Laudo confirma: menina de 5 anos foi enterrada viva pela mãe e padrasto em Itapetininga

O laudo necroscópico de Maria Clara Aguirre Lisboa, de apenas 5 anos, confirmou que a criança morreu por asfixia mecânica causada por soterramento em Itapetininga (SP). O exame pericial identificou a presença de terra na traqueia da vítima, comprovando que a menina ainda respirava quando foi enterrada no quintal da própria residência, em uma cova que posteriormente foi concretada.

O padrasto, Rodrigo Ribeiro Machado, e a mãe, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, estão presos e confessaram a autoria do crime. Antes mesmo do corpo ser encontrado, em outubro de 2025, Rodrigo enviou mensagem de áudio ao pai biológico da menina pedindo que ele parasse de “encher o saco” — e já revelando, na ocasião, que a criança estava morta.

A audiência de instrução que definirá se o casal será levado a Júri Popular está marcada para o dia 19 de maio de 2026. Os dois respondem criminalmente por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

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