A imagem de Jair Bolsonaro, ainda deputado, falando quase sozinho no plenário da Câmara dos Deputados e alertando para o risco de o Brasil se “venezuelizar” parecia, para muitos, apenas mais um exagero político. Hoje, porém, o país assiste a uma realidade em que o alerta mudou de forma, mas não perdeu a gravidade. Nicolás Maduro foi preso. Bolsonaro também está preso. E, no meio desse abismo político e institucional, multiplicam-se os brasileiros que se declaram perseguidos, silenciados, punidos ou banidos da vida pública. O que antes era discurso virou clamor. Os desdobramentos dos eventos de 8 de janeiro de 2023 produziram centenas de condenações, penas severas, exílios, foragidos, famílias dilaceradas e mortos que passaram a simbolizar o sofrimento de um país rachado. Entre eles, o nome de Cleriston Pereira da Cunha permanece como ferida aberta — não apenas para os seus, mas para todos os que enxergam nesse episódio o retrato de um Estado que pune sem jamais pacificar. Todos os dias surgem novos pedidos de socorro. Vozes como a de Débora, idosos em desespero, famílias destruídas pela espera, pela distância, pelo medo e pela sensação de abandono — relatos de maus-tratos e abusos. Há quem tenha trocado os anos de aposentadoria por uma rotina de angústia, incerteza e sofrimento. Para muitos, a pena já não é apenas jurídica: tornou-se existencial. A condenação, quando deixa de ser compreendida como justiça e passa a ser sentida como vingança, corrói por dentro a própria ideia de Estado de Direito. A morte lenta — emocional, moral, social — avança em etapas, como um cruel processo, diante de uma nação que assiste, se acostuma e silencia. Estamos no quarto ano desde a ruptura que tantos denunciam como tomada de poder. O que era um grito isolado tornou-se uma multidão pedindo socorro. E o mais grave: o número dos que se sentem perseguidos cresce na mesma medida em que diminui a capacidade nacional de se indignar. A caixa de marimbondos foi cutucada. E os insetos já não atacam um grupo apenas: espalham medo, desordem e destruição por toda a nação. Quem deterá essa fúria? A crise brasileira já não é apenas política. É ética, moral, social e espiritual. E toda crise que se prolonga além do limite do socorro deixa de ser crise: transforma-se em sentença. Sentença de morte. O Brasil dos patriotas pede socorro. A pergunta que resta é esta: quem ainda terá coragem de responder? Estamos diante de uma escravidão coletiva? Eleições à vista. E todas as estratégias — e estratagemas — usadas nas eleições passadas parecem permanecer em pleno vigor. Tudo pronto para repetir 2022. Só copiar. E colar. O Brasil aguenta mais quatro anos de crise, polarização e vingança declarada? Não. Então, reaja, Brasil!
Delegados da PF formalizam insatisfação: 97% exigem reabertura de negociação após governo descumprir compromisso
A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal enviou na terça-feira (15) um ofício ao presidente Lula registrando formalmente a insatisfação da categoria. O documento aponta o descumprimento de compromisso assumido no fim de 2025 pelo então ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, que havia prometido propor ao Congresso Nacional a criação do Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas. O Funcoc representava a principal reivindicação das categorias de segurança pública federal nos últimos meses. O fundo seria financiado exclusivamente por recursos de origem criminosa. Bens apreendidos e confiscados, valores provenientes de acordos judiciais e receitas de apostas alimentariam o mecanismo. O objetivo central era fortalecer financeiramente o combate ao crime organizado no país. O governo federal editou há dez dias uma medida provisória em resposta à mobilização policial. A MP destina parte dos recursos do Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades fim da Polícia Federal ao custeio de saúde dos policiais federais. A iniciativa, no entanto, foi mal recebida pelos delegados. A medida provisória provocou “extrema frustração” entre os delegados da categoria. Segundo o ofício entregue ao governo, os profissionais “enxergam cada vez mais o rebaixamento da carreira e se preocupam com as reais condições futuras de enfrentamento ao crime organizado”. O documento foi assinado pelo presidente da ADPF, Edvandir Paiva. O texto informa que a categoria foi consultada formalmente sobre a medida provisória editada pelo governo. Entre os delegados votantes, 92% entenderam que a iniciativa não atendeu às reivindicações da classe. A consulta revelou outro dado expressivo. Do total de votantes, 97% acreditam que o governo federal deve reabrir as discussões com a carreira. Os números demonstram o alto grau de insatisfação com o encaminhamento dado pelo Executivo à questão. A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal apresentou uma solicitação específica ao governo. A entidade pediu a abertura imediata de mesa de negociação com o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A ADPF requer também a participação do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos nas tratativas para resolver o impasse.
Ditadura escancarada: o que era velado foi revelado, o que era secreto, publicizado
Não há mais prudência, cautela, vergonha ou pudor. Tudo agora acontece às claras, sem disfarces. O processo começou lá atrás, disfarçado como “combate às fake news”, censurando veículos de comunicação, chamando de “ataques às instituições democráticas” denúncias de enriquecimentos incompatíveis com a renda de funcionários públicos de alto escalão, demissão de técnicos subalternos que denunciavam indícios de corrupção, perseguidos como infratores de um “sigilo profissional” distorcido para a blindagem de ilicitudes. CPIs, inquéritos secretos, reportagens, atropelos das leis com interpretações pra lá de criativas, “golpes” forjados, prisões espetaculosas — tudo meticulosamente ensaiado para criar um cenário de “ataque à democracia”, “perigo para as instituições”, paulatinamente executado e repetido para incutir no imaginário coletivo a crença de que um “fascismo” inexistente ameaçava a nação e os déspotas, que foram concentrando e acumulando poderes, seriam a única salvação possível. Muitos caíram no conto e muitos ainda acreditam. À medida em que os poderes foram se concentrando e as pessoas obedecendo, o destemor e a ousadia foram crescendo. Hoje não se acham mais obrigados a justificar patrimônios milionários, incompatíveis com seus salários públicos, nem dar satisfações sobre contratos estratosféricos firmados com notórios criminosos, voos em seus jatos, festas e degustações nababescas, sociedades em resort, cassinos etc. Pelo contrário, quando suspeitas são levantadas, são os denunciantes a serem perseguidos e punidos. Com direito a reprimendas e pitos humilhantes divulgados ao vivo! Ameaçam, chantageiam, perseguem, censuram e prendem na cara dura, ao vivo e a cores. Chegaram ao ponto de proibirem qualquer denúncia ou investigação sobre eles, que não sejam autorizadas, investigadas e julgadas por eles próprios. Não satisfeitos em dominarem o cenário nacional, inspirados em Stalin ou Mao, não sei, passaram a perseguir, monitorar e espionar dissidentes em outros países. Emitirem ordens secretas contra cidadãos estrangeiros, a serem cumpridas por empresas de outra nacionalidade, atropelando ou ignorando todos os tratados diplomáticos de relações bilaterais. Realmente acreditaram ser onipotentes, onipresentes, intocáveis e impuníveis. Temerariamente ignoraram, ou menosprezaram a existência de poderes superiores aos deles, aos quais passaram a contrariar. Irresponsável e inconsequentemente desafiaram e ameaçaram banqueiros e redes de comunicação bancadas pelos donos da grana. Passaram a ameaçar e chantagear antigos aliados políticos, também bancados por essa mesma casta econômica. Fizeram algo ainda pior e mais perigoso: bateram de frente com a nação mais poderosa do mundo, aliando-se e protegendo aos maiores inimigos dessa nação (vocês sabem sobre o que falo, começa com N, de narcotráfico e T, de terrorismo, além da China, Rússia, Venezuela e Irã). O poder cega e a ambição enlouquece. Isso não tem como acabar bem. As consequências destes atos insanos, só Deus pode saber. Pedro Possas. Médico.
Vereador petista desacata PM, é preso em assentamento do MST e vídeo expõe ofensas (Veja o vídeo!)
O vereador de Goiânia, Fabrício Rosa (PT), foi preso por desacato nesta sexta-feira (17) pela Polícia Militar de Goiás enquanto participava de uma manifestação em memória ao massacre de Eldorado dos Carajás. O caso aconteceu dentro de um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), localizado no município de Santa Helena de Goiás. A Polícia Militar informou que o vereador descumpriu ordens legais, tentou romper o isolamento e proferiu ofensas contra os policiais militares. Por isso, foi preso em flagrante. Em nota, o MST se solidarizou com o vereador e com outro militante preso. A organização afirmou que a manifestação era pacífica e se encaminhava para o final quando a prisão aconteceu. Segundo a Polícia, a manifestação provocou o bloqueio da rodovia e, por isso, foram adotados protocolos de gerenciamento de crise, com o devido isolamento da área. Em um vídeo que circula nas redes sociais, Fabrício questiona o porquê de estar sendo impedido de acessar a área e não tem reação dos policiais. Em seguida, faz acusações contra a conduta da Polícia Militar, momento em que um dos PMs dá voz de prisão contra ele. “É permitido andar na rodovia. Mais uma vez, a Polícia Militar, que assassina jovens todos os dias, que mata jovens negros todos os dias, que comete ilegalidades, não quer permitir que um parlamentar…”, dizia ele quando um dos policiais anuncia a prisão. Veja o vídeo:
Filho de Oscar Schmidt faz homenagem emocionante ao pai: “O mundo perde um ídolo, eu perco meu pai”
Felipe Schmidt, filho mais velho do lendário Oscar Schmidt, um dos maiores jogadores da história do basquete mundial, publicou uma homenagem emocionante ao pai em suas redes sociais. “Hoje o mundo perde um ídolo, e eu perco meu pai. Hoje não está sendo um dia fácil. Quando as pessoas diziam que a dor de perder um pai ou uma mãe é inexplicável, elas tinham razão. Um vazio se cria dentro de você, você fica sem chão, e parece que um pedaço de você foi arrancado”, escreveu Felipe. O filho do Mão Santa prosseguiu com uma mensagem de esperança: “Mas o tempo cura tudo, e essa dor vai ficar mais fácil de lidar. Ela nunca vai sair de mim, porém vai amenizar”. Felipe também fez um apelo aos brasileiros neste momento de luto: “Queria pedir que respeitassem minha família neste momento duro e que nos deixem viver o nosso luto. Mas também que celebrem a vida que meu pai teve dentro e fora das quadras. Ele foi um herói e deixou um legado no basquete que poucos alcançaram.” Oscar Schmidt, conhecido como Mão Santa, foi um dos maiores ícones do basquete brasileiro e mundial, deixando um legado inesquecível no esporte.
Morre Oscar Schmidt, o Mão Santa, ícone do basquete brasileiro
O Brasil perdeu um de seus maiores ídolos esportivos. Morreu Oscar Schmidt, o lendário Mão Santa, nome que ultrapassou as barreiras do esporte e se tornou símbolo nacional. Não se foi apenas um jogador. Partiu um capítulo inteiro da história brasileira do basquete. Maior pontuador da história do basquete por décadas, dono de quase 50 mil pontos, herói do histórico ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, recordista olímpico e integrante do Hall da Fama, Oscar não foi apenas extraordinário. Foi irrepetível. Seu arremesso virou assinatura. Sua coragem diante da doença virou lição. Sua presença virou patrimônio afetivo do país. Das quadras do Flamengo às jornadas com a Seleção Brasileira, Oscar carregou o Brasil nos ombros — e muitas vezes nas mãos. Mãos santas. O placar está em silêncio. Mas o legado de Oscar Schmidt permanece vivo e jamais sairá do jogo.
Flávio Bolsonaro está a uma canetada de ser impedido de concorrer em 2026
Com a abertura de mais uma investigação contra Flávio Bolsonaro, o aparato estatal deixa claro que pretende repetir a censura e perseguição contra a direita vista em 2022. Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal abrisse inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro por calúnia contra Lula. O motivo? Uma postagem de 3 de janeiro em que o parlamentar associou o presidente a Nicolás Maduro e ao tráfico internacional de drogas. Na prática, Flávio Bolsonaro disse o que qualquer brasileiro minimamente informado sabe: que Lula e Maduro são aliados de longa data, e que o ditador venezuelano foi acusado pelos Estados Unidos de envolvimento com o tráfico internacional de drogas. É necessário lembrar que a Constituição brasileira garante imunidade a parlamentares por quaisquer palavras. E que Lula jamais foi questionado por chamar Jair Bolsonaro de “genocida”, “miliciano”, “fascista”, “mentiroso”, “negacionista”, “desumano”, “pessoa do mal” e “covarde”. O PL entrou com representações no TSE pedindo a remoção dos vídeos com essas acusações, em 2022. O TSE negou o pedido por 4 votos a 3, mantendo os vídeos no ar. A relatora Cármen Lúcia entendeu que as declarações estavam dentro dos limites da liberdade de expressão. Formaram a maioria os ministros Benedito Gonçalves, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes. A resposta do sistema ao post de Flávio Bolsonaro veio à tona agora: criminalizar a crítica. O inquérito foi aberto a pedido da própria Polícia Federal, com requisição do Ministério da Justiça – ou seja, o governo acionou a PF, que acionou o Supremo, que acionou Moraes. Tudo dentro da mesma engrenagem. O procurador-geral da República Paulo Gonet, como de costume, deu parecer favorável, afirmando haver “indícios concretos” de prática criminosa. Indícios de quê? De que um senador da República ousou criticar o presidente. Estamos diante de uma repetição exata do que aconteceu em 2022. Vale lembrar: naquela eleição, o TSE sob comando de Moraes proibiu menções à ligação Lula-Maduro, bloqueou em massa contas de apoiadores de Bolsonaro e criou um ambiente de desequilíbrio eleitoral sem precedentes. Eduardo Tagliaferro, então chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) do TSE, confessou perante o Congresso: ele operava ativamente para censurar a direita. Agora, Tagliaferro é réu no STF – processado não pelas irregularidades que cometeu a mando de Moraes, mas por supostamente ter deixado vazar as provas. O próprio Flávio Bolsonaro reconheceu isso em sua nota, ao afirmar que o procedimento “evoca práticas de censura e bloqueios de contas vistos no pleito de 2022”. A diferença é que agora o alvo é o principal adversário eleitoral de Lula. As pesquisas explicam a urgência do sistema. O Datafolha de 7 a 9 de abril mostra Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula no segundo turno: 46% a 45%. Em março, Lula ainda liderava por 46% a 43%. Ou seja, a tendência é de crescimento contínuo de Flávio e queda de Lula. A Quaest confirmou o cenário. Mesmo pesquisas que historicamente “erram” para a esquerda – e nas últimas eleições “erraram” por dois dígitos no primeiro turno – já mostram o favoritismo da direita. É nesse contexto que o inquérito contra Flávio precisa ser lido: não como um ato jurídico, mas como um ato político. Enquanto isso, o que acontece com os ministros que estão literalmente envolvidos com o Banco Master? A CPI do Crime Organizado, que funcionou por cinco meses no Senado com 18 reuniões e 19 depoimentos, terminou ontem sem aprovar seu relatório final. O senador Alessandro Vieira apresentou um documento de 221 páginas pedindo o indiciamento por crimes de responsabilidade de três ministros do STF – Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes – e do procurador-geral da República Paulo Gonet. O relatório foi rejeitado por 6 votos a 4, numa articulação que envolveu o governo Lula, o presidente do Senado Davi Alcolumbre e os próprios ministros do Supremo. Na prática, o sistema blindou a si mesmo usando o Senado. Os fatos que motivaram o pedido de indiciamento são gravíssimos. Toffoli era o relator do caso Banco Master no Supremo e, ao mesmo tempo, sócio da empresa Maridt Participações, que vendeu cotas de um resort de luxo no Paraná – o Tayayá, em Ribeirão Claro – a um fundo ligado ao cunhado de Daniel Vorcaro, o banqueiro dono do Master, preso desde março. Quando a PF deflagrou a Operação Compliance Zero e encontrou citações a Toffoli no celular de Vorcaro, o ministro mandou lacrar o material apreendido em seu gabinete e criou dificuldades para a perícia. Só deixou a relatoria após a pressão se tornar insustentável, em fevereiro deste ano. Moraes, por sua vez, carrega o peso do contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes. O acordo previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões por três anos, a partir de 2024. Dados da Receita Federal obtidos pela CPI indicam que o escritório efetivamente recebeu R$ 80,2 milhões do banco entre 2024 e 2025 – cerca de dez vezes mais que a média paga às 60 outras bancas contratadas pelo Master. O contrato não especificava causas ou processos: o escritório deveria representar o banco “onde for necessário”. E Vorcaro tratava esses pagamentos como prioridade absoluta, orientando sua equipe que os repasses “não podiam deixar de ser feitos em hipótese alguma”. A explicação apresentada pelo escritório foi risível: 94 reuniões, 36 pareceres e 22 manuais em 22 meses. Especialistas até simpáticos ao ministro consideraram os valores incompatíveis com os serviços descritos. E Gilmar Mendes? Concedeu um habeas corpus que impediu a CPI de quebrar o sigilo da Maridt Participações – justamente a empresa de Toffoli envolvida com o resort e o fundo ligado ao Master. Na prática, um ministro do Supremo protegeu outro ministro do Supremo de uma investigação parlamentar legítima. O procurador-geral da República Gonet, que deveria ser uma força independente, se recusou a abrir investigações contra qualquer um dos ministros, alegando “não ter visto indícios de crime”. É o mesmo Gonet que foi sócio de Gilmar
Jornalismo mineiro de luto: morre mais uma profissional aos 57 anos
Ainda sob o impacto da morte de uma equipe da Band em acidente de trânsito, o jornalismo mineiro se despede de mais uma profissional. A jornalista Adriana Cecy Renan morreu na madrugada desta sexta-feira (17), aos 57 anos, em Belo Horizonte (MG). Ela estava internada desde a última segunda-feira (6/4), no Hospital Orizonti, na região Centro-Sul da capital, onde tratava um câncer de mama com metástase no fígado. Adriana não deixa filhos. Nascida em 29 de maio de 1969, em Belo Horizonte (MG), Adriana Renan construiu uma carreira consolidada no jornalismo mineiro, com passagens pela TV Assembleia, pela TV Globo e pelo jornal O Tempo. Ficou marcada pela atuação em cargos de liderança e pela influência na formação de profissionais nas redações por onde passou.