A deputada federal Carol De Toni (PL-SC) relatou nas redes sociais que sofreu um acidente doméstico na tarde deste sábado (14/3), enquanto passava um momento de lazer com as filhas em um sítio. A parlamentar, que também é pré-candidata ao Senado por Santa Catarina, informou que o incidente ocorreu quando percebeu que o cachorro da família avançaria em sua direção. Ao tentar se esquivar rapidamente do animal, acabou se desequilibrando e caiu sobre pedras. A queda provocou fraturas em quatro pontos da patela direita — conhecida popularmente como rótula, localizada na parte frontal do joelho. Além das fraturas, Carol De Toni relatou que também foi mordida pelo cachorro durante o episódio. Após ser avaliada por médicos, foi recomendada a realização de um procedimento cirúrgico para tratar as lesões. A operação, segundo a própria deputada, deve acontecer ainda neste sábado (14/3).
SBT surpreende e exalta Ratinho em nota firme sobre polêmica com Erika Hilton
O SBT divulgou um novo comunicado público reforçando seu apoio ao apresentador Ratinho e reiterando a parceria histórica entre o comunicador e a emissora fundada por Silvio Santos. A manifestação ocorreu pouco depois de o canal confirmar que o apresentador permanece contratado normalmente. Na nota enviada à imprensa, a emissora ressaltou a relevância de Ratinho para sua programação e informou que o episódio recente já foi tratado internamente. “Ratinho é um dos principais apresentadores e parceiros do SBT. O assunto foi tratado internamente com todos os envolvidos no episódio e já solucionado”, declarou o canal. A polêmica ganhou repercussão durante a semana após comentários feitos por Ratinho a respeito da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). Na quarta-feira (11/3), a parlamentar foi escolhida para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados. Na mesma noite, durante seu programa no SBT, o apresentador questionou o fato de a comissão ser comandada por uma mulher trans. Em determinado momento da transmissão, ele afirmou: “Ela não é mulher, ela é trans”. Em seguida, o comunicador acrescentou: “Teve uma votação hoje, e deram a Comissão da Mulher para uma mulher trans. Eu não achei muito justo, não. Tem tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans?”. Durante o comentário, Ratinho também declarou: “Para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias”. Ratinho afirmou que não considera ter cometido ofensa contra a deputada e indicou que está disposto a conversar com ela. “Talvez eu até converse com a Erika para que ela entenda o que eu quis dizer. Eu não a ofendi. E até aproveito esse espaço para pedir desculpas se ela considera que eu a ofendi. Mas repito, eu não a ofendi”, disse o apresentador. Ele também rebateu as acusações de transfobia e afirmou que pretende acionar judicialmente quem o classificou dessa forma. “Em nenhum momento falei mal de trans. Transfobia é você tratar mal o outro. E eu jamais fiz isso. Vou processar todos que me chamaram de transfóbico”, declarou. Por fim, Ratinho reiterou sua posição pessoal sobre o tema. “Na minha opinião só existem dois gêneros, o masculino e o feminino. O restante é comportamento. E, comportamento, cada um pode ter da forma que achar melhor”, concluiu.
Presidente da CPMI do INSS se reúne com André Mendonça e denuncia: decisões monocráticas impedem investigação sobre fraudes a aposentados
As decisões monocráticas do Judiciário, frequentemente tomadas à revelia da Constituição, geram insegurança jurídica, invasão de prerrogativas e atrapalham o trabalho da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. A avaliação foi feita nesta quarta-feira (11) pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), após audiência com o ministro relator da Operação Sem Desconto, André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante a conversa com o ministro, Carlos Viana apresentou pontos que precisam ser esclarecidos em relação às investigações da comissão e defendeu a revisão de habeas corpus que permitem o não comparecimento de testemunhas ao colegiado. “O ministro vai rever e, especialmente no caso de Daniel Vorcaro, encaminhará recurso para votação na turma colegiada. Para nós é uma questão de honra ele comparecer à CPMI. Se não houver revisão de habeas corpus e possibilidade de comparecimento, dificilmente ele terá de dar satisfações ou comparecer à comissão”, afirmou o senador. Viana disse ainda a André Mendonça que a CPMI não tem qualquer responsabilidade em relação a vazamentos de informações, tendo em vista que o colegiado tem o papel institucional de resguardar esses dados. O presidente da CPMI, no entanto, ressaltou que a audiência com o ministro do Supremo não avança para corrigir “o desequilíbrio entre os Poderes, na invasão de prerrogativas que o Congresso Nacional tem, mas que decisões monocráticas têm atrasado e inviabilizado o nosso trabalho”. No encontro no STF, Carlos Viana também cobrou a presença de representantes do sistema financeiro na comissão. “Eles não estão na CPMI como investigados, mas como testemunhas ou colaboradores para [a elaboração] de uma nova legislação que tenha regras para consignados”, esclareceu. A “blindagem do sistema financeiro pela base do governo” também foi apontada pelo relator da comissão mista, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), que participou da audiência com André Mendonça. “Trabalho para entregar um relatório robusto, mas que contém vários tópicos que necessitam de provas concretas. Nossa preocupação é a blindagem do sistema financeiro, muito por decisões judiciais, e estamos impedidos de avançar nesse tema. Precisamos impor restrições ao que temos encontrado. Ou o Brasil muda esse jogo e respeita a população ou esse desvio em cima de aposentados e pensionistas continuará acontecendo”, disse o relator. Fonte: Agência Senado
Lula tenta se reerguer com narrativa de soberania, mas crise financeira global se aproxima
O presidente Lula já compreendeu que o senador Flávio Bolsonaro consegue alavancar politicamente e mudou sua estratégia de atuação. Ao negar o visto ao americano e declarar em gravação que a medida foi uma retaliação ao ministro Padilha, o petista tenta reabilitar a força de sua pré-campanha utilizando o discurso de defesa da soberania nacional. No entanto, a sorte do presidente parece estar chegando ao fim. A BlackRock já está negando saques a investidores, e muitos analistas já entendem que nos próximos meses uma grande crise financeira pode afetar diversos países ao redor do mundo. Quando os preços voltarem a subir, as antigas redes de financiamento estarão fechadas, o que pode complicar ainda mais o cenário econômico para o governo Lula.
PRF coloca categoria em estado de alerta e pressiona governo Lula por fundo anticrime
A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) decretou “estado de alerta” para a categoria desde a última quinta-feira (12). A medida visa pressionar o governo Lula a enviar ao Congresso Nacional o projeto de lei que cria o Fundo de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC). A decisão foi tomada em assembleia da categoria. A paralisação surge como possibilidade real caso a proposta não avance. O projeto permanece estagnado desde o final de 2025, sem qualquer movimentação por parte do Executivo. Segundo a FenaPRF, o FUNCOC permitirá “intensificar as ações de investigação, repressão e desarticulação das organizações criminosas”. A federação defende que o fundo é essencial para ampliar a capacidade operacional das polícias no combate ao crime organizado. O projeto de lei foi elaborado durante a gestão de Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça. O texto determina que recursos provenientes de apreensões e prisões realizadas por policiais rodoviários federais sejam direcionados ao fundo. A distribuição dos valores será feita de forma equitativa entre as polícias da União. A proposta aguarda tramitação no Ministério da Gestão desde o fim do ano passado. A demora na análise e envio ao Legislativo motivou a mobilização da categoria. Os policiais concentram suas cobranças diretamente sobre o governo federal para destravar o processo legislativo. A FenaPRF não descarta novas medidas de pressão nas próximas semanas. A federação aguarda posicionamento oficial do Palácio do Planalto sobre o andamento da proposta no Congresso Nacional.
Cuba em colapso: regime comunista agoniza com apagões, fome e protestos generalizados
Em julho de 2021, a situação de extrema precariedade em Cuba levou milhares de cubanos às ruas gritando slogans como “Abaixo a ditadura!”. Três anos depois, a situação está muito pior. Os cubanos voltam às ruas em protestos desesperados por uma intervenção que acabe com a ditadura cubana. O bloqueio implementado por Trump, impedindo a entrada do petróleo venezuelano, está causando a maior crise da história recente do país. A ilha enfrenta apagões de energia de 12 a 20 horas diárias. Dois terços da ilha, incluindo Havana, ficaram sem luz por dias seguidos. Falhas em usinas, como a Antonio Guiteras, falta de combustível e manutenção precária na rede de energia agravam o cenário. O colapso na infraestrutura se espalha: água encanada está parando, alimentos estragando, comunicações caindo, inexistência de transporte público e hospitais operando no limite. A economia está praticamente paralisada. O país enfrenta escassez extrema de comida, remédios e combustível. O turismo, uma das principais fontes de receita da ilha, entrou em colapso. Protestos diários ocorrem hoje em várias cidades — Havana, Matanzas e províncias centrais. Sedes locais do Partido Comunista foram incendiadas. É o maior ciclo de protestos desde julho de 2021. O regime de Miguel Díaz-Canel admite finalmente, enquanto reprime violentamente o povo nas ruas, que está tentando negociar com os Estados Unidos para evitar o colapso total. A solução para Cuba é extremamente simples, e é o que querem os Estados Unidos: acabar finalmente com a praga do comunismo na ilha.
Soraya Thronicke despenca em pesquisa e aparece em último lugar com apenas 3,2%
A senadora Soraya Thronicke vive os últimos dias de seu mandato e caminha para deixar a política direto para o anonimato, sem deixar boas lembranças. Uma figura que demonstrou extrema ingratidão ao longo de sua trajetória. E isso o povo não perdoa. A parlamentar sofrerá uma derrota avassaladora em outubro. Se tivesse um mínimo de noção, nem sequer disputaria a reeleição. Na mais recente pesquisa de opinião pública divulgada, realizada pelo Instituto Ranking, a posição dos candidatos é a seguinte: – Reinaldo Azambuja: 19,4% – Nelsinho Trad: 17,2% – Capitão Contar: 14,0% – Marcos Pollon: 12,1% – Vander Loubet: 8,6% – Soraya Thronicke: 3,2% A senadora, que já foi alvo de críticas por demonstrar perversidade e ingratidão em sua atuação política, também protagonizou um flagrante nos Estados Unidos que ganhou repercussão. Além disso, um ex-sócio e assessor de Soraya Thronicke foi preso, e o motivo causou espanto.
Ministro Alexandre de Moraes enfrenta reconhecimento internacional negativo por decisões controversas
O ministro Alexandre de Moraes já foi reconhecido como perseguidor de jornalistas e opositores políticos pela Espanha, quando as autoridades espanholas recusaram a extradição de Osvaldo Eustáquio. A mesma situação ocorreu com os Estados Unidos no caso de Allan dos Santos, onde o ministro ainda continua sancionado como violador dos direitos humanos, com o visto cassado. Em relação à Lei Magnitsky, apenas as sanções financeiras foram suspensas, mas ele ainda é considerado oficialmente um violador dos direitos humanos pelo Estado norte-americano, que poderá retomar as sanções financeiras a qualquer momento. A Argentina acaba de reconhecer a perseguição política realizada por Alexandre de Moraes e o STF aos manifestantes do 8 de janeiro, recusando extradição e concedendo asilo político ao refugiado brasileiro que se encontra no país. Em breve essa situação poderá se repetir na Itália, no caso da deputada Carla Zambelli e também de Tagliaferro, ambos refugiados no país europeu. Como se pode falar de “Estado de Direito” em um país que tem juízes da mais alta corte sancionados por vários países, por descumprirem leis nacionais e internacionais? Fora do país, a situação desses magistrados não é nada boa. Aqui, continuam julgando, decidindo, condenando, prendendo e interferindo nos outros poderes, como se nada anormal estivesse ocorrendo. Enquanto isso, Jair Bolsonaro, o presidente que mais combateu o crime organizado, segue preso. Anderson Torres, o Ministro da Justiça que mais prendeu criminosos, está preso. Silvinei Vasquez, chefe da PRF que mais combateu e apreendeu drogas, preso. General Heleno, ex-chefe da ABIN, preso. General Braga Neto, que comandou a intervenção no Rio de Janeiro contra o narcotráfico, preso. O Brasil virou o país em que se prende os policiais e premia os bandidos. Até quando? Pedro Possas. Médico.
Cármen Lúcia muda postura repentinamente e apressa julgamento contra Cláudio Castro
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, marcou para o dia 24 de março a votação do processo que pode resultar na inelegibilidade do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), por oito anos. A decisão surpreendeu ministros da Corte. O caso está sob análise no gabinete do ministro Kassio Nunes Marques desde a última sessão do tribunal. A postura atual de Cármen Lúcia contrasta fortemente com o comportamento anterior da presidente. Ela manteve o processo sem pauta durante meses antes de cobrar rapidez dos colegas. A mudança ocorre a menos de dois meses do prazo em que Castro precisaria renunciar ao mandato para concorrer nas eleições de 2026. Segundo apuração, Nunes Marques deve devolver o processo à pauta antes da data estabelecida. Membros do TSE consideram provável um novo pedido de vista por outro ministro. Esse pedido poderia adiar a votação por até 60 dias. A inclusão do processo na pauta aconteceu após operação policial no Rio de Janeiro que conferiu projeção nacional ao governador. A ação contra facções criminosas resultou em aprovação popular para Castro. Levantamentos eleitorais apontam o governador como favorito na disputa por uma vaga no Senado. Ministros da Corte Eleitoral avaliam, em conversas reservadas, que o caso deveria ser decidido pelos eleitores. O processo se refere a fatos de 2022. Permaneceu sem julgamento até agora. Os ministros consideram que a população poderia manifestar sua posição nas urnas em outubro, elegendo ou não os envolvidos. Até o momento, dois ministros votaram pela cassação de Castro, do ex-vice Thiago Pampolha (MDB) e do deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Isabel Gallotti, cujo mandato já se encerrou, e Antônio Carlos Ferreira manifestaram-se pela condenação. Os três políticos são acusados de utilizar recursos públicos para contratar cabos eleitorais. No Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Castro e Pampolha foram absolvidos. Mantiveram seus mandatos. O TSE é composto atualmente por sete ministros: Cármen Lúcia (presidente), Kassio Nunes Marques, André Mendonça, Antonio Carlos Ferreira (que votou pela cassação do governador), Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Peixoto de Azevedo Marques Neto e Estela Aranha. A celeridade no caso do Rio de Janeiro difere do tratamento dado a processos similares no tribunal. O processo envolvendo o governador de Roraima, Antonio Denarium, está parado no TSE há um ano e quatro meses. Denarium foi condenado três vezes pelo Tribunal Regional Eleitoral de Roraima por uso da máquina pública para compra de votos. A situação contrasta com a de Castro. O governador carioca foi absolvido na primeira instância da Justiça Eleitoral. Caso o TSE confirme a cassação de Castro a poucos meses das eleições, o Rio de Janeiro terá de realizar eleição indireta. O processo definiria quem ocupará o cargo de governador até o fim do mandato.
Partido Novo aciona Conselho de Ética contra Erika Hilton por perseguição a Ratinho
A briga entre a deputada Erika Hilton (Psol) e o apresentador Ratinho ganhou um novo capítulo neste sábado (14). O partido Novo protocolou uma representação no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados contra a parlamentar, pedindo a abertura de processo por quebra de decoro. A representação é assinada pelo presidente do Novo, Eduardo Rodrigo Fernandes Ribeiro. No documento, a legenda afirma que a deputada utiliza o mandato para perseguir quem exerce o direito à liberdade de expressão. A acusação do partido tem como base a conduta de Hilton ao acionar o Ministério Público de São Paulo contra o apresentador por declarações feitas em seu programa no SBT. A parlamentar acusou Ratinho de ter cometido crime de transfobia. Erika Hilton solicitou que o Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância do Ministério Público paulista investigasse o apresentador. O pedido foi acatado pelo órgão, que ajuizou ação pública contra Ratinho. Na representação, a deputada do Psol pediu uma indenização de R$ 10 milhões por danos morais. Em suas redes sociais, afirmou que o valor seria destinado para a luta contra a transfobia.