Uma questão levantada nos bastidores políticos chama atenção: e se a prisão do jornalista foi proposital para que o ministro Kassio Nunes Marques não sofresse pressão na votação relacionada ao caso Master? Kassio foi indicado ao Supremo Tribunal Federal por Ciro Nogueira, político que está no epicentro do caso Master. O filho de Kassio atua como advogado na Refit, empresa ligada ao Master pela Reag. O número de telefone do ministro apareceu nos contatos da lista de Vorcaro, banqueiro no centro do escândalo. A defesa do banqueiro tentou sensibilizar Kassio pela ligação com a operação Overclean. No mundo ideal, o ministro se declararia impedido de julgar o caso. Como não fez isso até agora, a tendência é que vote normalmente. Segundo informações divulgadas, o ministro Gilmar Mendes deve pedir prisão domiciliar para Vorcaro. No Congresso Nacional, 75% dos parlamentares está fazendo ligações a aliados de Kassio Nunes Marques. A equação é simples: Vorcaro solto não delata ninguém. Sem delação, o Centrão se salva do escândalo que pode atingir dezenas de políticos influentes.
A VERDADEIRA HISTÓRIA DE LAMPIÃO: O CRIMINOSO VIOLENTO ADMIRADO POR LULA (VEJA O VÍDEO!)
Em mais uma de suas declarações polêmicas, Lula enalteceu a figura de Lampião, o cangaceiro mais famoso do Brasil e também um criminoso extremamente violento, como aponta o professor Marcos Pizzolatto, no quarto episódio da série A Verdade por Trás da História. “Lampião não foi um criminoso simpático como a Globo pinta. Lampião era chefe de um bando armado no sertão brasileiro nas décadas de 20 e 30. Eles saqueavam, executavam sumariamente, extorquiam e mutilavam publicamente seus adversários.” “A violência era uma política de gestão do bando. Fato é que o Brasil adora romantizar bandido, chapéu de couro vira estética, fuzil vira símbolo de resistência, violência pura e simples vira rebeldia!” ressaltou o professor. Veja o vídeo: Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos como esse e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no “documento” recém lançamento: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O “sistema”, certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda Veja a capa:
STF divulga nota com informação falsa sobre investigação contra jornalista que expôs família de Flávio Dino
O Supremo Tribunal Federal divulgou nota oficial afirmando que a investigação contra o jornalista do Maranhão que produziu matérias sobre a família de Flávio Dino “não tem relação” com o inquérito das fake news. A informação divulgada pelo STF, no entanto, foi contestada por profissionais da imprensa. O jornalista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, afirmou categoricamente: “A informação está equivocada. O próprio Moraes, em sua decisão, citou que virou relator por causa do inquérito.” A contradição entre a nota oficial e o conteúdo da própria decisão judicial levanta questionamentos sobre a transparência das informações divulgadas pela Corte. Os absurdos não cessam.
AJOIA Brasil divulga nota de desagravo contra atos de Moraes direcionados ao jornalista Luís Pablo e à imprensa brasileira
Após sete anos de abusos sob o manto do Inquérito das Fake News (INQ 4781/DF), o ministro Alexandre de Moraes volta a agir contra a imprensa brasileira. Em uma decisão sem fundamentos objetivos, o ministro ordenou busca e apreensão na residência do jornalista Luís Pablo. A ordem também se estendeu às pessoas que se encontravam na casa naquele momento. A ação ocorreu porque o trabalho jornalístico, investigativo e profissional, garantidos pela Constituição Federal, envolveu o uso de um bem público pertencente ao Tribunal de Justiça do Maranhão pelo atual ministro Flávio Dino e seus familiares. A indignação se espalhou pelo Brasil. Manifestos surgiram até em entidades do jornalismo que, a bem da verdade, se calaram por muito tempo. A repercussão chegou ao exterior. Em muitos países, os atos do judiciário brasileiro são considerados reprováveis e estampados nos principais jornais da imprensa internacional. Não há mais como negar que o autoritarismo e a censura aplicada contra a imprensa e seus profissionais por parte do judiciário se aproximam perigosamente de um regime opressor. Por outro lado, atos vindos da mais alta corte do país demonstram um claro desespero desde as repercussões e pressões causadas pelo escândalo do Banco Master sobre alguns membros da alta magistratura. Leia a nota da AJOIA Brasil: NOTA DE DESAGRAVO A Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados – AJOIA Brasil vem a público manifestar seu veemente repúdio às medidas adotadas pelo ministro Alexandre de Moraes (STF) no episódio envolvendo a investigação jornalística que revelou questionamentos sobre o uso de veículo oficial ligado ao ministro Flávio Dino. A decisão que resultou em busca e apreensão, sem suficiente fundamentação, contra o jornalista Luís Pablo, e que, incompreensivelmente, atinge terceiros por simples presença no mesmo ambiente de sua residência, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, causa profunda preocupação entre profissionais da imprensa e defensores da liberdade de expressão no Brasil. O papel do jornalista em uma sociedade democrática é investigar, questionar e levar à sociedade informações de interesse público. A divulgação de suspeitas ou denúncias relacionadas ao possível uso de bens públicos, como o veículo pertencente ao Tribunal de Justiça do Maranhão, está no cerne da atividade jornalística e do direito da sociedade de ser informada. Medidas que possam ser interpretadas como intimidação ou retaliação contra profissionais da imprensa representam grave risco ao livre exercício do jornalismo e ao pleno funcionamento das instituições democráticas. O uso do aparato estatal contra jornalistas que divulgam informações de interesse público estabelece um precedente preocupante e incompatível com os princípios da transparência e da liberdade de imprensa. A AJOIA Brasil reafirma seu compromisso inegociável com a defesa do jornalismo independente, da liberdade de expressão e do direito da sociedade brasileira de ter acesso a informações que envolvem o uso de recursos e estruturas públicas. Por fim, a entidade manifesta solidariedade ao jornalista alvo das medidas judiciais e conclama as autoridades brasileiras a garantirem que o debate sobre eventuais irregularidades no uso de bens públicos seja conduzido com total transparência, respeito às garantias constitucionais e preservação plena da liberdade de imprensa. Belo Horizonte, 12 de março de 2026 AJOIA Brasil – Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados Pela liberdade de imprensa e pelo direito à informação.
Advogado de Bolsonaro revela agravamento do estado de saúde do ex-presidente e denuncia tratamento desigual
Paulo Cunha Bueno, advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro, divulgou detalhes preocupantes sobre a situação de saúde de seu cliente. Bolsonaro foi levado ao Hospital DF Star em Brasília pela manhã após apresentar febre, crises de vômito e redução significativa de oxigenação no sangue. O diagnóstico ainda não foi concluído pela equipe médica liderada pelo Dr. Leandro Echenique. A defesa do ex-presidente tem insistido reiteradamente na necessidade de transferência para custódia domiciliar, argumentando que o quadro de saúde de Bolsonaro demanda cuidados e precauções que não podem ser adequadamente dispensados em estabelecimento prisional, por melhores que sejam as condições. Segundo o advogado, a situação crítica registrada nesta manhã já havia sido prevista em laudos médicos recentes que instruíram o último pedido de prisão domiciliar, sumariamente negado pelo ministro relator. Paulo Cunha Bueno não poupou críticas ao que classificou como tratamento desigual. Em cada manifestação sobre a execução da pena — que define como “a face crudelíssima de uma lawfare sem notícia histórica em nossa justiça” —, o advogado faz referência ao precedente recente relatado pelo ministro Alexandre de Moraes no caso do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Collor, condenado por corrupção, obteve custódia domiciliar sem maiores esforços de convencimento, a partir de diagnóstico médico de apneia do sono e princípio de doença de Parkinson — quadro, segundo o advogado, minúsculo em relação ao do ex-presidente Bolsonaro. “É premente que esse estado de coisas seja equilibrado, respeitando-se a recomendação da equipe médica quanto à custódia domiciliar, sob pena de a máxima orwelliana de que ‘todos são iguais, mas uns são mais iguais que os outros’, torne-se o epigrama dessa lawfare”, declarou Paulo Cunha Bueno.
Bolsonaro chega de ambulância a hospital em Brasília após passar mal durante a madrugada
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi levado ao Hospital DF Star, em Brasília, após passar mal durante a madrugada. O fotógrafo Breno Esaki, do portal Metrópoles, registrou o momento da chegada do ex-mandatário ao hospital. Bolsonaro chegou ao local em uma ambulância do Samu. Segundo informações divulgadas, ele apresentou tosse intensa, calafrios e vômito durante a madrugada, o que motivou o atendimento de emergência. O quadro de saúde do ex-presidente desperta preocupação entre seus aliados e apoiadores, que acompanham atentamente o desenrolar da situação.
Bolsonaro chega de ambulância em hospital com calafrios e vômitos
O senador Flávio Bolsonaro (PL) informou nesta sexta-feira (13/3) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi levado ao hospital para tratar de um problema de saúde. O ex-presidente acordou com calafrios e crises de vômitos. Imagens registraram a chegada de Bolsonaro de ambulância ao hospital:
Conselheiro de Trump cita escândalo do Banco Master e manda recado direto para Alexandre de Moraes
O estrategista político Jason Miller, um dos principais aliados e conselheiros do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou neste domingo (8) uma mensagem nas redes sociais direcionada ao ministro Alexandre de Moraes, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação ocorreu após a divulgação de informações segundo as quais o magistrado teria trocado mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Em seu perfil no Instagram, Miller compartilhou uma reportagem publicada por um veículo estrangeiro que cobre temas ligados à América Latina e escreveu a expressão em inglês “Tick-tock, Xandão”. A frase costuma ser usada como metáfora para uma contagem regressiva, geralmente sugerindo que alguém pode enfrentar consequências ou problemas em breve. A publicação faz referência a mensagens que teriam sido enviadas por Vorcaro ao ministro do STF em 17 de novembro de 2025. Na mesma data, o banqueiro acabou preso pela Polícia Federal durante uma operação que investiga supostas fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. O conteúdo compartilhado pelo conselheiro de Trump foi publicado na última sexta-feira (6) pelo portal The Rio Times. A reportagem afirma que os diálogos “levantam questões sobre a natureza das relações” entre o ministro da Suprema Corte e o empresário do setor financeiro. No título do material divulgado pelo site — “Escândalo do Banco Master atinge o segundo juiz da Suprema Corte, Moraes” — também aparece o nome do ministro Dias Toffoli. O magistrado já atuou como relator de processos relacionados ao caso e foi citado anteriormente em reportagens que mencionam possíveis conexões com empresas ligadas a Vorcaro. Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos como esse e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no “documento” recém lançamento: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O “sistema”, certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda Veja a capa:
Principais entidades de imprensa repudiam decisão de Moraes contra jornalista no Maranhão
Diversas entidades ligadas à comunicação manifestaram preocupação com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que determinou a realização de busca e apreensão na residência do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, no Maranhão. A medida judicial foi motivada por publicações feitas no “Blog do Luís Pablo”, nas quais foram divulgadas informações sobre o suposto uso de um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) por familiares do ministro do STF Flávio Dino. Em nota conjunta divulgada nesta quarta-feira (12), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) classificaram a decisão como preocupante e afirmaram que ela pode atingir diretamente o exercício da atividade jornalística. As entidades ressaltaram que o trabalho da imprensa possui proteção constitucional, especialmente no que se refere ao sigilo da fonte. Segundo elas, medidas que possam comprometer essa garantia devem ser avaliadas com cautela. O presidente-executivo da ANJ, Marcelo Rech, afirmou que eventuais irregularidades cometidas por profissionais da imprensa devem ser apuradas dentro dos parâmetros legais, mas com respeito às garantias constitucionais do jornalismo. “O eventual cometimento de crime por profissionais do jornalismo deve ser investigado e punido na forma da lei, observados o direito de defesa e o devido processo legal, mas resguardadas as prerrogativas da atividade jornalística, que existem para proteger toda a sociedade”, declarou. A Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), entidade que reúne mais de 17 mil emissoras de rádio e televisão nas Américas, também divulgou comunicado expressando preocupação com a decisão. Segundo a organização, o exercício do jornalismo é protegido tanto pela Constituição brasileira quanto por padrões internacionais relacionados à liberdade de expressão e ao direito à informação. “Nesse sentido, a AIR considera que qualquer medida que possa afetar tais garantias deve ser avaliada com o máximo rigor e cautela, a fim de evitar impactos que possam restringir ou desencorajar a atividade informativa e o debate público em uma sociedade democrática”, afirma a entidade. A Comissão de Defesa da Liberdade de Expressão e de Imprensa da Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão (OAB/MA) também se posicionou sobre o caso. A entidade informou que equipamentos utilizados no trabalho jornalístico, como computadores e celulares, foram apreendidos durante o cumprimento do mandado. Para a comissão, a situação gera preocupação quanto à preservação da liberdade de imprensa e ao respeito às garantias constitucionais previstas no artigo 5º da Constituição Federal, que assegura a liberdade de expressão e o sigilo de fonte. A entidade destacou ainda que, segundo jurisprudência do próprio Supremo Tribunal Federal, medidas de busca e apreensão devem ocorrer com cautela e limitar-se estritamente ao objeto da investigação, preservando o exercício profissional da atividade jornalística. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) também criticou a decisão, afirmando que a medida não afeta apenas o jornalista diretamente atingido, mas pode gerar impacto mais amplo sobre o trabalho da imprensa no país. Segundo a entidade, a decisão judicial não teria apontado incorreções nas reportagens publicadas pelo jornalista, nem mencionado as garantias constitucionais relacionadas à liberdade de imprensa. A Abraji ressaltou ainda que o entendimento consolidado no Judiciário brasileiro reconhece o direito de jornalistas publicarem informações de interesse público, mesmo quando essas informações tenham caráter sigiloso. Por outro lado, o ministro do STF Flávio Dino afirmou, em nota, que a investigação não está relacionada a crimes contra a honra, liberdade de expressão ou ao chamado inquérito das fake news. Segundo ele, sua equipe de segurança foi informada sobre um suposto monitoramento ilegal de seus deslocamentos em São Luís, incluindo a divulgação de placas de veículos utilizados em sua proteção, além de informações sobre agentes de segurança e detalhes operacionais. De acordo com o ministro, o material foi encaminhado à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República para que fosse instaurado o procedimento investigativo correspondente. “A questão em investigação deriva da necessidade de apurar os citados monitoramentos ilegais dos procedimentos de segurança do ministro Flávio Dino”, afirmou na nota. O ministro também destacou que veículos de segurança podem ser utilizados pelo Supremo Tribunal Federal em cooperação com tribunais estaduais, conforme previsto em normas legais e resoluções do próprio STF e do Conselho Nacional de Justiça.
Brasil pisa no acelerador achando que é freio: Senado destrói poder próprio, STF avança na política e imprensa censura verdades
Diante de testemunhas, uma senhora avançou o potente automóvel contra a mureta que havia na frente de um centrinho comercial. Quanto mais fragmentos de carro e concreto eram vistos em meio à fumaceira dos pneus que queimavam, mais ela pisava no acelerador pensando ser ele o freio. E permaneceu assim até o carro salvar a própria vida e desligar tudo. A analogia entre a cena e o maltratado Brasil se impõe naturalmente. A maioria do Senado, hábil em negócios, destrói o próprio poder e cria condições para o protagonismo político do Supremo Tribunal Federal. Os ministros do STF pisam no acelerador da política instrumentalizando o poderoso motor da justiça. O lamentável jornalismo da velha imprensa seleciona o que publicar e faz convenientes “recortagens” quando tão necessários se faziam os furos de reportagem. Um desastre em modo dane-se. No balaio dos desacertos, os egos se inflam, as prisões políticas se multiplicam e a censura se instala. O cala-boca vira multiformes projetos de lei, ganha apelido em inglês e se torna inquérito policial, com cabeça neste mundo e pés no outro. A prepotência é verbalizada e a arrogância da débil natureza humana é cultuada como sarça ardente, manifestação divina do próprio poder, teofania de uns, venerada com medalhas e aplausos de outros. Ao longo destes últimos anos, ficou demonstrado que criticar um deputado não é o mesmo que criticar o parlamento; criticar um senador não é o mesmo que criticar o senado e, por pura lógica, criticar um ministro do Supremo não é o mesmo que criticar o Supremo. Certo? Certíssimo. E ainda que fosse a mesma coisa, qual o problema? Se todos se omitirem na crítica às instituições, como serão elas corrigidas? Como retornará o rio da Justiça ao leito do bom Direito? Convenhamos, essas instituições do Estado, perfeitas não são. Se fossem, não teriam chegado a estas semanas de tão desolador descrédito. O otimismo dos constituintes de 1988 esgotou o prazo de validade. É hora de realismo. Não surpreende que uma Constituição com tantos defeitos tenha produzido essa mescla de corrupção com impunidade. Não surpreende que tenha gerado tantos partidos que são, em quase totalidade, interesses fragmentados e transformado a Carta de Ulysses em caixa de ferramentas da maioria do STF. As eleições de outubro são a hora de corrigir o erro e confiar o poder a mãos hábeis, sem cometer o erro de quem entregou o carro àquela senhora que acelerou quando tinha que frear.