A polêmica envolvendo a camisa “Brasa” pode ser apenas a ponta do iceberg de uma operação muito maior. Existe um instituto que usa esse nome há mais de 10 anos, enviando jovens para o exterior com um objetivo específico: criar um exército de Tabatas Amarais, financiado por gente do BTG e do Itaú.
O esquema funciona da seguinte forma: jovens de baixa renda são financiados com bolsas em universidades progressistas. Depois de formados, retornam ao Brasil e são inseridos em bancos. Na sequência, são financiados e inseridos no sistema político, tornando-se gratos aos padrinhos que os apoiaram.
O resultado prático seria o controle não apenas do sistema financeiro, mas também da política nacional por parte desses financiadores.
