. O manual ainda propõe mudar a Constituição para criar a corporação e refazer o Ministério da Segurança Pública, reunindo sob o governo federal a PF, PRF, Polícia Ferroviária, Polícia Penal, Senasp e a nova Guarda Nacional. A justificativa dada é que a Força Nacional hoje não tem uma hierarquia adequada e depende de servidores que os Estados emprestam. Essa ideia lembra o que a Venezuela fez, trocando gradualmente as Forças Armadas por forças civis que obedecem ao Executivo, o que acabou criando um forte controle social e repressão política. Todo mundo entende que mudar quem tem o monopólio da força leva o Brasil a um modelo de Estado centralizado, que historicamente gera abusos. Por isso, surgem dúvidas legítimas sobre o equilíbrio entre o poder civil, os militares e a federação.
Empresário acusado do assassinato de gari dá um sorriso durante entrevista e Cabrini não perdoa (veja o vídeo)
Renê da Silva Nogueira Júnior, empresário do Rio, está sendo acusado de matar o gari Laudemir de Souza Fernandes em uma briga de trânsito em Belo Horizonte. Pela primeira vez desde que foi preso, ele deu entrevista e contou outra versão dos fatos. Falando com Roberto Cabrini, dentro do presídio de Caeté, Minas Gerais, Renê reconheceu que foi ao local carregando arma e que estava lá quando o crime aconteceu. Porém, ele afirmou, com firmeza, que não foi ele quem atirou. Ele explicou que, no primeiro dia, o advogado pediu silêncio até entender o caso, o que ele diz justificar a mudança no que contou sobre a arma. Mas a polícia descreve Renê como alguém frio, violento e fanático por armas. Renê trabalha no ramo de alimentação e é casado com a delegada Ana Paula Balbino, conhecida por atuar contra a violência doméstica. Um trecho da entrevista chamou a atenção: depois que Renê riu, Cabrini o empurrou contra a parede.
Trump oferece uma “última chance” a Maduro
No domingo, 30, o senador republicano Markwayne Mullin, do Comitê das Forças Armadas do Senado dos EUA, disse que Trump ofereceu a Nicolás Maduro a chance de deixar a Venezuela. Mullin explicou que Trump sugeriu ao presidente venezuelano fugir para um país amigo, como a Rússia. Ele contou que Trump avisou que, em breve, começarão operações terrestres na América do Sul para combater o tráfico de drogas, mas não falou de atacar o governo de Maduro. Os EUA rotulam Maduro como líder de um grupo narcoterrorista, o que aumenta o atrito entre os países e explica por que Trump quer que ele saia do poder. Mullin disse que Trump deixou bem claro que os EUA não vão mandar tropas para a Venezuela. Ele reforçou que o foco americano é defender a própria fronteira do tráfico de drogas. Trump admitiu que falou ao telefone com Maduro, mas não contou o que foi discutido. No sábado passado, Washington avisou que o espaço aéreo da Venezuela está totalmente fechado. O alerta fez voos serem cancelados e licenças aéreas suspensas, atrapalhando a conexão internacional do país. Os EUA têm um destacamento militar no Caribe, bem de frente à costa da Venezuela, o que aumenta a pressão sobre Maduro.