O ministro do STF André Mendonça publicou uma declaração em sua conta no X após a rejeição do nome de Messias pelo Senado Federal. Na postagem, Mendonça afirmou: “Respeito a decisão do Senado, mas não posso deixar de externar minha opinião. O Brasil perde a oportunidade de ter um grande Ministro do Supremo.” O ministro prosseguiu defendendo o indicado: “Messias é um homem de caráter, íntegro e que preenche os requisitos constitucionais para ser Ministro do STF.” Mendonça também fez questão de ressaltar a amizade: “E amigo verdadeiro não está presente nas festas; está presente nos momentos difíceis.” Dirigindo-se diretamente a Messias, o ministro escreveu: “Messias, saia dessa batalha de cabeça erguida. Você combateu o bom combate! Deus o abençoe! Deus abençoe nosso Brasil!” Messias respondeu ao ministro: “Caro Ministro Irmão André Mendonça, Receber seu apoio durante esta desafiadora jornada foi uma das maiores honras da minha vida. Sua postura reflete integridade, bondade e coerência, servindo como uma fonte de inspiração para toda uma geração de magistrados.” Na resposta, Messias agradeceu: “Que Deus o abençoe abundantemente por sua firmeza em manter os ensinamentos do evangelho de Jesus Cristo.” André Mendonça finalizou a troca de mensagens: “Amém, meu estimado irmão! Honra recíproca!!! Deus o abençoe!!!”
Assessor de Janones surta, invade entrevista ao vivo e é detido dentro da Câmara
Um assessor do deputado André Janones (Rede Sustentabilidade-MG) foi detido após interromper de forma agressiva uma entrevista ao vivo. O incidente ocorreu durante a participação do deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição na Câmara, em um telejornal. No momento da ocorrência, Cabo Gilberto respondia a um questionamento relacionado à atuação do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, e sua relação com a oposição. De maneira inesperada, o assessor invadiu a fala e gritou: “…é o caralho, Lula reeleito”. A interrupção pegou os presentes de surpresa e causou imediata repercussão. Após o ocorrido, o parlamentar retomou a palavra e criticou duramente a atitude. “Olha aí, vocês estão vendo como é? Eles não aceitam a derrota”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “Interrompem, são mal-educados, gritam e choram dentro do Parlamento. Olha só o que o militante esquerdista faz em uma entrevista séria”. Ainda durante sua fala, declarou: “O deputado falou a opinião dele, eu ia falar a minha… a verdade dói, é dura, mas está aí para o povo brasileiro ver quem está envolvido no caso Master”. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Senado derrota Lula e rejeita Jorge Messias para o STF; PL da Dosimetria em votação
O Senado Federal impôs uma derrota contundente ao governo Lula ao rejeitar a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal. Pela primeira vez em mais de um século, um nome indicado pelo presidente ao STF foi barrado no plenário da Casa. Especula-se que Lula não aceitará a derrota e tentará impor outro nome para o STF. Uma nova batalha está em andamento no Congresso. O PL da Dosimetria, que pode reduzir as condenações de envolvidos nos atos de 8 de janeiro, está sendo votado. A questão que se coloca é se o Congresso dará mais um recado ao Planalto. Para comentar os assuntos, o programa Choque de Ordem recebe o vereador Olimpio Araujo, o empresário Alexis Fonteyne e o professor Marcos Pizzolato. Debate direto, opiniões fortes e os principais desdobramentos políticos do momento.
Flávio Bolsonaro comemora derrubada de veto e vitória contra o PT: “Justiça aos perseguidos do 8 de janeiro!”
O senador Flávio Bolsonaro comemorou a derrubada do veto presidencial ao Projeto de Lei da Dosimetria, classificando o resultado como uma vitória do Brasil sobre o PT. A votação ocorreu no Congresso Nacional e contou com o apoio decisivo de deputados e senadores. Em mensagem publicada nas redes sociais, Flávio agradeceu aos parlamentares pela derrubada do veto, chamando o resultado de “presente de aniversário tão especial”. Segundo ele, a medida representa o primeiro passo em direção à “justiça integral aos perseguidos do 8 de janeiro”. O senador também agradeceu ao presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, por pautar a matéria e contribuir para a derrubada do veto imposto pelo Palácio do Planalto. “Que os bons ventos de Brasília cheguem a cada lar brasileiro em forma de esperança! O Brasil tem futuro!”, afirmou Flávio Bolsonaro em sua declaração. O Projeto de Lei da Dosimetria estabelece critérios mais claros para a aplicação de penas e tem sido defendido por setores conservadores como uma forma de coibir excessos e garantir proporcionalidade nas condenações relacionadas aos eventos de 8 de janeiro de 2023. A derrubada do veto representa uma derrota política para o governo Lula, que havia vetado o projeto anteriormente. A votação no Congresso evidenciou o alinhamento de parte significativa do parlamento com as pautas defendidas pela oposição de direita.
Bolsonaro revela posição sobre PL da dosimetria: ‘Penso primeiro nos outros’
Carlos Bolsonaro compartilhou nas redes sociais uma confidência sobre a posição do ex-presidente Jair Bolsonaro em relação ao Projeto de Lei da dosimetria da pena, cuja derrubada do veto está em discussão no Congresso Nacional. Em publicação no X (antigo Twitter), o vereador revelou que, mesmo sem benefício direto e imediato com a possível derrubada do veto ao PL da dosimetria, o ex-presidente mantém posicionamento firme sobre o tema. “Mesmo sem benefício direto e imediato com a possível derrubada do veto ao PL da dosimetria, em todas as conversas que tenho com ele sobre o tema, sua posição é sempre a mesma: ‘Não é o ideal, mas saber que mais de 95% das pessoas presas, em sua maioria idosos condenados à revelia da lei, poderão voltar a dormir ao lado de seus familiares é algo que me deixa muito feliz’”, relatou Carlos Bolsonaro. O filho do ex-presidente destacou ainda a postura de Bolsonaro diante da questão: “É impressionante como, até nesses momentos, ele pensa primeiro nos outros e não em si. Jair Bolsonaro não é nosso líder por acaso”. Confira a publicação:
Alcolumbre sinaliza abertura de impeachment de ministros do STF em troca de apoio à reeleição no Senado
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sinalizou a integrantes da oposição que está disposto a pautar o impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) no ano que vem em troca do apoio à sua reeleição à presidência da Casa. Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, além da rejeição ao nome de Jorge Messias, Alcolumbre pautou a derrubada dos vetos ao PL da dosimetria e, para facilitar a votação, retirou do texto os trechos que poderiam beneficiar condenados por outros crimes. Agora, até o impeachment de ministros do Supremo entrou na mesa de negociações. O presidente do Senado tem segurado os pedidos de afastamento dos membros da corte que chegam à sua mesa, mas em conversas com senadores da oposição não descartou abrir algum processo se for reeleito como presidente da Casa, em fevereiro de 2027. A oposição garantiu apoio, mas alguns integrantes do PL ainda estão reticentes. Eles dizem, nos bastidores, que só podem confiar na palavra de Alcolumbre quando um impeachment, de fato, for aberto. Por isso, fazem pressão para que isso aconteça ainda neste ano. O deputado Nikolas Ferreira questionou: “Você faria esse acordo?”
Congresso derruba veto de Lula e abre caminho para redução da pena de Bolsonaro
O Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Lula ao Projeto de Lei da Dosimetria destinado aos condenados pelos eventos de 8 de Janeiro. A decisão abre caminho para a redução significativa da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na Câmara dos Deputados, foram registrados 318 votos favoráveis à derrubada do veto, 144 votos contrários e 5 abstenções. Já no Senado Federal, 49 senadores votaram pela derrubada e 24 se posicionaram contra a medida. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2025. Pela legislação anterior, o ex-presidente poderia progredir para o regime semiaberto somente em 2033. Com a aprovação do PL da Dosimetria, a pena de Bolsonaro poderá ser reduzida para três anos e três meses de reclusão. Atualmente, Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar temporária. O regime foi autorizado em março pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com prazo inicial de 90 dias. A medida foi concedida por razões de saúde, visando garantir a recuperação do ex-presidente após um quadro de broncopneumonia. A remição da pena, entretanto, depende de validação judicial, que ocorrerá após manifestação tanto da defesa quanto do Ministério Público. De acordo com a legislação vigente, o magistrado responsável também pode revogar até um terço do benefício concedido caso o condenado cometa falta grave durante o cumprimento da pena.
Câmera flagra Soraya Thronicke emocionada no Senado após derrotas de Lula (Veja o vídeo!)
Os últimos dias não têm sido fáceis para a esquerda no Congresso Nacional. Em menos de 24 horas, o presidente Lula sofreu duas derrotas acachapantes: a queda da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal e a derrubada do veto ao Projeto de Lei da Dosimetria. Pelo jeito, a situação está ainda mais difícil para os chamados “traidores” de Jair Bolsonaro. Um flagrante registrou a senadora Soraya Thronicke visivelmente emocionada. Confira:
Congresso derruba veto de Lula e aprova redução de penas para condenados do 8 de janeiro
O Congresso Nacional impôs uma derrota significativa ao presidente Lula nesta quinta-feira (30) ao derrubar o veto presidencial ao chamado PL da Dosimetria (PL 2.162/2023), de autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ). Com a derrubada do veto, condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 poderão ser beneficiados com redução de penas e flexibilidade na progressão da pena — a possibilidade de transferência gradual do regime fechado para o aberto. Foram 49 senadores e 318 deputados favoráveis à derrubada do VET 3/2026, ressalvados dispositivos prejudicados. Para derrubar um veto presidencial são necessários os votos contrários da maioria absoluta de ambas as Casas, isto é, 257 deputados e 41 senadores. O texto agora segue para promulgação. A votação começou pela Câmara dos Deputados. O placar foi 318 votos contrários ao veto contra 144 favoráveis à manutenção, com 5 abstenções. Na sequência, o Senado confirmou a derrubada: 49 senadores votaram pela derrubada e 24 pela manutenção do veto. Os parlamentares analisaram apenas parte do veto, pois interpretou-se que a transformação em lei do PL da Dosimetria na íntegra poderia anular parte da Lei Antifacção (Lei 15.358/2026), sancionada em março. Durante a sessão, senadores e deputados discutiram principalmente as condenações feitas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e as tensões do novo texto com a Lei Antifacção — que endureceu a progressão da pena em crimes hediondos e violentos. Apesar do foco dos parlamentares no debate sobre os atos de 8 de janeiro, a nova norma, em tese, poderia beneficiar futuros infratores. Redução de pena Quando os crimes de golpe de Estado forem praticados “em contexto de multidão”, pelo texto aprovado, o juiz reduzirá a pena entre um terço e dois terços. O mesmo vale para o crime de “abolição violenta do Estado democrático”. Em ambos os casos, o infrator não pode ter financiado ou exercido papel de liderança. O senador Sergio Moro (PL-PR) afirmou que o STF julgou os envolvidos nos atos para “garantir a condenação”, classificada por ele como excessiva. “Pessoas receberam pena de 14 a 16 anos por estarem no dia 8 de janeiro na Praça dos Três Poderes. Ninguém concorda com invasão de prédio público, mas também não pode haver uma condenação dessas pessoas que não quebraram um copo d’água”, declarou Moro. Transição para liberdade Quem cometer crimes contra o Estado democrático de direito poderá ter progressão de regime após cumprir um sexto da pena, se houver bom comportamento. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o relator do PL da Dosimetria no Senado, senador Esperidião Amin (PP-SC), defenderam a aprovação e afirmaram que o texto é o primeiro passo e que vão seguir batalhando pela anistia geral. “Esse é o primeiro passo necessário e muito aguardado pelos mais aflitos. Nós queremos prosseguir a caminhada. A próxima etapa é a anistia. E depois a revisão do inquérito do 8 de janeiro”, afirmou Amin. O senador Izalci Lucas (PL-DF) avaliou que diversos presos do 8 de janeiro já estarão habilitados a deixar a prisão. “[A norma] vai fazer com que muitas famílias possam voltar para casa e reconstruir suas vidas. A solução ideal seria a anistia, mas não deu para aprovar”, disse o parlamentar. Segundo relatório de abril do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o 8 de janeiro, há 413 pessoas presas preventivamente e 111 presas definitivamente no regime fechado. O regime fechado representa a grande maioria dessas prisões. Soma das penas O texto proíbe a soma das penas nos crimes contra as instituições democráticas previstos no Código Penal. Para ser beneficiado, o infrator deve ter cometido os crimes no mesmo contexto. Assim, quem tentar abolir o Estado democrático de direito e, ao mesmo tempo, tentar depor o governo receberá apenas a pena mais elevada, com um aumento proporcional. Atualmente, o juiz pode somar penas de diferentes crimes cometidos por meio de uma única ação, caso praticada com essa intenção. Também é possível somar penas de crimes cometidos mediante mais de uma ação. Foi o que os ministros do STF fizeram com os condenados pelos atos de 8 de janeiro e o ex-presidente Jair Bolsonaro. As novas regras em benefício do réu valem inclusive para aqueles que já foram condenados definitivamente pela Justiça. Debate sobre anistia O senador Rogerio Marinho (PL-RN) afirmou que os condenados de 8 de janeiro “foram à praça pública mostrar descontentamento”, mas “que descambou para a depredação”. Para o líder da oposição no Senado, a anistia na ditadura militar já beneficiou aqueles que hoje são contra o PL da Dosimetria. “[Foram] beneficiados por assalto a banco, por sequestro, por pegar em armas contra o governo daquela ocasião… E assacam a dosimetria e anistia para idosos e mulheres”, argumentou Marinho. Já o líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), apontou que os atos de 8 de janeiro representaram a “acumulação de um processo golpista”. O senador classificou de “triste tradição” a tentativa de anistiar “quem atenta contra a democracia”. “A nossa democracia está sendo julgada na apreciação desse veto. O que aconteceu, presidente, no 8 de janeiro, aqui, não foi um passeio no parque, foi a culminância de um processo golpista. O que querem não é beneficiar aqueles que atentaram contra o Estado democrático de direito, utilizados como boi de piranha no 8 de janeiro. Querem, na prática, caminhar para uma anistia”, disse Randolfe. Remição Pessoas em prisão domiciliar poderão utilizar o trabalho como forma de reduzir a pena a ser cumprida — a chamada remição. Atualmente, apenas o estudo pode remir a pena na modalidade domiciliar, segundo publicação de 2023 da Defensoria Pública do Distrito Federal sobre execução penal. O texto altera a Lei de Execuções Penais e o Código Penal. Trecho retirado O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, retirou da votação trechos que facilitariam a liberdade de condenados por crimes hediondos, comando de milícias e feminicidas e que contradiziam a Lei Antifacção. A Lei Antifacção, desde março, passou a exigir que condenados nesses crimes passem mais tempo em regimes mais severos antes de migrar para os mais brandos. Já o PL da
Cristina Graeml revela bastidores da ruptura com Moro e defende aliança com PSD (veja o vídeo!)
A jornalista e pré-candidata ao Senado Cristina Graeml participou de entrevista ao programa JCO Entrevista, apresentado pelo jornalista Diogo Forjaz. Durante a conversa, Cristina relembrou sua trajetória de sucesso na imprensa, com destaque para sua atuação na série “Diários Secretos” (2010), que denunciou um esquema de funcionários fantasmas na Assembleia Legislativa do Paraná. A jornalista destacou que o jornalismo praticado naquela época era focado na busca pela verdade, sem o uso de adjetivos ou militância ideológica. Sem fugir das polêmicas, Graeml revelou detalhes sobre a aliança rompida com o senador Sérgio Moro e sua escolha pelo PSD. Ela rebateu críticas sobre se filiar ao partido de Gilberto Kassab, afirmando que partidos no Brasil funcionam como empresas e que foi acolhida pelo governador Ratinho Júnior (PSD-PR) após ser boicotada em outras siglas. “Eu não sou o Kassab, não sou o Valdemar. Eu sou eu e não mudei uma vírgula”, declarou, reafirmando seu apoio a Flávio Bolsonaro para a presidência. Confira a entrevista completa: Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!