O senador Flávio Bolsonaro definiu o eleitorado católico como alvo estratégico na corrida presidencial de 2026, conforme matéria publicada na revista Veja. A campanha busca diminuir a vantagem de Lula nesse segmento, historicamente ligado ao PT. A equipe de Flávio identifica oportunidades de crescimento entre os católicos. A avaliação considera que mudanças no perfil desse eleitorado abrem espaço para novas abordagens políticas. Parte dos fiéis tem demonstrado interesse em pautas conservadoras. O PT ainda mantém vantagem entre os católicos, mas a campanha de Flávio aposta que esse domínio perdeu solidez. A estratégia envolve aproximação com entidades representativas da Igreja Católica, incluindo a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O objetivo é estabelecer diálogo institucional. A comunicação da campanha passa por ajustes para dialogar com valores tradicionais do eleitorado católico. A ênfase recai sobre temas como família e estabilidade social. O discurso busca suavizar pautas mais radicais, adaptando a mensagem para ressoar entre fiéis que valorizam princípios conservadores. Existe um movimento de católicos em direção ao discurso da direita. A transição ocorre especialmente entre aqueles de perfil mais conservador. A campanha de Flávio Bolsonaro enxerga no eleitor católico uma possibilidade de expansão além de sua base tradicional. O principal obstáculo da estratégia é romper a identificação histórica entre católicos e o PT. A ligação simbólica entre esse eleitorado e o petismo foi construída ao longo de décadas. A campanha aposta em presença institucional e ajustes no discurso como ferramentas para superar essa barreira. A aproximação com lideranças religiosas busca construir pontes e demonstrar abertura ao diálogo. A estratégia evita confronto direto com a hierarquia católica. O movimento representa mudança em relação a posturas anteriores da direita, que frequentemente entrava em conflito com posições da CNBB sobre temas sociais e políticos. A campanha avalia que o eleitorado católico não constitui bloco monolítico. Diferenças regionais, geracionais e de classe social criam oportunidades para abordagens segmentadas. A estratégia considera essas nuances ao definir táticas de aproximação com diferentes perfis de fiéis católicos em todo o país. O sucesso da investida depende da capacidade de consolidar presença institucional e manter consistência no discurso moderado. A campanha reconhece que mudanças no comportamento eleitoral de segmentos tradicionais exigem tempo e trabalho sistemático. O resultado dessa aposta será mensurável nas próximas rodadas de pesquisas eleitorais.
Lula admite possibilidade de derrota para Flávio Bolsonaro e vacila sobre própria reeleição
Em entrevista à revista alemã Der Spiegel nesta quinta-feira (16), o presidente Lula fez uma análise sobre um eventual cenário em que o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) saia vitorioso das eleições deste ano. Questionado sobre as pesquisas eleitorais que indicam chances reais de o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ser eleito, Lula pontuou que, independentemente do perfil do vitorioso, é preciso aceitar o resultado. Ao ser perguntado se não teme que o Brasil possa recair no autoritarismo, Lula respondeu que o Brasil continuará sendo um país democrático. Na sequência, voltou atrás e garantiu que a esquerda vencerá a disputa deste ano. Porém, quando questionado sobre a candidatura à reeleição, o petista vacilou. Disse que “depende”. Explicou que está se preparando para isso, mas que ainda “haverá uma convenção partidária” para discutir os candidatos mais importantes do PT. Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
STF determina retorno de mãe de Henry Borel à prisão após pai da criança acionar Justiça
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que a prisão preventiva de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, seja restabelecida, cassando a decisão proferida pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca da Capital (RJ), em 23 de março. A decisão do STF ocorre após a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar pela prisão de Monique. O parecer foi anexado na Reclamação 92.961, protocolada pela defesa de Leniel Borel, pai da criança, que contesta a decisão do relaxamento da prisão de Monique. A ré foi solta em março deste ano, após o adiamento do julgamento do caso para o dia 25 de maio, depois que a defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, padrasto da criança, abandonou o plenário. De acordo com o subprocurador-geral da República, Antônio Edílio Magalhães Teixeira, o relaxamento da prisão desrespeita decisões anteriores tomadas pelo STF. “O relaxamento da prisão preventiva pelo juízo de primeiro grau importa em violação à autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal que, em análise de mérito para o mesmo caso, restabeleceram a segregação para garantia da ordem pública e conveniência da instrução”, diz o parecer. Na decisão desta sexta-feira (17), o STF determinou “imediato cumprimento pela autoridade policial competente e pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro para as providências cabíveis”. Gilmar Mendes, que proferiu a decisão, concordou que não houve demora injustificada no processo que autorizasse a liberdade de Monique, uma vez que o adiamento do júri ocorreu por atos da defesa de Dr. Jairinho. Henry morreu em 8 de março de 2021 no apartamento onde vivia com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. À época do crime, os dois afirmaram que a criança teria sido encontrada desacordada no imóvel. Henry foi levado ao hospital, mas os profissionais de saúde constataram a morte por hemorragia interna e laceração hepática. Os réus sustentam a versão de que houve um acidente doméstico e alegam inocência. Contudo, o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) invalidou essa versão após constatar 23 lesões pelo corpo da criança.
EUA notificam Brasil sobre classificação do PCC e CV como organizações terroristas
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, recebeu comunicação oficial de autoridades dos Estados Unidos sobre mudança na política norte-americana de combate ao crime organizado. Representantes de Washington informaram que o país caminha para classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. O encontro ocorreu nesta semana. A comunicação antecipada ao Brasil foi caracterizada como “deferência” por parte do governo norte-americano. Nem todos os países afetados por medidas similares receberam notificação prévia. O México não foi informado antes de a Casa Branca classificar seis grandes cartéis mexicanos como terroristas. O Departamento de Estado norte-americano justifica a nova classificação pelo volume de recursos movimentados pelas facções brasileiras através de operações de lavagem de dinheiro. A mudança de status visa facilitar o que as autoridades chamam de asfixia financeira dessas organizações. A possível classificação do CV e do PCC como organizações terroristas estrangeiras representa alteração de paradigma na política externa dos Estados Unidos para a América Latina. O novo status acionaria o braço financeiro do Departamento do Tesouro com maior rigor contra essas facções. A medida permitiria o congelamento imediato de ativos em território americano. Proibiria qualquer entidade ou indivíduo sob jurisdição dos Estados Unidos de fornecer suporte material às organizações. Essa proibição criaria barreira para a utilização do sistema bancário global pelas facções brasileiras. A iniciativa norte-americana coloca o governo brasileiro em posição diplomática delicada. O Palácio do Planalto e o Ministério da Justiça e Segurança Pública defendem que o enfrentamento ao crime organizado deve ser tratado sob a ótica da cooperação policial. A abordagem de Washington eleva a questão ao nível de ameaça à segurança nacional.
Douglas Ruas é eleito presidente da Alerj e se fortalece para enfrentar Eduardo Paes nas eleições ao governo do Rio
O deputado Douglas Ruas conquistou importante vitória política nesta sexta-feira (17) ao ser eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Pré-candidato ao governo estadual, esta é a segunda vez que o parlamentar é escolhido para o cargo. A primeira votação, realizada no mês passado, havia sido anulada no mesmo dia pela Justiça do Rio. Douglas Ruas concorreu sozinho ao posto e recebeu 44 votos. A oposição, que representa minoria na Alerj, recusou-se a apresentar uma candidatura alternativa porque queria que o voto fosse secreto. O roteiro da oposição foi idêntico ao da primeira eleição. Os deputados boicotaram a sessão e acionaram novamente a Justiça. Um primeiro pedido para impedir a votação foi rejeitado, mas o PDT entrou com mais uma ação nesta sexta-feira. Os partidos também pretendem acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para anular o resultado, caso a Justiça do Rio não atenda ao pedido. Douglas Ruas é o candidato do PL para as eleições ao Palácio Guanabara em outubro. Como presidente da Assembleia Legislativa, ele entra automaticamente na linha sucessória do Executivo, já que neste momento o Rio de Janeiro não tem governador nem vice. No entanto, o deputado só poderá assumir interinamente o Executivo se o Supremo Tribunal Federal permitir. Por enquanto, uma decisão liminar do ministro Cristiano Zanin mantém o desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça, na chefia do estado até segunda ordem.
Pesquisa Quaest mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula e tendência de crescimento
A campanha presidencial só começará oficialmente em 16 de agosto. Mas nesta quarta-feira, 15 de abril, um dado alarmante para Lula e seus aliados: mais uma pesquisa — agora a Quaest — mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula junto à população. A diferença tende a aumentar, considerando-se que em fevereiro Lula tinha vantagem de 43% contra 38% de seu adversário. Pesam as acusações de corrupção, em que Lula está atolado até o pescoço, com suspeita de envolvimento até de seu filho e do irmão. Mais da metade da população não quer um terceiro governo de Lula. Seus apoiadores se limitam, agora, a pessoas mais idosas, de menor renda e moradores do Nordeste. Mas, além da corrupção, um dado fatal: 88% das pessoas constatam indignadas a alta dos preços de alimentos, por exemplo, nos mercados. 81% afirmam que o poder de compra da família está menor do que há um ano. As mentiras de Lula sobre a economia são desmentidas de forma simples e inevitável: quando se chega ao caixa do supermercado. Por outro lado, o endividamento dos brasileiros atingiu dados impressionantes: de 2020 a 2024, dívidas com cartão de crédito subiram 55%, atingindo 53 milhões de pessoas. Segundo relatório do Banco Central, o número de cartões de crédito ativos no Brasil superou 220 milhões, o que significa que o país passou a ter mais cartões em uso do que habitantes. São quase 96 milhões de pessoas usando cartão de crédito, e mais da metade tem dívidas no rotativo, com juros que ultrapassam 430% ao ano, ou parcelado, com taxas médias de cerca de 200% ao ano. A realidade, portanto, está contra Lula, como não poderia deixar de ser. Mesmo se fosse honesto — o que não é — o desgoverno de Lula é desastroso e alcança uma área que destrói qualquer governo: o bolso dos eleitores. Lula deve tentar outro paliativo temporário — ano de eleições — como o Desenrola, que provavelmente não funcionará como o anterior. Assim, Flávio Bolsonaro deve manter o crescimento. E Lula, a queda.
Defensoria Pública da União pede anulação de decisão de Moraes por descumprimento da Constituição
A Defensoria Pública da União (DPU) pediu a anulação da decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou que o órgão assumisse a defesa de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do magistrado no Tribunal Superior Eleitoral. Tagliaferro responde a uma ação penal sob acusação de vazar conversas entre juízes do gabinete do ministro no Supremo Tribunal Federal. Segundo a DPU, Moraes descumpriu dispositivos da Constituição e do Código de Processo Penal (CPP) que garantem ao acusado o direito de se manifestar sobre a escolha de novos defensores antes da nomeação de um defensor público. Ainda de acordo com o órgão, a designação sem autorização de Tagliaferro “não encontra amparo no texto legal”. “A nulidade daí decorrente é absoluta, por envolver violação direta ao art. 5º, LV, da Constituição Federal, ao art. 263 do Código de Processo Penal e ao art. 265, § 3º, do mesmo diploma, bem como ao art. 8º, 2, ‘d’, da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, que asseguram expressamente ao acusado o direito de defender-se por meio de advogado de sua própria escolha”, diz trecho do pedido. E acrescenta: “No caso concreto, etapas essenciais previstas no art. 265, § 3º, do Código de Processo Penal não foram observadas. O acusado não foi intimado pessoalmente para constituir novo defensor. Não houve qualquer tentativa de localizá-lo para fins de comunicação processual sobre a ausência de seus patronos na audiência. Não existe nos autos qualquer certidão ou documento que ateste a impossibilidade de localização do acusado para esse fim específico”. O artigo citado estabelece que, em caso de abandono da defesa, o acusado deve ser intimado para constituir novo advogado e, apenas se não for localizado, poderá haver a nomeação de defensor público ou dativo. “A norma é expressa, imperativa e não comporta interpretação que subverta sua lógica protetiva. O legislador, ao redigir o dispositivo, estabeleceu uma ordem de precedência que não pode ser alterada por conveniência processual: primeiro, intimação pessoal do acusado; depois, e apenas se o acusado não for localizado, nomeação de defensor público ou dativo”, afirmou a DPU. O órgão também afirma que a ausência dos advogados de Tagliaferro na audiência realizada em 17 de março, motivo alegado por Moraes para destituir a defesa, foi previamente justificada pelos próprios defensores, que contestaram a intimação por edital.
Diretor-geral da PF, após flagrante de mentira no caso Ramagem, é convocado pela Câmara para explicar viagem paga por banco privado
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, enfrenta dias difíceis. Após ser flagrado em suposta mentira no caso da prisão do delegado Alexandre Ramagem, ele recebeu um convite constrangedor da Câmara dos Deputados. A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou convite para que Andrei Rodrigues preste esclarecimentos sobre uma viagem internacional custeada por instituição privada, o Banco Master. O requerimento foi apresentado pelo deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) e aprovado na terça-feira (14). Por se tratar de um convite, a presença do diretor não é obrigatória, mas o constrangimento é evidente.
Senador Alessandro Vieira apresenta defesa antecipada e desmonta pedido de Gilmar Mendes com decisões do próprio ministro
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) protocolou sua manifestação à Procuradoria-Geral da República nesta quinta-feira (16). O documento responde ao ofício do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que solicitou investigação contra o parlamentar por suposta prática de abuso de autoridade. Vieira apresentou a defesa antes mesmo de receber notificação oficial. O senador informou sobre a entrega da resposta pela rede social X. Vieira declarou que “quem trabalha com lei e verdade não tem problema em responder qualquer questão”. O parlamentar afirmou: “Mesmo sem intimação, já apresentei resposta ao ofício do ministro Gilmar Mendes que pede ao PGR que me processe por abuso de autoridade. O pedido é imprestável, conforme opinião do próprio ministro Gilmar Mendes”. O conflito teve origem na atuação de Vieira como relator da CPI do Crime Organizado. O senador propôs o indiciamento de Gilmar Mendes no relatório final da comissão. A proposta foi submetida à votação entre os integrantes da CPI. A sugestão foi rejeitada por seis votos contra quatro. O magistrado formalizou o pedido de investigação à PGR após a rejeição. O senador questiona a base argumentativa utilizada pelo ministro na manifestação encaminhada à PGR. A defesa aponta que o ofício ministerial emprega termos de natureza opinativa para estabelecer elementos subjetivos contra a atuação parlamentar. Essas expressões não constituem provas adequadas para demonstrar a finalidade específica que a legislação exige, segundo o documento. “O ofício ministerial tenta construir esse elemento subjetivo por meio de expressões como ‘ardilosamente’, ‘rudimentar jogo de palavras’ e ‘teratologia’. Essas qualificações, contudo, são manifestações opinativas do próprio interessado – que, vale ressaltar, é ao mesmo tempo requerente e suposto ofendido -, e não elementos probatórios idôneos a demonstrar a finalidade específica exigida pela lei”, afirma a resposta. Vieira argumenta que o trabalho desenvolvido na comissão parlamentar de inquérito apresentou um diagnóstico amplo sobre a situação do crime organizado no Brasil. A defesa sustenta que a atuação como relator teve caráter técnico. “Não há como imputar a um trabalho dessa envergadura a finalidade de mero capricho ou satisfação pessoal”, diz o documento protocolado na PGR. A manifestação invoca a proteção constitucional da imunidade parlamentar. Vieira classifica a elaboração do relatório final da CPI como atividade inerente ao exercício do mandato. Essa atuação está resguardada pelas prerrogativas constitucionais conferidas aos parlamentares no desempenho de suas funções legislativas e fiscalizatórias, segundo a defesa. “A elaboração de uma minuta de relatório final em Comissão Parlamentar de Inquérito constitui, por natureza, a manifestação da opinião técnico-política do parlamentar relator. (…) A apresentação do relatório é, por excelência, um ato tipicamente parlamentar”, afirma o texto. O documento ressalta que essa caracterização impede a tipificação da conduta como abuso de autoridade. A resposta cita duas decisões anteriores do próprio Gilmar Mendes. Esses precedentes jurisprudenciais “firmam a jurisprudência aplicável ao caso” e sustentam a tese de proteção constitucional da atuação parlamentar. O documento argumenta que essas decisões anteriores do magistrado reforçam a impossibilidade de caracterizar como ilícita a conduta do relator da CPI.
Homem é executado com mais de 100 tiros em plena luz do dia na Serra Gaúcha
A quarta-feira (15) foi marcada por extrema violência em Veranópolis, na Serra Gaúcha. Jonas de Vargas, de 34 anos, foi executado com mais de 100 disparos de arma de fogo em via pública, durante o dia. Segundo relatos, criminosos passaram de carro pelo local onde a vítima estava, efetuaram os disparos e fugiram em alta velocidade. O homem morreu no local. Pouco tempo depois da execução, os Bombeiros localizaram um veículo completamente incendiado nas proximidades da cena do crime. A Polícia Civil trabalha com fortes suspeitas de que o automóvel seja o mesmo utilizado pelos atiradores durante a fuga. As áreas do homicídio e do veículo incendiado foram isoladas para os trabalhos da perícia técnica. As forças de segurança intensificaram as buscas na região em tentativa de localizar e prender os autores do crime.