Flávio Bolsonaro reagiu de forma contundente ao que classificou como absurdo ocorrido dentro do STF pelas mãos de Alexandre de Moraes. O senador elevou o tom e expôs o ministro publicamente, denunciando o que considera uma estratégia clara de interferência eleitoral. “Está claro qual é a estratégia. Já que agora Alexandre de Moraes não está mais no TSE, ele vai querer desequilibrar as eleições a partir do Supremo com esse inquérito, violando a imunidade parlamentar e a liberdade de expressão”, declarou o parlamentar. A perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro, seus filhos e aliados segue sem previsão de fim. Há quem acredite que o pior ainda pode acontecer em breve. As acusações incluem tentativas de esconder os acontecimentos de 2022, decisões judiciais controversas, disputas ideológicas e perseguição sistemática contra Bolsonaro. Todo esse contexto foi documentado em um combo com cinco livros que está sendo comercializado por R$ 29,90, com o objetivo de alcançar todo o país. Para quem tiver interesse em conhecer os livros e não perder essa oportunidade, o material está disponível em: https://conteudoconservador.news/kit-5-livros-digitais/ A recomendação é aproveitar enquanto os livros ainda estão disponíveis, considerando os riscos da censura.
Romeu Zema pede prisão de Moraes e Toffoli e propõe mandatos para todos os ministros do STF
Em agenda pública realizada nesta quinta-feira (16/4), o pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) apresentou propostas contundentes voltadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e fez críticas diretas a integrantes da Corte. Entre as medidas defendidas pelo ex-governador mineiro, está a criação de mandatos para ministros e mudanças estruturais no funcionamento do tribunal. Durante seu discurso, Zema afirmou que pretende encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para reformular profundamente o STF. Segundo ele, a intenção é estabelecer um modelo em que os ministros tenham maior responsabilização por seus atos. “A primeira coisa que eu vou fazer é acabar com a farra dos intocáveis. Minha primeira medida será propor ao Congresso um novo Supremo, um Supremo em que seus membros prestem contas dos seus atos. Um Supremo em que parentes de ministros não possam ter negócios jurídicos. Um Supremo com idade mínima de 60 anos e mandato de 15, para que seja a coroação de uma carreira irretocável”, declarou. Em tom mais incisivo, o ex-governador de Minas Gerais também afirmou que alguns ministros deveriam ser alvo de investigação. Ao mencionar nominalmente Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, declarou que ambos deveriam deixar a Corte e, segundo suas palavras, ser presos. “O Judiciário é importantíssimo, mas hoje ele está sendo o contrário. Hoje os exemplos piores do Brasil estão vindo do Supremo Tribunal Federal, que se transformou no balcão de negócios, está claríssimo. E precisamos não só tirar dois ministros [Dias Toffoli e Alexandre de Moraes] de lá, pelo que já se viu, como também mandá-los para a prisão, em nome de uma democracia”, afirmou. Material relacionado ao Caso Master mencionado no contexto das críticas ao STF As declarações de Zema ocorrem em um contexto de questionamentos sobre a atuação de membros do STF. O ex-governador faz referência ao Caso Master, que envolve investigações sobre relações entre ministros da Corte e o empresário Daniel Vorcaro. Um relatório da Polícia Federal entregue ao ministro André Mendonça, novo relator do Caso Master, revela que Daniel Vorcaro organizava festas sexuais para políticos e empresários poderosos. A investigação menciona os nomes dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além de suas esposas.
Jornalista americano detona Moraes sobre possível inelegibilidade de Flávio Bolsonaro: “Brasil refém”
Um especialista afirmou ao portal Metrópoles que uma eventual condenação do senador Flávio Bolsonaro (PL) pode resultar na suspensão de seus direitos políticos e impedir que ele concorra ao Planalto. O ministro Alexandre de Moraes (STF) determinou a abertura de um inquérito para investigar possível crime de calúnia do parlamentar contra o presidente Lula. O jornalista americano Glenn Greenwald criticou duramente a atuação do ministro: “Por quanto tempo o Brasil continuará refém de Moraes e de sua ala pró-Lula no STF? Todos nós sabemos o que Moraes e Dias Toffoli fizeram com o BM. A família Moraes recebeu R$ 80 milhões de um banco corrupto controlado por um bilionário, em troca de nada que possa ser identificado de forma crível!!! Mas esse grupo no STF passou tanto tempo prendendo e destruindo seus críticos que muitos têm medo de se opor, mesmo quando Moraes anuncia: Embora todos vocês saibam o que fiz, eu ainda assim vou censurar as eleições de 2026 (como fiz em 2022) e banirei qualquer candidato com chances de vitória de quem eu não goste. O campo dominante do STF criou um clima de medo com seus abusos de poder e conta com o fato de que as pessoas — no Senado, na mídia, entre a cidadania — estejam aterrorizadas demais para tomar qualquer atitude a respeito. Se Moraes consegue fazer isso novamente em 2026, a democracia brasileira não passará de uma ilusão. Moraes não é o salvador da democracia brasileira; ele é a sua mais grave ameaça.”
Eduardo Bolsonaro faz anúncio direto de Washington: ‘Novidades que Lula não vai gostar’ após soltura de Ramagem. Veja o vídeo!
Eduardo Bolsonaro gravou um vídeo ao lado do jornalista Paulo Figueiredo e publicou em suas redes sociais. A gravação foi feita diretamente de Washington DC, nos Estados Unidos. “Estamos em Washington DC e aqui algumas novidades que Lula não vai gostar, notoriamente após a soltura de Alexandre Ramagem”, escreveu o deputado federal na publicação. O recado foi direto e sem rodeios. Confira o vídeo:
Especialista afirma: condenação por calúnia pode tornar Flávio Bolsonaro inelegível
Um especialista em direito eleitoral ouvido pelo portal Metrópoles afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) ficará inelegível caso seja condenado por crime de calúnia. O advogado Carlos Frota, especializado em direito eleitoral, alertou que uma eventual condenação do parlamentar pode resultar na suspensão de seus direitos políticos e impedir que ele concorra à Presidência da República. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito para investigar possível crime de calúnia do senador contra o presidente Lula. Mestre em sociologia política, Frota destacou que a Constituição Federal prevê a suspensão dos direitos políticos em caso de condenação criminal. “Sem entrar no caso concreto, a Constituição Federal de 1988 é clara ao estabelecer que a sentença penal condenatória, inclusive por crimes contra a honra, pode ensejar a suspensão dos direitos políticos”, afirmou o especialista. Segundo o advogado eleitoral, Flávio Bolsonaro ficaria impedido de obter certidão de quitação eleitoral caso tenha seus direitos políticos suspensos. “No caso da suspensão dos direitos políticos, o cidadão não é sequer registrável: não obtém certidão de quitação eleitoral, não pode se filiar a partido político e tampouco votar, uma vez que o título eleitoral fica cancelado”, explicou Frota. Alexandre de Moraes determinou a instauração do inquérito para esclarecer se o parlamentar cometeu crime de calúnia contra o presidente Lula em uma postagem nas redes sociais, feita em 3 de janeiro de 2026.
Dono de portal lulista é preso em operação contra lavagem de R$ 1,6 bilhão ligada ao narcotráfico
Rafael Oliveira, proprietário do portal Choquei, foi preso em Goiânia durante a Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal. A ação investiga uma organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e transações financeiras ilegais, inclusive com o narcotráfico. O esquema teria movimentado mais de R$ 1,6 bilhão. O grupo criminoso atuava em pelo menos nove estados brasileiros. Segundo a Polícia Federal, a organização utilizava um sistema complexo para ocultar valores, incluindo transporte de dinheiro em espécie, criptoativos e outras formas de dissimulação financeira. A função de Rafael Oliveira no esquema seria divulgar conteúdos favoráveis a integrantes do grupo, promover plataformas de apostas e rifas, além de possivelmente ajudar na contenção de crises de imagem dos criminosos. Além do dono do Choquei, foram presos os cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo. Outros investigados incluem o influenciador Chrys Dias. O portal Choquei é conhecido por sua ligação estreita com o lulismo, tendo sido pago para disseminar desinformação e promover perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2022. O site também foi responsável pelo suicídio da jovem Jéssica Vitória Canedo, de 22 anos, que reagiu a uma campanha de difamação promovida pelo portal. É mais um da coleção de criminosos ligados ao ex-presidente Lula que cai nas mãos da Justiça. Mais algumas prisões e Lula será obrigado a desistir da candidatura, por falta absoluta de apoio.
Gilmar Mendes aciona PGR contra relator da CPI do Crime Organizado por suposto abuso de autoridade
O ministro Gilmar Mendes representou junto à Procuradoria-Geral da República solicitando a investigação do senador Alessandro Vieira por suposto abuso de autoridade. A iniciativa ocorreu após Vieira, na condição de relator da CPI do Crime Organizado, pedir o indiciamento do decano do Supremo Tribunal Federal em relatório final. A proposta acabou rejeitada por 6 votos a 4. “Sendo certo o desvio de finalidade praticado pelo Senador Relator da CPI do Crime Organizado e a potencial incidência de sua conduta nos tipos penais descritos na Lei 13.869/2019 e em outros marcos repressivos criminais, requer a apuração destes acontecimentos e a adoção das medidas cabíveis”, diz trecho da representação. Na manifestação, Gilmar afirma que o relatório “vale-se de juvenil jogo de palavras envolvendo os crimes de responsabilidade” para, segundo ele, sugerir que caberia à CPI “realizar indiciamentos a respeito dessa temática, quando isso não corresponde à realidade.” “A teratologia da referida minuta de Relatório Final nesse particular é patente não somente porque, sob o ponto de vista material, (i) a proposta de indiciamento não encontra guarida em dados concretos, como também porque, sob o ponto de vista processual, (ii) referida proposição em nada se correlaciona com o escopo investigativo inicialmente delineado por seus integrantes e, (iii) de forma hialina, percebe-se que as alegações lá formuladas não correspondem às searas penal e processual penal, mas à administrativa”, afirmou o ministro. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tão logo tomou conhecimento da iniciativa do ministro, afirmou que a advocacia da Casa fornecerá apoio a parlamentares que sejam interpelados judicialmente no exercício do mandato. “A advocacia do Senado Federal dará todo e total apoio a qualquer senador que, diante das suas prerrogativas, precisar deste apoio institucional”, declarou.
Médico dispara arma em hospital, acerta paciente, foge, rouba carro e acaba preso
O médico residente Gabriel Damasceno Camargo, de 27 anos, foi preso nesta quarta-feira (15) em Umuarama, no Paraná. Ele disparou uma arma de fogo durante atendimento no Hospital Cemil e, em seguida, roubou um automóvel nas proximidades da unidade de saúde. O episódio grave mobilizou equipes policiais de toda a região. Gabriel permanece detido na 7ª Subdivisão Policial de Umuarama. O tenente-coronel Carlos Peres, comandante do 25º Batalhão da Polícia Militar, apresentou informações sobre o caso em entrevista coletiva. Gabriel estava realizando seu terceiro atendimento do dia quando o incidente ocorreu. O residente atuava acompanhado do médico preceptor, que seria o alvo dos disparos. Uma paciente de 58 anos também estava presente no consultório no momento da ação. O residente sacou a arma e disparou à queima-roupa contra o preceptor. O tiro atingiu de raspão a testa da paciente. A mulher recebeu atendimento imediato da equipe hospitalar. Ela ficou sob observação durante a tarde e apresentou estado de choque após o ocorrido. O médico preceptor afirmou que não percebeu comportamento anormal antes do ataque. “Apenas escutei um estampido muito forte e, logo depois, vi a paciente no chão”, declarou. Após efetuar o disparo, Gabriel deixou o hospital a pé. Ele se dirigiu à Avenida Gastão Vidigal, próxima à unidade de saúde. Na avenida, o residente rendeu o motorista de um Toyota Corolla e roubou o veículo. Durante a abordagem ao condutor, Gabriel efetuou um disparo contra o chão. A Polícia Militar informou que o suspeito demonstrava sinais evidentes de alteração psicológica. As equipes policiais já haviam iniciado as buscas quando ouviram os disparos relacionados ao roubo do veículo. A localização do suspeito aconteceu rapidamente. Gabriel foi abordado pelos policiais e não ofereceu resistência à prisão. O médico manteve-se em silêncio e não prestou esclarecimentos sobre os acontecimentos que motivaram suas ações. Durante a revista pessoal, os policiais apreenderam um revólver calibre .32. A arma continha seis munições, sendo três já deflagradas e três intactas. Foram encontradas no bolso do residente outras 17 munições intactas e duas deflagradas. A arma não possuía registro. Gabriel não tinha autorização legal para portar armamento. Gabriel Damasceno Camargo concluiu sua formação médica pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Ele cursava o primeiro ano da residência médica em ortopedia e traumatologia no Hospital Cemil. As autoridades não conseguiram determinar se o crime foi planejado previamente ou se ocorreu de forma impulsiva. Pessoas que já receberam atendimento do residente manifestaram surpresa com o episódio. Uma mãe que teve o filho atendido por Gabriel relatou sua reação ao tomar conhecimento dos fatos. “Fiquei assustada quando vi a notícia. Meu filho já foi atendido por ele e achei um médico atencioso”, disse. A Polícia Civil não divulgou informações adicionais sobre o andamento das investigações. O caso segue sob apuração para esclarecimento das circunstâncias. O Hospital Cemil divulgou nota oficial sobre o episódio ocorrido em suas instalações. A instituição caracterizou o acontecimento como um incidente isolado. “A Polícia Militar foi imediatamente acionada e o caso está sendo devidamente apurado pelas autoridades competentes, com as quais esta instituição de saúde colabora integralmente”, informou a Associação Beneficente São Francisco de Assis, entidade responsável pela administração do hospital. O Conselho Regional de Medicina do Paraná se pronunciou sobre o caso. O órgão informou que instaurará processo de sindicância para investigar as circunstâncias dos fatos envolvendo o médico residente. A apuração visa determinar se houve violação das normas éticas que regem o exercício da medicina. Caso seja comprovada conduta que viole as normas éticas da profissão, o CRM-PR poderá aplicar sanções. As penalidades variam conforme a gravidade. As sanções previstas vão desde advertência confidencial até a cassação do exercício profissional. A defesa de Gabriel Damasceno Camargo é conduzida pelo advogado Robson Meira. O defensor foi procurado para comentar o caso. Meira informou que o médico residente encontra-se em estado de choque após os acontecimentos registrados no hospital e não apresenta condições psicológicas para prestar declarações sobre os fatos neste momento. As apurações policiais e o processo de sindicância do CRM tramitarão de forma paralela. Os procedimentos visam determinar as responsabilidades do profissional envolvido no incidente grave que chocou a comunidade de Umuarama.
13 razões que demonstram por que Jorge Messias é mais um aliado de Lula no STF (Veja o vídeo!)
Luiz Inácio Lula da Silva, quando candidato à Presidência da República, acusou Bolsonaro de nomear para o STF dois amigos pessoais: Kássio Nunes Marques e André Mendonça. Lula afirmou que, ao contrário de Bolsonaro, jamais nomearia amigo para o Supremo, já que a função daquela Corte é zelar pela Constituição e não atuar em favor do presidente de plantão. O mesmo Lula que já havia colocado no STF Dias Toffoli, seu advogado de campanha eleitoral e seu Advogado-Geral da União. Sem falar de Cármen Lúcia, que nunca se afastou de Lula. O mesmo Lula que, ao voltar ao Palácio do Planalto, colocou no STF seu ex-advogado Cristiano Zanin, também seu afilhado de casamento e genro de seu compadre Roberto Teixeira. Mas não parou aí. Levou para o Supremo também seu Ministro da Justiça, ex-governador do Estado do Maranhão, Flávio Dino. Flávio Dino, em 2020, era – além de governador do Maranhão – membro do Consórcio Nordeste que comprou respiradores (com pagamento antecipado de R$ 48 milhões), supostamente para salvar vidas de pacientes com Covid-19, da firma Hempcare, empresa especializada em medicamentos à base de canabis, mas sem qualquer relação ou expertise com equipamentos hospitalares. Os respiradores, entretanto, jamais foram entregues e o dinheiro dos contribuintes evaporou-se. Não existem informações de quantos nordestinos morreram de Covid-19 em consequência da falta de respiradores. O presidente do Consórcio Nordeste, na época (2020), era Rui Costa (PT), então governador do Estado da Bahia, o maior reduto petista do Brasil. Rui Costa foi nomeado por Lula para o cargo de Ministro-Chefe da Casa Civil do seu governo. Em termos de nomeações de amigos ao STF, Lula supera em muito Bolsonaro. Voltando à atual indicação de Lula ao STF, a de Jorge Messias, notabilizado como “Bessias”, o estafeta de Dilma, seguem as considerações de Paulo Briguet, publicadas na Gazeta do Povo em 13 de abril de 2025: “Jorge Messias, o homem que em 2016 era apenas o rapaz que ‘tava indo’ por ordens de Dilma Rousseff, agora pretende sentar-se à mesa do Supremo. Ascensão meteórica? Nada disso: recompensa por serviços prestados. Aqui estão 13 razões pelas quais o Senado deveria recusar essa indicação: 1. Office-boy da Dilma: O nome Bessias não surgiu de uma brilhante carreira jurídica, mas de um grampo da Polícia Federal. Sua certidão de nascimento pública é o papel de estafeta encarregado de entregar um salvo-conduto para blindar Lula da prisão. Levou o papel da impunidade e agora quer vestir a toga da justiça. 2. Recompensa do Silêncio: Sua indicação não é por mérito, mas por fidelidade. Entre o “Bessias tá indo” de 2016 e a nomeação de 2025, o único critério foi a lealdade ao Partido. No PT, a subserviência é a escada mais rápida para o topo. 3. Procurador da Censura: À frente da AGU, Bessias criou a Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia. Um nome orwelliano para um órgão cujo objetivo real é vigiar, punir e calar a dissidência sob o pretexto de combater a “desinformação”. 4. Advogado da morte: Como AGU, Bessias deu parecer favorável à assistolia fetal até os nove meses. Ele defende que a morte do bebê é parte “indissociável” do “direito” ao aborto. A assistolia fetal é um procedimento médico que consiste na injeção de agentes farmacológicos (como cloreto de potássio ou lidocaína) no coração do feto para cessar seus batimentos cardíacos antes de uma interrupção de gravidez avançada, geralmente após 20-22 semanas. 5. Escudo do MST: Bessias transformou a AGU em um escritório de advocacia para Lula e seus amigos dos movimentos sociais. Ao declarar “mexeu com vocês, mexeu com a gente” para o MST, ele deixou claro que, para ele, a propriedade privada é um detalhe irrelevante diante da agenda ideológica. 6. Inimigo da Lava Jato: Em sua tese de doutorado, Bessias mostra todo seu ódio à operação de combate à corrupção, chamando-a de lawfare. Para ele, a cleptocracia era intocável e o impeachment de Dilma não passou de “golpe das elites”. 7. Marx como bússola: Sua tese acadêmica não busca o conhecimento, mas a revolução. Citando Karl Marx para justificar a intervenção estatal e a censura às redes sociais, Bessias mostra que sua toga será tingida de vermelho antes mesmo da posse. 8. Relator das sombras: Ter como relator de sua indicação o senador Weverton Rocha — alvo de operações da PF por fraudes bilionárias no INSS — diz tudo sobre o ambiente moral da indicação. Não por acaso, a AGU negou-se a investigar indícios de desvios no INSS. 9. Leilão dos Correios: A aprovação de Bessias não se dá por ideias, mas por cargos. Três diretorias dos Correios, empresa com rombos bilionários, foram oferecidas ao Senado para azeitar a sabatina. A Suprema Corte virou um objeto de troca em balcão de estatal. 10. Desprezo pelos presos políticos: Bessias afirma ter sido o primeiro a pedir a prisão de senhorinhas e pais de família no 8 de janeiro. Para as Déboras do batom, ele reserva o rigor da lei; para os companheiros de cúpula, o abraço do privilégio. 11. O carrapato do poder: De subchefe de Dilma a assistente de Jaques Wagner, Bessias soube bajular o petismo até a vitória de 2022. É o burocrata que se alimenta das sombras até encontrar a luz do orçamento público. 12. Notória ignorância: Tirando o saber notório em entregar papéis e blindar chefes, o que resta a Bessias? Como até o Estadão reconheceu, falta-lhe a estatura jurídica mínima. Sobra-lhe, porém, a militância máxima. 13. Guardião do Regime PT-STF: Se aprovado, Bessias não será um ministro da Suprema Corte, mas um comissário do regime. Ele não vai defender a Constituição, mas desvirtuá-la de todas as formas possíveis para que o projeto de poder do PT seja eterno e inquestionável. Definitivamente, Bessias não dá.” Também sobre a indicação do estafeta de Dilma, o “Bessias”, vale a pena assistir as considerações da juíza brasileira, exilada nos Estados Unidos, Ludmila Lins Grillo.
Record desmente boato sobre participação de Suzane von Richthofen em ‘A Fazenda’
A Record se manifestou oficialmente sobre os rumores de que Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão por mandar matar os pais, seria cotada para participar de A Fazenda 18. Os boatos começaram a partir de uma publicação feita pela página ‘Choquei’. Em nota de esclarecimento, a emissora foi direta: “A RECORD esclarece que a informação divulgada por diversos perfis a partir da publicação feita pelo @choquei é FALSA. Suzane von Richthofen jamais foi cotada ou pensada para o reality show A Fazenda. A emissora não foi procurada por nenhum perfil para checagem”. A declaração põe fim à especulação que circulou nas redes sociais sobre a possível participação da condenada no programa de confinamento da emissora.