A deputada Erika Hilton, na tentativa de pontuar na briga que travou com o apresentador Ratinho, afirmou publicamente que teria recebido uma ligação de Daniela Beyruti, filha de Sílvio Santos e atual presidente do SBT. Tratava-se de mais uma mentira da parlamentar. O SBT negou categoricamente que a presidente da emissora tenha procurado a deputada. Em nota oficial, a emissora esclareceu que foi Erika Hilton quem iniciou o contato com Daniela Beyruti. Desmascarada, a própria deputada confirmou a versão do SBT nas redes sociais. Assumiu a mentira sem qualquer constrangimento. Cara de pau.
Ratinho vence na Justiça e jornalista terá que pagar R$ 20 mil por matéria caluniosa
O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) determinou que um jornalista pague R$ 20 mil em indenização ao apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, em uma ação de danos morais. A decisão foi tomada após o comunicador mover ação judicial contra uma reportagem publicada em um portal de notícias especializado em celebridades. O processo teve início de cobrança no final de fevereiro de 2026. A reportagem que gerou a ação trazia o título “Ratinho perde milhões, tem programa ameaçado e vê sua rádio fracassar em São Paulo”. O apresentador contestou o conteúdo, argumentando que o texto continha informações inverídicas e caluniosas. Ratinho afirmou que a publicação apresentava sua vida profissional como “decadente”. A reportagem também dizia falsamente que ele teria demitido toda a equipe após o insucesso de uma parceria com o cantor Eduardo Costa. Na quinta-feira (12), a Justiça expediu mandado de intimação contra o jornalista através do Infojud. A plataforma da Receita Federal é utilizada por juízes para localizar bens, CPFs, CNPJs e endereços de devedores. O sistema permite ao Judiciário acesso a informações cadastrais e patrimoniais. A defesa do jornalista apresentou argumentos baseados na liberdade de imprensa. Os advogados afirmaram que o profissional atuou dentro dos limites constitucionais da liberdade de expressão. A defesa alegou que, por Ratinho ser figura pública, haveria interesse jornalístico legítimo em cobrir os “altos e baixos” de sua trajetória profissional. O magistrado responsável reconheceu que personalidades públicas estão sujeitas a críticas e ao escrutínio da imprensa. Contudo, o juiz identificou que o jornalista réu utilizou conotação maliciosa na elaboração do texto. A decisão apontou que foram empregadas palavras degradantes na reportagem, ultrapassando os limites da liberdade de imprensa e configurando dano moral passível de indenização.
Desespero toma conta de autoridades: o encontro entre Motta, Moraes e Ciro
Políticos citados nas conversas de Daniel Vorcaro, obtidas pela Polícia Federal no celular do ex-banqueiro, já estariam em estado de completo desespero. Uma reunião teria ocorrido nos últimos dias envolvendo o presidente da Câmara Hugo Motta, o ministro Alexandre de Moraes e Ciro Nogueira. O jornalista Paulo Cappelli revelou o encontro, que teria sido realizado para discutir o assunto. Segundo a revelação, Motta e Ciro procuraram saber as possíveis consequências jurídicas após as citações no telefone de Vorcaro. Até onde se sabe, os dois parlamentares não são oficialmente investigados no inquérito, que tem a relatoria de André Mendonça na Suprema Corte. Em um dos diálogos, Vorcaro conta à namorada sobre um jantar com Hugo Motta “e mais 6 empresários”, ocorrido na “residência oficial”, em Brasília. O encontro foi registrado pelo banqueiro no dia 26 de fevereiro de 2025, um dia após a eleição de Motta para a Presidência da Câmara. “Hugo” é citado pelo banqueiro mais cinco vezes nas conversas obtidas pela Polícia Federal (PF), em encontros realizados durante a madrugada. Já Ciro Nogueira aparece 14 vezes nos diálogos de Vorcaro com a namorada, Martha Graeff. O senador é apontado pelo banqueiro como “um dos meus grandes amigos de vida” e aparece em viagens no avião do fundador do Banco Master e reuniões com outros parlamentares, inclusive Hugo Motta. Em agosto de 2024, Vorcaro compareceu ao casamento da filha de Ciro Nogueira em Angra dos Reis. Dez dias depois, o senador apresentou a proposta de emenda constitucional conhecida como PEC Master, que ampliava a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por CPF. “Ciro soltou um projeto de lei agora que é uma bomba atômica mercado financeiro! Ajuda os bancos médios e diminui poder dos grandes! Está todo mundo louco”, relatou o banqueiro à namorada, na ocasião.
Jornalistas comemoram internação de Bolsonaro e expõem face cruel da esquerda brasileira
Uma cena perturbadora foi registrada diante do hospital para onde o ex-presidente Jair Bolsonaro havia sido levado após passar mal. Jornalistas gravavam vídeos enquanto comentavam a situação de saúde do ex-mandatário. Uma repórter iniciou a transmissão com uma frase inesperada: “Ó, felicidade!” Ao fundo, outras pessoas comemoravam a possibilidade de que o ex-presidente pudesse morrer naquele dia — uma sexta-feira 13 que, segundo uma delas, “passaria a ser um dia de sorte”. A cena levanta uma pergunta inquietante: que tipo de sociedade celebra a possibilidade da morte de um adversário político? E mais ainda: que tipo de mentalidade permite que o sofrimento humano seja transformado em motivo de comemoração pública? A psicologia social oferece diversas explicações para esse tipo de comportamento. Por ora, cabe apenas registrar a perplexidade e indignação diante de um fenômeno que vem se intensificando no Brasil nos últimos anos: a progressiva desumanização do adversário político. Desde a abertura do chamado “inquérito do fim do mundo”, instaurado no âmbito do Supremo Tribunal Federal, criou-se no país um ambiente de forte tensão institucional e política. Independentemente das posições ideológicas de cada cidadão, é inegável que a sensação de seletividade na aplicação de punições tem alimentado ressentimentos, conflitos e percepções de injustiça. Nesse contexto, figuras públicas passam a ser tratadas não como adversários políticos, mas como inimigos morais cuja humilhação ou destruição seria desejável. O próprio ex-presidente Bolsonaro carrega marcas físicas e políticas dessa radicalização. Antes do atentado sofrido durante a campanha eleitoral de 2018, era um capitão do Exército, atleta e um homem de boa saúde. O ataque violento mudou radicalmente essa condição. Desde então, enfrentou diversas cirurgias e passou a conviver com sequelas que o acompanham até hoje. Agora idoso, seu estado de saúde ainda reflete as consequências daquele episódio — algo que frequentemente é ignorado por aqueles que preferem reduzir sua história a um rótulo político. Nada disso, porém, parece comover aqueles que transformaram sua figura em símbolo absoluto do mal político. Quando o adversário é reduzido a uma caricatura moral, perde-se algo essencial: a capacidade de reconhecer a humanidade do outro. E é exatamente aí que reside o perigo. O problema não está apenas nas palavras pronunciadas diante das câmeras, mas na plateia invisível que as celebra — parceiros ideológicos que reforçam e amplificam esse tipo de comportamento. Assim, a humilhação pública passa a ser tratada como virtude, e o sofrimento alheio como espetáculo. Esse ambiente revela algo preocupante: uma sociedade emocionalmente adoecida, cada vez mais incapaz de conviver com divergências políticas sem recorrer ao desprezo e à desumanização. Muitos dos que celebram o sofrimento de uma figura pública esquecem-se de algo simples: estão falando de um ser humano, mortal como todos nós — e de uma autoridade que continua sendo respeitada e admirada por milhões de brasileiros, muitas vezes inclusive por familiares e amigos daqueles que hoje celebram sua dor. Há muito tempo parece que já não falamos a mesma língua. E não, isso não é sobre democracia. A democracia pressupõe divergência, oposição e debate. Mas também exige respeito mínimo pela dignidade humana — inclusive a do adversário. Quando esse limite é ultrapassado, o que resta já não é política. O que emerge é um ressentimento profundo que deságua na vingança — declarada em voz alta e aclamada em coro, sem remorso nem pudor. E quando uma sociedade chega a esse ponto, algo essencial já se perdeu. No fim das contas, existe apenas uma realidade verdadeiramente democrática: a morte. Ela não é de direita, não é de esquerda, nem de centro. Não faz acordos com partidos, tribunais ou governos. Não escolhe ideologias nem pede licença às paixões humanas. Talvez por isso seja prudente lembrar que o desejo cruel pode ter efeito bumerangue. Pois o pêndulo da morte, silencioso e implacável, cedo ou tarde passa por todos. No fim, a morte iguala aquilo que o ódio tentou separar.
STF mantém prisão de banqueiro do escândalo do Banco Master: queda dos blindados pelo poder econômico
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria para manter a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, banqueiro envolvido no escândalo do Banco Master. Os ministros André Mendonça (relator), Luiz Fux e Nunes Marques já votaram pela manutenção da medida, restando apenas o voto de Gilmar Mendes no plenário virtual da Corte. No voto apresentado, Mendonça foi categórico: a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública, a ordem econômica e a regularidade da investigação criminal. A defesa tentou derrubar a medida, mas seus argumentos foram rejeitados diante da gravidade das acusações. O caso Banco Master, que abalou o mercado financeiro, envolve suspeitas de fraudes bilionárias e movimentações irregulares que colocaram em xeque a credibilidade de instituições bancárias. Vorcaro, apontado como peça central do esquema, agora se torna símbolo da queda de quem acreditava estar blindado pelo poder econômico. O governo, que não esperava esse desfecho, recebe um recado claro: não há muralha capaz de resistir quando a Justiça decide mostrar os dentes. A prisão de Vorcaro é mais que uma decisão judicial — é um alerta de que o sistema não tolera mais a arrogância dos poderosos. E a pergunta que ecoa nos corredores é cortante: quem será o próximo a sentir o peso da lei? Da verdadeira Lei, não aquela construída e manipulada por alguns ministros.
A impressionante habilidade de Mendonça vence pressão e mantém prisão de banqueiro
O ministro André Mendonça demonstrou extrema competência e agilidade para assegurar a manutenção das prisões na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal. A estratégia do ministro impediu uma eventual reversão da prisão do banqueiro Daniel Vorcaro e de outros dois homens alvos da terceira fase da Operação Compliance Zero. Antes do início do plenário virtual, às 11h da sexta-feira (13), o relator compartilhou com os colegas a representação da Polícia Federal e documentos que embasaram a decisão. O inquérito está sob sigilo. Havia receio de que pressão externa, incluindo de políticos do Centrão, pudesse favorecer a soltura de Vorcaro para evitar um eventual acordo de colaboração premiada. Por outro lado, o ministro Gilmar Mendes poderia também tentar influenciar nesse sentido. Ao compartilhar os documentos, o objetivo de Mendonça era garantir que os ministros tivessem acesso não apenas ao voto dele antecipado, mas a todas as informações que o levaram a decretar as prisões no dia 4 de março. Foram presos Daniel Vorcaro, dono do Banco Master; o cunhado dele, o empresário Fabiano Zettel; e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva. Outro alvo da operação, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, morreu após atentar contra a própria vida na prisão. Logo após o início do julgamento na sexta-feira, o STF formou maioria para manter a prisão preventiva dos três. Os ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques seguiram o relator André Mendonça. Ainda falta justamente o voto do ministro Gilmar Mendes, presidente da Segunda Turma. Outro integrante do colegiado, o ministro Dias Toffoli, declarou suspeição e não vai votar.
Banqueiro do Banco Master surta na prisão, se machuca e grita nomes de políticos que pretende delatar
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teve um surto na prisão federal de Brasília onde está detido. O banqueiro aguardava com confiança sua liberação nesta sexta-feira (13), mas a maioria dos ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter sua prisão. Durante o episódio, Vorcaro precisou de atendimento médico no presídio. Ele machucou as mãos ao esmurrar as paredes da cela durante o surto. Segundo interlocutores da defesa do banqueiro, Vorcaro chegou a gritar nomes de políticos e autoridades bastante conhecidas. Essas figuras teriam mantido relacionamento financeiro com ele e, neste momento, não estariam atuando em seu favor para retirá-lo da prisão. Em meio à crise, Vorcaro também decidiu trocar sua equipe de advogados. Ele era defendido pelo criminalista Pierpaolo Bottini, que deve deixar o caso. A defesa passará para as mãos do também criminalista José Luís Oliveira Lima, conhecido como Juca, que já possui larga experiência na negociação de grandes acordos de delação premiada. A mudança de advogados e o surto na prisão indicam um momento de pressão extrema para o banqueiro, que agora pode estar se preparando para fazer revelações sobre autoridades e políticos com quem manteve relações financeiras.
Fux responde com firmeza a crítica de Gilmar Mendes e impõe derrota ao decano no STF
O único magistrado de carreira do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, foi duramente criticado quando da votação da questão do ‘golpe’, ao votar pela absolvição do ex-presidente Jair Bolsonaro. A intenção era evidente: afastar do cenário político a maior liderança popular do país. Gilmar Mendes, o decano da Corte, em um ato de indelicadeza, criticou publicamente o voto do colega e chamou Fux de “figura lamentável”. Silenciosamente, Fux exerceu o seu direito e pediu para deixar a malfadada 1ª Turma do STF. Foi justamente para a 2ª Turma, onde passaria a conviver com o seu maior crítico, Gilmar Mendes. Nesta sexta-feira (13), Fux saboreou o prato da vingança. Sem sequer ouvir Gilmar, impôs uma derrota em sua provável pretensão. O decano ainda nem votou. Grande dia! Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Isolado: Gilmar Mendes fica sozinho enquanto 1ª Turma do STF mantém prisão de banqueiro
O ministro Gilmar Mendes foi literalmente isolado pelos demais ministros da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Uma posição extremamente incômoda para o decano da Corte. O STF formou maioria nesta sexta-feira (13) para manter a decisão que determinou a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro na semana passada. Os ministros André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques votaram pela prisão. O quarto voto é o do ministro Gilmar Mendes, que ainda não se posicionou. Porém, independente de qualquer que seja a posição do magistrado, não muda mais nada e o ex-banqueiro permanecerá preso. O julgamento ocorre até sexta-feira da próxima semana. Gilmar certamente está em situação desconfortável com esse desfecho. A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Veja a capa:
Igreja Presbiteriana pede orações pelo ministro André Mendonça após decisões polêmicas no STF
A Igreja Presbiteriana de Pinheiros, localizada em São Paulo, divulgou neste domingo (8) uma mensagem pública solicitando orações pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. O magistrado mantém vínculo religioso com a instituição e atua como pastor colaborador. “Estamos em oração pela vida do reverendo André Mendonça. Ore conosco!”, afirma a publicação compartilhada no perfil oficial da igreja nas redes sociais. A mensagem foi divulgada em meio à repercussão recente de decisões tomadas pelo ministro no Supremo. Na última semana, Mendonça determinou a prisão de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. A imagem publicada pela igreja mostra Mendonça ao lado do pastor Arival Dias Casimiro, líder da instituição religiosa, e do pastor Hernandes Dias Lopes, que atua na Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória. Pregações de Mendonça abordam dinheiro e poder Publicações religiosas feitas por Mendonça em suas redes sociais também passaram a chamar atenção. Em uma das pregações divulgadas recentemente, o ministro comentou sobre a destinação de recursos vinculados ao Instituto Iter, projeto criado por ele com foco na oferta de cursos jurídicos. Mendonça explicou que eventuais resultados financeiros obtidos pela iniciativa serão direcionados a projetos sociais e atividades religiosas. “Eu, a minha esposa, sob as bênçãos dos meus filhos, decidimos que a nossa parte do Instituto Iter será para a consagração de um altar a Deus”, disse o ministro. “Tudo o que vier, possivelmente, a dar de lucro e resultado, eu vou separar 10% para o dízimo e os 90% restantes serão investidos em obras sociais e educação.” Em outra mensagem publicada em 24 de fevereiro, Mendonça abordou o tema das chamadas “tentações do poder”. Na reflexão, o ministro afirmou que autoridades públicas não devem ceder a propostas financeiras sedutoras e criticou o uso de cargos políticos ou institucionais como instrumento de promoção pessoal. Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O “sistema”, certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda