O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes declarou que o inquérito das fake news deve ser mantido “pelo menos até as eleições”. A afirmação do magistrado revela que a intenção é manter o instrumento ativo até o pleito de 2026. Instrumentos investigativos são normalmente utilizados para apurar crimes já ocorridos ou em andamento. A vinculação do procedimento ao calendário eleitoral levanta questionamentos sobre os objetivos da medida. Gilmar Mendes já havia solicitado anteriormente a inclusão de um candidato à Presidência da República no inquérito das fake news. A medida pode afetar diretamente candidatos e o desenvolvimento da disputa presidencial. Veja o vídeo:
Campanha permanente de Lula, Janja e Sidônio cai no ridículo enquanto brasileiro corre para pagar as contas
A pior coisa para quem trabalha e corre desesperado para pagar as contas — tarefa cada vez mais difícil — é a insistência de quem vive em campanha permanente. Enquanto milhões de brasileiros enfrentam filas, trânsito, juros, aluguel e supermercado, um marqueteiro ultrapassado insiste em transformar as redes sociais em palanque eleitoreiro 24 horas por dia. No Brasil real, o cidadão acorda cedo e dorme tarde. Porém, no Brasil digital de Brasília, grava-se vídeo, ensaia-se bordão, publica-se dancinha institucional, reage-se a meme, monitora-se crítica e sonha-se com censura — revelando um abismo entre quem sua para fechar o mês e quem parece ocupado apenas em exercer poder e administrar imagem. Quando o principal governante, sua consorte e ministros do STF super poderosos procuram aparecer em demasia, nasce a caricatura. O excesso de exposição corrói a autoridade: toda fala vira teste, toda aparição vira julgamento e toda gafe vira manchete global. A insistência em ocupar cada espaço público produz o efeito inverso. Em vez de presença, saturação. Em vez de liderança, desgaste. A figura presidencial, dos membros do Congresso Nacional e sobretudo dos ministros da Suprema Corte exige liturgia, sobriedade e senso de timing. Quando isso se perde, surgem comparações incômodas com líderes vistos como ditadores desconectados ou presos ao improviso — e suas primeiras-damas, sem voto nem mandato, ridicularizadas de cabo a rabo. Quanto ao marketing, nenhum marqueteiro faz milagre, principalmente quando se revela ultrapassado e retrógrado, insistindo com fórmulas antigas que sabotam a embalagem. Comunicação política pode lapidar, não ressuscitar. Pode organizar discurso, não apagar gafes diárias. Pode criar narrativa, mas não substitui inflação baixa, segurança alta, emprego forte e sensação de rumo. O problema de campanhas antecipadas é simples: elas lembram ao eleitor, todos os dias, que há eleição demais e solução de menos. Enquanto o povo corre para pagar boleto, a política corre atrás de like. E quando o governante tenta trocar gestão por performance, vira personagem de si mesmo. No fim, a internet é cruel com quem se leva a sério demais. O brasileiro, especialista mundial em humor involuntário, transforma qualquer excesso em chacota em questão de minutos — confirmando que governantes caem menos pela oposição e mais pelo ridículo. José H. C. Abreu.
Quadrilha brasileira é desmantelada nos EUA após extorquir imigrantes ilegais em esquema milionário de fraude
Autoridades dos Estados Unidos prenderam quatro brasileiros acusados de comandar um esquema criminoso de fraude contra imigrantes sem documentos. A operação ocorreu na Flórida nesta semana. O grupo teria movimentado mais de US$ 20 milhões com promessas falsas de regularização migratória. A maioria das vítimas identificadas é brasileira. As prisões foram realizadas pelo Gabinete do Xerife do Condado de Orange após investigação iniciada em setembro. Os detidos são Vagner Soares de Almeida, fundador da empresa Legacy Imigra, Juliana Colucci, esposa de Almeida, Ronaldo Decampos e Lucas Filipe Trindade Silva. Todos respondem por organização criminosa, fraude organizada, extorsão e exercício ilegal da advocacia. A Legacy Imigra se apresentava como prestadora de serviços de assistência em processos de imigração e asilo. O xerife do Condado de Orange classificou as atividades da empresa como uma organização criminosa baseada em “manipulação, fraude, mentiras e extorsão”. A empresa atraía clientes por redes sociais e indicações pessoais. Após a contratação e início dos pagamentos, os clientes passavam a sofrer pressões sistemáticas. A investigação aponta que a organização convencia pessoas em situação de vulnerabilidade a pagar quantias elevadas por pedidos fraudulentos ou preenchidos inadequadamente. Em alguns casos, o grupo retinha documentos dos clientes para exigir pagamentos adicionais. As autoridades relataram que a organização criava contas de e-mail em nome dos contratantes sem autorização. A retenção de documentos migratórios servia como instrumento de coerção. A empresa explorava o medo de deportação das vítimas. A Legacy Imigra divulgava ter advogados qualificados em questões de imigração. Os investigadores constataram a ausência de profissionais licenciados prestando serviços na empresa. O caso chegou ao conhecimento policial em setembro. Um advogado reportou ter recebido múltiplas denúncias contra a organização. Sete vítimas prestaram colaboração formal com as investigações. Essas pessoas residem na Flórida, Carolina do Sul, Connecticut e Nova Jersey. Os valores reportados como perdas individuais variam entre US$ 2,5 mil e US$ 26 mil. A operação contou com participação de agentes federais de segurança interna e do gabinete do procurador-geral da Flórida. Durante a ação, outras pessoas encontradas no local foram colocadas sob custódia das autoridades de imigração norte-americanas. Elas podem enfrentar processos de deportação. As autoridades destacaram que a empresa acumulou riqueza explorando pessoas com menores condições de defesa. Segundo informações policiais, o principal investigado também estaria em situação migratória irregular nos Estados Unidos. A investigação prossegue para identificar possíveis vítimas adicionais e apurar a extensão completa das atividades fraudulentas.
Gilmar Mendes tenta humilhar Zema, mas resposta vem desmoralizante e fulminante (veja o vídeo!)
Em um novo capítulo do embate público travado com Romeu Zema, o ministro Gilmar Mendes tentou partir para a ironia, debochando do sotaque mineiro do ex-governador. “Ele fala um dialeto próximo do português. Muitas vezes a gente não o entende”, afirmou o decano do Supremo Tribunal Federal. A resposta de Zema não demorou e veio de forma contundente: “Sabe porque você não entende o que eu falo, Gilmar Mendes? É que o linguajar de brasileiros simples como eu é diferente do português esnobe dos intocáveis de Brasília.” “O problema não é você não entender as minhas palavras. O problema é os brasileiros não entenderem os seus atos.” “É você recorrer ao autoritarismo pra calar os que criticam o comportamento de ministros do supremo.” “É você e os seus colegas terem perdido a noção do que separa o público do privado. O certo, do errado. É isso o que brasileiros simples como eu não conseguem entender. É isso o que nós não vamos mais aceitar.” Veja o vídeo:
O estado em que a direita pode ter 2 candidatos a governador no 2º turno e eleger 2 senadores
Uma nova pesquisa divulgada pelo Instituto Veritá aponta um cenário eleitoral promissor em Mato Grosso do Sul. O levantamento indica crescimento consistente de João Henrique Catan (NOVO), que já aparece consolidado na segunda colocação e desponta como principal adversário do atual governador, Eduardo Riedel (PP), em um possível segundo turno. Na intenção estimulada, Riedel lidera com 52,8% dos votos válidos, enquanto Catan registra 24,1%, abrindo vantagem sobre Fábio Trad (PT), que aparece com 20,9%. Outro dado relevante é o índice de rejeição. Fábio Trad lidera negativamente, com 53,3%, seguido por Riedel, com 18,2%. Catan não aparece entre os mais rejeitados, o que pode favorecer seu crescimento nas próximas rodadas da disputa. Para o senado, os candidatos de direita – Reinaldo Azambuja, Marcos Pollon e Renan Contar, todos do PL, lideram nos diferentes cenários aplicados.
Esquema bilionário de fraudes no INSS: investigação expõe R$ 40 bilhões desviados e envolve filho de Lula
A investigação da CPMI do INSS expôs uma rede bilionária de lavagem de dinheiro que movimentou quase 40 bilhões de reais. O esquema de fraudes envolve figuras importantes da República e até o filho de Lula, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Em entrevista exclusiva ao jornalista Diogo Forjaz, o deputado Alfredo Gaspar, relator da CPMI, traz detalhes dessa trama que mancha a história do Brasil e marca negativamente o governo Lula, mais uma vez. O roubo covarde de milhões de aposentados e pensionistas brasileiros estava na mira de poucos parlamentares verdadeiramente comprometidos com a justiça. No entanto, o sistema blindou os investigados. Pressões políticas e decisões judiciais travaram a CPMI, impedindo o aprofundamento das apurações e a aprovação do relatório final que apontava mais de 200 indiciamentos. O deputado Alfredo Gaspar não mede palavras ao denunciar a impunidade que protege os poderosos enquanto os idosos brasileiros são prejudicados. Assista à entrevista exclusiva:
Ex-presidente do BRB quer transferência para a PF e prepara delação que pode expor encontro polêmico na mansão de Vorcaro
Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), vai solicitar sua remoção do Complexo Penitenciário da Papuda para as instalações da Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O executivo foi preso no dia 16 de abril na quarta fase da Operação Compliance Zero. O pedido será direcionado ao ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), com o objetivo de viabilizar negociações para uma colaboração premiada. A estratégia de defesa de Costa passou por reformulação completa após sua detenção. A mudança na defesa de Costa segue o caminho adotado por Daniel Vorcaro, ex-controlador do Master. Vorcaro estava na Penitenciária Federal de Brasília e conseguiu autorização do ministro Mendonça para transferência à Polícia Federal após indicar disposição para colaborar. O banqueiro também trocou sua equipe jurídica e contratou José Luiz Oliveira Lima, advogado especializado em acordos de colaboração premiada. Os novos advogados de Costa argumentarão que as condições da Papuda são inadequadas para discussão e negociação de uma proposta de colaboração. A defesa solicitará que o ex-presidente do BRB receba tratamento equivalente ao concedido a Vorcaro. O objetivo é criar ambiente apropriado para as tratativas com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal. Um elemento adicional impulsiona o pedido de transferência: a gestão da Papuda pelo governo do Distrito Federal. A defesa de Costa considera que essa vinculação representa um problema. O ex-governador Ibaneis Rocha seria um dos principais nomes em uma eventual delação do ex-presidente do BRB. Ibaneis deixou o governo distrital no final de março para concorrer ao Senado Federal. A vice-governadora Celina Leão assumiu o Palácio do Buriti. Apesar dos esforços de Leão para se distanciar do escândalo, a defesa de Costa considera que a conexão com a gestão anterior justifica a necessidade de remover o executivo da Papuda. A urgência na negociação da delação tem razões estratégicas. Fontes próximas aos desdobramentos da investigação indicam que Costa precisa “passar à frente” de Vorcaro nas tratativas. Caso o proprietário do Master formalize seu acordo primeiro, a capacidade de Costa oferecer informações relevantes suficientes para obter uma colaboração premiada com a PF e a PGR ficará comprometida. Um ponto que terá que ser tocado numa eventual delação é um certo encontro que Paulo Henrique Costa teve na mansão do banqueiro Daniel Vorcaro com uma poderosa autoridade.
FBI resgata criança de 10 anos em Cuba após sequestro internacional para cirurgia de transição de gênero
A polícia federal dos Estados Unidos enviou uma aeronave a Cuba para resgatar uma criança americana de 10 anos. A operação extraordinária ocorreu na última segunda-feira (20). Rose Inessa-Ethington, de 42 anos, e Blue Inessa-Ethington, de 32 anos, foram presas. As duas mulheres residem no condado de Cache, em Utah, e agora enfrentam acusações federais de sequestro internacional perante a justiça americana. Documentos judiciais federais indicam que as acusadas teriam levado a criança para o país caribenho com o objetivo de submetê-la a uma cirurgia de transição de gênero. Um jato Boeing 757 do Departamento de Justiça seguiu uma trajetória incomum da Virgínia diretamente para Cuba. A rota gerou especulações na internet sobre a natureza da missão entre entusiastas da aviação que monitoram rotas de aeronaves governamentais. A explicação para o voo estava em uma denúncia federal apresentada dias antes em um tribunal de Utah. Um funcionário americano confirmou que o avião pousou em Cuba na segunda-feira para buscar a criança. O funcionário falou sob condição de anonimato. Rose Inessa-Ethington, que antes de sua transição de gênero forneceu o esperma para a concepção da criança, compartilha a guarda com a mãe biológica. Nos autos do processo, a mãe biológica é identificada apenas como “LB”. A agente especial do FBI Jennifer Waterfield apresentou uma declaração juramentada em um tribunal federal de Utah na semana passada. A declaração detalha o que a polícia federal considera um elaborado plano de sequestro. A operação teria envolvido vários países e o pagamento de US$ 10.000, equivalente a R$ 50 mil em dinheiro. Os investigadores acreditam que as duas mulheres enganaram a mãe biológica da criança. Elas inventaram uma falsa viagem de acampamento ao Canadá. Após obter a criança, seguiram para o México antes de fugir para Cuba. Advogados e especialistas que trabalham com casos de sequestro parental afirmaram que a ação do FBI é extraordinária. Casos de sequestro parental geralmente são complexos, especialmente quando um dos pais viaja com a criança para o exterior. O envio de um avião governamental de grande porte para fora do país é extremamente raro. Jay Groob, presidente da American Investigative Services, uma empresa que auxilia clientes em casos de guarda e recuperação de crianças, comentou sobre a operação. “Isso é bizarro, extremamente incomum”, disse Groob. “Nunca ouvi falar de algo assim”, acrescentou o especialista. O caso toca em uma questão política central para o governo Trump. A administração tem priorizado reprimir e restringir cirurgias de transição de gênero em menores. O governo classificou esses procedimentos como “mutilações cirúrgicas e químicas”. O FBI afirmou ter tomado conhecimento de preocupações expressas por familiares das acusadas. Havia temores de que as duas mulheres pretendiam levar a criança para Cuba. O objetivo seria submeter a criança a uma cirurgia de transição de gênero “antes da puberdade”. Nos autos, a criança é descrita como um “menino biológico de 10 anos que se identifica como menina”. As autoridades cubanas colaboraram com a localização das duas mulheres e da criança. A polícia cubana encontrou o grupo em território cubano na quinta-feira da semana passada. A criança foi recuperada e entregue à mãe biológica em Utah na terça-feira. Melissa Holyoak, primeira assistente do procurador dos Estados Unidos em Utah, divulgou declaração oficial sobre o caso. “Agradecemos às autoridades policiais por agirem rapidamente para devolver a criança à mãe biológica”, afirmou Holyoak em comunicado à imprensa distribuído pelo Departamento de Justiça na terça-feira. As duas acusadas foram transportadas para Richmond, na Virgínia, em uma aeronave do Departamento de Justiça. A extensão completa da cooperação prestada pelo governo cubano permanece indefinida. O voo de resgate ocorreu semanas após o governo Trump enviar uma delegação diplomática de alto escalão a Cuba para negociar mudanças na ilha. A criança dividia seu tempo entre as residências de suas mães divorciadas. Rose e Blue haviam programado uma viagem de acampamento para Calgary, em Alberta, no Canadá, marcada para 28 de março. A excursão incluiria a criança de 10 anos e o filho de 3 anos de Blue. As mulheres nunca chegaram ao hotel ou ao local de acampamento. Elas interromperam toda comunicação com “LB”. A criança deveria ter retornado aos cuidados da mãe biológica em 3 de abril. A devolução não ocorreu, violando o acordo de custódia parental estabelecido. Investigadores descobriram que as duas mulheres cruzaram a fronteira canadense pelo estado de Washington em 29 de março. Da Colúmbia Britânica, voaram com a criança para a Cidade do México. De lá, seguiram para Mérida, no México, e embarcaram para Havana em 1º de abril utilizando seus passaportes americanos. A polícia local de Utah e o FBI iniciaram investigação após o desaparecimento. A agente federal Waterfield detalhou evidências que o governo considerou indicativas de uma operação cuidadosamente planejada. Uma busca na residência do casal revelou US$ 10.000 em dinheiro sacado e listas de tarefas com planos específicos. As listas incluíam instruções para esvaziar contas bancárias, aprender espanhol, obter vistos de turista e armazenar pertences em um depósito. Investigadores também localizaram anotações com instruções de uma terapeuta de saúde mental de Washington, capital dos Estados Unidos. As anotações relacionavam-se a “cuidados médicos de afirmação de gênero para crianças” e incluíam um pedido de pagamento no valor de US$ 10.000 pelo serviço. Um tribunal estadual de Utah emitiu ordem em 13 de abril determinando a devolução imediata da criança à mãe biológica. A decisão judicial também concedeu a guarda exclusiva da criança a “LB”. Waterfield afirmou em documentos judiciais que familiares acusavam Rose de manipular a criança para que se identificasse como menina. Agentes federais também declararam que as mulheres aparentemente não haviam feito planos para retornar aos Estados Unidos com a criança, violando leis federais internacionais de sequestro parental. Steven Ethington, irmão de Rose, declarou ao New York Times na terça-feira que ela vinha “insistindo bastante” para que a criança fizesse a cirurgia de transição desde que ela tinha cerca de 5 anos. Ethington acrescentou que teria apoiado a identidade de gênero da criança se parecesse ser uma escolha dela. “Tudo isso parecia vir
Marcel van Hattem dispara na liderança e direita caminha para fazer os 2 senadores no RS
Nova pesquisa da Brasmarket para o Senado no Rio Grande do Sul coloca o deputado federal Marcel van Hattem (NOVO) na liderança da disputa. Na pesquisa estimulada, quando os entrevistados escolhem o candidato a partir de uma lista pré-definida, Marcel lidera o somatório dos dois votos com 31,5%, seguido por Sanderson com 21,3%, consolidando a força da aliança de direita no estado gaúcho, que tem ainda Zucco e Silvana Covatti para governador e vice. Manuela D’Ávila (PSOL) aparece com 21%, Germano Rigotto (MDB) com 16,2%, Paulo Pimenta (PT) com 13,4%, e Frederico Antunes (PSD) com 9,3%. Para Marcel, os números refletem uma tendência clara do eleitorado gaúcho: “Os dados mostram que há um movimento consistente de apoio a candidaturas de direita, que defendem mudanças reais no Senado, as mais importantes para mudar de fato o Brasil e acabar com a farra dos intocáveis. Fico muito honrado com essa confiança e, ao lado do Sanderson, seguimos trabalhando para representar o Rio Grande com firmeza e compromisso”, afirmou. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números RS-01619/2026 e BR-02697/2026. Os dados completos da pesquisa estão no arquivo em anexo.
TCU investiga rombo milionário na Eletronuclear e aponta R$ 1,3 bilhão em riscos
O Tribunal de Contas da União (TCU) está monitorando o rombo milionário contabilizado pela Eletronuclear. A Corte de Contas determinou o acompanhamento de contratações e mantém auditorias em andamento para levantar o débito ao erário. A estatal registrou um prejuízo líquido de R$ 142 milhões em 2025 — R$ 120 milhões a mais do que o esperado —, segundo balanço publicado. O resultado foi atribuído a efeitos contábeis e regulatórios. Porém, internamente, funcionários afirmam que o buraco é mais embaixo. Segundo fontes, a ENBPar, sócia majoritária da Eletronuclear, só tomou conhecimento do déficit menos de duas semanas antes da divulgação do balanço. Em paralelo, o sindicato dos trabalhadores das empresas de energia do Rio acusa os diretores da estatal de colocarem a empresa em risco de colapso, com impacto sobre a soberania energética do Brasil. Uma das principais preocupações é que a empresa seja impactada com o desligamento de funcionários da RP Engenharia, terceirizada que presta serviços à Eletronuclear. Inicialmente, o sindicato havia reportado 22 baixas nos setores operacional e administrativo da estatal, mas alguns avisos prévios foram cancelados. No TCU, são pelo menos seis acórdãos referentes ao controle externo da Eletronuclear desde 2025. Em um deles, o tribunal determinou a revisão do orçamento da licitação para a conclusão da usina de Angra 3, além do monitoramento. A Corte também monitora um saque irregular de R$ 374 milhões feito pela estatal sem a anuência prévia dos órgãos reguladores (Aneel e CNEN) e acompanha de perto as obras da Unidade de Armazenamento a Seco (UAS) e Prédio de Monitoração de Rejeitos (PMR), infraestrutura crítica para evitar a paralisação das usinas. Além disso, um levantamento sistêmico identificou 573 sinais de alerta em contratos do setor. Apenas na Eletronuclear, foram mapeados R$ 1,3 bilhão em riscos operacionais e financeiros, como fornecedores com capital incompatível e indícios de conflito de interesses.