Uma definição que se encaixa perfeitamente no atabalhoado governo Lula: Dilma 2 e meio. E isso saiu de dentro do Supremo Tribunal Federal (STF), o tribunal que foi responsável pela volta do PT ao governo, com a anulação das condenações de Lula.
A avaliação interna da Corte é direta: o Executivo repete, no terceiro mandato de Lula, os mesmos erros que levaram Dilma ao impeachment em 2016. O governo projeta aprovações que não existem, não percebe sinalizações que o Legislativo envia com antecedência e continua negociando como se ainda tivesse os instrumentos de barganha dos primeiros mandatos petistas. Não tem.
O problema é estrutural e crônico, não corrigível com negociação. E o relógio eleitoral já está correndo.
O resultado será parecido com o que aconteceu com o “Bessias”.
