O cenário eleitoral mostra uma virada expressiva: Flávio Bolsonaro em ascensão enquanto Lula derrete nas intenções de voto. A situação gera clima de apreensão no Planalto, com especulações até sobre uma eventual desistência do petista. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente de Lula (PT) em simulações eleitorais de primeiro e segundo turno. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (11) pelo instituto Futura Inteligência em parceria com a Apex Partners. A pesquisa ouviu 2.000 eleitores brasileiros com 16 anos ou mais em 829 municípios entre 2 e 6 de março. Em um confronto direto no segundo turno, o pré-candidato do PL alcança 48,8% das intenções de voto. O atual chefe do Executivo federal registra 40,5%. A distância entre os dois atinge 8,3 pontos percentuais. Votos brancos e nulos totalizam 9%. Outros 1,7% dos entrevistados não souberam ou não responderam. O levantamento possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. Ao considerar a margem, o petista poderia chegar a 42,7%. O senador poderia alcançar 46,1%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06607/2026. Na comparação com a edição anterior da pesquisa, realizada em fevereiro, o pré-candidato do PL apresentou crescimento de 0,6 ponto percentual. O petista registrou queda de 1,9 ponto percentual no mesmo período. Os votos brancos e nulos também apresentaram elevação. Passaram de 8,2% no mês anterior para os atuais 9%.
CPMI do INSS adota estratégia eficaz para investigar Alexandre de Moraes
A CPMI do INSS está conduzindo uma investigação que pode atingir diretamente o ministro Alexandre de Moraes. Para viabilizar a apuração, três iniciativas foram fundamentais: Primeiro, o senador Rogério Marinho apresentou requerimento ao STF questionando quais mensagens Moraes afirmou ter acessado. Foram as da CPMI ou outras? Caso sejam outras, a situação pode configurar vazamento de dados sigilosos. Segundo, o deputado Duarte Júnior encaminhou solicitação à operadora Claro para confirmar se o número telefônico encontrado na agenda de Daniel Vorcaro pertence de fato a Alexandre de Moraes. O ministro tem negado veementemente que o número seja dele. Terceiro, Kim Kataguiri decidiu apresentar pedido formal para ouvir o próprio Moraes na comissão. O jornalista Wilson Lima detalhou o assunto em matéria publicada no site O Antagonista: A CPMI do INSS iniciou uma frente para tentar investigar o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes após a suposta troca de mensagens entre ele e o banqueiro Daniel Vorcaro. De um lado, o senador Rogério Marinho (PL-RN) apresentou requerimento à CPMI do INSS pedindo que a comissão solicite esclarecimentos ao STF sobre a nota divulgada pela Corte em 6 de março que negou a existência de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Do outro lado, Kim Kataguiri (Missão-SP) quer ouvir o próprio ministro no colegiado. No pedido de Marinho, o parlamentar afirma haver uma “contradição lógica” na manifestação pública do STF e solicita providências para esclarecer como foi feita a análise técnica citada na nota. Entre as medidas solicitadas, o senador pede que o STF informe se a análise mencionada foi realizada com base em material público ou em dados sigilosos da investigação. O parlamentar suspeita que houve vazamentos, para o ministro, de dados sigilosos em poder da Polícia Federal. O requerimento também solicita a apuração de eventual acesso indevido ao acervo telemático de Vorcaro mantido sob sigilo na CPMI, caso fique comprovado que o gabinete de Moraes teve acesso ao conteúdo integral. O documento ainda pede que uma cópia do requerimento seja enviada à Procuradoria-Geral da República (PGR) para avaliar possíveis providências e que a Polícia Federal encaminhe à comissão o laudo pericial da extração de dados do celular do banqueiro. Moraes argumentou, por meio de comunicado enviado à imprensa pelo STF, que a análise técnica nos dados de Vorcaro constatou que as mensagens “não conferem com os contatos” de Moraes. Segundo o Supremo, os prints estão vinculados a pastas de “outras pessoas” na lista de contatos do banqueiro. “A mensagem e o respectivo contato estão na mesma pasta do computador de quem fez os prints (Vorcaro). Ou seja, fica demonstrado que as mensagens (prints) estão vinculadas a outros contatos telefônicos no computador de Daniel Vorcaro, jamais ao Ministro Alexandre de Moraes”, diz trecho da nota oficial do STF. Já o deputado federal Duarte Júnior (PSB-MA), vice-presidente da CPMI, apresentou requerimento para saber da operadora Claro se de fato o número citado na lista de contatos de Vorcaro é do ministro Alexandre de Moraes. “Diante desse contexto, torna-se necessária a obtenção das informações cadastrais vinculadas à linha telefônica, tais como nome do titular, CPF ou CNPJ, endereço de cadastro e demais dados disponíveis, a fim de possibilitar a correta identificação do responsável pela linha e verificar eventual vínculo com os fatos sob apuração”, declarou o parlamentar.
Pressão gigantesca em Brasília: Daniel Vorcaro pode ser libertado amanhã
O temor de uma delação premiada assombra Brasília. Por essa razão, a pressão para a libertação de Daniel Vorcaro cresce de forma assustadora. Ontem, um advogado de renome tentou conseguir a soltura em audiência com o ministro André Mendonça. O magistrado mantém-se firme em sua posição. No entanto, o caso será julgado amanhã pela 2ª Turma do STF. Vorcaro necessita de apenas 2 votos para deixar a prisão. Uma nota do jornalista Lauro Jardim descreve o cenário atual no Supremo Tribunal Federal: “Subiu muitos degraus a pressão para que a Segunda Turma do STF decida por soltar Daniel Vorcaro no julgamento que começa nesta sexta-feira no plenário virtual. Pressão oriunda de políticos influentes a magistrados idem. Com a desistência de Dias Toffoli de participar da sessão, ‘por motivo de foro íntimo’, serão quatro os ministros aptos a votar: André Mendonça, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Nunes Marques. Os votos de Mendonça e Fux serão pela manutenção da prisão preventiva. Gilmar e Nunes Marques se apresentam como incógnitas. Se o resultado for um empate, Vorcaro irá para casa — livre, leve e solto.”
Alcolumbre bloqueia CPMI do Banco Master e é acusado de omissão inconstitucional
A pergunta feita por Vorcaro no dia 17 de novembro de 2025 – dia de sua primeira prisão – a Alexandre de Moraes foi respondida tardiamente. O banqueiro está preso, um enorme imbróglio foi criado e Moraes foi pego mentindo várias vezes, exposto publicamente pela jornalista Malu Gaspar mediante perícias da Polícia Federal. O ministro está atolado até o pescoço em acusações de parceria óbvia com o banqueiro: encontros em Londres em 2024, supostas visitas a Trancoso e Campos do Jordão em mansões de Vorcaro, contrato de sua esposa, Viviane Barci, com Vorcaro no valor de 129 milhões de reais e outros indícios claros. Ainda assim, outro personagem entra em cena, impedindo descaradamente que uma Comissão de Inquérito sobre o Banco Master seja instalada no Congresso: Davi Alcolumbre. Presidente do Congresso, Alcolumbre adia e protela como pode a leitura do requerimento necessária para a instalação da CPMI e é acusado de “omissão inconstitucional” pela oposição. O objetivo da comissão seria, formalmente, o de investigar fraudes em manipulação contábil, ativos falsos e outras irregularidades em valor acima de 12 bilhões de reais. Mas poderia acabar, fatalmente, revelando eventuais parcerias escusas de Vorcaro com nomes carimbados como Moraes, Haddad, Rui Costa, Alexandre Silveira, Gabriel Galípolo, Guido Mantega, Lewandowski, Jaques Wagner, Toffoli e até Lula, numa rede criminosa e corrupta que movimentava bilhões e era comandada por um grupo de Vorcaro que funcionava como uma gangue, obtendo informações ilegais, coagindo e ameaçando adversários e praticando chantagem. Significativamente, o coordenador dessa gangue, Luiz Phillipi M. de Moraes, o “sicário”, funcionário de Vorcaro – recebendo 1 milhão de reais mensais – apareceu morto no dia 6 de março em sua cela na Superintendência da PF apenas um dia após ser preso, e a explicação oficial afirma ser “suicídio”. Como sempre, há uma névoa ao redor dessa morte, ainda não explicada. A relutância feroz de Alcolumbre em permitir que seja instaurada uma comissão para investigar o caso é autoexplicativa: o caso é gravíssimo e pela quantidade de autoridades envolvidas chegaria fatalmente a Lula, que jamais poderia alegar “desconhecimento” num caso dessa envergadura. Há quem afirme que Alcolumbre, atuando num Congresso fraco, omisso e covarde como o brasileiro, seria pior que seu antecessor, Rodrigo Pacheco. O que parecia ser uma impossibilidade absoluta. Mas não era. Sim, Vorcaro, ele conseguiu bloquear.
Advogado famoso tenta soltar Vorcaro, mas Mendonça mantém prisão
O criminalista Roberto Podval, conhecido por atuar na defesa do casal Nardoni, assassinos da pequena Isabela, e de José Dirceu, tentou obter a soltura do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A tentativa foi frustrada. O ministro André Mendonça negou nesta quarta-feira o pedido da defesa de Daniel Vorcaro para o relaxamento da prisão do ex-banqueiro, que completou uma semana de detenção. O pedido foi feito pelo criminalista Roberto Podval ao ministro em audiência realizada na noite de terça-feira. Vorcaro está preso na Penitenciária Federal de Brasília, uma unidade de segurança máxima, desde sexta-feira passada. Ele foi transferido para lá após dois dias na Penitenciária de Potim, em São Paulo. A segunda turma do STF começa a julgar amanhã, em plenário virtual, a prisão do ex-banqueiro, decretada por Mendonça, relator do Caso Master no STF.
Flávio Bolsonaro vence primeira queda de braço com Lula na posse de Kast no Chile
Nesta quarta-feira (11), José Antônio Kast tomou posse como novo presidente do Chile. O presidente Lula pretendia comparecer à cerimônia. A viagem estava confirmada e uma equipe do Planalto já se encontrava em solo chileno organizando todos os preparativos para a chegada do petista. Foi quando chegou a informação de que o senador Flávio Bolsonaro havia sido convidado e estaria presente no evento. A partir daí, iniciou-se uma verdadeira queda de braço política. Lula tentou barrar o convite feito a Flávio Bolsonaro. Utilizou todos os recursos políticos disponíveis. O resultado? Derrota completa! Kast deixou claro sua preferência: quis ter Flávio Bolsonaro em sua posse. O senador brasileiro marcou presença no evento e foi amplamente recebido com entusiasmo, inclusive pelo próprio novo presidente chileno. A tentativa de Lula de impedir a presença de Flávio Bolsonaro na cerimônia de posse expôs mais uma vez a fragilidade política do petista no cenário internacional. Detalhes e revelações sobre o passado de Lula podem ser encontrados no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa:
Três agressores identificados após ataque antissemita contra israelenses-americanos em San Jose; polícia investiga crime de ódio
A polícia de San Jose, nos Estados Unidos, investiga como possível crime de ódio um ataque contra israelenses-americanos ocorrido em uma área comercial sofisticada da cidade. O caso ganhou repercussão após a identificação dos suspeitos pela comunidade online. Segundo informações divulgadas, três homens teriam abordado as vítimas sem qualquer provocação, partiram para a agressão física e usaram linguagem abertamente antissemita durante o ataque. A comunidade online rapidamente reconheceu os suspeitos como Roma Akoyans, Ramon Akoyans e Bruneli Chamaki, advogada de fusões e aquisições na Assyrian Advisors. Agora, há cobrança para que as autoridades tratem o caso com o peso de um crime de ódio antissemita. Desde 7 de outubro, o mundo registra crescimento de ataques contra judeus e apoiadores de Israel, muitas vezes travestidos de “militância política”, mas que na prática se manifestam em violência e intimidação. O episódio em San Jose demonstra que o antissemitismo e o antissionismo não são apenas discursos tóxicos nas redes sociais: eles já estão nas ruas, colocando vidas em risco. Denunciar, expor os agressores e exigir justiça é parte essencial da defesa de Israel e da segurança das comunidades judaicas no mundo todo. Veja o vídeo: Fonte: Programa Shalom Brasil
Médico morre afogado em Fernando de Noronha e namorada segue em estado grave
Lucas Henrique Abrunhosa Nozoe, médico de 35 anos, morreu afogado na Praia do Meio, em Fernando de Noronha (PE), na terça-feira (10). A namorada do turista, de 29 anos, também se afogou e permanece internada em estado grave. Equipes de socorro atenderam as duas vítimas no local. Lucas não resistiu e faleceu ainda na praia. A namorada foi retirada da água e recebeu manobras de ressuscitação cardiopulmonar. A mulher foi transferida para o Hospital da Restauração, no Recife. A administração da ilha informou que ela apresenta estado de saúde estável, mas a paciente permanece em situação grave. A Praia do Meio não conta com guarda-vidas permanentes. O local também não possui sinalização de perigo ou boias de apoio para banhistas. A praia está situada em uma Área de Proteção Ambiental e próxima a um trecho urbano da ilha. Ela não integra a área restrita do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha. A gestão distrital informou que praias dentro do Parque Nacional Marinho estão temporariamente sem guarda-vidas vinculados ao parque até 27 de março. A ausência desses profissionais ocorre devido a um processo de requalificação dos profissionais de salvamento aquático realizado pelo ICMBio. Durante o período sem guarda-vidas do parque, o Corpo de Bombeiros recebeu orientação para ampliar as rondas nas praias do arquipélago. A administração de Fernando de Noronha reforçou a importância de moradores e turistas observarem as sinalizações de segurança nas áreas de banho.
Lula cancela encontro com Trump e usa crise no Irã como desculpa
A viagem de Lula aos Estados Unidos, onde se encontraria com o presidente Donald Trump, está suspensa até segunda ordem. A viagem estava programada para a segunda quinzena de março e fazia parte da agenda internacional do governo brasileiro para este mês. O governo brasileiro apontou a situação no Irã como o fator determinante para a suspensão do compromisso diplomático. Uma justificativa conveniente diante da evidente relutância do petista em se encontrar pessoalmente com o presidente americano. O cancelamento ocorre em um momento em que as relações entre Brasil e Estados Unidos passam por tensões. Trump já demonstrou não ter paciência com o alinhamento ideológico de Lula com regimes autoritários. Enquanto isso, o governo Trump avança em suas prioridades na região. O presidente americano já encerrou operações no Irã e agora volta suas atenções para Cuba, ao mesmo tempo em que anuncia uma coalizão de 17 países para combater cartéis do narcotráfico – da qual o Brasil ficou de fora. A ausência do Brasil nessas iniciativas internacionais coordenadas pelos Estados Unidos evidencia o distanciamento diplomático entre os dois países sob a gestão petista.
Trump analisa aplicar sanções contra Alexandre de Moraes novamente pela Lei Magnitsky
O governo Trump analisa a possibilidade de aplicar novamente sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Três fontes independentes confirmaram a existência dessas discussões dentro do governo americano no último mês. A Lei Magnitsky seria utilizada como base legal para a medida. O governo dos Estados Unidos impôs sanções contra Moraes pela primeira vez em julho de 2025. A medida criou obstáculos para que o ministro realizasse negociações ou utilizasse serviços de empresas americanas. A punição foi estendida à esposa do ministro, a advogada Viviane Barci de Moraes. O Lex Instituto de Estudos Jurídicos, firma pertencente a ela, também foi incluído nas sanções. A aplicação das restrições foi suspensa em dezembro de 2025. Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado, é o responsável por monitorar a atuação de Moraes. Ele foi nomeado para o cargo no final de fevereiro de 2026. Beattie já influenciava a política do governo Trump para o Brasil desde janeiro de 2025, quando começou o atual mandato do republicano. Na terça-feira (10), Alexandre de Moraes autorizou Darren Beattie a visitar Jair Bolsonaro em sua cela na “Papudinha”. O local é uma ala do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) localizada dentro do presídio da Papuda, em Brasília. Beattie deve se reunir com outros políticos de oposição durante sua visita à capital federal na próxima semana. Em agosto de 2025, Beattie criticou Moraes publicamente em uma postagem em rede social. O assessor americano afirmou que o ministro seria “o principal arquiteto do complexo de censura e perseguição direcionado a Bolsonaro e seus apoiadores”. A principal fonte de tensão entre Moraes e a administração Trump não está relacionada à execução penal do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O ponto central do conflito é o histórico de embates do ministro com empresas americanas de tecnologia. As gigantes do setor são conhecidas coletivamente como “Big Tech”. Em agosto de 2025, Moraes determinou a proibição do uso da plataforma X, antigo Twitter, por todos os brasileiros. A rede social pertence atualmente ao bilionário Elon Musk. A interdição durou 39 dias. A suspensão ocorreu após o pagamento de multas no valor de R$ 26,8 milhões. O Departamento de Estado de Trump demonstra preocupação com a disseminação do pensamento de Alexandre de Moraes nos círculos jurídicos sobre o enfrentamento ao “populismo extremista” nas redes sociais. O ministro é autor de um livro sobre o tema, intitulado “Democracia e Redes Sociais: Desafio de Combater o Populismo Digital Extremista”. A obra foi lançada em outubro de 2024. Moraes propõe a regulamentação das plataformas de internet como forma de proteger o eleitorado de supostas manipulações indevidas. O ministro argumenta que empresas de redes sociais deveriam ser responsabilizadas da mesma forma que outras empresas de comunicação. A proposta enfatiza períodos eleitorais.