A coronel Glauce Anselmo Cavalli assumiu o comando da Polícia Militar de São Paulo nesta quarta-feira (29). A cerimônia de posse aconteceu na Academia do Barro Branco, no Tucuruvi, zona norte da capital paulista. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) nomeou Cavalli para o cargo no dia 15 de abril. Cavalli lidera agora uma corporação com 81 mil policiais militares. A PM-SP é a maior polícia do Brasil. Em 200 anos de história da instituição, é a primeira vez que uma mulher ocupa o posto de comandante-geral. No país, apenas uma outra mulher chegou a essa posição. Ana Paula Barros Habka foi nomeada para comandar a PM do Distrito Federal em janeiro de 2024. A nova comandante-geral possui doutorado em Ciências Policiais. Cavalli acumula 33 anos de serviços prestados à corporação paulista. Ela substitui o coronel José Augusto Coutinho no comando da instituição. Antes da nomeação, Cavalli estava à frente do Centro Logístico da PM-SP. Ao longo de sua trajetória na corporação, também comandou a Diretoria de Finanças e a Comunicação Social. Durante o discurso de posse, Cavalli anunciou que o combate à violência contra a mulher será uma das principais diretrizes de sua gestão. “O enfrentamento à violência doméstica e familiar será prioridade operacional no nosso comando. Consolidaremos as cabines lilases nos centros de operações, ampliaremos o atendimento por videochamadas e abriremos os nossos quartéis para acolher estas vítimas, com a implantação de espaços lilases para garantir acolhimento humanizado em todo o estado”, declarou a comandante.
Laudo confirma: menina de 5 anos foi enterrada viva pela mãe e padrasto em Itapetininga
O laudo necroscópico de Maria Clara Aguirre Lisboa, de apenas 5 anos, confirmou que a criança morreu por asfixia mecânica causada por soterramento em Itapetininga (SP). O exame pericial identificou a presença de terra na traqueia da vítima, comprovando que a menina ainda respirava quando foi enterrada no quintal da própria residência, em uma cova que posteriormente foi concretada. O padrasto, Rodrigo Ribeiro Machado, e a mãe, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, estão presos e confessaram a autoria do crime. Antes mesmo do corpo ser encontrado, em outubro de 2025, Rodrigo enviou mensagem de áudio ao pai biológico da menina pedindo que ele parasse de “encher o saco” — e já revelando, na ocasião, que a criança estava morta. A audiência de instrução que definirá se o casal será levado a Júri Popular está marcada para o dia 19 de maio de 2026. Os dois respondem criminalmente por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
Vereador entra com ação para tornar Gilmar Mendes ‘persona non grata’ em Belo Horizonte após ofensas ao povo mineiro
A indignação popular contra o ministro Gilmar Mendes se intensificou após sua recente série de entrevistas em diversos veículos de imprensa, onde proferiu declarações consideradas extremamente ofensivas. Em um dos episódios, o magistrado, ao tentar atacar o ex-governador Romeu Zema, acabou ofendendo todo o povo mineiro, zombando do sotaque mineiro, um dos mais característicos e queridos do país. Em resposta à polêmica, o vereador de Belo Horizonte Pablo Almeida protocolou ação para que o ministro seja declarado “Persona Non Grata” na capital mineira. Veja o vídeo:
Alcolumbre previu derrota de Messias: ‘Acho que ele vai perder por oito’ – e acertou na mosca
Davi Alcolumbre trabalhou intensamente pela derrubada de Jorge Messias. O presidente do Senado fez uma articulação bem-sucedida com o senador Flávio Bolsonaro. Essa união foi decisiva para o resultado final. Antes do anúncio do resultado, um microfone captou uma frase sussurrada por Alcolumbre no ouvido do líder do governo, Jaques Wagner. “Acho que ele vai perder por oito”. Alcolumbre acertou na mosca. O resultado final foi 42 votos a 34 – exatamente oito votos de diferença. O Senado rejeitou um indicado para ocupar vaga no Supremo Tribunal Federal após 132 anos. Messias foi reprovado por 42 votos a 34.
Rejeição de Messias no Senado expõe armadilha política e impõe a Lula a maior derrota de seu governo
A rejeição do nome de Jorge Messias na sabatina do Senado não foi um acidente de percurso. Foi um movimento político calculado — e executado com precisão. Nos bastidores, a articulação conduzida por Davi Alcolumbre criou um cenário em que o governo entrou na disputa sem os votos necessários. E, pior: sem margem para recuo. O resultado foi público, constrangedor e simbólico. Não se trata apenas de uma derrota. Trata-se de uma exposição. Quando um governo envia um nome para sabatina, ele já deveria ter feito a contagem de votos. A aprovação, via de regra, é construída antes mesmo da sessão começar. Quando isso não acontece, o que se vê não é surpresa — é falha de articulação. E foi exatamente isso que ocorreu. A base governista não conseguiu sustentar a indicação. O Senado, por sua vez, deixou claro que não atua mais como instância meramente homologatória. O recado político foi direto: o Executivo não controla o jogo. A condução do processo indica algo ainda mais relevante. Ao permitir que a sabatina avançasse sem garantia de aprovação, o governo foi colocado dentro de uma armadilha institucional. Uma situação em que recuar seria admitir fraqueza — e avançar significaria correr o risco da derrota. Optou por avançar. E perdeu. O episódio entra para a história como o momento mais constrangedor para uma indicação desse porte. Mas o impacto vai além do nome rejeitado. A derrota atinge diretamente a autoridade política de Luiz Inácio Lula da Silva. Expõe fragilidade na articulação com o Congresso e levanta dúvidas sobre a capacidade de coordenação do governo em votações sensíveis. Mais do que isso: sinaliza uma mudança de ambiente. O Senado demonstrou independência. E, ao mesmo tempo, deixou claro que o custo político de erros estratégicos será cobrado — publicamente. Em política, derrotas acontecem. Mas algumas derrotas redefinem o jogo. Essa não foi apenas mais uma. Foi uma derrota que marca, simbolicamente, o início de uma fase em que o governo deixa de impor sua vontade e passa a reagir aos movimentos do Congresso. E, nesse tipo de cenário, quem reage… normalmente já está em desvantagem. E tudo isso, em ano eleitoral… Veja o vídeo:
Indicação de novo ministro do STF pode ficar para Flávio Bolsonaro decidir
Na noite desta quarta-feira (29), o senador Davi Alcolumbre teria declarado a colegas que não pretende dar encaminhamento a uma nova indicação ao Supremo Tribunal Federal antes das eleições de outubro. No segundo semestre, o Congresso deve entrar em recesso branco, com períodos de esforço concentrado por causa do processo eleitoral. Com uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro nas eleições, a intenção clara do atual presidente do Senado parece ser utilizar essa vaga como instrumento de negociação para sua recondução ao cargo. Caberá a Flávio, uma vez eleito, decidir se prefere suportar Alcolumbre por mais dois anos na presidência do Senado, o que lhe dará a possibilidade de logo após a sua posse fazer uma indicação para o Supremo. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Senado rejeita Jorge Messias para o STF e expõe derrota histórica do governo Lula
Uma rejeição histórica! Se a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal já parecia frágil, o Senado Federal tratou de encerrá-la com clareza absoluta — e sem qualquer margem para dúvida. Não foi apenas derrota; foi uma rejeição inequívoca, daquelas que dispensam interpretação. Perdoem a analogia: quase uma defecção. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva tentou apresentar seu “Messias” como solução… e expôs um erro político elementar: insistir num nome que já carregava resistência significativa. O resultado foi direto: faltaram votos, sobraram desgastes de perdedores agarrados como siris num balde. A ironia é inevitável. O Messias profetizou uma pá de cal em cima das próprias pretensões. Falastrão, ideológico, sectário, não agregou, não convenceu, não passou. Tomou uma vara! O “Messias” que construiu base política consistente no país foi o outro, que está preso. Este que foi varrido pelo Senado não passou pelo filtro. O ponto mais sensível está nas entrelinhas e no entorno. O apoio aberto de integrantes do STF não fortaleceu a indicação. Ao contrário, aprofundou a associação com o desgaste profundo da Corte junto à população. O recado do Senado foi objetivo: não apenas recusou o indicado, como sinalizou claramente um limite. De certa forma, também acusou o golpe da pressão pública num ano eleitoral. E há um elemento novo nesse movimento — a indicação de uma possível e provável mudança de postura em relação ao próprio Supremo. Se essa inflexão se consolidar, pode sinalizar novos golpes, não só no decadente governo Lula como também no ativismo de alguns integrantes “intocáveis” do STF. No fim, a conclusão é simples: chancela política não se impõe — se constrói. E, quando agentes públicos perdem a credibilidade, a rampa de descida se apresenta logo à frente. Talvez essa seja a única profecia possível de ser lida depois deste nocaute!
Soraya Thronicke protagoniza reação constrangedora após rejeição histórica de Jorge Messias no Senado
A senadora Soraya Thronicke trabalhou intensamente pela aprovação de Jorge Messias no Senado Federal e proferiu o discurso mais inadequado da sessão. Durante sua fala, soltou uma frase deplorável e imprópria: “E, quando vestir a toga, não se esqueça dos amigos.” O resultado foi desfavorável. Messias não vestirá a toga. A partir de agora, Soraya deverá acumular derrotas até ser definitivamente afastada da Casa Alta nas eleições de outubro. Contudo, sua reação imediatamente após o anúncio do resultado é algo notável e merece atenção. O choro é livre! Veja o vídeo: O Senado Federal rejeitou um indicado para ocupar vaga no Supremo Tribunal Federal após 132 anos. Jorge Messias foi reprovado por 42 votos a 34.
Histórico: Senado rejeita indicado de Lula para o STF após 132 anos sem vetos. Jorge Messias reprovado por 42 a 34
Depois de ter seu nome aprovado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado por 16 votos a favor e 11 contrários, Jorge Messias certamente saiu confiante de que seria o mais novo ministro do Supremo Tribunal Federal. Mas a reviravolta aconteceu. No plenário do Senado, seu nome foi reprovado de forma surpreendente por 42 votos contrários a 34 favoráveis. É a primeira rejeição de um indicado ao STF em 132 anos. Perguntas ficam no ar desde já. A vitória da oposição se deve a Davi Alcolumbre, que desde o início trabalhou para ter Rodrigo Pacheco como indicado? Alcolumbre terá credibilidade com o governo para tentar impor o nome de Pacheco? Qual será a reação do presidente Lula, que indicou Messias, e em plena temporada de pré-campanha à presidência? Lula indicará um novo nome ou o trauma da derrota o forçará a recuar? Quais serão os reflexos diretos da derrota do governo nas eleições deste ano? Mas o brasileiro tem pelo menos uma certeza hoje: ele vai dormir com o espírito em paz.
As primeiras palavras de Jorge Messias após a derrota acachapante (veja o vídeo)
Jorge Messias confirmou seu histórico de “pé frio”. Quando apareceu como “Bessias”, Lula acabou sendo preso. Agora, como Jorge Messias, fez Lula amargar uma derrota histórica. É a antecipação da onda de azar que vem pela frente. Voltou a ser “Bessias”. Tchau, querido! Veja o vídeo: