A página Choquei, além de todo o envolvimento com terríveis práticas criminosas, também praticava uma espécie de chantagem com determinadas vítimas que escolhia. Uma delas teria sido Patrícia Poeta, segundo informações divulgadas por Fábia Oliveira no site Metrópoles. A página Choquei teria cobrado cerca de R$ 50 mil da apresentadora para fazer postagens a favor dela. Caso contrário, fariam posts para “destruir” sua carreira. Poeta, por sua vez, não aceitou a oferta e, de fato, chegou a ter conteúdos que a detonavam publicados nos perfis comandados por Raphael Sousa Oliveira, dono da página, preso nesta quinta-feira (16) pela Polícia Federal.
PT da Bahia homenageou advogado preso no esquema bilionário de corrupção do Master
O advogado preso nesta quinta-feira (16) por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), na nova fase da operação Compliance Zero, foi homenageado pelo PT da Bahia. Daniel Monteiro recebeu em dezembro de 2024 o título de cidadão baiano, concedido pelo deputado petista Rosemberg Pinto. Na cerimônia de entrega do título de cidadania, o parlamentar destacou a atuação do advogado na aquisição da Empresa Baiana de Alimentos, responsável pela rede Cesta do Povo. A companhia foi comprada por Augusto Lima, sócio de Daniel Vorcaro, e deu origem ao CredCesta. Festejado pelo PT, na ocasião Daniel Monteiro ouviu também um entusiasmado discurso de Eduardo Sodré, secretário de estado de Meio Ambiente e “filho adotivo” do senador Jaques Wagner. Dá para imaginar o tipo de serviço que Daniel Monteiro prestou ao PT.
Advogada critica delegado e acaba algemada e presa: ninguém respeita mais o profissional da advocacia (veja o vídeo)
O exemplo vem de cima e os abusos estão se alastrando por todo o país. A advogada Áricka Cunha foi presa na tarde de quarta-feira (15), no próprio escritório, em Cocalzinho de Goiás, após publicar em rede social críticas a um despacho policial que arquivou ocorrência registrada por ela. O delegado Christian Zilmon Mata dos Santos considerou que o post configurou difamação, e o caso provocou repercussão e reação da OAB/GO, que informou ter aberto investigação. A advogada afirmou que registrou boletim de ocorrência no qual alegava ter sido ofendida por um servidor público. O delegado, no entanto, arquivou o procedimento sob o fundamento de fato atípico e falta de efetivo. Em seguida, a advogada publicou nas redes sociais críticas à decisão e reproduziu trechos do despacho policial. Após a divulgação do documento, o delegado entendeu que a publicação tinha caráter ofensivo e determinou a prisão da advogada por suspeita de difamação. A detenção ocorreu dentro do escritório da profissional, foi gravada em vídeo, e Áricka Cunha acabou conduzida à delegacia. Ela foi liberada no mesmo dia, após pagamento de fiança de R$ 10 mil. Veja o vídeo:
Cármen Lúcia finalmente fala e admite: crise no Judiciário é grave
Após o recente confronto com o ministro Gilmar Mendes, a ministra Cármen Lúcia decidiu quebrar o silêncio. Nesta sexta-feira (17), ela reconheceu publicamente que a crise de confiabilidade da população brasileira no Poder Judiciário, especialmente no Supremo Tribunal Federal, é “grave” e precisa ser admitida pelos magistrados. A ministra ponderou que, apesar de existirem “erros e equívocos” que necessitam de correção, a instituição segue sendo fundamental para assegurar os direitos dos cidadãos garantidos pela Constituição. “Nós precisamos do Poder Judiciário. Ainda que seja, como tudo na experiência humana, limitado na imperfeição que é própria da humanidade. Cada vez precisa ser melhor, para que o Direito seja aplicado e o cidadão tenha mais confiança. A crise de confiabilidade no Poder Judiciário é séria, grave e precisa ser reconhecida.” Em complemento, Cármen Lúcia afirmou: “Nós temos no Brasil o problema da confiabilidade, principalmente no Supremo, tenho ciência disso. É preciso também saber o que há de equívocos e erros que precisam, sim, ser aperfeiçoados. Mas há um movimento internacional, que a gente sabe, para que não tenhamos Poder Judiciário.” Pesquisa recente do Datafolha revelou que o índice de brasileiros que não confiam no Supremo alcançou patamar histórico, atingindo 43%. Entre aqueles que dizem “confiar muito”, o percentual despencou de 24% para 16%. O aumento da desconfiança está relacionado ao suposto envolvimento de ministros da Corte com o escândalo do Banco Master.
Flávio Bolsonaro mira eleitorado católico para disparar nas pesquisas de 2026
O senador Flávio Bolsonaro definiu o eleitorado católico como alvo estratégico na corrida presidencial de 2026, conforme matéria publicada na revista Veja. A campanha busca diminuir a vantagem de Lula nesse segmento, historicamente ligado ao PT. A equipe de Flávio identifica oportunidades de crescimento entre os católicos. A avaliação considera que mudanças no perfil desse eleitorado abrem espaço para novas abordagens políticas. Parte dos fiéis tem demonstrado interesse em pautas conservadoras. O PT ainda mantém vantagem entre os católicos, mas a campanha de Flávio aposta que esse domínio perdeu solidez. A estratégia envolve aproximação com entidades representativas da Igreja Católica, incluindo a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O objetivo é estabelecer diálogo institucional. A comunicação da campanha passa por ajustes para dialogar com valores tradicionais do eleitorado católico. A ênfase recai sobre temas como família e estabilidade social. O discurso busca suavizar pautas mais radicais, adaptando a mensagem para ressoar entre fiéis que valorizam princípios conservadores. Existe um movimento de católicos em direção ao discurso da direita. A transição ocorre especialmente entre aqueles de perfil mais conservador. A campanha de Flávio Bolsonaro enxerga no eleitor católico uma possibilidade de expansão além de sua base tradicional. O principal obstáculo da estratégia é romper a identificação histórica entre católicos e o PT. A ligação simbólica entre esse eleitorado e o petismo foi construída ao longo de décadas. A campanha aposta em presença institucional e ajustes no discurso como ferramentas para superar essa barreira. A aproximação com lideranças religiosas busca construir pontes e demonstrar abertura ao diálogo. A estratégia evita confronto direto com a hierarquia católica. O movimento representa mudança em relação a posturas anteriores da direita, que frequentemente entrava em conflito com posições da CNBB sobre temas sociais e políticos. A campanha avalia que o eleitorado católico não constitui bloco monolítico. Diferenças regionais, geracionais e de classe social criam oportunidades para abordagens segmentadas. A estratégia considera essas nuances ao definir táticas de aproximação com diferentes perfis de fiéis católicos em todo o país. O sucesso da investida depende da capacidade de consolidar presença institucional e manter consistência no discurso moderado. A campanha reconhece que mudanças no comportamento eleitoral de segmentos tradicionais exigem tempo e trabalho sistemático. O resultado dessa aposta será mensurável nas próximas rodadas de pesquisas eleitorais.
Lula admite possibilidade de derrota para Flávio Bolsonaro e vacila sobre própria reeleição
Em entrevista à revista alemã Der Spiegel nesta quinta-feira (16), o presidente Lula fez uma análise sobre um eventual cenário em que o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) saia vitorioso das eleições deste ano. Questionado sobre as pesquisas eleitorais que indicam chances reais de o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ser eleito, Lula pontuou que, independentemente do perfil do vitorioso, é preciso aceitar o resultado. Ao ser perguntado se não teme que o Brasil possa recair no autoritarismo, Lula respondeu que o Brasil continuará sendo um país democrático. Na sequência, voltou atrás e garantiu que a esquerda vencerá a disputa deste ano. Porém, quando questionado sobre a candidatura à reeleição, o petista vacilou. Disse que “depende”. Explicou que está se preparando para isso, mas que ainda “haverá uma convenção partidária” para discutir os candidatos mais importantes do PT. Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
STF determina retorno de mãe de Henry Borel à prisão após pai da criança acionar Justiça
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que a prisão preventiva de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, seja restabelecida, cassando a decisão proferida pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca da Capital (RJ), em 23 de março. A decisão do STF ocorre após a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar pela prisão de Monique. O parecer foi anexado na Reclamação 92.961, protocolada pela defesa de Leniel Borel, pai da criança, que contesta a decisão do relaxamento da prisão de Monique. A ré foi solta em março deste ano, após o adiamento do julgamento do caso para o dia 25 de maio, depois que a defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, padrasto da criança, abandonou o plenário. De acordo com o subprocurador-geral da República, Antônio Edílio Magalhães Teixeira, o relaxamento da prisão desrespeita decisões anteriores tomadas pelo STF. “O relaxamento da prisão preventiva pelo juízo de primeiro grau importa em violação à autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal que, em análise de mérito para o mesmo caso, restabeleceram a segregação para garantia da ordem pública e conveniência da instrução”, diz o parecer. Na decisão desta sexta-feira (17), o STF determinou “imediato cumprimento pela autoridade policial competente e pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro para as providências cabíveis”. Gilmar Mendes, que proferiu a decisão, concordou que não houve demora injustificada no processo que autorizasse a liberdade de Monique, uma vez que o adiamento do júri ocorreu por atos da defesa de Dr. Jairinho. Henry morreu em 8 de março de 2021 no apartamento onde vivia com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, o médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. À época do crime, os dois afirmaram que a criança teria sido encontrada desacordada no imóvel. Henry foi levado ao hospital, mas os profissionais de saúde constataram a morte por hemorragia interna e laceração hepática. Os réus sustentam a versão de que houve um acidente doméstico e alegam inocência. Contudo, o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) invalidou essa versão após constatar 23 lesões pelo corpo da criança.
EUA notificam Brasil sobre classificação do PCC e CV como organizações terroristas
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, recebeu comunicação oficial de autoridades dos Estados Unidos sobre mudança na política norte-americana de combate ao crime organizado. Representantes de Washington informaram que o país caminha para classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. O encontro ocorreu nesta semana. A comunicação antecipada ao Brasil foi caracterizada como “deferência” por parte do governo norte-americano. Nem todos os países afetados por medidas similares receberam notificação prévia. O México não foi informado antes de a Casa Branca classificar seis grandes cartéis mexicanos como terroristas. O Departamento de Estado norte-americano justifica a nova classificação pelo volume de recursos movimentados pelas facções brasileiras através de operações de lavagem de dinheiro. A mudança de status visa facilitar o que as autoridades chamam de asfixia financeira dessas organizações. A possível classificação do CV e do PCC como organizações terroristas estrangeiras representa alteração de paradigma na política externa dos Estados Unidos para a América Latina. O novo status acionaria o braço financeiro do Departamento do Tesouro com maior rigor contra essas facções. A medida permitiria o congelamento imediato de ativos em território americano. Proibiria qualquer entidade ou indivíduo sob jurisdição dos Estados Unidos de fornecer suporte material às organizações. Essa proibição criaria barreira para a utilização do sistema bancário global pelas facções brasileiras. A iniciativa norte-americana coloca o governo brasileiro em posição diplomática delicada. O Palácio do Planalto e o Ministério da Justiça e Segurança Pública defendem que o enfrentamento ao crime organizado deve ser tratado sob a ótica da cooperação policial. A abordagem de Washington eleva a questão ao nível de ameaça à segurança nacional.
Douglas Ruas é eleito presidente da Alerj e se fortalece para enfrentar Eduardo Paes nas eleições ao governo do Rio
O deputado Douglas Ruas conquistou importante vitória política nesta sexta-feira (17) ao ser eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Pré-candidato ao governo estadual, esta é a segunda vez que o parlamentar é escolhido para o cargo. A primeira votação, realizada no mês passado, havia sido anulada no mesmo dia pela Justiça do Rio. Douglas Ruas concorreu sozinho ao posto e recebeu 44 votos. A oposição, que representa minoria na Alerj, recusou-se a apresentar uma candidatura alternativa porque queria que o voto fosse secreto. O roteiro da oposição foi idêntico ao da primeira eleição. Os deputados boicotaram a sessão e acionaram novamente a Justiça. Um primeiro pedido para impedir a votação foi rejeitado, mas o PDT entrou com mais uma ação nesta sexta-feira. Os partidos também pretendem acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para anular o resultado, caso a Justiça do Rio não atenda ao pedido. Douglas Ruas é o candidato do PL para as eleições ao Palácio Guanabara em outubro. Como presidente da Assembleia Legislativa, ele entra automaticamente na linha sucessória do Executivo, já que neste momento o Rio de Janeiro não tem governador nem vice. No entanto, o deputado só poderá assumir interinamente o Executivo se o Supremo Tribunal Federal permitir. Por enquanto, uma decisão liminar do ministro Cristiano Zanin mantém o desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça, na chefia do estado até segunda ordem.
Pesquisa Quaest mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula e tendência de crescimento
A campanha presidencial só começará oficialmente em 16 de agosto. Mas nesta quarta-feira, 15 de abril, um dado alarmante para Lula e seus aliados: mais uma pesquisa — agora a Quaest — mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula junto à população. A diferença tende a aumentar, considerando-se que em fevereiro Lula tinha vantagem de 43% contra 38% de seu adversário. Pesam as acusações de corrupção, em que Lula está atolado até o pescoço, com suspeita de envolvimento até de seu filho e do irmão. Mais da metade da população não quer um terceiro governo de Lula. Seus apoiadores se limitam, agora, a pessoas mais idosas, de menor renda e moradores do Nordeste. Mas, além da corrupção, um dado fatal: 88% das pessoas constatam indignadas a alta dos preços de alimentos, por exemplo, nos mercados. 81% afirmam que o poder de compra da família está menor do que há um ano. As mentiras de Lula sobre a economia são desmentidas de forma simples e inevitável: quando se chega ao caixa do supermercado. Por outro lado, o endividamento dos brasileiros atingiu dados impressionantes: de 2020 a 2024, dívidas com cartão de crédito subiram 55%, atingindo 53 milhões de pessoas. Segundo relatório do Banco Central, o número de cartões de crédito ativos no Brasil superou 220 milhões, o que significa que o país passou a ter mais cartões em uso do que habitantes. São quase 96 milhões de pessoas usando cartão de crédito, e mais da metade tem dívidas no rotativo, com juros que ultrapassam 430% ao ano, ou parcelado, com taxas médias de cerca de 200% ao ano. A realidade, portanto, está contra Lula, como não poderia deixar de ser. Mesmo se fosse honesto — o que não é — o desgoverno de Lula é desastroso e alcança uma área que destrói qualquer governo: o bolso dos eleitores. Lula deve tentar outro paliativo temporário — ano de eleições — como o Desenrola, que provavelmente não funcionará como o anterior. Assim, Flávio Bolsonaro deve manter o crescimento. E Lula, a queda.