Uma publicação de Carlos Bolsonaro (PL-RJ) gerou ampla repercussão nas redes sociais neste domingo (29/3), ao trazer uma crítica indireta e enigmática. Sem mencionar nomes de forma explícita, o vereador questionou setores que defendem uma suposta “união da direita”, afirmando que tal movimento “não ajuda em nada e, pior, trabalha para prejudicar Bolsonaro”.
No mesmo texto, o filho do ex-presidente deixou pistas sobre quem não estaria no centro das críticas, ao declarar:
“E arriscaria dizer, sinceramente: o nome do diretor primordial não começa com D… nem com N. Mas, como não quero dividir a direita, vou continuar pedindo união!”.
Nos bastidores, interlocutores próximos ao ex-vereador apontaram que o comentário teria como alvo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Segundo essas fontes, ela voltou recentemente a ser foco de insatisfação entre os filhos de Jair Bolsonaro, em meio a divergências internas no campo conservador.
Conforme noticiado pelo portal Metrópoles, a interpretação da postagem indica que as letras “D” e “N” mencionadas por Carlos fariam referência ao ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol e ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Ao isentá-los na mensagem, o ex-vereador sinaliza uma possível redução das críticas direcionadas anteriormente a Dallagnol, que havia sido alvo de manifestações mais duras em ocasiões recentes.

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