Cinquenta e uma instituições federais de ensino superior enfrentam greve de técnicos administrativos, conforme dados da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra). Entre as universidades afetadas estão a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e UFBA (Universidade Federal da Bahia). A categoria afirma que acordos firmados com o governo após a greve de 2024 não foram cumpridos, motivando a nova paralisação. Até o momento, o governo federal não se manifestou sobre o descumprimento das negociações. A greve tem causado impactos diretos no funcionamento das universidades. Serviços de alimentação universitária foram interrompidos em diversas instituições, processos administrativos ficaram paralisados e a liberação de bolsas que auxiliam estudantes a permanecer matriculados também foi comprometida. Na Universidade de São Paulo (USP), a situação chegou ao ponto de suspensão das aulas.
TJ-RJ rejeita voto secreto e frustra estratégia de Paes contra Douglas Ruas na Alerj
Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL) serão adversários na eleição ao governo do Rio de Janeiro, em outubro. Antes da disputa nas urnas, eles travam uma outra batalha, nos bastidores, envolvendo o comando da máquina estadual, que é relevante para impulsionar candidaturas. O Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) rejeitou pedido do PDT para que a eleição à presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) ocorresse com votação secreta. O pleito estava marcado para hoje pela manhã. A decisão frustrou os aliados do ex-prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), que apostavam nessa modalidade de escolha para gerar dissidências na base do deputado estadual Douglas Ruas (PL), majoritária na Casa. Na decisão proferida no início da noite de ontem, a desembargadora Suely Lopes Magalhães afirmou que a definição sobre voto aberto ou fechado, no caso de uma eleição à presidência da Alerj, se insere na “autonomia organizacional da Casa Legislativa”. Portanto, no entendimento da magistrada, não caberia ao Judiciário interferir no formato. Habitualmente, a Alerj escolhe seus presidentes com os deputados sendo chamados a votar em ordem alfabética, e proferindo suas escolhas no microfone. O PDT, que pretendia lançar o deputado estadual Vitor Junior, argumentou no seu pedido à Justiça do Rio que esse modelo abre brecha para “possíveis interferências indevidas” no processo, e por isso pleiteou a adoção do sigilo no voto. A desembargadora, no entanto, afirmou não ser possível apontar “um efetivo e concreto risco” aos deputados em caso de votação aberta. “A princípio, diferentemente do que se observa em relação à eleição indireta do governador e do vice-governador — questão que transcende, por óbvio, os assuntos internos do Parlamento e se encontra atualmente em debate no âmbito do STF —, a definição da modalidade de votação para a escolha da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa — se aberta ou fechada — concerne à autonomia organizacional da Casa Legislativa”, afirmou a desembargadora.
Jornalismo de luto: repórter da Band morre aos 35 anos e deixa filho de 9 meses
O jornalismo brasileiro está de luto com a confirmação da morte de Alice Ribeiro, repórter da Band, ocorrida na noite desta quinta-feira (16). A profissional, de 35 anos, havia sofrido um acidente grave em Belo Horizonte (MG) no dia anterior. Alice estava internada na UTI do Hospital João XXIII, onde a equipe médica confirmou a morte encefálica após a realização dos protocolos exigidos. O trágico acidente aconteceu na tarde de quarta-feira (15), quando o carro de reportagem da emissora foi atingido por um caminhão na BR-381. O veículo trafegava pela região de Sabará, na Grande BH, no momento da colisão. Além da jornalista, o cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, também foi vítima do acidente e não resistiu aos ferimentos ainda no local. A Band divulgou uma nota oficial sobre a perda: “O Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, confirmou, na noite desta quinta-feira (16), a morte encefálica da repórter Alice Ribeiro, condição em que há a perda irreversível das funções cerebrais. O protocolo, aberto pela manhã, foi concluído nesta noite, após uma série de exames que confirmaram o diagnóstico.” “Alice estava internada desde a tarde da última quarta-feira, depois de sofrer um grave acidente na BR-381, na Grande BH. O carro em que ela estava bateu de frente com um caminhão. O cinegrafista Rodrigo Lapa, que dirigia o veículo, morreu no local e foi enterrado nesta quinta-feira, na capital.” “Alice tinha 35 anos e estava na TV Band Minas desde agosto de 2024. Antes, passou pela TV Band em Brasília e por uma afiliada da TV Globo em Feira de Santana, na Bahia. Profissional querida pela equipe, deixa os pais, o irmão, o marido e um filho de nove meses.” “A Band Minas, em luto, lamenta a partida precoce de Alice, e afirma que está prestando toda a assistência à família da repórter.” Alice Ribeiro construiu sua carreira passando por importantes emissoras do país. Ela havia ingressado na TV Band Minas há poucos meses, em agosto de 2024, e era respeitada por seus colegas de profissão. A jovem jornalista deixa um bebê de apenas nove meses, além dos pais, do irmão e do marido. A tragédia comoveu o meio jornalístico brasileiro e gerou manifestações de pesar nas redes sociais.
Advogado desmascara Daniela Lima: jornalista mente descaradamente para proteger ministros do STF
O advogado Enio Viterbo criticou duramente o trabalho jornalístico de Daniela Lima em publicação na rede social X. Segundo Viterbo, a jornalista mentiu descaradamente ao comentar o relatório do senador Alessandro Vieira sobre ministros do Supremo Tribunal Federal. Viterbo assistiu à análise de Daniela Lima sobre o relatório e identificou distorções factuais. A jornalista demonstrou indignação com o fato de Vieira ter criticado os negócios do ministro Dias Toffoli, alegando que “não há indicação de crime” no caso. O advogado respondeu apontando que o senador mencionou crime de responsabilidade, não crime comum. Segundo Viterbo, houve sim crime de responsabilidade, pois o ministro julgou um caso em que deveria ter se declarado suspeito. Daniela Lima também defendeu o ministro Alexandre de Moraes na questão do contrato da esposa dele com o Banco Master, novamente alegando ausência de crime. Viterbo rebateu questionando sobre o crime de responsabilidade por Moraes ter tentado influenciar na venda do Banco Master para o BRB. Mas o advogado apresentou o que classificou como “mentira nua e crua” de Daniela Lima. A jornalista afirmou que o relatório tentou criminalizar a concessão de Habeas Corpus pelo ministro Gilmar Mendes, que teria apenas desobrigado pessoas de comparecer à CPI. “Mentira, Daniela! Mentira!”, declarou Viterbo. Ele destacou que o relatório fala expressamente que o HC foi sobre quebra de sigilo da empresa de Toffoli, não tendo nada a ver com pessoas comparecendo à CPI. “Você INVENTOU isso!”, acusou o advogado. Viterbo citou as páginas 107 e 108 do relatório, que tratam do ministro Gilmar Ferreira Mendes sob o artigo 39, parágrafo 5, da Lei nº 1.079/1950, que trata de proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro das funções. O documento menciona “a suspensão da quebra de sigilo da Maridt e do Fundo Arleen no caso Banco Master”.
REVELADO: Nome do governo Trump que auxiliou na liberação de Ramagem nos EUA
O assessor responsável por assuntos brasileiros no Departamento de Estado dos Estados Unidos, Darren Beattie, teve participação na liberação do ex-deputado federal Alexandre Ramagem, que havia sido detido no país. Conforme apurado, o contato com Beattie foi feito pelo jornalista Paulo Figueiredo e pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que buscaram apoio para esclarecer a situação do brasileiro junto às autoridades norte-americanas. Após ser acionado, o assessor teria atuado para explicar as circunstâncias envolvendo Ramagem. O ex-parlamentar foi abordado pelo ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândega) por estar com o visto de turista expirado. No entanto, ele permanece nos Estados Unidos enquanto aguarda a análise de um pedido de asilo em tramitação no Departamento de Estado. A proximidade de Beattie com integrantes do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro já é conhecida. Em março, ele chegou a solicitar autorização para visitar Bolsonaro, que ainda estava detido no complexo da Papuda. O pedido, entretanto, foi negado pelo relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes.
Operação Narco Fluxo: PF prende MC Ryan por lavagem de R$ 260 bilhões logo após CPI pedir indiciamento de Toffoli, Moraes e Gilmar
Em um timing que levanta questionamentos, a Polícia Federal deflagrou a Operação Narco Fluxo logo após o encerramento da CPI do Crime Organizado. A operação revelou um esquema de lavagem de dinheiro liderado pelo MC Ryan, que movimentou mais de R$ 260 bilhões. O caso vem à tona exatamente depois que a CPI do Crime Organizado pediu o indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal – Toffoli, Moraes e Gilmar Mendes – além do Procurador-Geral da República, Gonet. A coincidência temporal levanta suspeitas sobre possível briga interna no sistema. Em outro desdobramento político, o ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) foi solto pelas autoridades americanas após ter sido detido pelo ICE por visto vencido. No Supremo Tribunal Federal, a sabatina de Jorge Messias foi antecipada para 28 de abril. A mudança ocorreu por temor de quórum baixo no feriado de 1º de maio. Para comentar esses assuntos, o programa Choque de Ordem recebeu o deputado estadual Professor Claudio Branchieri, o advogado João Maltz e o professor Marcos Pizzolatto. Veja o vídeo: Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Nikolas Ferreira apresenta emenda que obriga governo federal a pagar conta do fim da escala 6×1
Uma emenda apresentada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL) nesta quinta-feira (16/4) propõe que o governo federal assuma os custos decorrentes do eventual fim da escala de trabalho 6×1. A iniciativa foi anexada à PEC que trata da mudança na jornada e ainda precisará passar por análise e votação no Congresso Nacional. De acordo com o parlamentar, a intenção é evitar impactos negativos às empresas diante de uma possível alteração nas regras trabalhistas. Nikolas Ferreira afirmou que “a emenda prevê que o governo federal arque com os custos da medida para que não faça caridade com o chapéu dos outros”. O texto da proposta destaca a necessidade de cautela institucional ao implementar mudanças dessa dimensão. “Não é aceitável que o Estado, ao ampliar direitos de inegável apelo social, o faça apenas transferindo a conta ao empregador. Mudanças dessa magnitude exigem responsabilidade institucional, estudo, calibragem econômica e mecanismos que favoreçam adaptação gradual, elevação de produtividade e preservação dos postos de trabalho formais”, disse o deputado. Embora reconheça possíveis benefícios da redução da jornada — como maior tempo de descanso e convivência familiar — o parlamentar pondera que a medida pode trazer efeitos colaterais no mercado de trabalho. Segundo ele, é necessário equilibrar os interesses para evitar demissões. “É preciso dar atenção aos trabalhadores para que tenham mais tempo de lazer e mais tempo com a família. Mas o empregador não pode ser onerado, para que não haja demissões”, afirmou Nikolas Ferreira. A proposta representa uma estratégia política que coloca o governo federal diante da responsabilidade financeira de suas próprias bandeiras trabalhistas, transferindo o ônus da medida para quem a defende.
Braço-direito de Trump detona perseguição judicial contra Flávio Bolsonaro: “Manual de judicialização armamentizada”
Um especialista afirmou ao portal Metrópoles que uma eventual condenação do senador Flávio Bolsonaro (PL) pode resultar na suspensão de seus direitos políticos e impedir que ele concorra à Presidência da República. O ministro Alexandre de Moraes (STF) determinou a abertura de um inquérito para investigar possível crime de calúnia do parlamentar contra o presidente Lula. A decisão provocou revolta internacional. Jason Miller, conselheiro e braço-direito de Donald Trump, se manifestou duramente contra a medida: “Como isso é aceitável??? Lula e seu parceiro do STF Alexandre de Moraes estão tentando executar o manual de ‘Joe Biden’ de judicialização armamentizada contra Flávio Bolsonaro!” A declaração do assessor direto de Trump expõe a percepção internacional de que o Brasil estaria utilizando o Judiciário como ferramenta política para neutralizar adversários, seguindo um modelo de perseguição judicial que conservadores americanos atribuem à gestão Biden. A possível inelegibilidade de Flávio Bolsonaro amplia o cerco judicial contra a família do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, em uma escalada que levanta questionamentos sobre o uso do sistema de Justiça para fins políticos.
Primeiras camisetas de apoio a Flávio Bolsonaro para 2026 já estão disponíveis
Flávio Bolsonaro já é uma realidade na disputa presidencial de 2026. As pesquisas apontam um crescimento avassalador do senador contra o petista Lula. Em poucas visitas pelo país, Flávio já demonstrou grande capacidade de mobilização, atraindo multidões por onde passa. Até um hit com seu nome já viralizou nas redes sociais: “Meu Amigo Flávio”. Agora, acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República. Os apoiadores do senador já podem estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir as camisetas, basta acessar o link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Flávio Bolsonaro caminha para vitória no primeiro turno, apontam pesquisas em todo o país
O avanço da candidatura de Flávio Bolsonaro nas intenções de voto é cadenciado, porém inexorável. Desde que foi anunciado como pré-candidato à Presidência no final de 2025 – sob muita desconfiança -, o filho ‘zero um’ de Jair Bolsonaro vem surpreendendo. Em abril, boatos cada vez mais constantes circulam sobre uma possível desistência de Lula. Em quatro meses, o petista passou de imbatível a possível desertor. O quadro favorável a Flávio se deve a uma série de fatores e erros crassos cometidos pelo adversário e seus aliados. Um dos principais obstáculos para o petista é a juventude: 72% da geração Z (entre 16 e 24 anos) rejeitam Lula por várias razões. Mais do que o candidato, o próprio discurso de Lula envelheceu. Incapaz de operar um smartphone ou de se comunicar pelas redes sociais, suas palavras não chegam a essa geração. Seu discurso stalinista e anacrônico que sugere aos jovens ‘não façam nada que o Estado irá prover’, numa época em que adolescentes fazem fortuna como influencers, com lojas virtuais e lançando tendências no TikTok, soa como um dialeto soviético esquecido. Outra máquina de perder votos é a ‘Maria Antonieta brasileira’, Janja. Implacável, ela conseguiu irritar praticamente todos os segmentos da sociedade brasileira, incluindo nichos esquerdistas. No carnaval deste ano, ao forçar a barra por aquele desfile maluco que, de tão ruim, levou a Acadêmicos de Niterói ao rebaixamento, ela conseguiu jogar uma pá de cal em qualquer aproximação de seu marido Lula com o gigantesco eleitorado evangélico. Mais recentemente, ofendeu os ambientalistas e os sensíveis ‘pais de pet’ ao devorar uma inocente paca. No eixo Sul-Sudeste já se desenham três vitórias no primeiro turno de aliados de Flávio. Em Santa Catarina, o governador Jorginho (PL); no Paraná, Sergio Moro (PL); e no maior estado da federação, a vitória de Tarcísio (REPUBLICANOS). Se esses três candidatos se elegerem no primeiro turno, isso deve aumentar muito a margem da vitória de Flávio nesses estados, colocando-o também muito próximo de uma vitória logo no primeiro turno. No Rio, o candidato aliado de Lula, o prefeito Eduardo Paes, estava com a eleição para o Palácio da Guanabara praticamente ganha até que o próprio Flávio escolheu um desconhecido deputado estadual, Douglas Ruas, para concorrer ao governo fluminense. Em fevereiro, a pesquisa Prefab-Future indicou Eduardo Paes com 43% das intenções de voto no cenário estimulado. Douglas Ruas apareceu com 5,1%, e a eleição para o governo carioca parecia assunto encerrado. Agora, em abril, um levantamento divulgado pelo Instituto Veritá apontou Eduardo Paes com 46% e Douglas Ruas com 32%. Um crescimento de 640% em 70 dias do candidato do PL e, de repente, o pânico toma conta da campanha de Eduardo Paes. Porém, a melhor notícia vem do Norte e Nordeste. Estados onde Lula ganhou fácil em 2022 mostram um cenário bem diferente em 2026. No Amazonas, pesquisas mostram Flávio na liderança com 50% das intenções de voto, enquanto Lula tem 41%. No Pará, eterno reduto dos Barbalhos e aliados históricos de Lula, Flávio surpreendentemente tem 55% das intenções, enquanto o presidente da República aparece com apenas 37%. Ainda na região Norte, no Tocantins, Flávio marca 58% e Lula, 28%. O Nordeste traz mais boas notícias para o senador. Começando pelo Maranhão, onde Flávio aparece em empate técnico com Lula, 45% a 46%, respectivamente. Em Alagoas, terra de Renan Calheiros, outra surpresa: Flávio Bolsonaro lidera com folga, 59% a 30%. Na Bahia, o candidato da oposição ao governo e aliado declarado de Flávio Bolsonaro, ACM Neto, tem 47% das intenções contra o governador eleito Jerônimo Rodrigues, que soma apenas 30,9%. No Ceará, Ciro Gomes lidera contra o governador petista Elmano de Freitas. Os escândalos do INSS e do Banco Master, com fortes indícios de envolvimento de Lulinha e de um dos irmãos de Lula, acabaram por reabrir feridas da corrupção que pareciam ter sido esquecidas pelo eleitorado. O fato concreto é que Luís Inácio Lula da Silva vive literalmente o outono do patriarca. Flávio Bolsonaro, por outro lado, traz estamina para um executivo capenga e dependente do judiciário, uma primavera eleitoral para um país cansado de escândalos, de perseguições políticas e da impunidade para bandidos e corruptos. E isso deve se concretizar já em 4 de outubro.